quarta-feira, 18 de julho de 2018

Autora de "A Barraca do Beijo" participa da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Com apenas 23 anos, a escritora Beth Reekles já conquistou uma legião de fãs por todos os cantos do mundo. "A Barraca do Beijo", publicado no Brasil pela editora Astral Cultural, foi sucesso no Wattpad, com mais de 19 milhões de acessos e 40 mil comentários, venceu o Prêmio Watty de Ficção Adolescente Mais Popular e acabou até virando filme. Beth participa da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) no dia 05 de agosto, às 11h, na Arena Cultural BIC®, em um bate-papo aberto com o público. 

O livro conta a história de Elle Evans, uma garota bastante popular e querida na escola. Tudo na sua vida parece ser perfeito ao lado de Lee Flynn, seu melhor amigo e quase irmão. Porém, Elle tem um problema: nunca beijou ninguém! Sua vida vira de pernas para o ar quando ela e Lee têm a brilhante ideia de fazer uma barraca do beijo no festival da escola. O que deveria servir apenas para arrecadar dinheiro para uma causa social e movimentar o evento escolar, torna-se um marco na vida de Elle: seu primeiro beijo. 

Mas não pense que foi qualquer primeiro beijo: foi com Noah Flynn, o bad boy da escola e crush eterno de Elle. O único problema se dá ao fato de Noah ser o irmão mais velho de Lee. O que parecia impossível torna-se realidade e agora, a garota precisará decidir entre viver uma paixão proibida (e escondida) com seu paquera ou abrir o jogo de uma vez por todas com seu melhor amigo e colocar tudo a perder. 

Após o bate-papo, Beth fará uma sessão de autógrafos na Arena da Autógrafos. As senhas para a sessão serão distribuídas de forma online, a partir do meio-dia de 12 de julho, pelo http://www.bienaldolivrosp.com.br/A-Bienal-do-Livro/Arena-de-Autografos-BIC/

Beth Reekles se apresenta no horário anteriormente reservado para Anna Todd que cancelou sua participação no evento por conflito de agenda.
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terça-feira, 17 de julho de 2018

Viva la revolución (del amor)!

Uma Madri no período La Gloriosa do século XIX. Esse é o cenário do novo conto da autora Helena Andrade no terceiro volume da série Love is in the air. A renomada autora, contemplada com o troféu Cecília Meirelles e indicada ao prêmio Oceanos de 2018, inspirou-se no contexto histórico da revolução para construir um romance repleto de intrigas, conflitos e quebra de tabus. O conto, que se passa no Palácio Real de Madrid (também conhecido como Palácio de Oriente ou Palácio Nacional), transmite uma linda mensagem ao leitor: A união pelo amor aliada à capacidade de perdão.

Em uma época que a Espanha teve intensas transformações políticas e sociais, Helena almejou elaborar a trama em um dos principais períodos históricos do país, que foi a revolução denominada La Gloriosa, a qual destituiu a monarquia e iniciou um período de repúblicano território.

No conto, Rosalina Domingues, filha do conde de Aragão, foi criada pelo tio, o marquês da Cidade Real, desde que perdeu os pais em um acidente quando era ainda menina. Na mesma época, Juan Salvatore, a paixão da infância de Rosalina, foi obrigado a fugir com a família para o exílio. Os anos passam e a menina de tranças tornou-se uma bela mulher. Prestes a se casar forçadamente, ela reencontra Juan, agora duque de Castela, mais lindo e envolvente que nunca. A paixão reacende, mas a possibilidade do duque estar envolvido no movimento para destronar a rainha parece ser o principal motivo do retorno. Os conflitos em Madri se intensificam, a revolução se aproxima e os moradores do Palácio Real já não estão mais seguros. Conseguirá este amor superar intrigas e revoltas emergir do passado e se consolidar no presente?

O terceiro volume de Love is in the air também conta com outras histórias situadas em pontos turísticos da Espanha, como Museu do Prado, Jardins do Retiro e Teatro Real, sendo uma obra de imersão completa entre romance, história e turismo.
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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Hasbro apresenta novidades para Homem-Formiga e a Vespa

Neste ano, um dos personagens mais queridos do MCU volta às telonas, e muito bem acompanhado. O casal, que terá grande importância em Vingadores 4, promete protagonizar muitas aventuras e criar momentos de ação que farão o público se encolher nas poltronas!

Na nova aventura, Scott Lang tenta reequilibrar sua vida com suas responsabilidades como o Homem-Formiga. O herói também recebe por Hope Van Dyne e Dr. Hank Pym uma nova missão urgente. Scott deve mais uma vez vestir o uniforme e aprender a lutar ao lado da Vespa, trabalhando em conjunto para descobrir segredos do passado.

A Hasbro, para a alegria dos fãs, não deixaria uma estreia como esta passar em branco e traz uma linha inédita de figuras de 12 polegadas com um design que remete às roupas do novo filme da Marvel. Além dos já esperados bonecos do Homem Formiga, a marca também traz uma figura da Vespa e uma máscara com visão formiga, visão quantum e lente vermelha. Além disso, a marca chega com um boneco que permitirá a reprodução de cenas do filme, já que uma miniatura de uma polegada voa do peito do Homem-Formiga, quando movimentado o seu braço.

Homem-Formiga e a Vespa será lançado em 6 de julho de 2018.

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Editora Mundo Cristão lança ficção de Maurício Zágari


O jornalista Maurício Zágari lança a obra Sete Enigmas e um Tesouro, segundo livro da série "Aventuras de Daniel", publicada pela Editora Mundo Cristão. O livro é um eletrizante thriller espiritual repleto de aventura, ação, investigação e adrenalina, com uma história que promove excelentes valores.

No primeiro livro da série, O Enigma da Bíblia de Gutenberg, Daniel investiga um crime cometido dentro de sua própria igreja. Embora ele tenha enfrentado altos riscos, também aprendeu lições valiosas sobre si mesmo e sua fé. Nesta nova trama, o protagonista tem que desvendar sete enigmas bíblicos para salvar a vida de seu melhor amigo, que se meteu em uma enrascada e desapareceu. Se ele não for encontrado logo, poderá perder a vida. Somente os conhecimentos bíblicos e muita sagacidade poderão ajudar Daniel a superar os desafios e salvar a vida do colega.

Sete Enigmas e um Tesouro é também um ótimo recurso para os pais, professores e líderes de adolescentes e jovens que podem usar a obra como excelente material para a promoção de debates, discussões e palestras.
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domingo, 15 de julho de 2018

Tordesilhas lança Eu e não a outra, a primeira biografia de Hilda Hilst


Uma mulher intensa, humana e à frente do seu tempo! Essa é Hilda Hilst autora brasileira que será homenageada esse ano pela FLIP e que acaba de ter sua primeira biografia lançada pela Editora Tordesilhas. Eu e não outra revela a vida de uma mulher elegante, excêntrica, amorosa e que tinha plena consciência de como se construía não apenas na forma pública, mas também literária. 

Com episódios relatados por fontes próximas, além de documentos históricos, o livro traz um panorama da vida da escritora desde seu nascimento, em Jaú, até sua morte, na Casa do Sol, em 2004. A pesquisa foi realizada durante dois anos, e contou com cerca de quarenta entrevistas feitas pessoalmente pelas autoras Laura Folgueira e Luisa Destri – formadas em jornalismo e especializadas em literatura e na obra de Hilda Hilst.

A dupla conversou com familiares de Apolônio Hilst (o pai) e Bedecilda Vaz Cardoso (a mãe), incluindo o irmão, Ruy Vaz Cardoso; com Dante Casarini, ex-marido de Hilda; com amigos, editores e ex-namorados. Entre os depoimentos importantes, destacam-se aqueles dados por figuras muito próximas a ela e, hoje, falecidas, como o editor Massao Ohno; o amigo e escritor José Luiz Mora Fuentes; o também amigo e jornalista J. Toledo e o músico Almeida Prado, primo de Hilda.

“Estou convencida de que o amor é a única coisa a se viver.
Minha infraestrutura é completamente amorosa.”

Além das entrevistas, as autoras realizaram inúmeras visitas à Casa do Sol (antes da criação do Instituto Hilda Hilst) e ao arquivo de Hilda Hilst no Cedae, da Unicamp. Lá, vasculharam os diários da escritora, que fornecem informações fundamentais para os episódios narrados em Eu e não outra. Também foram fontes valiosas as inúmeras entrevistas concedidas por Hilda durante sua vida, bem como críticas e notícias pertinentes – todas detalhadas na bibliografia, cobrindo um período de 1949 a 2006. Por fim, as autoras do livro fizeram, ainda, uma viagem a Jaú – cidade natal da personagem –, reunindo elementos como certidões de nascimento e histórias sobre a família Almeida Prado. 

Para a publicação agora, anos depois da pesquisa original, o livro foi revisto e atualizado, tendo em vista especialmente a repercussão que a obra de Hilda Hilst ganhou após sua morte. Por isso, conta com um posfácio em que as autoras abordam não apenas como se deu a criação da narrativa, mas também como se desenvolveu, depois disso, sua relação profissional com a biografia e a obra de Hilda Hilst.

Eu e não outra é, portanto, um mosaico de fontes, documentos e fotos conhecidas e inéditas de momentos da vida de Hilda Hilst. Ao fim, a personagem revela-se intensa e ousada, como a conhece a maioria de seus leitores, mas, também, profundamente humana em seus questionamentos e relações.
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Panda Books lança Meu Avô Judeu

Acaba de chegar às livrarias Meu Avô Judeu, de autoria de Henrique Sitchin e ilustrações de Ionit Zilberman, ambos de origem judaica. A obra lançada pela Panda Books é a 10ª da coleção “Imigrantes do Brasil”. A coleção propõe uma introdução à cultura dos povos que chegaram aqui, apresentando às crianças hábitos, costumes e tradições que influenciaram a cultura deste país tão heterogêneo.

Em Meu Avô Judeu, o menino Henrique narra as histórias que seu avô lhe contou sobre o povo judeu. Ao longo das conversas, o vovô relembra a pequena aldeia em que nasceu na Ucrânia e explica os motivos que levaram à perseguição de judeus ao longo dos tempos. O neto também aprende com o avô o significado dos rituais e celebrações judaicas, revelando a importância da preservação de suas crenças, costumes e tradições na família.

De acordo com o autor, é uma história autobiográfica. “Eu me inspirei na história real do meu avô Israel Sitchin, incluindo passagens muito vivas da minha infância e da relação que eu tinha com ele. Trago registros que ele me contava sobre a sua vida. Meu avô era a figura clássica do patriarca da família, e um homem muito bondoso e doce no trato com todos. Era o pacificador, o aconselhador de todos. O texto, por fim, é uma grande homenagem a essa figura tão emblemática da minha família e que, de certa forma, conta toda uma história relativa aos primeiros imigrantes judeus que chegaram ao Brasil”. 
Durante a construção da obra, Henrique também consultou o seu pai, Elias Sitchin, para que o ajudasse com outras passagens da vida do avô. “Os relatos dele e as minhas memórias foram as minhas fontes de pesquisas. Quando concluí o livro, a primeira coisa que fiz foi enviar ao meu pai a primeira versão. Ele ficou muito emocionado com a leitura e, alguns dias depois, veio a falecer por complicações de saúde. Então, para mim, o livro, além de resgatar a memória do meu avô, é também a despedida do meu pai. Será uma memória marcante que levarei para sempre e que torna tudo ainda mais especial para mim”, ressalta Henrique.

A ilustradora Ionit Zilberman também se baseou nas suas raízes para fazer as ilustrações. “Nasci em Israel, morei em um vilarejo. Por essa razão, não foi difícil encontrar referências, internas e externas, para ilustrar os trechos do livro que se passam lá”.

Meu Avô Judeu traz ainda informações sobre o número de judeus no Brasil, pratos típicos, religião, além de um glossário com os tradicionais rituais judaicos.
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sábado, 14 de julho de 2018

Poesia provocativa de Gisele Lemos mostra os dois lados do sentimento

A crença no amor, que cria atitudes em prol da vida humana e da natureza, e a solidão provocativa do amor. É por esse caminho que a poeta Gisele Lemos, de pseudônimo Diana Balis, deseja que o leitor atravesse em seu novo livro: “Grave & Agudo. Poesias de Amor”. O lançamento será no dia 11 de agosto, no stand da Perse Editora durante a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

Segundo Gisele, a intenção é criar diversos tipos de sensações, inclusive de desconforto. Para ela, o “amor é como dar linha na pipa, você solta e o deixa livre, à espreita da liberdade, do voo e do reencontro”. A escritora diz que a obra também serve como um grito de luta para quem precisa reagir a sentimentos não correspondidos.

- Vivi o amor platônico através da solidão de um quarto fechado. Foi quando me vi diante da crise de sentimentos, a ambiguidade e sobrevivi por amor à vida. Aprendi que o amor abre portas, mas bloqueia a pessoa quando se cala. Por isso, precisamos aprender a reagir ao desamor - desabafa. 

O livro recebe influências de autores consagrados como Gabriel García Márquez, Clarice Lispector e Carlos Drummond de Andrade. Para Gisele, esses escritores são grandes mestres em apresentar “retalhos” de sentimentos em suas obras, seja por meio de poemas ou da história de seus personagens. “O Amor nunca perde a vez. É um jogo que nem sempre se ganha, mas está sempre na moda”.
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Amor e cólera em tempos de Lava Jato

JB é um empresário rico e de sucesso, bem casado há décadas, com filhos e netos. Na noite de réveillon, o que deveria ser um encontro bombástico com a mulher desejada – que não é sua esposa – se transforma em pesadelo com reverberações nas raízes de sua existência.

Um crime horrendo, a rede de intrigas e a ambição por detrás dele, o desmascarar dos envolvidos e seus torpes motivos. “Tudo pelos ares” (Bagaço), romance do escritor pernambucano José Nivaldo Junior, é a história do Brasil recente e também de um amor comovente – entre um homem e a mulher dos seus sonhos, com quem desfruta apenas breves momentos.
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