domingo, 21 de janeiro de 2018

Advogado lança ebook gratuito “Economize na Volta às Aulas”

A volta às aulas é um período de compras, contas e dúvidas para os pais, com lista de material escolar, matrícula, rematrícula, curso extracurricular, transporte e até algumas pendências do ano anterior.  Como resolver os problemas? Quais os direitos dos pais e das instituições de ensino?

Para tirar as dúvidas, o advogado Sérgio Tannuri elaborou o “Economize na Volta Às Aula$”, um ebook gratuito com as respostas para as principais dúvidas em relação aos direitos e deveres dos pais, como: Taxas, reembolsos e descontos, como economizar nas compras do material escolar, cobranças e imposições, além de precauções nos contratos com a escola.

“Recebo muitas perguntas dos consumidores sobre escola e o melhor é ter conhecimento. Por isso, elaboramos um material com muita informação, numa linguagem acessível e dicas que resguardam os direitos e mexem no bolso dos pais. Um bom contrato com a escola e negociar alguns serviços podem render boa economia”, explica Sérgio Tannuri, advogado especialista em Defesa do Consumidor.

O ebook “Economize na Volta às Aula$” pode ser baixado gratuitamente -http://www.pergunteprotannuri.com.br/pdfs/ebook_de_educacao_final_tannuri.pdf
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sábado, 20 de janeiro de 2018

A religião deve ocupar o espaço público?


Travam-se hoje em dia candentes debates acerca do papel das religiões na esfera pública, e não é difícil entender a razão disso. Primeiro, as religiões — o budismo, o judaísmo, o cristianismo, o islamismo etc. — vêm crescendo numericamente, e seus adeptos no mundo inteiro estão cada vez menos dispostos a limitar suas convicções e práticas à esfera privada da família ou da comunidade religiosa. Em vez disso, querem que essas convicções e práticas moldem a vida pública.

Eles podem envolver-se com políticas eleitorais, buscando influenciar processos legislativos (como a Direita Religiosa tem feito nos Estados Unidos desde os mandatos de Reagan), ou podem concentrar seus esforços na transformação do tecido moral da sociedade por meio de reavivamentos religiosos (como a Direita Religiosa pareceu estar fazendo durante os mandatos de Obama). De um modo ou de outro, muitos cidadãos religiosos objetivam moldar a vida pública de acordo com sua visão pessoal do que é uma vida boa.

Segundo, no mundo globalizado de hoje, não é possível isolar as religiões em áreas geográficas definidas. À medida que o mundo diminui de tamanho e a interdependência dos povos aumenta, apaixonados defensores de diferentes religiões passam a ocupar o mesmo espaço. Mas como convivem essas pessoas, especialmente quando todas elas querem moldar a esfera pública de acordo com os ditames de suas tradições e textos sagrados?

Quando se trata do papel público das religiões, o principal temor é o da imposição, isto é, uma fé impondo aspectos de seu próprio estilo de vida a outras fés. Pessoas religiosas temem a imposição: os muçulmanos temem os cristãos, os cristãos temem os muçulmanos, os judeus temem ambos, os muçulmanos temem os judeus, os hindus temem os muçulmanos, os cristãos temem os hindus, e assim por diante. Os secularistas,
aqueles que não adotam nenhuma fé religiosa tradicional, também temem a imposição — a imposição de qualquer fé —, uma vez que tendem a considerá-las todas irracionais e perigosas.

O medo da imposição de visões religiosas muitas vezes evoca a necessidade urgente da supressão de vozes religiosas da esfera pública. Quem adota essa visão argumenta que a política, uma das maiores esferas públicas, deve “permanecer sem a iluminação da luz da revelação” e orientar-se tão somente pela razão humana, como disse recentemente Mark Lilla.1 Esse é o conceito de um estado laico, forjado no Ocidente
durante os últimos séculos.
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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

"Os Pets" e "A Floresta" são lançamento da Catapulta Livros

Como faz o gatinho? E o cachorro? O macaco?! Perfeito para interagir com o bebê, a Catapulta Editores lançou os livros “Os Pets” e “A Floresta”. Para aprimorar os sentidos das crianças, os dois materiais são texturizados, simulando o pelo dos bichinhos. Além disso, para ajudar os pequenos a associarem a figura do animal ao seu barulho, as figuras emitem som ao apertar sua barriguinha com o dedinho.

“Ao ler para um bebê de 1 a 2 anos, os adultos devem tentar interagir ao máximo, estimulando para que o pequeno tente falar, tente imitar os sons que escuta e associe o som, imagem e tato ao mesmo objeto”, explica a
diretora da Catapulta Livros, Carmen Pareras. Em 10 páginas, a criança vai poder explorar e conhecer diversos animais, como peixe, passarinho, macaco, urso panda, entre outros.

Os dois livros são indicados para crianças acima de 1 ano e já estão a venda nas maiores livrarias do Brasil pelo preço de R$ 54,90 cada. Para mais informações, acesse o site www.catapulta.net.
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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Livro desperta a reflexão por meio da serenidade



Num mundo tão frenético, a poeta Alexandra Vieira de Almeida traz uma reflexão sobre o silêncio e o vazio em sua nova obra intitulada “A Serenidade do Zero”. Publicada pela editora Penalux, o livro é composto de 39 poemas que procuram desconstruir a visão do conhecimento e atingir um estado de concentração serena pela não palavra.

Segundo a autora, a obra busca “ressignificar” o zero, que é visto como negativo pela tradição. Numa implosão do mundo e suas formas, as páginas apresentam um “alfabeto transcendental”. “Ao ler o livro, o leitor poderá atingir um estado de serenidade e tranquilidade que ocorre no processo reflexivo, pois os poemas são de pura meditação”.

Influências

A obra recebe influências de diversos autores. Entre eles, está Rimbaud, pelo estilo transbordante. Além disso, Murilo Mendes, Manoel de Barros, Cecília Meireles e Clarice Lispector também foram fonte de inspiração da escritora.

De Murilo Mendes a influência está na utilização de uma multiplicidade de imagens para falar da realidade. De Manoel de Barros traz a “despalavra”, o “antesmente” verbal, que é a procura de uma fala originária.

No universo feminino, Cecília Meireles é o grande ícone. A partir de Meireles, a escritora leva para as suas páginas uma poesia metafísica e lírica que procura traduzir os sons do indizível. E Clarice Lispector é outra presença que ajuda a poeta a extrair as coisas extraordinárias da vida comum.

- Clarice comparece pelos enigmas que a minha poesia percorre, unindo prosa e poesia, misturando os gêneros, fazendo um rompimento com o tom do purismo de estilo – comenta Alexandra.

Outro olhar
Para o autor do prefácio, o professor de Literatura Brasileira da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e crítico literário Marcos Pasche, a poesia de Alexandra carrega em si o fenômeno de revelação e ressignificação, dando uma concepção original do número do zero.

No poema, “Do zero proveio a multiplicidade dos outros números”, o texto desautoriza polarizações que reduzem o existir ao beco das estreitezas. Enquanto a vida humana é conduzida pelo pulso e pelas rédeas da segregação e das exclusões, a obra busca tanto iluminar quanto acolher. Ninguém está em cima nem embaixo, nem cá nem lá, como diz outro poema do livro.
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Faro editorial lança “O homem de lata”, de Sarah Winman

Uma amizade que nasceu na inocência de uma infância marcada pelo abandono, o silêncio, a mágoa. Um carinho que cresceu na cumplicidade, nas descobertas. Um amor que estava acima de qualquer classificação social necessária. Michael e Ellis eram mais do que isso um para o outro. E essa é quase uma história de amor, mas seria muito simples defini-la assim.

A Faro Editorial lança em janeiro o primeiro livro da aclamada autora inglesa Sarah Winman no Brasil. Mais do que apenas um romance, “O homem de lata” é um manifesto de ternura, sensibilidade, dor e aceitação que tem arrebatado os leitores pelo mundo.

Michael e Ellis se conheceram aos 12 anos. Michael fora abandonado pela mãe e pelo pai e agora vive com sua avó. Ellis era um menino solitário, que sofria com um pai rude. Logo eles se tornaram o refúgio um do outro. Durante muitos anos foram apenas dois, descobrindo o mundo, se descobrindo. E mais do que amigos, o sentimento que existia entre eles nunca precisou de outro nome.

Até que tudo muda quando Ellis conhece Annie. E aquela dupla passa a ser um trio. E aquela proximidade passa a ser uma grande distância. E aquela distância se torna uma ausência. Ellis sente falta de Michael. Michael sente falta de Ellis, mas as vezes, isso não é suficiente.

“O homem de lata” é mais do que apenas um romance sobre três jovens vivendo algo muito diferente em suas épocas. Este é um livro sobre amizade, ternura, sofrimento, perda, aceitação, medo. Uma obra sobre as consequências de uma vida que não foi vivida como deveria ter sido. E o poderia ter sido é a parte mais tocante de tudo...
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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Contos de fadas, aventuras e mitos em livro infantil


Naia vive com seus pais em uma comunidade cordial, situada em um lugar belo e agradável. Pena seus habitantes não se darem conta do privilégio que é morar lá. Como desconhecem tudo o que existe fora do Vilarejo, eles não têm base de comparação. No entanto, a curiosidade dessa menina atrevida falará mais alto e, conduzida pelo desejo de aventurar-se no desconhecido, um dia ultrapassará a fronteira de seu mundo, empreendendo uma jornada fabulosa, que redefinirá as medidas do tempo e do espaço.

Vencedor do 12º Prêmio Barco a Vapor 2016, Deslumbres e assombros é uma narrativa do gênero fantástico, cujo enredo contém elementos de contos de fadas, aventuras, mitos e sagas, porém com um narrador diferenciado e ultraconsciente, que convoca o tempo todo a participação do leitor, discutindo os caminhos da própria história com autoironia e humor.

O texto também é recheado de referências, enigmas e chaves de leitura e as ilustrações de Rafa Anton complementam a narrativa deixando espaço para interpretações.
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Carmilla - a vampira de Karnenstein ganha nova edição


Preparem-se fãs da literatura de terror! A mais aterrorizante das vampiras ganhou uma nova edição pelo selo Via Leitura, da Edipro. A diagramação da capa transforma a obra em item indispensável para os colecionadores.

Carmilla – a vampira de Karnenstein antecedeu e influenciou muito o Drácula de Bram Stoker. Com este clássico, o autor Joseph Sheridan Le Fanutornou as criações vampirescas uma mania e, ainda, a frente de seu tempo, deu vida à primeira vampira lésbica da literatura.

Umas das mais importantes obras do gênero gótico, Carmilla traz muitas inovações e criou um arquétipo que se cristalizou no imaginário dos fãs ao longo dos séculos.

Aliás, não é um livro sobre vampiros, mas sobre A Vampira. A lasciva personagem que dá título ao conto tornou-se uma das mais impactantes figuras da literatura vampiresca na história.

A obra é narrada por Laura, jovem que vive isolada com o pai em um castelo na Estíria – região do antigo império Austro-Húngaro. Uma hóspede inesperada, entretanto, despertará os sentimentos amorosos da jovem Laura, ao mesmo tempo em que lhe trará terror por desencavar antigos pesadelos da infância.

Carmilla é um conto sobre sedução e horror, criaturas ancestrais e o despertar da maturidade, amor e repulsa. Um clássico excitante para os amantes do gênero.
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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Em "Sobre/Viver", Ed René Kivitz traz reflexões sobre a vida


Viver é uma arte que se aprende. E isso quer dizer basicamente duas coisas. A primeira é que, diferente dos animais, que aparentemente nascem com um software autoexecutável que faz que o gato seja gato, o ser humano precisa aprender a ser humano. Precisa ser ensinado, precisa ser educado, ser cuidado até que consiga andar com as próprias pernas. Viver segundo a própria consciência. Agir de maneira autônoma. Ninguém nasce sabendo ser gente. A gente vai se tornando humano. Vai se fazendo gente, enquanto a gente vive.

A segunda coisa é que assim como não está determinado que tipo de gente você será quando crescer, também não está definido de antemão o caminho que você percorrerá ao longo dos seus dias. É bem verdade que os acontecimentos, e muitos fatos da sua vida, não dependem de você. Mas também é verdade que todos os dias você precisa fazer escolhas, tomar decisões, e essa é uma responsabilidade e um privilégio seu.

Então, você precisa aprender a ser gente, e precisa aprender a tomar decisões. E é nisto que consiste a nossa liberdade: nossa prerrogativa de decidir que tipo de gente queremos ser quando crescermos, e decidir que caminho vamos percorrer enquanto trilhamos a nossa saga pela vida. Viver é uma arte que se aprende.

(Trecho do livro "Sobre/Viver, escrito por Ed René Kivitz)
No livro "Sobre/Viver", Ed René, teólogo e mestre em Ciências da Religião, compartilha insights acerca dos provérbios bíblicos em um devocional inspirador. Por meio da obra, o leitor é contemplado durante todos os dias do ano com uma mensagem edificante.
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