quarta-feira, 14 de maio de 2014

Quote de Quarta #11

Inspiração semanal em forma de citações de grandes autores e grandes obras. De livros, e sobre livros!


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terça-feira, 13 de maio de 2014

Release Os Assassinos do Cartão Postal

Livro: Os Assassinos do Cartão Postal
Autores: James Patterson e Liza Marklund
Editora: Arqueiro

Uma viagem para conhecer as mais belas cidades da Europa é o sonho de qualquer pessoa. Porém, o detetive da NYPD Jacob Kanon não está interessado nos pontos turísticos. Após receber a notícia do brutal assassinato de sua filha e namorado, mortos em Roma, Kanon viaja para o Velho Continente para tentar juntar pistas sobre o crime que mudou sua vida. E a onda de assassinatos está só começando: jovens casais são encontrados mortos em Paris, Copenhague, Frankfurt e Estolcomo. Os crimes parecem não estar conectados, com exceção de um cartão-postal enviado para o jornal local da cidade de cada nova vítima.
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Holocausto Brasileiro

de Daniela Arbex (Geração Editorial)

No livro Holocausto Brasileiro: 60 mil mortos no maior hospício do Brasil, escrito pela jornalista Daniela Arbex (São Paulo: Geração Editorial, 2013, 255 páginas) somos apresentados a um horror acontecido no Brasil comparável ao extermínio sistemático feito pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial.

 A cidade de Barbacena, no interior de Minas Gerais foi lar deste crime que matou mais de 60 mil pessoas entre 1903, data de fundação, e 1979, ano em que a reforma psiquiátrica chegou ao município. No hospício conhecido como Colônia, centenas de homens e mulheres foram removidos do convívio social, em sua maioria por motivos que nada tinham a ver com problemas mentais. A autora estima que 70% dos internados não tivesse nenhum diagnóstico de doença.

A partir da década de 1930 a situação da Colônia ficou mais grave, e as internações eram em sua maioria de pessoas consideradas indesejadas, enviadas a um lugar de sofrimento garantido e morte quase certa. Os pacientes começavam a perder sua dignidade quando tinham suas roupas arrancadas, mesmo que na cidade as noites fossem frias. Na época de maior ocupação, nos anos 60, o hospital criado inicialmente para receber 200 pessoas era ocupado por duas mil. Neste período dramático morriam 16 pacientes ao dia, pelas condições desumanas de alimentação e higiene, além da terapia de eletrochoque à qual poucos sobreviviam.

Daniela Arbex apresenta neste livro uma visão aterrorizante, um crime de tamanha proporção que só poderia ser executado com a conivência do governo, médicos, funcionários e da sociedade. E ela não para por aí, suas entrevistas abrangem todos os setores ligados a Colônia, desde ex-funcionários, parentes, sobreviventes, médicos, ex-diretores e responsáveis pela FHEMIG, Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, que mantém os 160 pacientes restantes em novas alas em condições aceitáveis.

O livro conta a história vivida em conjunto por todos os internados em uma rotina de horror em que todos ficavam atirados no pátio, nus, urinando e defecando no chão, bebendo a água que saía do esgoto, sendo agredidos, humilhados, abusados física e psicologicamente, estuprados. Muitas destas histórias são contadas em detalhes pela autora, personagens que fizeram parte da Colônia, e como suas vidas se desenrolaram em relação ao hospício e depois. Cada uma destas histórias pessoais aproximam o leitor da realidade brutal do holocausto ocorrido em Barbacena. 

Dentre os fatos também revelados no livro-reportagem estão a venda de cadáveres para 17 universidades do país. Esta venda gerou mais ou menos R$ 600 mil reais em valores atualizados, valores nunca repassados ao hospital ou aos familiares das vítimas. Este fato foi descoberto pela autora no Museu da Loucura, de Minas Gerais, e contado pela primeira vez em uma série de reportagens que fez para o jornal Tribuna de Minas, em que trabalhava. Mas ela não foi a primeira ao contar a história do Colônia, denunciada á revista O Cruzeiro em 1961 pelo fotógrafo Luiz Alfredo, que fez as imagens que ilustram o livro, a também no documentário Em Nome da Razão de Helvécio Ratton (1979).

A edição ficou simples e funcional, as letras são em tamanho bom, e cada capítulo é dividido com uma foto em tamanho grande, além das outras imagens internas. A escrita de Daniela é fluida e de fácil compreensão, bastante jornalística. No entanto, em certos momentos a quantidade de números pode transportar o leitor para longe da narrativa. Apesar de tratar de um tema muito delicado, e de sua pesquisa ser impecável, em alguns momentos a visão muito jornalística acaba por deixar a leitura fria e distante, talvez para evitar uma emoção exacerbada, mas a qualidade humana poderia ser prioritária ante a jornalística em momentos mais cruciais, de descrição da vida das pessoas, e de cenas cruéis a que foram expostas. A autora não faz ninguém de vítima ou vilão, ela narra os fatos e conversa com antigos diretores e funcionários do hospício sem demonizá-los.

No geral, o livro é muito bom, atende o propósito de contar a história do hospício, e o crime que foi perpetrado dentro de seus muros. A leitura deve agradar não somente jornalistas ou pessoas envolvidas pessoalmente com o fato, por ser de interesse humano deve servir a muitos públicos. É uma leitura rápida, a narrativa foi bem composta e as imagens ajudam a quebrar a qualidade monótona de muita leitura sem visualização. O melhor da narrativa é tentar compreender após a leitura como algo dessa magnitude pôde acontecer dentro do Brasil, no século XX, sem que ninguém tenha conseguido terminar com a prática antes dos anos 1980, e mais do que isso, choca o fato de que até hoje ninguém foi culpado ou punido pela morte de 60 mil pessoas.
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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Tag Apaixonada por Fotografia

Oi gente, como estão? Hoje vim responder a TAG: Apaixonada por Fotografia. Vi essa Tag lá no blog Borboletas na Carteira. Espero que gostem:

Perguntas: Com quantos anos você teve sua primeira câmera fotográfica?
21! A minha primeira câmera foi comprada ano passado.

 Prefere fotografar ou ser fotografada?

Os dois, gosto muito de posar assim como de clicar.

Você tem uma boa câmera para fotografar?

Tenho uma X400, Semi-profissional da GE.

Você fotografa e publica suas fotos?

Algumas, mas a maioria ficar guardada mesmo.

Tumblr, We heart it, ou instagram?

Tumblr, mas não para as minhas fotos. We heart It é pra coletar inspiração e Instagram não tenho. (Vem ver meu Tumblr aqui).

Cite uma pessoa que voce se inspira para tirar suas fotos.

Gosto muito da Anne Leibovitz e do David LaChapelle, mas ambos estão em um patamar além de superior.

Você edita suas fotos ou prefere que elas fiquem no modo original?
Uma ajudinha do Photoshop nunca matou ninguém.

 Qual seu programa predileto para editar fotos?

Photoshop, Lightroom e Photoscape.

Sonha em ser fotógrafa ou faz isso como um hobbie?

Hobbie apenas, mas não me importaria de ganhar dinheiro fotografando alguns ensaios.

Já fez algum tipo de curso de fotografia?

Aprendi nas cadeiras de fotografia da minha faculdade (jornalismo) e já trabalhei em um estúdio profissional.

Qual a última foto que você tirou?

A última foto do correio do blog! (Esta aqui).

Qual a última vez que você foi fotografada por alguém?

Algumas semanas atrás em festa aqui da cidade. Sim eu estava no palco e cantei. Abafa.



Você é daquelas que quer sempre registrar os momentos e o que está ao seu redor, e sai sempre com uma câmera nas mãos?
Não necessariamente, gosto de tirar fotos, mas acho que viver o momento é mais importante.

Mostre uma foto sua (ou que você tenha tirado) que você goste muito. 

A minha foto no perfil do blog, que também está no logo. é uma das minhas fotos favoritas e foi tirada pela fotógrafa Kathielly Watte, em ensaio que fizemos em 2012, com o tema Pin Up.

Não vou indicar ninguém para responder a Tag, mas se alguém curtir e quiser passar adiante é só contar que viu por aqui.
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domingo, 11 de maio de 2014

Booktrailer de Domingo #17

O booktrailer de domingo é um espaço para mostrar o que as editoras estão produzindo de legal em material audiovisual para divulgar os seus lançamentos. Hoje você assiste o material produzido pela Editora Empíreo para divulgar Ela Prefere as Uvas Verdes, do autor Jader Pires.

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sábado, 10 de maio de 2014

Keith Richards vai lançar livro infantil sobre o avô

Keith Richards não é o primeiro nome que vem à mente quando o assunto é literatura infantil, mas o guitarrista dos Rolling Stones vai lançar Gus & Me: The Story of My Granddad and My First Guitar, um livro para crianças.

A história é sobre o avô de Richards, o guitarrista de jazz Theodore Augustus Dupree, responsável por introduzir o neto à música. “Eu acabei de me tornar avô pela quinta vez, então sei do que estou falando”, disse Richards. “Aquele laço especial entre crianças e avós é único e deveria ser valorizado. Essa é uma história sobre um desses momentos mágicos. Que eu seja um avô tão bom quanto Gus foi para mim."

Theodora Dupree Richards, filha do músico, será a responsável por fazer as ilustrações, que serão inspiradas nas fotos antigas da infância de Richards (imagens de família do guitarrista também farão parte do livro). A modelo norte-americana não pensou duas vezes antes de aceitar o convite. “Poder explorar o relacionamento do meu pai com o avô dele foi um presente.”

Keith Richards já havia escrito sobre o relacionamento com o avô na autobiografia Vida, lançada em 2010. Músicos como Bob Dylan, Madonna, Paul McCartney e Ringo Starr também já escreveram livros infantis. Gus & Me será lançado dia 9 de setembro.

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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Música de Sexta - Lee DeWyze

Música de Sexta é uma sessão semanal para mostrar algumas dicas musicais. A dica de hoje fica por conta do cantor folk americano Lee DeWyze, que tem um som muito autoral e muito bonito, pra quem curte essa vibe voz e violão. A música abaixo, Blackbird Song é linda e esteve na trilha sonora da quarta temporada da série The Walking Dead, se você assiste deve reconhecer. Se gosta da série, não deixe de conferir também a resenha das HQs que deram origem à ela, aqui.

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Release Antes de Partir


Livro: Antes de Partir - Uma Vida Transformada Pelo Convívio com Pessoas Diante da Morte
Autora: Bronnie Ware
Editora: Jardim de Livros

Que tal tirar lições preciosas dos relatos de pacientes terminais e transformar a experiência num alento para todos nós? É exatamente isso que fez a escritora australiana Bronnie Ware, que passou a trabalhar como cuidadora apenas para sobreviver, mas que, aos poucos, foi se apaixonando pela profissão, tendo a sensibilidade de aprender filosofia com os últimos suspiros. Antes de reunir as principais histórias num livro, Bronnie, que também é compositora de músicas populares na Austrália, publicou alguns relatos em seu blog, sempre trocando os nomes dos pacientes, para proteger a privacidade deles e dos familiares.
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