sábado, 19 de janeiro de 2019

Como um Rolling Stones: Entenda a liderança eficaz de Mick Jagger


Em Como ser um Rolling Stone: Entenda a liderança eficaz de Mick Jagger, publicado pela editora Citadel, os autores catarinenses Jamil Albuquerque e Joilson Albuquerque, respectivamente presidente e gestor de conteúdo e relacionamento da MasterMind, única instituição de treinamentos na língua portuguesa certificada pela The Napoleon Hill Foundation, analisaram como Mick Jagger transformou uma banda de rock n’ roll em uma das empresas mais bem sucedidas do mundo.

Nessa comparação inédita com o estudo de perfis icônicos intitulado “O Manuscrito Original – As leis do triunfo e do sucesso de Napoleon Hill”, feito pelo mestre Napoleon Hill no início do século XX (que inclusive estudou grandes nomes como Churchill, Carnegie, Ford, Rockefeller, Roosevelt, e outros 16 mil líderes), Jamil e Joilson destacam as competências de Mick Jagger como empresário, líder e empreendedor. Napoleon se consagrou como “o criador de milionários, conselheiro de titãs e confidente de presidentes”, tamanha proximidade com os mais bem-sucedidos nomes da indústria, em uma época que o EUA explodia com a industrialização.

Os 17 pontos indicados como habilidades para uma liderança eficaz, descritos por Napoleon Hill em seu estudo, foram de extrema valia para a obra Como ser um Rolling Stone. Os autores Jamil e Joilson exemplificaram e relataram por meio de uma extensa pesquisa de oito anos, como as características de Mick Jagger refletem todos os preceitos que o grande mestre dos negócios apontou ainda em 1928. Competências como a capacidade de conseguir a cooperação do restante do grupo (chamada de MasterMind ou aliança de mentes) – tida como uma das principais qualidades listadas em “O Manuscrito Original” – e a absoluta persistência e resiliência, traçaram o destino de Mick e milhares de outras pessoas empregadas pela Rolling Stones.

Mick nem sempre foi visto como um líder, inclusive no início de sua carreira foi o comprometimento e a disciplina que o levaram ao comando. O entusiasmo foi um gás para o enérgico vocalista que após arrecadar 665 milhões de dólares durante uma turnê disse: “Ou você continua se movimentando ou você morre.” 

Manter-se à frente na liderança de um time, cuja média de idade é maior do que a dos anciões da Suprema Corte dos Estados Unidos, empregar milhares de pessoas e ainda assim movimentar tanto dinheiro que, se comparadas a uma nação, teriam um PIB maior que dos os últimos 35 países da lista das Nações Unidas, não é uma tarefa fácil. Jagger definiu bem seus objetivos, entendeu que o autocontrole (difícil entre rockeiros) seria essencial se quisesse progredir na profissão e na vida. Seja com fãs descontrolados, shows regados a bebidas e drogas e um universo musical jovem, não há como duvidar dessa competência que o astro possui.

Saber lidar de forma exemplar com o fracasso é outro ponto marcante na trajetória de qualquer empreendedor. Para os Rolling Stones isso pode ser pontuado com maestria, na verdade, com música. O álbum Exile on Main St. (1972) foi gravado durante o exílio na França, após terem abandonado a Inglaterra por problemas tributários. A resiliência frente ao problema inesperado criado por um empresário, a brusca separação da família e amigos, e as péssimas condições de gravações deram vida ao que se tornaria lendário: The Rolling Stones Co.

Além de fatos biográficos, passagens da literatura ficcional como Shakespeare e Cervantes, Como um Rolling Stones traz ao leitor de forma muito demonstrativa o que todos podem alcançar: MasterMind (aliança de mentes), autocontrole, objetivos bem definidos, tolerância, confiança em si mesmo, uso adequado da imaginação, ter iniciativa, saber lidar com fracassos, hábito da economia, entusiasmo, fazer mais que o combinado, personalidade agradável e pensar com exatidão. Ou seja, as 17 habilidades que trilharam o caminho do protagonista de um dos maiores cases de sucesso da música e empreendedorismo. Afinal, para Mick Jagger, nunca foi só rock ‘n roll não é mesmo?

Como um Rolling Stones: entenda a liderança eficaz de Mick Jagger é um guia para empreendedores que buscam uma dose de ânimo e credibilidade no poder da realização pessoal. Com comportamentos de Mick contextualizados às Leis de Napoleon, é possível perceber que as destrezas para se tornar um sucesso podem ser aprendidas – por mais caótica que seja a carreira.
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Livro “Uma poética em Cena” traz peça inédita de Maiakósvki

O livro “Uma Poética em Cena” é uma pérola para os amantes das artes cênicas e operários do teatro. Além de trazer a inédita tradução em Língua Portuguesa da peça “Os Banhos – Drama em Seis Atos com Circo e Fogos de Artifício” realizada pelo poeta e tradutor Luiz Sampaio, traz um ensaio de Reni Chaves Cardoso (1945 – 2008), pesquisadora de teatro e doutora pela Universidade de São Paulo, sobre a encenação original por Meyerhold e Maiakósvki (Moscou – 1930). Inclui, ainda, o texto da peça “A Barraca de Feira”, de Alexandr Blok (1906) e uma proposta de encenação meyerholdiana, com desenhos de cenário, máscaras e figurinos, elaborada pela autora.

Sobre o poeta e tradutor Luiz Sampaio

Luiz Sampaio, que estudou literatura em Moscou, aprendeu a admirar Vladímir Maiakóvski como um dos mais importantes poetas do século XX, grande inovador da língua russa, que entregou-se de corpo e alma à revolução socialista de 1917 e à criação de uma linguagem poética que espelhasse na arte o espírito revolucionário daquele momento da história de seu país e de toda a humanidade.

“Os Banhos – Drama em Seis Atos com Circo e Fogos de Artifício” foi a última peça de Maiakóvski, escrita em 1930 a pedido do diretor e seu grande admirador Meyerhold e encenada no Teatro Estatal V. Meyerhold, há exatos 29 dias antes do suicídio do grande poeta.

Maiakóvski, que desde os 15 anos de idade havia dedicado toda sua vida e sua arte aos ideais da revolução de 1917, treze anos após a tomada do poder pelos soviéticos estava muito decepcionado pelos rumos tomados pela história e criticava duramente a burocracia que havia se instaurado no poder. “Os Banhos” queria dar um banho nos burocratas e lavar a União Soviética destes tipos antirrevolucionários que, segundo Maiakóvski, eram um desvio nos caminhos que poderiam levar ao futuro e à construção do socialismo.

Como era de se esperar, a peça foi muito criticada pelos órgãos do poder. Imagina-se que esta tenha sido mais uma das inúmeras decepções que levaram ao suicídio do poeta, em 14 de abril de 1930.

“Os Banhos” foi proibida por Stálin e voltou a ser encenada, poucas vezes, somente após 1955. A presente tradução do original russo, inédita em português, foi elaborada para a tese de doutoramento de Reni Chaves Cardoso, na USP, sobre a encenação original da peça.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Livro dialoga entre o poeta do presente e do passado


Dialogar entre a poesia contemporânea e a tradicional, esse é o intuito da nova obra do escritor Luiz Otávio Oliani. Publicado pela editora Penalux, o livro “Palimpsestos, Outras Vozes e Águas” traz a reflexão, por diferentes ângulos e influências literárias, sobre as grandes questões de todos os tempos: o amor, a solidão, a morte, a efemeridade do tempo entre outros.

Segundo o autor, a obra reúne, de maneira harmoniosa, “vozes” poéticas do presente e do passado. O livro mostra os palimpsestos, ou seja, os textos escritos e inspirados em autores tradicionais, que conversam com contemporâneos e com águas diversas, a partir de temas sem ligações com autores específicos.

As referências de escritores alcançam extremos longínquos, como quando se fala de Drummond ou Kafka, mas também demonstra proatividade e atualidade, ao inovar trazendo influências de poetas modernos, como, por exemplo, Alexandra Vieira de Almeida, Jorge Ventura e Astrid Cabral.

- A ideia era mostrar que o poeta precisa dialogar com o “cânone literário” para produzir sua própria obra, sem ignorar os que antecederam - ressalta.


Sobre o autor

Luiz Otávio Oliani é poeta, contista, cronista e dramaturgo. Graduou-se em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, em Direito, pela Universidade Estácio de Sá (UNESA). Atua como professor de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Produção Textual em diversos estabelecimentos de ensino.

Como escritor, publicou 12 livros, sendo 9 de poemas e 3 peças de teatro. É membro da APPERJ (Associação Profissional dos Poetas do Estado do Rio de Janeiro) e da Academia Humanística, Artística e Literária “Lítero Cultural”. Participa de mais de 200 livros coletivos nacionais e estrangeiros como poeta, cronista, contista ou autor de prefácios, orelhas ou resenhas críticas. Participou da Revista Literária Sociedade dos Poetas Novos. Ainda representou o país, em 2017, no IV Encontro de Poetas da Língua Portuguesa em Lisboa (PT).
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Rosana Miziara lança coletânea Pílulas para Respirar na Livraria da Vila


A historiadora Rosana Miziara é autora do livro Pílulas para Respirar. A publicação reúne uma série de pequenos textos da autora, publicado entre 2010 e 2017 no Facebook.

A obra reúne pensamentos de seu dia a dia, expressos em linhas breves que tratam de angústias, felicidades, dúvidas e prazeres próprios das pessoas comuns. São micro-histórias sobre um cotidiano que sempre encontra um ar para respirar na escrita e no compartilhamento com seus leitores e seguidores.

Pílulas para respirar são como versículos solidários e companheiros. Oferecem palavras pausadas, tranquilas. Agem como quebras no cotidiano, como momentos de reflexão e insights. Exprimem confissões e geram identificação, reconhecimento. Proporcionam a seus interlocutores, enfim, a deliciosa e acolhedora sensação de não estar sozinho.
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Editora Positivo lança livro ilustrado que resgata a tradição da brincadeira


Pipa, bambolê, amarelinha, balão, trenzinho... as brincadeiras que encantavam a infância do escritor Leo Cunha são retratadas em formas de poesia e ilustradas com imagens de Anna Cunha na obra infantojuvenil “Só de brincadeira”.

O livro de 56 páginas acaba de ser lançado pela Editora Positivo no Salão FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil), no Rio de Janeiro. 

Leo Cunha já publicou mais de 50 livros infantojuvenis. É um dos grandes nomes da literatura nacional, tendo recebido prêmios importantes como o Jabuti, o João-de-Barro, o Nestlé, o FNLIJ, o da Biblioteca Nacional, entre outros. Anna Cunha já ilustrou mais de 20 livros, para editoras brasileiras e estrangeiras, e teve entre eles títulos selecionados para o Catálogo de Bolonha e premiados pela FNLIJ.
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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

"Se a rua Beale falasse" nas livrarias e nos cinemas

Tish tem dezenove anos quando descobre que está grávida de Fonny, de 22. A sólida história de amor dos dois é interrompida bruscamente quando o rapaz é acusado de ter estuprado uma porto-riquenha, embora não haja nenhuma prova que o incrimine. Convicta da honestidade do noivo, Tish mobiliza sua família e advogados na tentativa de libertá-lo da prisão.

Lançado originalmente em 1974, este é o quinto romance de James Baldwin, que foi recentemente adaptado para os cinemas por Barry Jenkins, diretor vencedor do Oscar por Moonlight. O filme inspirado em Se a rua Beale falasse foi lançado no exterior no final do ano passado e aclamado pela crítica.

No domingo, dia 6, a atriz Regina King ganhou um Globo de Ouro de atriz coadjuvante por Sharon Rivers, mãe da protagonista Tish (KiKi Lane). O elenco ainda conta com Stephan James, Teyonah Parris e Brian Tyree Henry.

O filme chega aos cinemas do Brasil no dia 24 de janeiro. Nossa edição do livro, traduzida por Jorio Dauster e com posfácio de Márcio Macedo, será lançada no dia 10 de janeiro e já está em pré-venda. Clique no botão abaixo para ler um trecho exclusivo:
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Booking.com lista hospedagens para os amantes de livros


Booking.com, líder mundial em conectar os viajantes com opções incríveis de lugares para ficar, compartilha alguns cantinhos perfeitos e poucos conhecidos, onde os amantes dos livros irão encontrar ainda mais inspiração para alimentar sua fome literária.

Que tal dormir "dentro" de uma estante de livros no Japão? Ou se hospedar em uma propriedade que tenha uma biblioteca privativa com mais de 33 mil livros? Não importa o seu estilo literário, você encontrará os clássicos, os best-sellers atuais e ainda poderá dividir sua paixão com outros leitores tão ávidos quanto você. Mergulhe nessas páginas e se perca no mundo literário dessas acomodações incríveis.


Durante cinco dias, pessoas de todo o mundo se reúnem em Paraty para falar de uma grande paixão: livros. E a Pousada Literária, no centro histórico da cidade, é o melhor cenário para deixar florescer o amor pela literatura. A biblioteca da pousada, por exemplo, já foi escolhida como a sede oficial do evento em Paraty e oferece aos seus hóspedes uma coleção de mais de 1.500 livros e filmes. E, além de quartos confortáveis e de excelente localização, a pousada é recomendada pelo charmoso restaurante Quintal das Letras.


Com mais de 1.700 materiais para leitura em inglês e japonês, essa acomodação com a temática de livraria é uma grande fuga da rotina agitada na cidade de Tóquio. Escolha entre uma grande coleção de livros no lobby, acenda a sua luz pessoal de leitura e se deixe levar instantaneamente para lugares mágicos.


Para o viajante que ama ser mimado e que quer enriquecer seu conhecimento durante as férias, se hospedar nesse hotel boutique perto do centro de Zurique é uma ótima opção. Contendo uma área de bem-estar, uma piscina na cobertura com uma vista esplendida da cidade e uma biblioteca exclusiva com 33 mil livros, tudo que você precisa fazer é se acomodar.

Carlisle Bay, Pequenas Antilhas

Para aqueles que sonham em relaxar lendo um bom um livro na praia, com o silêncio interrompido apenas pelo som de ondas gentilmente quebrando ao fundo, há poucos lugares mais perfeitos do que o Carlisle Bay. A sua livraria conta com centenas de livros enquanto as suas luzes alternadas criam um ambiente aconchegante para se acomodar dentro do quarto.

Hazlitt's, Reino Unido

No coração do extremo oeste de Londres, esse hotel boutique foi construído em 1718 e faz ser impossível resistir à vontade de relaxar com um livro ao lado da lareira. Antiguidades de valor inestimável e aspectos históricos ajudam o hóspede a escapar rapidamente para os fascinantes mundos de Dickens e Austen.

Il Salviatino, Itália

Situado nas Colinas Toscanas, essa vila renascentista do século 15 irá te levar para as páginas do romance best-seller "Um Vinhedo na Toscana", de Ferenc Máté. Refeições de dar água na boca, vinhos excelentes e vistas panorâmicas do centro histórico de Florença irão completar essa jornada dos sonhos.


Bastante reconhecida por sua história e cultura, Cusco é o grande ponto de saída para explorar a magnífica Machu Picchu. Construído sobre ruínas Incas ancestrais, os tetos arqueados e os artefatos peruanos do JW Marriot El Convento Cusco irão lhe inspirar a ler um dos romances de Mario Vargas Llosa, caso você ainda não tenha lido.

Library Hotel, Estados Unidos

Com mais de 6 mil livros de dez categorias diferentes, o Library Hotel em Nova York é inspirado pela Classificação Decimal de Dewey. Seja o seu interesse em filosofia, tecnologia ou artes, esse hotel boutique em Midtown pode satisfazer até o leitor mais exigente.


Você já entrou em um palácio por uma carruagem, como nos mais famosos livros de contos de fadas? Há rumores que o Taj Falaknuma Palace costumava ser a residência de um dos homens mais ricos da Índia. A livraria de painéis de carvalho do palácio, que apresenta mais de 6 mil livros em armários com porta de vidro, é um ponto poético para passar o tempo lendo sobre esse país fascinante.

The Library, Tailândia

Criado com o objetivo de promover belos espaços para leitura, The Library é uma propriedade única com uma estética moderna e uma marcante piscina vermelha. Alugue um livro na bem equipada livraria da acomodação e expanda seus horizontes, enquanto é cercado pelo cenário tropical da Tailândia.
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Livro introduz a política no cotidiano infantil

O que será que as crianças pensam da política nacional? Com tanta demonstração de insatisfação dos adultos e maus exemplos de políticos por todos os lados, será que não estamos formando uma geração apática e desinteressada e, principalmente, sem consciência do seu poder de escolha? Com esses questionamentos em mente, a escritora Joice Catarina Sabatke decidiu colocar em prática um antigo projeto: semear, de forma lúdica e criativa, a semente da política entre os pequenos.

E, assim, ela lançou "O fantasma político". A obra, indicada a crianças a partir de 5 anos, foi escrita quando Joice tinha apenas 10 anos, a mesma idade de sua filha Gabriela atualmente. O ano era 1986 e a autora, então aluna da 4ª séria primária, tinha que escrever uma redação para o dia seguinte. A TV da sala estava ligada no Horário Eleitoral Gratuito e o resto...é história.

"O livro é um convite para que crianças de todas as idades – em casa e nas escolas – conversem sobre os fantasmas que rondam a cena política atual. Mas os adultos também podem e devem interagir", afirma Joice.

Nessa edição, a autora faz uma atualização do texto e as redes sociais agora fazem a ponte para interligar a nova geração de leitores à leitura. Por meio de Facebook, Instagram e Twitter, Joice e seus personagens respondem às inúmeras perguntas das crianças sobre um assunto tão complexo, de forma ágil e leve.

Enredo

Os personagens Renato e Lúcio são dois amigos que entram em um casarão assombrado por conta de uma aposta. A esperança de encontrar o fantasma por lá se realiza e Renato bate um bom papo com ninguém menos que o fantasma do Barão de Itararé, pseudônimo usado por Apparício Torelly (1895-1971), um dos criadores do Jornalismo Alternativo e pioneiro no humorismo político brasileiro. Em ritmo veloz, o encontro inusitado caminha para um desfecho surpreendente.
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