quarta-feira, 18 de maio de 2016

Convites das Editoras Novo Século e Pandorga

Oi gente! Nesse post eu mostro os convites para eventos, lançamentos, palestras e entrevistas, promovidos pelas editoras ou autores. Uma Boa semana para todos!



Read More

terça-feira, 17 de maio de 2016

O direito a uma pausa durante o dia

O livro O direito à preguiça, escrito por Paul Lafargue, publicado pela editora Edipro e traduzido por Alan Pierre Alban François, relata com excelência o pensamento do autor, que estudou o tema desde o início da humanidade. 

Para fortalecer seu pensamento sobre o direito ao ócio como caminho para a construção de um novo mundo, mais humanizado e feliz, Lafargue traçou um itinerário histórico das diversas visões sobre o trabalho até o momento em que foi escrito o seu livro, em meados do século XIX, e em meio às iniciais ideias socialistas, inspiradas no pensamento de Karl Marx e as transformações que vinham ocorrendo com o advento da Revolução Industrial. 

No livro, por meio de suas análises, é possível visualizar as profundas criticas ao padrão capitalista emergente, que inspirado nos princípios teológicos e positivistas, exploravam cada vez mais a força de trabalho. O autor acredita que esta atividade deve ser a essência do homem, proporcionando interação com a natureza e satisfazendo necessidades vitais, e não aquele que perde a condição humana e ganha forma de objeto mercadológico, o qual aceita qualquer situação para exercer a ocupação. 

Segundo Paul, a preguiça é uma virtude, um elemento fortalecedor do corpo e do espírito dos trabalhadores, pois diante dela, poderão denunciar a maldição do trabalho assalariado e expressar a necessidade de superação. Além do mais, acredita que a liberdade e o lazer da humanidade serão conquistados com a implantação volumosa de máquinas.
"Se, erradicando de seu coração o vício que a domina e avilta sua natureza, a classe operária se levantasse na sua força tremenda, não para reclamar os “Direitos Humanos”, que não passam de direitos da exploração capitalista, não para reclamar o “Direito ao Trabalho”, que não é senão o direito à miséria, mas para forjar uma lei de ferro que proíba a qualquer homem trabalhar mais de três horas por dia, a Terra, a velha Terra, transbordante de alegria, sentiria pulsar em si um novo universo... Contudo, como pedir a um proletariado corrompido pela moral capitalista tal resolução viril?"
O tradutor, Alan Pierre, realizou diversas pesquisas a respeito dos inúmeros nomes que o autor cita no livro. As referências foram seguras, de modo a ajudar o leitor brasileiro a entender melhor o contexto geral da época e acompanhar claramente a leitura. 

A contribuição de Lafargue é de suma importância nos dias de hoje, visto que diante do papel do trabalho na atualidade, suas ideias são dotadas de competência e originalidade, o que torna a leitura do seu livro uma atividade essencial para a compreensão das condições de vida e trabalho da população em um determinado contexto histórico. Além retratar exemplos que vão ajudar homens e mulheres a visualizarem a importância de aplicar o direito à preguiça nas corporações. 

Além do seu contexto irreverente, o livro recebeu uma “capa divertida” assinada por Paulo F Damasceno, diretor de Arte da DAVID (Agencia do grupo Publicis) e responsável por campanhas incríveis como Galeria em branco da Faber-Castell
Read More

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Release Confusões de um Garoto

Livro: Confusões de um Garoto
Autora: Patrícia Barbosa
Editora: Verus

Após as férias de verão, Zeca se olhou no espelho e não reconheceu quem estava refletido. Tinha crescido e mudado demais. Parecia outro garoto! O uniforme do colégio, que usava no ano anterior, nem em sonho cabia mais nele. Ser adolescente não é nada fácil! Além de lidar com a nova aparência, um bocado de perguntas provocava confusões em sua cabeça...
Por que as suas irmãs gêmeas falavam sem parar?
Por que, de repente, certas cosias não tinham a mesma graça?
Por que não conseguia deixar de pensar na Júlia, sua amiga de infância?
E por que o perfume que ela deixou no seu rosto o estava enlouquecendo?
Read More

sábado, 14 de maio de 2016

Homem x Leão: uma disputa por poder

As Armadilhas da Floresta, obra escrita pelo autor moçambicano Hélder Faife e ilustrada pelo também moçambicano, Mauro Manhiça, é lançamento do mês de maio da editora Kapulana. O livro traz aos leitores a bela história resgatada da tradição oral de Moçambique.
 
Nesta intrigante narrativa, homem e leão disputam a liderança na floresta. Cada um faz uso de artimanhas para vencer o outro até que a disputa é solucionada de maneira inesperada, com a participação de outro animal, o rato.

Numa dessas madrugadas, inesperadamente, os passarinhos sentiram-se desanimados e, quando o vento que vinha de muito longe, atravessando mares, montanhas e planícies, lhes soprou as penas avisando que ia amanhecer, não cantaram. Mantiveram-se calados como uma orquestra silenciosa. Assim, amanheceu sem que os mochos, os morcegos e outros animais noturnos tivessem ido dormir, e sem que os macacos, as gazelas e outros animais diurnos tivessem acordado.


Esse é o segundo volume da série Contos de Moçambique, composta por contos resgatados da tradição oral. O primeiro, O Rei Mocho, de Ungulani Ba Ka Khosa, com ilustrações de Americo Mavale, reconta outra tradicional fábula moçambicana originária dos sena – uma etnia do centro do país.
Read More

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Música de Sexta - James Taylor

Música de Sexta é uma sessão semanal para mostrar algumas dicas musicais. A dica de hoje é um clássico, e se você já não conhece e gosta, provavelmente os seus pais são fãs de James Taylor. O músico americano, de Boston, já está com 68 anos, e iniciou sua carreira em 1966. Entre os maiores sucessos deles estão You've Got a Friend, Carolina in My Mind, e a minha favorita, Fire and Rain:


Read More

Brasil e Portugal lançam acervo online de bibliotecas nacionais

Conhecer o acervo da Biblioteca Nacional de Portugal, incluindo originais da Torre do Tombo, que guarda arquivos históricos das navegações e da chegada dos portugueses ao Brasil, em Lisboa, já é possível sem precisar cruzar o Oceano Atlântico.


Por meio de uma parceria com a Biblioteca Nacional, o acervo das duas instituições está sendo digitalizado e colocado à disposição do público na internet. São milhares de títulos dos dois países, incluindo jornais e revistas, que podem ser acessados a qualquer hora do dia, de qualquer lugar do mundo. A expectativa é atrair cerca de 100 mil acessos por mês.


O material está reunido no portal Biblioteca Digital Luso-Brasileira, disponível a partir de hoje (10), com mais de 2 milhões de documentos, sob domínio público, de várias épocas e gêneros. Entre eles, a primeira edição de Os Lusíadas, de Luís de Camões, de 1572, e a Carta de Abertura dos Portos, de 1808, assinada pelo príncipe regente, Dom João de Bragança, quatro dias após a chegada da família real à Salvador.


“É a primeira iniciativa a reunir coleções de língua portuguesa, preservando o material – porque, no momento que você digitaliza, você evita o manuseio do original – e o mais importante, democratizando o acesso”, disse a coordenadora da biblioteca, Angela Bettencourt.


O acervo da Biblioteca Luso-Brasileira conta também com obras de 30 instituições de Portugal e mais 20 do Brasil, incluindo o Real Gabinete de Leitura, fundado por imigrantes portugueses no Rio, em 1837. O prédio é tombado pelo Instituto do Patrimônio Estadual.


Esta é a primeira vez que bibliotecas de países de língua portuguesa se juntam para disponibilizar seus acervos conjuntamente e buscam se igualar a outras iniciativas mundiais. Na Europa, a Biblioteca Digital Europeia – Europeana, tem o maior acervo digital do mundo, com mais de 53 milhões de títulos entre livros, desenhos, pinturas, mapas, vídeos e fotos.


De acordo com a coordenadora, o próximo passo é integrar acervos de países de língua portuguesa de outros países e o primeiro deve ser Moçambique. “Eles já vieram aqui fazer um estágio e, provavelmente, serão os primeiros a se juntar nesta iniciativa”. A Biblioteca Digital Luso-Brasileira foi concebida em software livre.
Read More

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Editora Alto Astral disponibiliza todo seu acervo de HQs no Social Comics

Agora os fãs de histórias em quadrinhos têm uma nova opção disponível no streaming Social Comics para leitura digital, graças à nova parceria com a Editora Alto Astral, empresa nacional que aposta cada vez mais neste segmento com títulos de franquias famosas da cultura pop. Logo de cara, o serviço de streaming disponibilizará todo o acervo de HQs da editora aos assinantes.
 

Entre os títulos, destacam-se as obras Assassin’s Creed – A Queda, de Cameron Stewart e Karl Kerchl e Nadine Thomas, RoboCop – Homem e Máquina, de Moreci Copland, e Hellraiser – The Dark Watch, baseado na obra-prima de Clive Barker.

“A Alto Astral tem muitos anos no mercado de revistas, e
recentemente iniciou sua operação de histórias em quadrinhos, além de diversos títulos em mangá. Nossa parceria ratifica a qualidade do acervo e o disponibiliza para um público mais abrangente”, comenta Marcelo Bouhid, diretor de marketing do Social Comics. Segundo ele, os assinantes terão alguns outros privilégios, como o acesso em primeira mão a alguns títulos pela plataforma antes do lançamento impresso, como as obras europeias Pen Dragon - Caçadores de Dragões (vol.1)  de Mika e Shogun Shonen, e Loving Dead - Amor Zumbi (Vol.1), de Stefano Raffaele.


Além das publicações desta editora, os assinantes também podem conferir mais de 1.500 histórias em quadrinhos no formato digital. Para ter acesso a todo acervo, basta assinar o Social Comics por R$ 19,90 por mês. A plataforma digital, lançada em 2015 e pertencente ao Omelete Group, tem o objetivo de fomentar a indústria nacional de Histórias em Quadrinhos, utilizando o mesmo conceito do Netflix, mas para HQs. Os usuários podem testá-la por 14 dias gratuitamente.
Read More

quarta-feira, 11 de maio de 2016

'Cidade em Chamas' chega ao Brasil depois de fazer barulho nos EUA


Nova York, 1976. O sonho hippie acabou, e dos escombros surge uma nova cultura urbana. Saem as mensagens de paz e amor e as camisetas tingidas, entram as guitarras desafinadas, os acordes raivosos e os coturnos caindo aos pedaços. Por toda a cidade brotam galerias de arte e casas de show esfumaçadas. 

É nesse cenário que Garth Risk Hallberg situa esta obra colossal, aclamada pela crítica como uma das grandes estreias literárias de nosso tempo. Combinando o ritmo de um thriller ao escopo dos grandes épicos da literatura, Garth Risk Hallberg constrói um meticuloso retrato de uma metrópole em transformação.

 os altos salões do poder às ruelas do subúrbio, ele captura a explosão social e artística que definiu uma década e transformou o mundo para sempre. Cidade em chamas é um romance inesquecível sobre amor, traição e perdão, sobre arte e punk rock. Sobre pessoas que precisam umas das outras para sobreviver. E sobre o que faz a vida valer a pena. 
Read More

Conteúdo Relacionado

© 2011 Uma Leitora, AllRightsReserved.

Designed by ScreenWritersArena