quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Comic Con Experience 2016 confirma presença da Sony Pictures

A terceira edição da CCXP - Comic Con Experience (www.ccxp.com.br) confirma a presença da Sony Pictures, um dos maiores estúdios de cinema e TV do mundo, que retorna em um estande próprio com atrações e novidades.

Conhecida por filmes como 007, além de Pixels, Hotel Transilvânia, O Espetacular Homem-Aranha, O Besouro Verde, Resident Evil e muitos outros, a Sony Pictures nos dá um pequeno “spoiler” sobre o que apresentará na sexta-feira (02/12) no São Paulo Expo: novidades sobre Spider-Man: Homecoming, longa dirigido por Jon Watts e estrelado por Tom Holland. O décimo sexto filme do Universo Marvel será lançado mundialmente em julho de 2017 – e é um dos mais aguardados do ano.


Cenas inéditas de Resident Evil 6: O Capítulo Final também são destaque no painel da Sony Pictures. Além disso, os presentes na apresentação do estúdio vão conferir conteúdos nunca exibidos de “Passageiros”, novo filme de Jennifer Lawrence e Chris Pratt; “A Torre Negra”, consagrada série baseada na obra de Stephen King; “Trainspotting 2”, “Jumanji” e “Smurfs”.

Ano passado, o estúdio exibiu o trailer e cinco cenas inéditas do filme A 5ª Onda, além de uma mensagem especial de Chloë Grace Moretz, estrela do filme. Dois trailers de Orgulho e Preconceito e Zumbis, um internacional e outro exclusivo para a Comic Con Experience também foram exibidos, além de uma cena não finalizada do longa de animação Angry Birds, seguida pelo anúncio de que, no Brasil, o personagem Red seria dublado por Marcelo Adnet. Depois do trailer, Dani Calabresa, que também dublou um personagem, subiu ao palco para falar um pouco sobre sua expectativa. 



A CCXP – Comic Con Experience 2016 acontece entre 1 a 4 de dezembro no São Paulo Expo, próximo à estação Jabaquara do Metrô, com conteúdos para fãs de quadrinhos, cinema, programas de TV, desenhos animados e outras áreas da cultura pop. O evento ocupará 100 mil metros quadrados (80% a mais que na edição de 2015) e espera receber 180 mil visitantes de todos os Estados do Brasil e também do exterior, firmando-se como a maior comic con da América Latina e a terceira maior do mundo em público, atrás apenas da San Diego Comic Con e da New York Comic Con. Os ingressos de sábado (3/12) e pacote para os quatro dias já estão esgotados. Os ingressos para quinta, sexta, domingo e Full Experience estão à venda. Para adquirir ingressos e saber mais, acesse o site www.ccxp.com.br.
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Adriana Calcanhoto lança livro em Porto Alegre nesta sexta

Nesta sexta, 28 de outubro de 2016, às 19h30, na Fnac Porto Alegre, no BarraShoppingSul, Adriana Calcanhoto lança o livro Pra que é que serve uma canção como essa? (Editora Bazar do Tempo, R$ 4800). Haverá bate-papo, seguido por sessão de autógrafos. Entrada franca.

Com mais de 10 discos lançados, além de uma obra dedicada às crianças, sob o heterônimo de Partimpim, as letras de Adriana começaram a ser compostas a partir do fim dos anos 1980 e já atravessam mais de 25 anos em um processo de afirmação de uma linguagem. Nesse livro está a parte substancial dessa produção: 91 letras selecionadas pelo poeta Eucanaã Ferraz, que reuniu desde sucessos como Esquadros e Mentiras até composições inéditas, sublinhando o traço substantivo, essencial da autora. Em um campo de diálogo que a compositora tece com seus interlocutores, parceiros e referências, as letras de Adriana conciliam o minimalismo e a vertente tropicalista, a vanguarda e o popular, fazendo com que a experimentação frequente o mainstream de modo inédito.

Este novo livro, concebido carinhosamente ao logo dos últimos cinco anos, revela ao mundo canções ainda inéditas compostas por Adriana. Em depoimento à Fnac, Adriana afirma: “Foi interessante que, no processo de organização do livro, o Eucanaã queria conhecer tudo e me fez olhar um pouco para trás. Tem canções de 1994 e tem canções de agora”. 

Adriana Calcanhoto é madrinha da Fnac Porto Alegre, ao lado de Raí e Luís Fernando Veríssimo.

Ficha técnica
Título: Pra que é que serve uma canção como essa
Autor: Adriana Calcanhoto
Organização e prefácio: Eucanaã Ferraz
Páginas: 192
ISBN: 9788569924098
Preço: R$ 48,00
Editora: Bazar do Tempo
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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Câmara Brasileira do Livro divulga finalistas do 58º Prêmio Jabuti



A Câmara Brasileira do Livro (CBL) realizou a apuração dos finalistas do 58º Prêmio Jabuti. Nesta fase foram selecionados os finalistas das 27 categorias do prêmio, entre os mais de 2.400 inscritos ao total. Formado por especialistas de cada categoria, o Júri foi indicado pelo Conselho Curador do Prêmio, composto por Marisa Lajolo, Antonio Carlos de Morais Sartini, Frederico Barbosa, Luís Carlos de Menezes e Pedro Almeida. A relação de finalistas foi validada pelo Conselho Curador e pela Auditoria Ecovis Pemom, e já está disponível em www.premiojabuti.org.br.

Para esta edição, o Prêmio Jabuti traz ainda uma novidade em uma parceria inédita com a Amazon.com.br, as obras finalistas das categorias Romance, Contos & Crônicas e Poesia concorrerão ao prêmio Escolha do Leitor, decidido pela avaliação dos leitores, pelo site www.amazon.com.br/premiojabuti. Pelo site, os leitores poderão conhecer os títulos, baixar suas amostras gratuitas ou ainda comprar em formato eBook, além de realizar as avaliações.

Segundo Marisa Lajolo, curadora do Prêmio Jabuti, essa nova categoria aproximará ainda mais o público da premiação: “É para todo o povo do livro celebrar este desdobramento do Prêmio Jabuti: a voz do leitor sinalizando seus preferidos entre os finalistas de categorias literárias vai ampliar muito a discussão sobre leitura e literatura. O que é ótimo!”.

A segunda fase do prêmio, avaliará e atribuirá notas a todas as obras finalistas da primeira fase. As três obras que receberem a maior pontuação dos jurados, nesta fase, cuja a apuração será no dia 11 de novembro, serão consideradas vencedoras em sua categoria, em primeiro, segundo e terceiro lugares. 

A cerimônia de entrega do Jabuti acontecerá dia 24 de novembro, no Auditório Ibirapuera. Os primeiros colocados de todas as categorias que compõem o prêmio receberão o troféu Jabuti e R$ 3,5 mil; também os vencedores dos segundos e terceiros lugares ganharão o troféu. Neste dia, também serão revelados os vencedores do Livro do Ano - Ficção e Livro do Ano - não Ficção que serão comtemplados, individualmente, com o prêmio de R$ 35 mil, além da estatueta dourada. 
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terça-feira, 18 de outubro de 2016

63% dos internautas brasileiros leem livros online

Ler um livro em uma tela e não no formato tradicional, em papel, é um hábito realizado por 63% dos internautas brasileiros, sendo que o aparelho mais usado para a leitura de livros em formato digital é o PC/notebook (38%). Esses dados estão na 3ª onda do CONECTAí Express, pesquisa nacional online realizada pelo CONECTA. Na sequência, entre os aparelhos usados para ler livro online aparecem smartphone (31%), tablet (17%) e Smart TV (1%). 

O PC/notebook é mais usado pelos moradores do Nordeste (46%) e do Norte/Centro-Oeste (43%). O smartphone é mais utilizado pelos jovens (de 16 a 24 anos são 41%) e também pelos internautas do Nordeste (35%). Já o tablet é, sobretudo, usado pela classe A (33%).

Sobre a pesquisa
A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em junho de 2016 por meio do CONECTAi Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional, que permite responder a qualquer tipo de pergunta de forma exclusiva, rápida e econômica.
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Nas profundezas da ficção fantástica

Intrigar o leitor com mistério e suspense. Essa é a intenção do escritor Anderson Fonseca com o seu novo livro “Sr. Bergier & Outras Histórias”. Com enredos originais, Fonseca traz para literatura um material que aborda o impacto dos limites da ciência, da política e da religião na sociedade pós-moderna.

A obra reúne nove contos com narrativas de histórias que misturam ficção e fantasia. A primeira fala de um cientista que consegue de maneira extraordinária retirar a sua própria imagem do espelho e materializá-la na frente de uma multidão de estudiosos. Porém, isso acarreta problemas para ele próprio.

O conto “The New York Times” fala sobre como uma mentira pode gerar caos no mundo todo. A história é sobre um ataque hacker no mais importante jornal financeiro do planeta. Alguns recebem o exemplar com as informações corretas. Porém, outra parte recebe com as matérias jornalísticas erradas. Todas as empresas e instituições financeiras sofrem um grande abalo. Mas como saber quem está certo ou errado? Em qual versão do jornal pode-se confiar?

O livro ainda inclui histórias intrigantes de terror e mistério com doses de Hitchcock. Segundo o autor, seus livros pretendem levar ao leitor a angústia de existir em um mundo confuso cheio de aflição e medo. “Quero que as pessoas reflitam e questionem mais sobre tudo aquilo que nos rodeia”.

Segundo a escritora Marcia Barbieri, o livro faz uso da ideia do duplo, recurso muito utilizado pela literatura desde o início dos tempos. Para ela, o leitor tem a sensação de duvidar da própria indivisibilidade. Barbieri destaca ainda a utilização da ideia de duplicação e de multiplicação que aparecem tanto nos contos “Sr. Bergier” e "A máquina" como no conto “O sonho”.

"Esses detalhes mostram a ânsia do homem pela imortalidade, uma tentativa de não ser facilmente extinguível. Tema, aliás, muito aproveitado na literatura e no cinema, por ser uma fonte inesgotável", relata Barbieri. 


Sobre o autor  
Anderson Fonseca é escritor de ficção científica e fantasia. Autor dos livros "Notas de Pensamentos Incomuns" (contos, 2011), que se encontra em 20 bibliotecas norte-americanas. Produziu também "O que eu disse ao General" (2014), considerado pelo crítico Marcos Pasche para a revista Literatsi, um dos melhores de 2014. A obra ainda foi interpretada pelo diretor Antonio Abujamra no Programa Provocações em 2015.

É editor da revista Flaubert, organizador da antologia "Veredas - Panorama do Conto Contemporâneo Brasileiro" (2013), e participou do projeto "Estações", organizado pelo escritor e crítico, Sérgio Tavares, para o Jornal Opção, com o conto "Verão", escrito em parceria com o escritor Mariel Reis.

Também presente na antologia Cobain, que reúne 25 contos em homenagem a banda Nirvana, em comemoração aos 25 anos do álbum Nevermind. Atualmente trabalha em uma novela adulto-juvenil de ficção científica quando não está brincando com sua filha, Ana.
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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Dominação e opressão: uma crítica à sociedade industrial avançada

Considerado um dos livros mais importantes da década de 60, O Homem Unidimensional, de Herbert Marcuse, reeditado pela Edipro, é considerado uma obra atemporal.

O livro disserta sobre a sociedade industrial avançada e as mudanças de produção, consumo, cultura, pensamento e organização social; que integra o indivíduo de forma mecanizada e muda suas perspectivas de forma negativa.

Douglas Kellner revela, na introdução à segunda edição, que o livro expõe o conformismo da sociedade diante de todas as formas de dominação e controle social. Kellner pontua que atualmente a teoria do autor continua procedendo, considerando que as formas de poder estão cada vez mais fortes e dominantes.

"O livro trata de certas tendências básicas da sociedade industrial contemporânea que parecem indicar uma nova fase da civilização. Essas tendências engendraram um modo de pensamento e comportamento que mina os próprios fundamentos da cultura tradicional. A característica principal desse novo modelo de pensamento e comportamento é a repressão de todos os valores, aspirações e ideias que não podem ser definidos em termos de operações e atitudes validadas pelas formas dominantes de racionalidade", diz Hebert Marcuse.

O Homem Unidimensional analisa a sociedade altamente industrializada, independentemente da forma de governo, comunista ou capitalista. O autor acredita que ainda não foi alcançado um sistema que possa fornecer condições iguais a todos os membros participantes da sociedade. Embora Marcuse projete revelações pessimistas, ainda sim, expressa a esperança de um filósofo radical que almeja a liberdade e felicidade.
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Esqueça as abóboras e os vestidos de festa

Qual garota nunca quis ser uma princesa? Com castelos, bailes e cavalos brancos? Mas, quando essas garotinhas crescem, aprendem que o sonho de ser da realeza continuará apenas um sonho. Correto?

Em O Garoto dos Olhos Azuis, primeiro livro da paulistana Raiza Varella, a protagonista Bárbara vai perceber que sonhos podem virar pesadelos num piscar de olhos. Nesse lançamento da Editora Pandorga e o primeiro da série Encantados, a autora narra – com exímio bom humor – essa reviravolta na vida da personagem, até ela finalmente encontrar o verdadeiro “príncipe do cavalo branco”.

No livro, Bárbara faz jus ao nome: ela é loira, bonita e bem sucedida. Entretanto, sua vida vira um inferno depois de ser abandonada pelo noivo no altar (que a estava traindo com sua melhor amiga!). Então, ela decide voltar para a pequena cidade de Garopaba e reconstruir sua vida, com muitas crises de choro, desespero e raiva. Porém, mal sabe ela que o retorno à pacata vida no interior vai trazer à tona a marcante memória do garoto de olhos azuis.
“Quando eu finalmente iria entender que, na vida real, a mocinha sofre o pão que o diabo amassou e nem sempre tem um final feliz?” (p. 61)
Decidida a morar com os dois irmãos, ela descobre que vai dividir o apartamento com mais dois homens. Será que um deles pode ser o príncipe encantado com olhos da cor do céu? Ela só descobre que Ian, o garoto grosso porém superatencioso que “invade” o apartamento no primeiro dia da mudança, pode ser muito mais que um companheiro de casa. Ainda mais com os olhos azuis que ele possui.
“Seus olhos azuis foram a última coisa que vi antes de pegar no sono. Sonhei com o céu.” (p. 87)
Com uma escrita gostosa e engraçada, Raiza narra a vida da personagem e as bobeiras que passam na cabeça de uma jovem mulher (que acabou de levar o maior fora da vida). Afinal, nos dias atuais, as princesas precisam ir à luta para achar o seu “felizes para sempre”.
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domingo, 2 de outubro de 2016

Viaje pela América com a Editora Moderna e conheça a diversidade cultural de vários países

A protagonista da Coleção Viagens da Bia, que percorre o mundo na companhia de sua genitora, irá conhecer um novo continente. Em “Bia na América”, lançado pela Editora Moderna e escrito por Ricardo Dreguer, a mãe da personagem principal é diplomata e ficará um ano a trabalho em Nova Iorque. Por isso, as duas aproveitam a oportunidade para conhecer os Estados Unidos e outros países da América do Norte, como o México e o Canadá. Esse é o ponto de partida para o leitor conhecer diversas características da vida dos habitantes dessas localidades, como as culturas pré-colombianas, as influências espanholas, inglesas e francesas, a religiosidade, as festas e tradições.

Por meio da história, a obra trabalha a diversidade dos povos que vivem no continente americano e possibilita rever algumas visões sociais errôneas, como de que a América do Norte engloba apenas os Estados Unidos e o Canadá. Também permite desmontar preconceitos, como o de que os povos que viviam naquele continente antes da chegada dos europeus tinham uma cultura pouco desenvolvida; além de descobrir semelhanças com o Brasil, como as dificuldades enfrentadas pelos afrodescendentes nos Estados Unidos e em nosso país.

Por fim, a protagonista viaja uma pouco mais pelo continente americano, conhecendo locais considerados patrimônio histórico na Guatemala, Peru, Estados Unidos e Brasil.

A novidade chega para incrementar a bem-sucedida Coleção Viagens da Bia, que inclui os volumes “Bia na África”, “Bia na Ásia” e “Bia na Europa”, onde a protagonista conhece muitas das influências que outros países trouxeram para o Brasil.
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