terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Clássico de Júlio Verne é publicado com texto integral pela editora Edipro


A editora dos clássicos, Edipro, lança a versão integral da melhor e mais impressionante obra de Júlio Verne, pai do gênero de ficção científica. A volta ao mundo em 80 dias é um clássico para todas as idades, um divertido romance de aventura que encantou ao mundo.

Como completar em 80 dias uma volta na Terra na época de 1872?

Por parecer impossível, uma aposta de 100 milhões de libras levou o personagem metódico, o lorde inglês Phileas Fogg, e seu valete, Passepartout, embarcarem nesta jornada. Só que a partida dos cavalheiros coincide com um roubo no banco, e faz com que um detetive siga-os pensando que são os ladrões.

As estratégias de Fogg levam a dupla a enfrentar fanáticos religiosos no interior da Índia, tormentas marítimas a caminho do Japão e até tribos indígenas nos Estados Unidos e, ainda, o lorde inglês, encontra o amor de sua vida.

O livro mais conhecido do autor é um registro bem feito da geografia – por meio de maravilhosas descrições das paisagens e cidades ao redor do globo – e da mecânica – explorando, em detalhes, o funcionamento dos vários meios de transporte utilizados pelos personagens.

Considerada uma das maiores obras da literatura mundial inspirou diversas adaptações ao cinema e ao teatro.

Sobre o autor: Júlio Verne (1828 – 1905) é o escritor francês ao qual muitos críticos creditam a criação do gênero de ficção científica. Filho mais velho de um advogado de Nantes – interior da França –, começou a sua carreira literária influenciado pelas obras de Alexandre Dumas e de Victor Hugo. Pesquisador voraz e dono de uma fértil imaginação, logo alcançou a fama com suas descrições de viagens e construtos fantasiosos. Em suas obras, chegou a predizer avanços científicos que se tornariam reais apenas décadas após a sua morte, como o submarino moderno, que aparece em Vinte mil léguas submarinas, e a viagem espacial de Da Terra à Lua.
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Editora Paralela lança 'O Perfume da Folha de Chá'


A Editora Paralela está lançando uma de suas grandes apostas para 2017: O Perfume da Folha de Chá, de Dinah Jefferies. Conheça:

Em 1925, a jovem Gwendolyn Hooper parte de navio da Escócia para se encontrar com seu marido, Laurence, no exótico Ceilão, do outro lado do mundo. Recém-casados e apaixonados, eles são a definição do casal aristocrático perfeito: a bela dama britânica e o proprietário de uma das fazendas de chás mais prósperas do império.

Mas ao chegar à mansão na paradisíaca propriedade Hooper, nada é como Gwendolyn imaginava: os funcionários parecem rancorosos e calados, e os vizinhos, traiçoeiros. Seu marido, apesar de afetuoso, demonstra guardar segredos sombrios do passado e recusa-se a conversar sobre certos assuntos.

Ao descobrir que está grávida, a jovem sente-se feliz pela primeira vez desde que chegou ao Ceilão. Mas, no dia de dar à luz, algo inesperado se revela. Agora, é ela quem se vê obrigada a manter em sigilo algo terrível, sob o preço de ver sua família desfeita.


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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Participe da coletânea literária "Pilares Eternos - Contos fantásticos”

A Andross Editora está recebendo contos fantásticos para publicação no livro "Pilares Eternos - Contos fantásticos”, a ser lançado em outubro de 2017 no evento Livros em Pauta.

Qualquer pessoa pode participar. Basta acessar o site www.andross.com.br, ler o regulamento de participação e submeter seu texto à avaliação. As inscrições vão até 30 de abril de 2017.

  
Todos os autores que forem aprovados para publicação nessa coletânea automaticamente concorrerão ao STRIX, prêmio criado e concedido pela Andross Editora aos autores cujos textos mais se destacarem em suas coletâneas. O processo de votação encontra-se no site do prêmio.

SINOPSE DO LIVRO:Toda a História foi construída em cima de mitos e lendas extraordinárias, capazes de entreter, ensinar e aterrorizar a humanidade. O insólito e o fantástico são os pilares que sustentarão eternamente a necessidade do homem de contar.
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domingo, 15 de janeiro de 2017

Ana Esterque lança livro de contos pela editora Chiado

São contos, é literatura, a vida como ela é, mas não estamos falando de Nelson Rodrigues. Quem percorre este caminho literário agora é a paulistana Ana Esterque. Exploradora do mundo, ela usou de sua vivência e observação para escrever A Fila, publicado pela Editora Chiado. O livro é um conjunto de contos escritos em três partes do mundo: Zurique, Santiago de Compostela e São Paulo.

Inspirada por fragmentos da realidade e do imaginário, Ana escreve como quem observa minuciosamente o mundo ao seu redor. A obra, composta por 10 narrativas, é permeada por temas polêmicos – como incesto e violência contra a mulher. Além disso, as histórias levam o leitor a uma reflexão sobre o vazio e a delicadeza da alma.

A fila é o primeiro conto – e o que intitula o livro. Escrito em Zurique, o texto faz uma dura crítica ao comunismo, narrado do ponto de vista de uma criança. Em um ambiente ficcional, a personagem Natasha sente o peso da solidão, do abandono e do descaso de pessoas endurecidas pela crueldade da escassez. Leia-se:

“Os portões de ferro foram abertos. Um por um a menina os escutou. Depois foram frases soltas e palavrões em gritos; esbarrões, pontapés, empurrões. O povo já não respeitava a fila. Comprimiam-se todos defronte às grades abertas, agitando os documentos para o alto, pois urgia realizar o cadastro com os homens fardados.”

A vida de Ana Esterque é uma frequente busca por autodescoberta. Desde quando estudou jornalismo, ainda em São Paulo, até em Santiago de Compostela, nas aulas de Filosofia. Foi a partir desse momento que ela passou a se dedicar com seriedade à ficção. Atitude árdua, pois segundo ela: “Escrever também é se suportar em meio à solidão. Isso, às vezes, dói.”

Consciente de que o fracasso faz parte da vida, a autora encontrou coragem nos tropeços, nas portas fechadas e nos “nãos” para compor uma obra que transpõe a realidade, com um misto entre ficção e a veracidade. A Fila, primeiro livro da escritora Ana Esterque, chega às livrarias do Brasil e de Portugal em agosto, com a promessa de instigar e provocar o leitor a cada página.
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sábado, 14 de janeiro de 2017

Amar, Verbo Intransitivo: famoso romance de Mário de Andrade em eBook


A Primavera Editorial acaba de lançar em eBook o clássico Amar, Verbo Intransitivo, obra escrita por Mário de Andrade. Contando com uma narrativa experimental, ousada e próxima da linguagem cinematográfica, o romance do autor é, sem dúvida, uma das referências mais significativas do modernismo brasileiro.

A história explora o mistério da alma feminina com a criação da personagem-chave: a governanta alemã Fraülein, de 35 anos, contratada por Sousa Costa, patriarca da família, para iniciar sexualmente seu filho Carlos, de 16 anos.

No romance, Mário de Andrade aventura-se a explorar e apreender a natureza e o mistério da alma feminina lançando mão de uma magistral composição da personagem-chave do seu livro: a governanta alemã Fraülein.

Narrativa experimental, ousada, plasmada numa linguagem cinematográfica e espontânea, esta obra é uma importante referência dentro do movimento modernista, cujo valor literário é reconhecido por críticos e estudiosos da formação da literatura nacional.

O eBook é parte da coleção Clássicos da Literatura Brasileira, que tem a intenção de criar um novo conceito de leitura e aprendizagem a partir da interatividade. A coleção é composta por livros que ainda permanecem atuais e extremamente lidos nos dias de hoje. O diferencial é a interatividade com hiperlinks para perguntas de vestibulares, videoaulas, prefácios selecionados e conteúdos que fomentem a aprendizagem e a compreensão além do conteúdo textual e literário.

A coleção inclui outras obras tradicionalmente pedidas pelos principais vestibulares, como Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis Macunaíma, de Mário de Andrade, e Iracema, de José de Alencar. Serão lançados, ainda, O cortiço, de Aluísio de Azevedo, A cidade e as Serras, de Eça de Queirós, e Coração, cabeça e estômago, de Camilo Castelo Branco.
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Patachu, o personagem que pode ter inspirado "O Pequeno Príncipe"





Lançada em 1929, uma coletânea de contos do poeta francês Tristan Derème trazia como personagem principal um menino de seis anos chamado Patachou. O garotinho ganhou o apelido de "Patachou" (em português "Patachu") porque, guloso que era, certa vez foi pego com o dedo na massa do doce francês chamado Pâte à choux. Pouco depois da primeira edição, foram lançados dois volumes com histórias ilustradas pelo também francês André Hellé.

As histórias de Patachu fizeram muito sucesso na época, e há fortes indícios de que o personagem criado por Tristan Derème teria inspirando Saint-Exupéry a criar O Pequeno Príncipe. Em um artigo intitulado Saint-Exupéry et Tristan Derème: l'origine du Petit Prince, publicado em agosto de 1997 (e republicado em 2009) na Revue d'Histoire littéraire de la France (Revista de História Literária da França), o escritor e pesquisador francês Denis Boisser lista uma série de elementos de Patachou que são encontrados também em O Pequeno Príncipe. Boisser chama atenção para o fato de que o livro de Exupéry só foi lançado em 1942, treze anos depois da primeira edição de Patachou e um ano após a morte de Derème.

Assim como em O Pequeno Príncipe, nas histórias de Patachou também encontramos um narrador mais velho, tio do menino, que escreve para jornais e que, com certeza, é o alter ego de Deréme (assim como o aviador de O Pequeno Príncipe é Sant-Exupéry). Além disso, há muitas palavras que são encontradas nas duas obras de forma poeticamente parecidas (ovelha, cordeiro, elefante, caixa, estrela, chapéu, flor, eco, raposa, deserto, vulcão, etc.) e frases inteiras que são parecidas. Para completar, como em O Pequeno Príncipe, Patachou tem uma certa dose de melancolia e questionamentos sobre o mundo a partir do olhar infantil.



Apesar do grande sucesso na França, as histórias de Patachu acabaram ficando perdidas e nunca foram publicadas no Brasil. Até agora. Pois, em 2017, a Editora Piu — especializada em literatura infantojuvenil — pretende publicar os dois volumes através do financiamento coletivo: O Pequeno Patachu e As Histórias de Patachu.

A Embaixada Francesa no Brasil já concedeu à Editora Piu um prêmio em que financiará a tradução dos dois livros. Para financiar o restante da produção, o projeto As histórias do Pequeno Patachu foi lançado na plataforma de financiamento coletivo Catarse e oferece recompensas para leitores e também para empresas que queiram apoiar e garantir o resgate dessas belas histórias ilustradas. Mais informações e apoios em www.catarse.me/patachu
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Um abraço vale mais do que mil palavras


A medicina se divide em diversas especialidades, mas os médicos, em apenas dois tipos: aqueles que tratam a doença e aqueles que tratam o paciente. O dr. J.J. Camargo é um representante do segundo grupo. Para tanto, ele ouve seus pacientes e volta e meia os abraça – ou é surpreendido por um abraço. Pode ser um abraço de consolo, de gratidão, de conforto: o abraço diz aquilo que muitas vezes as palavras omitem.

Referência internacional em cirurgia torácica e autor do primeiro transplante de pulmão da América Latina, o dr. J.J. Camargo, nestas mais de sessenta crônicas, ilumina o lado mais humano da medicina, muitas vezes deixado de lado em prol de um pretenso tratamento objetivo das doenças.


Além de relembrar histórias de consultório e da prática cirúrgica, o autor conta anedotas de sala de aula, do período em que fez estágio de pós-graduação na famosa Clínica Mayo, nos Estados Unidos, de congressos que frequentou, sempre tendo a medicina como assunto principal, mas sem nunca esquecer que seu alicerce são as relações humanas.

“A densidade emocional do cotidiano, felizmente, é variável – porque, se fosse constante, para mais ou para menos, enlouqueceríamos. De angústia ou de tédio.”
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Livro mostra as frustrações cotidianas da vida


Retratar a vida nua e crua, e não como um conto de fadas. Essa é a proposta do livro “Caçada Russa & outros relatos”, do escritor e jornalista baiano Flávio VM Costa, premiado recentemente no concurso literário internacional Prada Feltrinelli Prize. Publicado pela editora Penalux, a obra ficcional apresenta ao leitor a vida de pessoas comuns que precisam enfrentar seus dilemas pessoais e frustrações cotidianas.

O livro reúne 15 contos ambientados, em sua maioria, na cidade de Salvador. Os personagens são pessoas comuns que enfrentam o peso das obrigações cotidianas, da família, do trabalho, da escola, da religião e da ordem social.

Flávio buscou a origem do título numa carta do escritor russo Anton Tchekhóv (1860-1904). Nela, é descrita uma caçada frustrada, na qual é morto, gratuitamente, uma ave de rara beleza.

Para os editores Tonho França e Wilson Gorj, o cenário produzido pelas narrativas do livro apresenta um mosaico no qual talvez encontremos fragmentos da vida do próprio autor, oriundo de um bairro periférico de Salvador. Os relatos retratam uma realidade bem conhecida daqueles que sobrevivem nos centros urbanos: a violência brutal usualmente propagada e agravada por crises econômicas e desigualdades sociais.
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