domingo, 10 de março de 2019

O que é melhor para o seu bolso: livro físico ou kindle?

Para os amantes da leitura, nada melhor do que ter em mãos um livro novinho e preparado para ser folheado. Mas com o avanço da tecnologia, hoje se tornou possível ler suas obras a partir de um kindle, um leitor digital. 

O aparelho possui um bom espaço interno que cabe quantos livros quiser, o que facilita no dia a dia caso seja um apaixonado por livros e sempre busca carregá-los com você. Contudo, em relação ao custo de comprar livros, o que vale mais a pena: comprar um livro físico ou um kindle? Tire suas conclusões com as informações apresentadas pelo Finanja e veja o que pode ser melhor para o seu bolso!


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sábado, 9 de março de 2019

Festival de Literatura Emirates Airline tem início em Dubai


O compromisso da Emirates de apoiar iniciativas em todo o espectro de cultura e artes em Dubai tem seu ápice hoje, na 11ª edição do Festival de Literatura Emirates Airline. A companhia aérea continua a apoiar o objetivo do festival de divulgação do mundo por meio das palavras, trazendo livros e ideias para um público amplo, incentivando a troca de opiniões e pensamentos, e estimulando um debate aberto e frutífero. A Emirates reúne 175 autores de mais de 30 países em Dubai para ajudar a conduzir os debates ao longo de nove dias. Este ano, a companhia aérea oferece mais opções para os visitantes de todas as idades e seus colaboradores também poderão participar do festival como um dos 300 voluntários.

Cativando os participantes do festival

A Emirates apresenta sua cabine da Classe Econômica no festival, com foco especial em novos recursos interessantes, como a sincronização de playlists. A Emirates introduziu essa função no início deste ano para permitir que os clientes criem playlists personalizadas antes de seus voos usando o aplicativo da companhia aérea e sincronizem-no com seus assentos uma vez a bordo. Para demonstrar sua expertise em viagens para famílias, a Emirates apresenta uma parede para colorir focada nos "Fly With Me Animals" que são entregues a bordo para os pequenos viajantes.

A Arabian Adventures conta com uma experiência imersiva de realidade virtual na qual os visitantes podem se familiarizar com atividades exclusivas de Dubai, safáris e muito mais. Os visitantes também têm a chance de participar de uma competição, bem como ganhar prêmios da marca, além de aproveitar um desconto de 10% em sua próxima reserva na Arabian Adventures.

As ativações em solo da Emirates acontecerão nos dois finais de semana do festival no InterContinental Hotel Festival City.

Contribuições de colaboradores

Todos os anos, os colaboradores do Grupo Emirates têm a oportunidade de participar como voluntários. Eles ajudam no apoio ao festival em várias funções, desde orientação e campanhas educacionais, até a participação como moderadores nas sessões com autores. Este ano, Daniel LeBlanc, da área de Aquisição de Aeronaves da Emirates, e um voluntário frequente no festival, será o moderador em uma sessão com Cixin Liu, autor de The Three-Body Problem and Beyond, e Gerd Leonhard, autor de Technology Versus Humanity.

Wiana Cajado, Executiva de Marketing Digital da Emirates, lançará seu livro de estreia, Pepa & Keca, em Quem viu rimas por aí?. O livro, publicado em português, é uma série de poemas sobre o mundo pelos olhos de suas filhas com trechos divertidos de suas atividades diárias. Vários colaboradores do Grupo Emirates publicaram seus livros em diferentes idiomas, ilustrando a criatividade, a inovação e as múltiplas perspectivas que podem ser encontradas em toda a organização.

A Emirates é patrocinadora do Festival de Literatura Emirates Airline desde sua criação em 2009 e tem sido fundamental para o crescimento deste evento. O festival permite que a companhia aérea se envolva com a comunidade local nos Emirados Árabes Unidos, explore novas oportunidades para aumentar o entusiasmo por Dubai como um centro cultural e construa pontes de entendimento entre comunidades e culturas.
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sexta-feira, 8 de março de 2019

Quando livros e autores se tornam estrelas da Netflix: caso Caixa de Pássaros


Não é de hoje que obras literárias ganham adaptações para o cinema. Segundo pesquisadores da área, a primeira adaptação de livros para uma versão cinematográfica data de 1900, sendo a obra Sherlock Holmes Baffled, do autor Arthur Conan Doyle. Frequentemente, essas produções acabam se tornando um sucesso, exatamente, por já possuírem um público cativo: os leitores.

Atenta a essa tendência, a Netflix mais uma vez investiu em uma produção original inspirada no livro “Caixa de Pássaros”, do autor Josh Malerman, best-seller do The New York Times e publicado no Brasil pela Editora Intrínseca. Lançada em 2014, nos Estados Unidos, a obra teve um renascimento esperado após à estreia do filme no serviço de streaming ainda em 2018. O livro retornou à lista dos mais vendidos do jornal americano na data.

Tal fenômeno levanta novamente a discussão sobre a influência que as adaptações cinematográficas de obras literárias geram no mercado editorial. Apesar da já conhecida decepção sobre cortes ou mudanças na história original quando o livro é transformado em filme, é preciso apontar que é justamente a diferença de linguagem de um produto cultural para outro que tem desempenhado um papel fundamental na formação dos novos leitores.

Já é de conhecimento público que o hábito da leitura é pouco enraizado na cultura brasileira. A 4ª edição do estudo “Retratos da Leitura no Brasil” apontou que 30% da população nunca sequer comprou um livro. A falsa ideia de que a literatura é para intelectuais acaba afastando muitas pessoas do gosto pela leitura, e faz com que a população busque outros produtos culturais com interpretações consideradas mais fáceis ou próximos de sua realidade.

Então, mesmo que as experiências sejam totalmente distintas, as adaptações de livros para filmes possibilitam a formação de novos leitores. Elas incentivam que o espectador procure a fonte de inspiração da obra cinematográfica, permitindo que este construa o gosto e o hábito pela leitura.

A partir desse ponto, tudo é possível. A semente do incentivo já foi plantada. Do livro que inspirou o filme para a construção de uma rotina de leitura, evoluindo para outros tipos de literatura, é só uma questão de tempo.

*Por Mauro FelippeNatural de Urussanga/SC, o advogado Mauro Felippe já chegou a cursar Engenharia de Alimentos antes de se decidir pela carreira em Direito. Autor das coletâneas poéticas Nove, Humanos, Espectros e Ócio, já preencheu diversos cadernos em sua infância e adolescência com textos e versos, dos simples aos elaborados (a predileção pelo segundo evidente em sua escrita). As temáticas de suas obras são extraídas de questões existenciais, filosóficas e psicológicas que compreende no dia a dia, sendo que algumas advém dos longos anos da advocacia, atendendo a muitas espécies de conflitos e traumas. Por fim, pretende com a literatura viver dignamente e deixar uma marca positiva no mundo, uma prova inequívoca de sua existência como autor. Participante assíduo de feiras literárias, já esteve como expositor na Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2016 e Bienal Internacional do Livro do Rio 2017.
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quinta-feira, 7 de março de 2019

O Velho Código e o Inimigo Invencível


A descrição do cenário onde se desenrola a tessitura narrativa de O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman, não poderia ser mais autêntica. Estima-se que a Grande Peste Negra – assim ficou conhecida a pandemia que assolou a Europa entre os anos de 1348 e 1352 – ceifou a vida de 32 milhões de pessoas. Diante desse contexto apocalíptico, recém regresso das cruzadas, Antonius Block (Max Von Sydow) começa a questionar a religião e racionalizar sobre a vida e a morte.

Nesse fiorde de absoluto medo e terror a Dona Morte se apresenta, não só como a certeza mais absoluta como também um personagem que interagia com os demais. 

A exterioridade das indagações do cavaleiro diante da peste produziu uma das mais memoráveis cenas do cinema mundial. Block se encontra com a Morte e ela está pronta para leva-lo. Ele diz que sua alma está preparada, mas que sente medo. De maneira a fugir de sua sina, o cavaleiro propõe uma partida de xadrez. Caso ganhe, a morte o poupará, caso perca, será levado por ela.

De pronto a morte aceita o desafio.

Inspirado nessa ideia e sintonizado nesse ideal, o escritor paulista M. R. Terci utilizou a referência a esse icônico desafio para idealizar a capa do livro Imperiais de Gran Abuelo, publicado pela Editora Pandorga.

Muito embora seu romance não se passe na idade média, há entre essas obras um tópico em comum. Tanto o filme de Bergman como o livro de Terci retratam e questionam o alto grau de superstição de seus cenários. Em O Sétimo Selo, uma mulher, acusada de manter entendimento com o oculto, é procurada pelo cavalheiro para saber se o diabo tem as respostas para os questionamentos que a igreja não soube dirimir, numa clara referência à árvore do fruto proibido, do conhecimento e da ciência. Em Imperiais, finda a Guerra do Paraguai, no tabuleiro da guerra bacteriológica, o narrador refuta a superstição e os terrores desencadeados pela suposta bruxaria do inimigo, corroborando o fato de que a ciência, àquela altura, já havia revelado verdades extraordinárias acerca do mundo natural.

Após a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, palco onde os Imperiais de Gran Abuelo sagraram-se sucesso de público e vendas, o livro ainda foi indicado ao Prêmio Cubo de Ouro, na categoria Melhor Literatura Geek 2018 e este ano estará concorrendo à quatro dos principais prêmios da literatura nacional, entre esses, o Prêmio Jabuti organizado pela Câmara Brasileira do Livro.

Mesmo diante da realidade de que o mercado editorial e livreiro do Brasil ainda respira por aparelhos após atravessar uma das maiores crises de sua história, pudemos nos certificar de que ainda existe um traço heroico e medievalesco no ato de lutar contra o inimigo invencível e as regras do combate ainda são as mesmas estampadas no velho código da cavalaria. Na sempre contemporânea peleja do xadrez, mesmo diante do inimigo invencível, saldo positivo para o escore de Imperiais de Gran Abuelo.
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quarta-feira, 6 de março de 2019

Um novo olhar sobre a medicina

As ciências possuem leis – verdades absolutas baseadas em experimentos que descrevem algum atributo universal da natureza – mas será que a medicina segue a mesma regra? Essa é a provocação de As leis da medicina, novo exemplar da coleção TED Books, lançamento da Editora Alaúde, escrito pelo premiado médico indiano Siddhartha Mukherjee. O livro aborda a importância de um olhar mais humano sob a profissão e para a saúde como um todo. 

Inspirado pelo livro The Youngest Science, o jovem Mukherjee passou a ponderar sobre a maneira como entendia a profissão do médico, o que o levou a uma pergunta fundamental: será que a medicina é uma “ciência”? A partir daí Mukherjee seguiu sua carreira refletindo sobre essa questão o que gerou alguns dos mais sérios estudos em torno dos princípios de sua disciplina – culminando em As leis da medicina.

Mukherjee instiga seus leitores com casos desconcertantes e, ao mesmo tempo, esclarecedores. Esta percepção única levou o médico indiano a identificar os três princípios que, segundo ele, regem a medicina: O primeiro deles fala sobre o peso de uma intuição frente a um exame insatisfatório, mostrando que a bagagem do profissional é que faz a diferença no diagnóstico. Já a segunda lei mostra que casos incomuns são os que mais geram ensinamentos, pois as situações denominadas pelo autor de “fora da curva” ajudam a redefinir o conhecimento sobre uma determinada doença. E a terceira lei acentua que o viés humano é essencial para um experimento médico perfeito, ou seja, a tecnologia para coletar, armazenar e manipular dados não substitui a interpretação do profissional. 

Com uma linguagem envolvente, As leis da medicina, além de estar repleto de detalhes históricos fascinantes e maravilhas médicas modernas, também vislumbra as lutas da profissão do médico e os impasses que raramente vem à tona. É, sem dúvida, um livro que estabelece as bases para uma nova maneira de entender a medicina, agora e no futuro.
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terça-feira, 5 de março de 2019

São Tomás de Aquino, filosofia e currículo escolar

Tommaso d’Aquino, mais conhecido como São Tomás de Aquino, é o padroeiro dos estudantes e professores, o protetor dos incansáveis colecionadores de conhecimento. O filósofo era considerado como um dos mais brilhantes teólogos da Igreja Católica. Um dos pensadores mais comprometido com a oração.

Os ensinamentos do Santo deixaram um legado importantíssimo à filosofia moderna com suas obras que discutem ética, lei natural, metafísica e teoria política.

O dominicano, influenciado por Aristóteles, Averróis entre outros importantes pensadores, afirmava que a sabedoria é o mais perfeito, sublime, útil e alegre dos estudos humanos.

O que diria São Tomás de Aquino sobre o fato da filosofia não ser mais uma matéria obrigatória no currículo escolar?

Apesar do cunho religioso abordado em suas obras, a filosofia sempre esteve presente nos estudos de Aquino. Como nas obras, publicadas pela Editora Edipro, O Livre Arbítrio, A Fé, O Apetite do Bem e da Vontade, Do Governo dos Judeus à Duquesa de Brabante , entre outras.

O pensador estudava a relação entre a razão e a fé e, segundo a sua interpretação, esses conceitos não se opõe um ao outro, são diferentes e convergem em harmonia. Para o filósofo, a teologia é a ciência suprema, fundada na revelação divina, e a filosofia sua auxiliar.

Neste sentido, a filosofia, para o São Tomás de Aquino, era imprescindível. Como defensor da sabedoria e dos estudos, dono de uma inteligência e perspicácia fascinante, embutiu a filosofia como uma complementar para seus estudos, que são considerados importantes contribuições para a filosofia moderna.
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segunda-feira, 4 de março de 2019

Acordo Ortográfico completa 10 anos

No dia 1º de janeiro de 2009, entrava em vigor no Brasil o novo Acordo Ortográfico, medida que pretendia padronizar a grafia das palavras do Português nos nove países que adotam o idioma como língua oficial. Estima-se que as novas regras afetaram de 0,5% a 0,8% das palavras do Português brasileiro, bem menos do que as alterações estimadas para o Português de Portugal, que ficaram em 1,5% - o que explicaria a menor resistência do brasileiro em abraçar o Acordo.

“Mudanças na ortografia, por meio de leis e acordos, ocorrem de tempos em tempos no Português. O último acordo, antes do vigente, datava de 1943, com alterações em 1971. Sempre haverá, nesses momentos, quem esperneie e blasfeme quanto às mudanças, mas nenhum Acordo nesse sentido é feito para dificultar - e sim para tornar as coisas mais simples, mais fluentes. O Português carecia de uniformidade em sua modalidade escrita. São 250 milhões de usuários que escreviam e liam com diferenças que atrapalhavam essa uniformidade do idioma. A sintaxe, a forma de combinar as frases, o vocabulário de cada localidade falante dos diversos tipos de Português não sofreram alteração. Sob o ponto de vista simbólico, essa uniformização valoriza a Língua Portuguesa em sua representatividade no cenário internacional”, avalia Yeso Osawa Ribeiro, professor de Língua Portuguesa e Redação no Curso Positivo, de Curitiba (PR).

O Acordo e as dificuldades

Gestado desde 1990, como desdobramento de um encontro para unificação do Português ocorrido em 1986, o Acordo Ortográfico deveria ter entrado em vigor em 1994. Em vez disso, por questões burocráticas, ele só passou a ser adotado há uma década, quando o Brasil iniciou a implantação, fazendo com que os outros países iniciassem seus processos em seguida. Por alguns anos, as novas regras conviviam com as antigas sem qualquer problema. Porém, desde 2016, quando terminou o período de transição, somente o novo Acordo Ortográfico passou a ser aceito no Brasil.

O assessor pedagógico de Língua Portuguesa do Sistema Positivo de Ensino, Caio Castro, afirma que, apesar de o novo Acordo Ortográfico pretender facilitar a comunicação entre os países de Língua Portuguesa, é comum as pessoas apresentarem dúvidas em relação à nova ortografia - principalmente aquelas que estavam acostumadas com as normas antigas há mais tempo. Segundo ele, uma das alterações que mais confunde as pessoas, atualmente, estão ligadas à hifenização. "É muito comum nos perguntarem em que situações o hífen deixou de ser usado, como em ‘antirreligioso’ e ‘autorretrato’, e em quais não, como ‘bem-vindo’ e ‘anti-inflamatório’”, explica. Outro caso em que o hífen deixou de ser usado e ainda gera confusão na população é quando o prefixo termina em vogal e o sufixo começa com uma vogal diferente, como em aeroespacial, lembra o especialista.

Com as novas regras do Acordo Ortográfico, palavras como “assembleia”, “ideia” e “jiboia” perderam o acento, por serem paroxítonas, enquanto “herói”, “chapéu” e “anéis”, que são oxítonas, mantiveram o acento. Para Ribeiro, o caso que mais trouxe dor de cabeça, principalmente aos adultos, foi o da mudança nos ditongos abertos em "ei", "eu", "oi". "Antes, todos eles eram acentuados, indistintamente. Agora, apenas quando ocorrem em palavras oxítonas”, explica o professor. Outra dificuldade de assimilação citada por ele foi a extinção do acento circunflexo nos hiatos “oo” e “ee”, o que fez com que palavras como “voo” e “leem” não sejam mais acentuadas; bem como o fim do acento diferencial em palavras com a mesma grafia, mas pronúncia e significados diferentes, como é o caso do verbo e da preposição para, ou do substantivo e da preposição pelo. “As regras dos acentos diferenciais e dos hiatos em vogais dobradas ainda causam problemas, embora a frequência seja muito menor do que os dos ditongos”, explica Ribeiro.

Por outro lado, diz ele, algumas alterações, como o fim do trema, só expressaram o que já acontecia de fato e foram rapidamente absorvidas. “As pessoas, de um modo em geral, não usavam trema; a regra, nesse sentido, facilitou o trabalho para a maioria”.
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domingo, 3 de março de 2019

2019: O ano para escrever seu primeiro livro chegou!


Ano novo é tempo de refletir e de fazer novas resoluções. É nesta época que as pessoas prometem que vão começar a se exercitar, decidem se reconciliar com quem se desentenderam ou planejam acertar pendências para dar um jeito na vida. Não existe mesmo um melhor momento para começar uma mudança, um projeto ou resolver algo que há tanto protelado do que o início de um novo ano. Para quem tem o desejo de escrever um livro, a ocasião também é a mais propícia possível. 

Se no ano passado, você impressionou algumas pessoas com seu conhecimento e experiência em determinada área, saiba que publicar um livro é um grande divisor de águas na carreira. A obra confere autoridade ao seu autor, tornando-o referência em sua área de atuação e é muito efetiva para o fechamento de novos contratos e geração de novas oportunidades profissionais.

Outra vantagem é que, quanto mais seu livro é conhecido, mais repercussão é gerada para seu trabalho, o que fortalece sua rede de contatos e aumenta o número de indicações para palestras, workshops e consultorias.

Já para quem ama contar histórias e adoraria iniciar o ano tirando as teias de aranha daquela trama que há muito vem sendo elaborada em sua cabeça, 2019 também pode chegar com a escrita de um livro de ficção científica, romance ou infantil.

Eis algumas dicas para embalar a publicação de sua obra no novo ano:

1- O que te leva a querer fazer seu livro?

1- Pense nos motivos que estão te impedindo de começar a escrevê-lo;

2- Use essa reflexão para poder iniciar o trabalho de alma limpa;

3- Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Quem vai ler o que eu tenho a dizer? Eu tenho condições de produzir um conteúdo que seja diferente daqueles de outras obras já publicadas? Como o meu conhecimento e minhas histórias impactarão os leitores?

4- Se as respostas para as perguntas acima forem "sim", acredite que você é capaz e siga em frente;

5- Valorize o que você conquistou pessoalmente e profissionalmente;

6- Verifique os feedbacks e opiniões de pessoas em quem você confia;

7 - Caso você tenha dificuldades com a escrita, comece a escrever diariamente ou realize um curso de redação. Se não tiver tempo e paciência para melhorar sua técnica de escrita, contrate um Ghost Writer. Independentemente disso, o conteúdo do livro será seu;

8 - Se você entende que precisa conhecer o tema que pretende tratar em seu livro com maior profundidade e detalhes, faça um planejamento e aprenda o suficiente antes de começar a escrita em si de seu livro. Isso também é uma forma de já começar a trabalhar em seu projeto;

9 - Estabeleça um cronograma que se encaixe na sua rotina. Por exemplo: para escrever 200 páginas em 10 meses, você pode escrever 20 páginas por mês, ou seja, cinco páginas por semana;

10 - Contrate a assessoria de um Book Advisor para te orientar ao longo do processo. Isso fará enorme diferença para tornar o trabalho em seu livro dinâmico e eficaz desde a escolha do tema a ser desenvolvido, passando pela montagem do cronograma e organização da rotina de escrita, a construção do roteiro de capítulos e o apoio durante a fase de redação dos textos.
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