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sábado, 15 de junho de 2019

Marta, a rainha do futebol

Esqueça Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho. Quem ganhou mais vezes o prêmio de Melhor do Mundo da Fifa, a entidade mais alta do futebol, foi Marta, premiada de 2006 a 2011 e indicada doze vezes em treze anos, até 2017. Ela é a melhor jogadora da história do futebol feminino e a maior artilheira da Copa do Mundo de futebol feminino, além de maior artilheira da seleção brasileira, superando até mesmo Pelé.

Marta é a caçula de seis filhos e nasceu em Dois Riachos. O pai abandonou a família quando ela ainda era pequena e o peso da criação dos filhos recaiu sobre a mãe, Tereza. Na terra seca do sertão de Alagoas, ainda menina, seus pés criaram intimidade com a bola em um campo improvisado debaixo da ponte. Foi a única garota que se atreveu a jogar no meio de um bando de meninos, e a ousadia não passou despercebida ao conservadorismo da cidade sertaneja.

“Me chamavam de mulher-macho. Muito preconceito. Cidade do interior, todo mundo te conhece. E naquela época meninas nunca jogavam bola. Jogavam handebol, vôlei, qualquer outra coisa. Eu era a única na cidade que gostava de jogar futebol. Aquilo era absurdo para os moradores. Muita gente falava mal de mim, perguntava: ‘Como a mãe dela deixa? Como os irmãos deixam?’.”
Entrevista à Revista Trip, julho de 2014

Em 2000, com apenas catorze anos, Marta foi para o Rio de Janeiro sozinha, contra a vontade da mãe, para tentar uma vaga em um time profissional. Foram três longos dias de viagem. Mas valeu arriscar. Além de jogar em times dos Estados Unidos e Suécia, Marta conquistou pela seleção brasileira a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2003 e 2007 e a medalha de prata nas Olimpíadas de 2004 e 2008, além do segundo lugar no Mundial de 2007.

Mas seu papel não se limita ao de atleta sem precedentes. Em 2010, foi nomeada embaixadora da Boa Vontade pela ONU, se comprometendo a atuar no combate à pobreza e, em especial, dar força à emancipação feminina.

No entanto, se a trajetória de Marta lembra a de tantos outros fenômenos do futebol, saindo da pobreza para o estrelato, há ainda um abismo que a separa de Messi (que, como ela, tinha cinco prêmios da Fifa até 2017) e Cristiano Ronaldo (que tinha quatro): a falta de prestígio e profissionalização do futebol feminino e os salários incomparáveis aos masculinos.
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sexta-feira, 1 de março de 2019

Quer saber como Van Gogh realmente morreu?

Leia Van Gogh: A vida, de Steven Naifeh e Gregory White Smith. O e-book está com 25% de desconto até o dia 22 de fevereiro e, para os leitores que aguardam a nova tiragem da edição física, a nova reimpressão estará disponível até o fim do mês.

Steven Naifeh e Gregory White Smith apresentam nesta monumental reconstituição biográfica uma visão ao mesmo tempo erudita e apaixonada sobre o artista holandês. Os autores, responsáveis por uma biografia de Jackson Pollock, esmiúçam o conturbado relacionamento com os pais, a amizade com o irmão Theo, a relação intensa com a religião, a errância entre diversas cidades, a vida sexual desregrada, o fracasso em vender suas obras, a amizade conturbada com Paul Gauguin, a loucura, a orelha mutilada - e sugere uma explicação surpreendente para o suposto suicídio. 

O livro é complementado pelo site www.vangoghbiography.com (em inglês), com notas bibliográficas e vasto material iconográfico.

Também está em cartaz nos cinemas o filme Van Gogh - No portal da eternidade, dirigido por Julian Schnabel e estrelado por Willem Dafoe, que concorre a um Oscar de Melhor Ator pelo papel de Van Gogh.

Apesar de não ser uma adaptação direta da obra, é possível perceber semelhanças com a pesquisa de Naifeh e Smith no longa:

Nas aldeias de Arles e Auvers-sur-Oise, onde se refugiou para escapar das pressões de Paris, o pintor Vincent van Gogh é tratado gentilmente por alguns e brutalmente por outros. Madame Ginoux, proprietária do restaurante local, tem pena de sua pobreza e lhe dá um livro de contabilidade, que ele preenche com desenhos. Seu amigo e artista Paul Gauguin, após uma convivência intensa, se afasta. Seu amado irmão e negociante de arte, Theo, é inabalável em seu apoio, mas nunca consegue vender uma única pintura de Vincent. Premiado no Festival de Veneza. 
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

A biografia essencial do mais famoso astronauta da história


Escrito pelo único repórter que cobriu os 166 voos do astronauta e os pousos na Lua, o jornalista americano Jay Barbree, veterano da Nasa e amigo de Neil Armstrong por 50 anos, esse livro se distingue por iluminar os episódios essenciais na vida do primeiro homem a pisar na Lua, traçando um retrato preciso sobre a personalidade e as metas de um dos heróis mais fascinantes do século XX. 

Sereno e competente, capaz de agir com rapidez e habilidade mesmo sob extrema pressão, Neil Armstrong nunca se deixou vencer pelo medo, ansiedade ou estresse. Não que fosse um super-homem, ao contrário – era um rapaz aplicado e modesto, sabia que precisava se preparar, e muito, se a missão fosse ambiciosa. 

Piloto de caça na guerra da Coréia aos 19 anos, piloto de testes na NASA e engenheiro aeronáutico, foi eleito comandante da Missão Apollo 11 e primeiro homem a pisar na Lua, em julho de 1969. Mais de 500 milhões de pessoas acompanharam pela TV, em todo mundo, sua caminhada histórica pela superfície lunar – e desde então muito foi escrito sobre ele. 

Esta biografia consegue fazer uma síntese, em 320 páginas, da vida do astronauta que se tornou referência em todo mundo, e um dos entusiastas da expansão da presença humana no Sistema Solar.

Jornalista premiado com um Emmy pela cobertura da caminhada de Neil Armstrong pela superfície lunar, Jay Barbree escreveu vários livros sobre a pesquisa espacial e foi o jornalista que revelou a causa do acidente com a Challenger. Para escrever essa biografia, trabalhou com anotações reunidas ao longo de anos, e com total colaboração da família de Neil Armstrong.

Como era a vida na NASA? Como o piloto que se destacava entre os melhores tornou-se comandante da Missão Apollo 11 – e por que foi escolhido como o primeiro homem a pisar na Lua? Este livro responde com exatidão às perguntas fundamentais sobre o astronauta.

Depois da caminhada histórica na Lua, Neil passou a dar aulas de Engenharia Espacial na Universidade de Cincinatti, onde costumava perguntar a seus alunos: Se o sistema Terra-Lua é a nossa casa, por que não devemos ser guardiões dos dois mundos?
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Nelson Sirotsky lança biografia em coautoria com a romancista Leticia Wierzchowski


No final de 2015, depois de 45 anos de dedicação ao Grupo RBS (Rede Brasil Sul de Comunicações), Nelson P. Sirotsky decidiu deixar os cargos executivos da empresa fundada por seu pai e que capitaneara a comunicação no sul do país. Era chegada a hora de trilhar um novo caminho. Em O oitavo dia, lançamento da Editora Sextante para o mês de outubro, o empresário conta a trajetória daquele jovem que começou a trabalhar aos 17 anos e assumiu a presidência do grupo antes dos 40. Uma narrativa que fala não só sobre seus negócios, mas também sobre sua saga familiar, que começa com imigrantes que atravessaram o mundo para tentar a vida na América.

Para chegar a um formato inovador dos relatos que guarda na memória, Nelson convidou Leticia Wierzchowski, autora da consagrada obra A casa das sete mulheres, para um mergulho em seus valores, espiritualidade e reflexões, tanto no âmbito pessoal quanto no empresarial. O resultado é uma história de coragem e de sucesso, um livro em que fatos reais ganham uma dimensão literária. “Este não é um livro de memórias, uma história empresarial ou uma obra de ficção. O oitavo dia é um pouco de tudo isso. Os assuntos aqui abordados têm a minha perspectiva da verdade, que, como qualquer verdade, não é absoluta”, explica Nelson.

A construção flexível do texto multiplica as visões sobre o empresário e sobre os fatos, e ajuda a esclarecer a personalidade forte e carismática de um homem que, desde menino, sentiu o mais completo fascínio pela profissão do pai, o comunicador Mauricio Sirotsky Sobrinho, falecido em 1986. Do início de sua carreira como auxiliar de contabilidade à presidência do grupo empresarial, Nelson compartilha no livro os bastidores de um dos mais respeitáveis e influentes conglomerados de comunicação do Brasil. 

“Quando deixei de exercer funções executivas na RBS, decidi dividir com os companheiros da empresa, e com o público, as razões daquela decisão tomada aos 63 anos de idade. Escrevi uma carta aberta que acabou sendo publicada no jornal Zero Hora. Expliquei que resolvera me afastar para fazer coisas diferentes, sem ter mais a empresa de comunicação como elemento central de minha vida. Foi somente mais tarde que me dei conta de que, ao escrever aquela mensagem, eu estava, na verdade, fazendo uma profunda reflexão sobre a minha existência, e de como eu gostaria de dividir essas histórias com outras pessoas. Aliás, acho que esse ímpeto de comunicar, esse desejo tão forte de compartilhamento, está no meu sangue”, relata.

O oitavo dia está dividido em quatro narrativas: A árvore da vida, que mergulha nas relações familiares e afetivas, e mostra, ainda, a influência decisiva da educação, da espiritualidade e do exemplo; A chave do cofre, que trata da trajetória profissional de Nelson, suas escolhas, decisões, erros e acertos, tendo como pano de fundo a relação com o pai, e a história do Grupo RBS; O oitavo dia, que dá nome ao livro e traz sua visão de futuro e seus planos após deixar o comando da empresa – tanto no campo profissional quanto pessoal; e, por fim, Autorretratos, escrito em primeira pessoa e com reflexões profundas sobre alguns dos temas abordados ao longo da obra.

Para fugir dos tradicionais álbuns de família, o livro traz ainda imagens de objetos de valor sentimental, metafórico ou histórico, assinadas pelo premiado fotógrafo Celso Chittolina, autor também da foto de capa.
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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Livro de memórias de Michelle Obama já está disponível

Em suas memórias, um trabalho de profunda reflexão e com uma narrativa envolvente, Michelle Obama convida os leitores a conhecer seu mundo, recontando as experiências que a moldaram — da infância na região de South Side, em Chicago, e os seus anos como executiva tentando equilibrar as demandas da maternidade e do trabalho, ao período em que passou no endereço mais famoso do mundo. 

Com honestidade e uma inteligência aguçada, ela descreve seus triunfos e suas decepções, tanto públicas quanto privadas, e conta toda a sua história, conforme a viveu — em suas próprias palavras e em seus próprios termos. Reconfortante, sábio e revelador, Minha história traz um relato íntimo e singular, de uma mulher com alma e consistência que desafiou constantemente as expectativas — e cuja história nos inspira a fazer o mesmo.


Bastidores

Com elegância, bom humor e uma sinceridade incomum, Michelle Obama nos apresenta um relato vívido dos bastidores da chegada histórica da família ao centro das atenções mundiais. Minha história traz também uma série de fotografias que ilustram a trajetória pessoal da ex-primeira-dama.

Michelle Robinson Obama exerceu o cargo de primeira-dama dos Estados Unidos entre 2009 e 2017. Formada na Universidade Princeton e na Faculdade de Direito de Harvard, Michelle Obama iniciou a carreira como advogada na firma de advocacia Sidley & Austin, onde conheceu seu futuro marido, Barack Obama. Ela posteriormente trabalhou na prefeitura de Chicago e no Centro Médico da Universidade de Chicago. Michelle Obama também fundou em Chicago a filial da Public Allies, uma organização que prepara jovens para seguir carreira no serviço público. O casal Obama vive atualmente em Washington, DC, e tem duas filhas, Malia e Sasha.
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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Eu digo Charlie e vocês dizem...

Um dos maiores ícones do rock nacional, Alexandre Magno Abrão, o Chorão, conquistou o Brasil sobretudo pela sua entrega na hora de compor e cantar. Essa mesma intensidade marcou a história de amor ímpar vivida com Graziela Gonçalves, que conta neste livro como o relacionamento de quase vinte anos dos dois a transformou para sempre.

Ela conheceu o cantor antes de sua banda estourar e se tornar uma das mais populares do país. Com suas ideias e seu apoio, Grazi teve participação importante na construção do sucesso do Charlie Brown Jr. Foi a grande musa de Chorão, que escreveu inúmeras letras inspirado nela. Como companheira de Alexandre, passou com ele os melhores e os piores momentos, e o ajudou a enfrentar a dependência química, que o levou, tragicamente, à morte em 2013.

Se não eu, quem vai fazer você feliz? não vai tocar apenas os fãs de Chorão. Mesmo sem conhecer sua música, é impossível não se emocionar com a força desse amor que sobreviveu à fama, às crises e até à morte — e que é homenageado neste livro.

Uma história de amor à base de música precisa de uma playlist própria, né? A própria Graziela Gonçalves criou, no Spotify, uma playlist com as músicas citadas no livro Se não eu, quem vai fazer você feliz? – clássicos, nostalgia e muito Charlie Brown Jr. Siga o link na imagem para abrir no Spotify:

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Acompanhante de luxo lança livro com histórias de encontros na capital federal


Os relatos picantes de uma acompanhante de luxo em Brasília compõem o livro “De Encontros Sexuais a Crônicas: O Diário de uma Advogada e Acompanhante de Luxo Feminista”, escrito por Claudia de Marchi. A autora traz histórias reais entre 2016 e 2017, após ter trocado sua profissão de advogada e professora universitária na área do Direito, aos 34 anos, para mudar totalmente de vida. 

A publicação será lançada no dia 04 de julho com sessão na Livraria Cultura do CasaPark Shopping Center, em Brasília, a partir das 19h. O livro de 319 páginas traz relatos detalhados, em primeira pessoa, de encontros que Claudia teve com diversos parceiros, clientes reais, em seu papel de cortesã. 

A seleção de crônicas vai de detalhes dos encontros a observações sobre casamentos e seu prazos de validade, feminismo limitado a generalizações ou castração do machismo publicados com o intuito de auxiliar os leitores a se libertarem dos preconceitos, medos e receios das práticas consideradas tabus no sexo. A obra é a segunda da autora gaúcha, que se tornou conhecida após tomar a decisão de usufruir a vida como acompanhante de luxo de homens que seleciona em troca de pagamento. 

O livro leva o selo Clube Select e está disponível no site Clube de Autores, maior site de autopublicação de livros da América Latina, e nas livrarias parceiras de todo o Brasil.
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domingo, 22 de julho de 2018

Diário de menina na guerra da Síria é a nova aposta da DarkSide Books



O jornalista e correspondente de guerra francês Philippe Lobjois veio ao Brasil no final de junho para a divulgação do livro “O Diário de Myriam”, do qual é coautor ao lado da síria Myriam Rawick, uma menina de 13 anos. Lançada pela DarkSide Books, a obra se aprofunda no dia a dia da pequena Myriam durante a guerra da Síria e foi escrito no período de novembro de 2011 e dezembro de 2016.

Sobre o livro:

De um lado, uma menina judia que passou anos escondida no Anexo Secreto tentando sobreviver à guerra de Hitler. De outro, uma garota síria que sonha ser astrônoma e vê seu mundo girar após a eclosão de um conflito que ela nem mesmo compreende. Mesmo separadas por mais de 70 anos, Anne Frank e Myriam Rawick têm um elo comum: ambas são símbolos de esperança e resistência contra os horrores de um país em guerra e acreditam no poder das palavras. “O Diário de Anne Frank” emocionou leitores de todos os cantos do mundo, e agora é hora de conhecer “O Diário de Myriam”, mais recente lançamento da linha Crânio da DarkSide® Books.

“Meu nome é Myriam, eu tenho 13 anos. Cresci em Jabal Saydé, o bairro de Alepo onde nasci. Um bairro que não existe mais”. “O Diário de Myriam” é um registro comovente e verdadeiro sobre a guerra civil Síria. Escrito em colaboração com o jornalista francês Philippe Lobjois, que trabalhou ao lado de Myriam para enriquecer as memórias que ela coletou em seu diário, o livro descortina o cotidiano de uma comunidade de minoria cristã que sofre com o conflito através dos olhos de uma menina.

Assim como acompanhamos a Segunda Guerra Mundial pelos olhos da pequena Ada em “A Guerra que Salvou a Minha Vida” e “A Guerra que me Ensinou a Viver”, “O Diário de Myriam” apresenta a perspectiva de uma menina que teve sua infância roubada ao crescer rodeada pelo sofrimento provocado pela guerra da Síria, iniciada em 2011. Myriam começou a registrar seu cotidiano após sugestão da mãe, que propôs que ela contasse tudo aquilo que viveu para, um dia, poder se lembrar de tudo o que aconteceu.

O diário alterna entre as doces memórias do passado na cidade de Alepo e os dias doloridos e carregados de incertezas. E é com a sensibilidade de uma contadora de histórias que ela narra a preocupação crescente de seus pais com as notícias na tv, as pinturas revolucionárias nos muros da escola, as manifestações contra o governo, a repressão, o sequestro de seu primo e, por fim, os bombardeios que destroem tudo aquilo que ela conhecia.

“O Diário de Myriam”, vencedor do Prêmio L’Express-BFMTV 2017 na categoria Ensaios, em votação feita pelos leitores, é aquele livro que fica mais próximo do coração de cada um, pois foi escrito de forma simples e verdadeira. Como os outros títulos da linha Crânio, o testemunho de Myriam faz um convite à reflexão do agora e estimula o leitor a entender e questionar o mundo que estamos construindo — além de ser um exercício de empatia pela dor do outro.

A guerra da Síria deixou mais de 400 mil mortos e transformou 5 milhões de pessoas em refugiadas ao longo dos últimos sete anos, impulsionando o maior deslocamento de pessoas no mundo após a Segunda Guerra Mundial. Myriam é apenas uma entre milhões de vozes que sofrem diariamente, mas suas palavras conseguem falar por muitas elas.
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domingo, 15 de julho de 2018

Tordesilhas lança Eu e não a outra, a primeira biografia de Hilda Hilst


Uma mulher intensa, humana e à frente do seu tempo! Essa é Hilda Hilst autora brasileira que será homenageada esse ano pela FLIP e que acaba de ter sua primeira biografia lançada pela Editora Tordesilhas. Eu e não outra revela a vida de uma mulher elegante, excêntrica, amorosa e que tinha plena consciência de como se construía não apenas na forma pública, mas também literária. 

Com episódios relatados por fontes próximas, além de documentos históricos, o livro traz um panorama da vida da escritora desde seu nascimento, em Jaú, até sua morte, na Casa do Sol, em 2004. A pesquisa foi realizada durante dois anos, e contou com cerca de quarenta entrevistas feitas pessoalmente pelas autoras Laura Folgueira e Luisa Destri – formadas em jornalismo e especializadas em literatura e na obra de Hilda Hilst.

A dupla conversou com familiares de Apolônio Hilst (o pai) e Bedecilda Vaz Cardoso (a mãe), incluindo o irmão, Ruy Vaz Cardoso; com Dante Casarini, ex-marido de Hilda; com amigos, editores e ex-namorados. Entre os depoimentos importantes, destacam-se aqueles dados por figuras muito próximas a ela e, hoje, falecidas, como o editor Massao Ohno; o amigo e escritor José Luiz Mora Fuentes; o também amigo e jornalista J. Toledo e o músico Almeida Prado, primo de Hilda.

“Estou convencida de que o amor é a única coisa a se viver.
Minha infraestrutura é completamente amorosa.”

Além das entrevistas, as autoras realizaram inúmeras visitas à Casa do Sol (antes da criação do Instituto Hilda Hilst) e ao arquivo de Hilda Hilst no Cedae, da Unicamp. Lá, vasculharam os diários da escritora, que fornecem informações fundamentais para os episódios narrados em Eu e não outra. Também foram fontes valiosas as inúmeras entrevistas concedidas por Hilda durante sua vida, bem como críticas e notícias pertinentes – todas detalhadas na bibliografia, cobrindo um período de 1949 a 2006. Por fim, as autoras do livro fizeram, ainda, uma viagem a Jaú – cidade natal da personagem –, reunindo elementos como certidões de nascimento e histórias sobre a família Almeida Prado. 

Para a publicação agora, anos depois da pesquisa original, o livro foi revisto e atualizado, tendo em vista especialmente a repercussão que a obra de Hilda Hilst ganhou após sua morte. Por isso, conta com um posfácio em que as autoras abordam não apenas como se deu a criação da narrativa, mas também como se desenvolveu, depois disso, sua relação profissional com a biografia e a obra de Hilda Hilst.

Eu e não outra é, portanto, um mosaico de fontes, documentos e fotos conhecidas e inéditas de momentos da vida de Hilda Hilst. Ao fim, a personagem revela-se intensa e ousada, como a conhece a maioria de seus leitores, mas, também, profundamente humana em seus questionamentos e relações.
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quarta-feira, 27 de junho de 2018

“Unogwaja” traz história de superação e solidariedade


Uma história de sonhos, acasos e força de vontade. Esse é o enredo principal do livro “Unogwaja”, de Ricardo Almeida, que destaca uma competição que acontece anualmente na África do Sul, incluindo 10 dias de pedaladas e que prossegue com a Maratona Comrades, totalizando cerca de 1.700 km de percurso e com o propósito de ajudar comunidades locais no combate à pobreza. A publicação, que será lançada no dia 18 de maio, em São Paulo, leva o selo Clube Select, do site de autopublicação Clube de Autores, e o evento acontece a partir das 19h, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi.

“Reuni histórias reais que permeiam um período de 80 anos, são sagas que passam por localidades diversas como o norte da Itália, os Alpes Suíços, o deserto do Saara e as savanas da África. E elas criam uma relação entre si, incluindo a grande corrida Comrades e o desafio Unogwaja. Os personagens retratados mostram que a força de vontade foi o combustível para a realização de seus sonhos”, explica Ricardo Almeida.

O autor do livro é um dos atletas amadores que participam entre o final de maio e começo de junho do desafio extremo que parte da Cidade do Cabo e termina entre Pietermaritzburg e Durban (etapa da ultramaratona, de 89 km). Ele e mais dois outros brasileiros foram selecionados pelos organizadores do Unogwaja com apenas mais nove competidores de outras partes do mundo.

“Unogwaja” é o quinto livro que sai com o selo Clube Select. Ao lado das obras “Trilhando Sonhos” (de Thiago Fantinatti), “Cara Liberdade” (Zdenek Korecek), “Sensibilidade à Flor da Pele” (Helena Polak) e “O Nutricionista Clandestino” (Danilo Balu), está disponível tanto no site Clube de Autores quanto nas livrarias parceiras de todo o Brasil.
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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Pé na estrada: autor narra suas aventuras de viagem pelas Américas


A bordo do Carona, um protagonista “diferente”, uma janela se abre para o mundo. O vento gelado que golpeia o rosto também indica que mais alguns quilômetros foram vencidos. Fred Mesquita é o piloto que desbrava para além das paisagens. Sua missão é conduzir o projeto Hepatite Zero, do qual é embaixador na empreitada que visa, mundialmente, erradicar a hepatite. 

Sua viagem por 20 países das Américas e 274 cidades visitadas é relatada por meio de uma perspectiva humanista, com personagens, histórias, inusitados estilos de vida e muitas, muitas lições. Das histórias que fazem marejar os olhos àquelas que ensinam até os mais vividos, o explorador nos apresenta uma realidade: a estrada adiciona à bagagem muita experiência, à resiliência muito teste e ao coração, muitas emoções. 

A cada destino e cultura, além de compartilhar com os leitores todo o trajeto e mostrar o que o turismo jamais poderia apresentar, neste livro Fred ensina qualidades indispensáveis aos ambientes dinâmicos: como lidar com a distância, vencer adversidades, viver bem com poucos recursos ou pertences, adaptar-se longe de casa e conviver com privação de espaço. Após tantos dias e noites investidos na estrada, você tem a chance de conhecer tudo isso sem sair de casa, pois o autor pagou o preço da aventura justamente com o intuito de mostrar ao “mundo convencional” como é o mundo que poucos conhecem...

Prefácio por Vilfredo Schurmann
 “Esta obra é uma viagem diferente, ela não descreve cenários magníficos, não vai a fundo nas características culturais dos lugares visitados, ela é uma obra que fala de generosidade, do chamado espiritual de uma pessoa que foi e continua sendo o alicerce do autor. Que o orienta nos caminhos da vida, que dá força e energia nos momentos de decisão e isso o leitor vai sentir, porque toca no fundo da alma.”
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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Carlito Gini lança livro com histórias de sua vida


Carlito Gini, um dos empresários mais incensados e sonhadores do Brasil, é daqueles que tudo que ambiciona vira realidade (tarefa para poucos!), desafiando obstáculos e pedras no caminho para ter seus objetivos alcançados. 

Com uma vida cheia de histórias, que teve início em 1954, em São Paulo - dos anos dourados a ditadura - enfrentou problemas de saúde, amores, conquistas e perdas. Além de ser alvo da imprensa em um caso de leviandade, época em que estava à frente da Gini (uma das maiores produtoras de palmito do Brasil).

Mas, como em tantas outras, também nesta ocasião deu a volta por cima: com toda a sua expertise conseguiu levantar o nome da empresa e, o setor, virando assim um case de marketing. Como sempre faz, se reconstruiu, salvou seu patrimônio e foi se reinventando de muitas maneiras, transformando seus muitos sonhos em realidade. Um dos mais recentes, cantar, rendeu casa cheia em um tributo especial a Roberto Carlos e outro que acaba de sair do forno, um livro com todas as suas histórias. 

O livro tem uma edição com 149 páginas, editado e publicada pela Matrix Editora, com textos da jornalista Maiá Mendonça. Diferente das demais biografias publicadas no mercado, o exemplar traz as passagens mais marcantes da vida de Carlito Gini, elucidadas por períodos importantes do Brasil e curiosidades de bastidor, fatos que aconteceram que poucas pessoas sabem ou que ele, até agora, não tinha contato para ninguém.
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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Tetracampeão mundial lança autobiografia emocionante


No ano da Copa do Mundo na Rússia, o tetracampeão e ex-jogador do Corinthians, Paulo Sérgio, lança Transformado para vencer - Autobiografia de um tetracampeão, pela Editora Mundo Cristão. No livro, Paulo divide com os leitores aprendizados que teve no futebol e em sua passagem por diferentes times, países e culturas em um relato permeado de curiosidades e lições de vida.

Na autobiografia, o ex-jogador, que já foi flanelinha e tinha o sonho de ser piloto de avião, compartilha os principais fatos da carreira e fala sobre erros e acertos, vitórias e derrotas, superação, família, vida espiritual e profissional, oferecendo insights para que leitores de diferentes idades possam esboçar uma trajetória de sucesso e de resultados genuinamente dignos de nota.

Do início nos campos à aposentadoria, da infância modesta no centro de São Paulo até os mais prestigiados círculos do futebol mundial, por meio do testemunho de Paulo Sérgio, o leitor terá a chance de reviver momentos importantes do futebol, enquanto faz uma viagem instigante por gramados, estádios, pódios, países e gritos de gol.

Seja você amante do futebol ou alguém que acompanha o esporte à distância, terá a oportunidade de saber mais sobre momentos históricos da paixão nacional, ao revisitar importantes eventos que marcaram o futebol brasileiro no passado recente — como a inesquecível Copa do Mundo de 1994, mundial em que estive entre o privilegiado grupo de atletas que ergueram a taça mais cobiçada do esporte bretão.

Cativante do início ao fim, a história de Paulo Sérgio promete não apenas saciar a curiosidade de quem deseja conhecer mais sobre os bastidores do futebol profissional do Brasil e do exterior, mas também levar o leitor à reflexão sobre diferentes áreas da vida. “Em Transformado para vencer trago à tona princípios valiosos que apliquei à minha vida e carreira e que podem e devem ser utilizados por quem deseja viver com excelência, aproveitando cada oportunidade, rumo a uma carreira pessoal e profissional de conquistas. Meu desejo é que cada fato narrado seja fonte de inspiração para a jornada do leitor, inspirando-o a voar sempre mais alto”, diz o autor.

O livro traz ainda uma sequência de fotos que abarcam momentos importantes da trajetória de Paulo Sérgio, um recurso adicional para tornar a experiência de leitura ainda mais emocionante.
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sábado, 7 de abril de 2018

Ex-ministro lança livro com seleção de discursos e artigos


No próximo dia 21 de março, o ex-ministro Luiz Carlos Borges da Silveira, que ocupou a pasta da saúde entre os anos de 1987 e 1989, no governo de José Sarney, lançará oficialmente seu novo livro: “Era o que tinha a dizer...”. A obra foi organizada por sua esposa, Maria Inês Borges da Silveira, e traz um compilado de discursos e artigos de Luiz Carlos da Silveira ao longo da sua carreira e vida política. 

Lançado pela editora IBS, o livro tem 327 páginas e retrata por meio de materiais especiais mais de 40 anos de vida pública. São mais de 100 artigos e discursos publicados ao longo da sua vida como político, médico e empresário. O grande objetivo da obra é retratar a atuação política de Luiz Carlos Borges da Silveira, independentemente da época ou situação do país, sempre em busca de um país melhor e mais justo.

Nascido na cidade da Lapa (PR), localizada na Região Metropolitana de Curitiba, em 1940, Luiz Carlos Borges da Silveira começou cedo na política. Foi chefe de gabinete do departamento de assistência técnica aos municípios do Paraná entre 1961 e 1964, período em que concluiu o curso de medicina na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Foi vice-prefeito de Pato Branco e deputado federal. Em 1986, Borges da Silveira foi vice-presidente da Comissão de Saúde e membro da CPI sobre agrotóxicos. Em 1987, assumiu o cargo de ministro da Saúde, substituindo Roberto Santos, ano em que criou, entre outros, o “Zé gotinha”. Em 1999, Borges da Silveira tornou-se empresário e a partir de então, não mais ocupou cargos públicos, concentrando-se nas atividades empresariais e no ramo educacional. 
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terça-feira, 27 de março de 2018

Scar Tissue: As memórias do vocalista do Red Hot Chili Peppers

Como vocalista do Red Hot Chili Peppers, Anthony Kiedis sempre viveu no fio da navalha. Em Scar Tissue, relançado agora pela editora Belas Letras, Kiedis prova ser tão convincente como escritor quanto ele é como letrista, oferecendo um relato incrivelmente honesto sobre a vida a partir da qual sua música evoluiu. No livro, ele desafia os clichês das estrelas do rock. Sua narrativa mostra que tudo o que ele vivenciou faz parte de uma jornada apaixonada. Kiedis é um homem “apaixonado por tudo” – a escuridão, a morte, a doença. Até mesmo o seu mergulho no inferno das drogas fez parte dessa jornada, outro elemento que ele transformou em arte.

Eleito pela Revista Rolling Stone como uma das melhores autobiografias de rock de todos os tempos, Scar Tissue chega às principais livrarias do país em março – no mesmo mês em que o Red Hot Chili Peppers se apresenta em São Paulo, no Lollapalooza. Também é possível adquiri o livro pelo site da Belas Letras: belasletras.com.br/scar-tissue/

O núcleo da vida tão intensa de Kiedis surgiu com a formação do RHCP, em 1983. Mais de trinta anos depois, e contra todos os prognósticos, os Chili Peppers se converteram em uma das bandas de rock mais bem-sucedidas de todos os tempos. Embora o quarteto tenha passado por muitas encarnações, Anthony Kiedis, o letrista do grupo e carismático vocalista, esteve lá durante toda essa montanha-russa emocional.

Além de abrir as portas da sua vida privada (relembrando a influência das suas musas ou detalhes da sua relação com o pai traficante de drogas), Kiedis também compartilha experiências tão distintas, mas igualmente impactantes, quanto tocar para 400 mil pessoas em Woodstock ou ter a chance de uma conversa reservada de dez minutos com o Dalai Lama. 
 
Ao longo do livro, Kiedis nos mostra suas cicatrizes, escrevendo francamente sobre a morte por overdose de sua alma gêmea e companheiro, Hillel Slovak, ou sobre sua própria luta contra o vício. Lembranças do Brasil também aparecem, quando o vocalista relembra os shows ao lado do Nirvana no Hollywood Rock de 1993: “Os fãs tinham uma exuberância que beirava o perigo”. 

Scar Tissue é uma história convincente sobre o preço do sucesso e do excesso. Uma história de dedicação e devastação, de intriga e integridade, de imprudência e redenção – uma história que só poderia ter saído do mundo do rock.
Sobre o autor:
Anthony Kiedis é vocalista e membro-fundador do Red Hot Chili Peppers, uma das mais bem-sucedidas bandas de rock de todos os tempos. Formado em Los Angeles em 1983, o RHCP já vendeu mais de 80 milhões de discos no mundo todo e foi introduzido ao Rock and Roll Hall of Fame em 2012. Scar Tissue é o primeiro livro do músico.
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sábado, 3 de março de 2018

Editora Rocco lança biografia de Zilda Arns


Três vezes indicada ao Prêmio Nobel da Paz, ganhadora de prêmios no Brasil e no exterior pelo trabalho à frente da Pastoral da Criança, Zilda Arns terá sua biografia lançada em março pelo selo Anfiteatro, da Rocco.

Assinada por Ernesto Rodrigues, jornalista e autor do bestseller Ayrton: O herói revelado, entre outros livros, Zilda Arns – Uma biografia narra a trajetória da médica pediatra e sanitarista catarinense que se impôs como uma das mulheres mais atuantes da vida pública brasileira, bem antes de se falar em empoderamento feminino. 

Além de oferecer ao leitor o retrato completo de uma personalidade carismática que enfrentou profundos dramas pessoais, o livro revela os bastidores das inúmeras iniciativas a que se dedicou ao longo da vida e os incontáveis embates enfrentados para levá-las a cabo, muitas vezes contrariando os interesses de políticos, empresas e mesmo de colegas médicos.

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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Caçadores de bons exemplos mostram como tornar o mundo um lugar melhor


Em um relato emocionante, os aventureiros Iara e Eduardo Xavier compartilham no livro Caçadores de bons exemplos diversas histórias inspiradoras de brasileiros, que ajudaram as comunidades que vivem e mudaram a vida de muitas pessoas. Percorrendo mais de 400 mil Km, Iara e Eduardo catalogaram os mais variados projetos nos 27 estados do Brasil.

Por um desejo de ver o melhor dos indivíduos, eles partiram nessa aventura pelo país, para enxergar um Brasil que dá certo. Venderam o próprio apartamento e, sem patrocínio e sem vínculo religioso ou político nenhum, viajaram de carro pelos estados. Sem roteiro, eles buscavam – e encontraram – brasileiros que eram verdadeiramente altruístas e apaixonados por fazer o bem.

Com mais de 1.500 projetos visitados (entre entidades que auxiliam crianças em estado de vulnerabilidade, moradores de rua, animais abandonados, pessoas em tratamento de doenças, incentivo à cultura e educação, e muitos outros), Iara e Eduardo provam que ainda há motivo para se acreditar nas pessoas e em um futuro melhor.

O casal de autores acredita que existem muito mais ações positivas que negativas no mundo e o livro surgiu para apenas demonstrar uma parte delas. Para se ter uma ideia, mais recentemente, a ação se transformou em uma grande mobilização para divulgar o bem, da qual participam milhares de pessoas pelas redes sociais.

Colecionando histórias emocionantes e ideias inspiradoras, Iara e Eduardo continuam na estrada, sempre movidos pelo desejo de descobrir uma sociedade mais humana e mais ativa na construção de um mundo melhor para viver. Caçadores de Bons Exemplos são eles, você leitor e todos aqueles que desejam construir um mundo melhor.

“Pessoas que estão em busca de soluções, e não dos problemas do mundo. Pessoas que fazem a diferença, que dão o exemplo de como viver.” (Eduardo Xavier)

SOBRE OS AUTORES
Iara e Eduardo Xavier Um casal de administradores que largou tudo (casa, família, emprego) para se dedicar ao projeto que muda vidas. Saíram pelo Brasil a procura de bons exemplos, inspiradores, impressionantes e solidários, todos os projetos por eles abordados mudam vidas de milhares de brasileiros pelo país. O casal, cansado de ouvir notícias ruins, resolveu tomar uma atitude. Sem patrocínio e nenhum vínculo religioso ou político, venderam o apartamento e saíram em uma viagem, a partir de janeiro de 2011, pelo mundo em busca de bons exemplos. Percorreram mais de 400 mil Km, catalogaram mais de 1.500 projetos por todos os estados brasileiros. Agora, esta ação se transformou em uma grande mobilização para divulgação do bem, onde participam mais de 150.000 pessoas pelas redes sociais.
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sábado, 25 de novembro de 2017

Francisco Ricardo: uma tragédia esquecida

Em 1927, um duelo teve lugar na cidade de Santa Maria. Já era noite quando o comerciante Pedro da Silva Beltrão passou em casa para pegar o sobretudo e não encontrou a esposa, Rosa, que teria saído para comprar aviamentos. Surpreso, viu que, na mesma direção, também descia a avenida o poeta e juiz distrital Francisco Ricardo, que andara dirigindo gracejos a Rosa, e decidiu segui-lo. Mais à frente, viu Rosa e viu ainda que Francisco Ricardo a ultrapassava e depois dobrava à esquerda numa rua escura, seguido por ela. Pedro foi atrás e os surpreendeu conversando. Chocado, bradou um insulto ao juiz, já de revólver na mão. O poeta então sacou seu 38. Apenas Rosa sobreviveu.

Este é o fim trágico de uma morte anunciada. Aos 33 anos, Francisco Ricardo já havia sido transferido duas vezes por se envolver com mulheres casadas. O escritor Sergio Faraco e o pesquisador Valter Antonio Noal Filho reconstituem essa tragédia em minúcias, contextualizando a vida do poeta desde o nascimento, em Porto Alegre, até o desventurado epílogo. O acontecimento, que estremeceu Santa Maria, o Rio Grande do Sul e teve repercussão na imprensa do centro do país, está fartamente fundamentado com a cobertura jornalística da época e com a transcrição de documentos oficiais.

A segunda metade do volume é dedicada à produção poética de Francisco Ricardo. Como não poderia ser diferente, grande parte de sua escrita é dedicada ao amor romântico, ao concretizado e ao idealizado, e às saudades que sentiu de sua terra e de sua mãe quando foi estudar no Rio de Janeiro. Tendo publicado apenas um livro em vida, deixou dois inéditos, sendo esta uma oportunidade única de entrar em contato com sua poesia empolgada por ímpetos amorosos.


Pesquisa
O escritor Sergio Faraco e o pesquisador Valter Antonio Noal Filho ficaram fascinados pela história de Francisco Ricardo (1893-1927), poeta e magistrado nascido em Santa Maria (RS) que precocemente aos 33 anos foi morto por um marido ciumento, assassinado por Ricardo a tiros no mesmo duelo, e resgatam aqui esse drama que teve ampla repercussão nacional.

O livro é construído da seguinte maneira: 
1ª: biografia. Os autores traçam uma completa linha do tempo, desde o nascimento de Francisco Ricardo até a tragédia, contada em minúcias. A partir da biografia é possível conhecer o protagonista a ponto de entender a personalidade que o levou para o trágico desfecho. 

2ª: cobertura jornalística. Inclui diversas reportagens e artigos de jornais locais e nacionais sobre a tragédia, além de uma seleção de documentos pessoais dos envolvidos. É possível traçar um paralelo entre a cobertura do caso à época e grandes coberturas de dramas contemporâneos, como o assassinato de Daniella Perez por seu colega Guilherme de Pádua e sua esposa, Paula Thomaz. 

3ª: poesia. Contempla a publicação de parte de sua obra poética, em sua maioria inédita, sendo esta uma oportunidade única de entrar em contato com versos que celebram o amor.

Inclui um caderno de fotos riquíssimo no qual é possível conhecer todos os envolvidos na tragédia (Francisco Ricardo, Pedro da Silva Beltrão e Rosa, sua esposa), onde eles moravam e trabalhavam, o trajeto percorrido pelos personagens no dia da tragédia, os médicos que se envolveram no socorro dos alvejados, entre outras curiosidades.
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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Plataforma 11 conta uma história apaixonante


Um encontro casual, marcado pela inocência da infância. Um amor além das fronteiras, forjado pelo tempo. Esta é a história do encontro, desencontro e reencontro de duas almas destinadas a estarem juntas.

Quando Paulo Muzy colocou seus olhos em Roberta, seu mundo virou de cabeça para baixo. Ele nunca poderia imaginar que os sentimentos que via tremular nas linhas dos poemas românticos fossem tão ou mais real que o ar que respirava. Roberta enxergava apenas o amigo, quando na verdade tinha diante de si o grande amor de sua vida. Mas quando percebeu, já era quase tarde demais...

“Uma história encantadora que mostra que, quando o amor está destinado a acontecer, não importa o tempo, os acontecimentos, os obstáculos... ele sempre sairá vitorioso no final. E o final da história desse casal é lindo!”
M. S. Fayes

Sobre os autores

Roberta Carbonari Muzy nasceu em 1980 e cresceu em São Paulo. Foi comissária de vôo antes de cursar sua primeira faculdade na área de administração de empresas e seguiu carreira executiva por 12 anos, até decidir empreender seus próprios negócios. Proprietária e sócia de duas empresas, uma no ramo da saúde e outra de consultoria de negócios, sempre usou de seu tempo livre para ler e escrever, algumas páginas deste livro têm mais de 20 anos, publicá-las sempre foi um desejo que se concretizou a quatro mãos junto a sua maior realização de vida: o amor. 

Paulo Cavalcante Muzy nasceu no sítio Pérola, entre os municípios de São Carlos e Descalvado, as 7 horas da manhã uma segunda-feira, portanto, depois de um banho, já estava pronto para o trabalho naquele 16 de julho em 1979. Cresceu em Marília e aos 13 anos encontrou seu amor na Praia Grande. Fez Faculdade de medicina em São Paulo, aos 24 formou-se médico pela Escola Paulista de Medicina (que os menos românticos e mais modernos chamam de Unifesp) , serviu então o Exercito Brasileiro com Oficial Médico e aos 27 terminava sua residência médica em Ortopedia e Traumatologia na sua faculdade de origem. Só leu medicina nessa vida e nunca teve tempo para nada sempre estando em dois lugares ao mesmo tempo. Tendo feito durante e depois disso tudo 5 pós-graduações na área de medicina, nutrologia e exercício, nenhum tempo teve para se dar ao luxo a ler romances. No máximo se emocionou com alguns artigos científicos desalmados e sem coração.
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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Conheça Acácio Nobre, o gênio português apagado pela ditadura de Salazar


Algumas vezes, o personagem que todo mundo deveria conhecer é justamente aquele que acaba apagado da história.

É o caso do gênio português Acácio Nobre, uma figura que sempre esteve muito à frente de seu tempo e não por acaso teve quase todos os seus rastros destruídos pela ditadura salazarista.

Para sorte nossa, a escritora e dramaturga portuguesa Patricia Portela, depois de um esforço de 16 anos de pesquisa, conseguiu resgatar grande parte desta trajetória em A COLEÇÃO PRIVADA DE ACÁCIO NOBRE, um livro original, íntimo e fascinante que a Dublinense tem o orgulho de lançar agora no Brasil.

Acácio Nobre (1869?-1974) foi um visionário. Artista. Cientista, matemático, bioengenheiro, poliglota. Apoiador de tudo que pudesse ser genuinamente revolucionário.

Conviveu com Fernando Pessoa, Herman Melville e até Einstein. Construiu quebra-cabeças geométricos, projetou construções impossíveis, inventou o que pode ser considerado um precursor do video-game, planejou e lutou sozinho por uma refundação do sistema educacional português, envolveu-se nas vanguardas artística e literária. Foi, antes de tudo, um notável pensador.

E foi um tanto excêntrico, também. Não se deixava fotografar. Achava absurdo levar bagagem pessoal para onde quer que fosse viajar, mas jamais deixava de carregar consigo um gigantesco fonógrafo nada portátil.

Mas como contar a história de uma personalidade tão ímpar?

O universo acaciano, neste livro, é recriado a partir de cartas, objetos e fragmentos de lembranças, imagens que reconstroem a memória e recuperam a incrível trajetória deste "Leonardo da Vinci português".
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