sábado, 21 de julho de 2018

4 clássicos da literatura para crianças

Uma pesquisa realizada pelo IBOPE, encomendada pelo Instituto Pró-Livro e divulgada em 2016, mostrou que 56% dos brasileiros dizem ler com frequência (pelo menos 1 livro em partes ou inteiro nos últimos três meses), um número recorde no país. Segundo a mesma pesquisa, o brasileiro lê 4,96 livros por ano, do total 2,43 foram terminados e 2,53 foram lidos apenas em partes. Para Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, os números tendem a ser ainda mais positivos com o inventivo a leitura desde a infância. 

De acordo com a especialista, a leitura traz benefícios importantes para o aprendizado e desenvolvimento dos pequenos. “Ler e incentivá-los a ler é muito benéfico. Com a leitura as crianças não só aprendem coisas novas, como aprendem a escrever melhor, ampliam seu vocabulário e, é claro, melhoram seu desempenho escolar”, comenta. Não sabe por onde começar essa aventura com os seus filhos? A especialista separou quatro clássicos que vão tem ajudar nesta tarefa.

  • Fábulas de Monteiro Lobato – É um livro de 1922, que traz as mais variadas histórias, que, além de divertir, sempre tem uma lição moral para as crianças. Monteiro Lobato usa os bichos como personagens que falam, pensam e interagem com o homem. São contos que unem o lúdico e trazem lições importantes sobre a vida e nosso cotidiano.
  • Menino Maluquinho – Clássico lançado em 1980 por Ziraldo, é uma referência mundial da literatura infantil. Versos e desenhos contam as aventuras e traquinagens de um menino e sua turma. Ele é quem alegra todas as casas, o menino que todos sonhamos ter sido. É a aventura contagiante de uma menino feliz.
  • Meu Pé de Laranja Lima – Lançado em 1968 e escrito por José Mauro de Vasconcelos, foi traduzido para mais de 52 línguas e publicado em 19 países, além de adaptado para o cinema, a televisão e o rádio. O livro conta a história de Zezé, um menino de cinco anos de uma família pobre e numerosa, criativo e extrovertido, sua amizade com Portuga e sua relação com um pé de laranja lima. 
  • Pequeno Príncipe – É um clássico francês do escritor Antonie de Saint-Exurpéry, um dos livro mais com mais traduções no mundo, 220 idiomas e dialetos. Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. 

A psicopedagoga lembra ainda, que mesmo depois que a criança já tiver adquirido esse hábito da leitura, é bom que os pais e professores continuem a incentivá-la. “Ler para a criança desde os primeiros anos de vida é algo muito importante, e continuar incentivando esse hábito durante seu crescimento trará inúmeros benefícios para seu aprendizado e desenvolvimento como ser humano”, completa Ana Regina.
 

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sexta-feira, 20 de julho de 2018

“Uma História de Ouro e Sangue” promove viagem no tempo

Em “Uma História de Ouro e Sangue”, que faz parte da coleção Histórias da História, da Editora do Brasil, Manuel Filho cria um interessante enredo que recorda, de forma bastante clara, fatos e acontecimentos da Revolução Constitucionalista de 1932, um capítulo fundamental para a história do Brasil e de São Paulo.

O livro inicia-se com a narrativa sobre Afonsinho, um office-boy que obtém seu primeiro emprego em um tradicional escritório de advocacia, localizado no histórico edifício Ouro Para o Bem de São Paulo, região central da capital. O prédio antigo foi construído com o valor obtido pela campanha que buscava arrecadar ouro para financiar a Revolução de 1932, movimento que tinha como objetivo lutar por uma nova Constituição, promessa do então presidente Getúlio Vargas, que até então não se concretizara.

Em uma viagem ao tempo, o jovem vê-se subitamente arremessado de uma maneira lúdica aos episódios reais que antecederam a revolução dos paulistas. Ao passear pelos pontos históricos que fizeram parte do cenário do movimento, como Praça da Sé, Praça do Patriarca, Rua Direita, Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, Viaduto do Chá, Rua São Bento e Rua Líbero Badaró, o protagonista passa também a conviver com importantes personagens da revolução, como Martins, Miragaia, Dráuzio e Camargo (MMDC) e, outros tantos combatentes que não gravaram seus nomes nos livros de História, mas que em alguns casos entregaram a própria vida na defesa de uma causa que consideravam justa.

Para melhor reconstruir o ambiente da obra, o autor esteve presente em vários desses locais descritos no livro, incluindo o próprio edifício em que o protagonista vive grande parte de sua história. “Estive no museu da Revolução de 32, presenciei o desfile que ocorre todos os anos no Parque do Ibirapuera, li vários livros históricos sobre o assunto e fiz pesquisas no site da Biblioteca Nacional, em revistas e jornais originais da época. Também realizei entrevistas com pessoas que se lembravam dos eventos. Em seguida, deixei a imaginação funcionar e criei uma maneira lúdica de contar a história para os leitores”, descreve.

“O tema é absolutamente atual e envolve assuntos como cidadania, solidariedade e eventos bélicos. Praticamente, é um retrato de nosso mundo presente, no qual as pessoas estão buscando melhores condições de vida em todas as partes do planeta”, afirma o escritor.

A ideia nasceu da curiosidade do autor sobre o assunto. Ele guarda recordações de seus tempos de infância, como do episódio no qual conheceu um senhor que afirmou ter avistado combatentes cruzando sua cidade, Mogi das Cruzes, em um trem. “Ele (senhor) recordou-se de ter acenado para os homens que se dirigiam para os combates que ocorreram no interior de São Paulo. Sempre é muito triste constatar que foi necessária uma guerra para se tratar questões que poderiam ter sido resolvidas diplomaticamente”, acredita.

Despertar a curiosidade por meio da literatura, envolvendo a aprendizagem ao contar episódios reais da história é o principal objetivo do livro. Os fatos descritos e a ambientação bem construída fazem com que o leitor sinta-se como personagem principal da obra, parte integrante de tão importante acontecimento.
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Amigo, estou aqui! Leituras para o Dia do Amigo

No próximo dia 20 de julho é celebrado o Dia Internacional do Amigo. Primeiramente, a data foi adotada em Buenos Aires por meio de um Decreto. Com o passar dos anos, outras partes do mundo passaram a celebrar o dia.

A comemoração foi idealizada pelo “hermano” Enrique Ernesto Febbraro como uma homenagem da chegada do homem à lua, considerada um símbolo de união entre todos os seres humanos.

Mas se a intervenção interplanetária que simboliza a união humana só aconteceu em 1969, na literatura, a fortificação de laços por meio de grandes aventuras aconteceu bem antes disso. Foi pensando nessa data que a Edipro separou grandes clássicos literários que demonstram laços fortes de amizade.

A Volta ao Mundo em 80 Dias (1873)

Uma das obras mais conhecidas e impressionantes de Júlio Verne, A Volta ao Mundo em 80 Dias é um divertido romance de aventura. Entretanto, é também um registro acurado do conhecimento do autor sobre a geografia – por meio de maravilhosas descrições das paisagens e cidades ao redor do globo – e a mecânica – explorando, em detalhes, o funcionamento dos vários meios de transporte utilizados pelos personagens. A jornada do metódico lorde inglês Phileas Fogg e de seu destemido criado Passepartout começa com uma inesperada aposta em um clube de cavalheiros londrino. Mas como completar uma volta na Terra em 80 dias? – eis o grande desafio dos heróis da trama. As estratégias de Fogg levam a dupla a enfrentar fanáticos religiosos no interior da Índia, tormentas marítimas a caminho do Japão e até tribos indígenas nos Estados Unidos. Obra-prima do pai da ficção científica, este é um clássico da literatura para todas as idades.

As Aventuras de Tom Sawyer (1876)
As Aventuras de Tom Sawyer é um clássico norte-americano. O romance de Mark Twain apresenta personagens icônicos, como Huck, Jim e o próprio Tom, que elevaram o autor ao status de gênio. Revolucionário ao trazer para a literatura a voz das comunidades sulistas dos Estados Unidos, o livro é despretensioso em sua proposta: divertir o leitor com as artimanhas de um garoto que só quer gazetear, fugir do trabalho e ser, um dia, um grande pirata. Tom Sawyer é, até hoje, um símbolo da esperteza, da malandragem e do encantamento das crianças com o mundo. De início, castigado pela tia, que o obriga a caiar a cerca, para escapar à tarefa Tom convence os colegas de quão divertido é cobrir a madeira com a tinta. De quebra, recebe das outras crianças todos os seus pertences em troca da oportunidade de “brincar”. Com Huck, ele parte em busca de aventuras e tesouros, até presenciarem um assassinato, o que causará uma reviravolta em suas vidas e trará grande fama para a dupla no vilarejo. Uma história divertida sobre as aventuras de um garoto problema; uma sátira da realidade da sociedade escravocrata às margens do Mississippi. Ao mesmo tempo simples e complexo, As aventuras de Tom Sawyer desperta, há gerações, o universo infantil adormecido em todos nós. Esta edição traz a tradução do texto integral da obra e as ilustrações de True Williams produzidas para a edição original.

Dois Anos de Férias (1888)
Reconhecido como um dos pais da ficção científica, Júlio Verne não se ateve apenas às predições tecnológicas em suas obras, mas também à criação de aventuras empolgantes que divertem até hoje. Em Dois Anos de Férias, publicado em 1888, Verne alia seu grande conhecimento náutico a um enredo emocionante e cheio de surpresas. Um grupo de garotos neozelandeses prepara-se para uma expedição náutica organizada pelo internato em que estudam. Um acidente durante a noite, porém, coloca a nau à deriva no imenso mar do Pacífico. Lutando para controlar a embarcação, os bravos garotos acabam por encalhar em uma ilha deserta, na qual erguerão sua pequena comunidade. Um clássico da literatura infanto-juvenil, Dois anos de férias é um livro cultuado por mais de um século pelos fãs de Verne e um ícone da impressionante literatura de aventura do século XIX.
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quinta-feira, 19 de julho de 2018

É mais fácil fazer o bem do que o mal?


Dia 19 de julho é o dia da caridade, data escolhida com o objetivo de conscientizar em prol da solidariedade e da importância de ajuda ao próximo. Para falar do assunto, a pessoa certa é o autor, filósofo e humanista Fernando Moraes.

Veterano no campo do trabalho voluntário, Fernando é formado em Ciências sociais, filosofia, direito, e além de ser gestor público, atua como professor universitário e palestrante. O autor é envolvido com ONGs há mais de 20 anos, e por quase uma década viveu no continente africano devido aos seus projetos humanitários. No livro O que te move? o autor discute sobre a importância de fazer o bem e do protagonismo social.

Fenando defende que ajudar o próximo é um dever de todos e que isso não deve ser feito de forma “comercial”, ou seja, para vender uma boa imagem de alguém ou marca. Afinal, ser solidário ou realizar trabalhos sociais é algo que deve ser levado a sério, que requer dedicação e responsabilidade.

Na obra, o humanista também argumenta que fazer o bem é algo que já está dentro de cada um, e que não requer muito esforço agir com o que há de genuíno dentro em si. Não é preciso de um tutorial para fazer o que é certo, quando queremos ser bons, nossas ações são naturais e verdadeiras.
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Okko - Uma interpretação do místico folclore japonês por um olhar europeu


A Mythos Editora traz uma exótica e fantástica versão do Japão feudal pelo Selo Gold Edition! Em Okko: O Ciclo da Água, é possível encontrar toda a qualidade de um excelente quadrinho europeu, combinada a um mix cultural japonês, que irá interessar aos fãs de ambas as tradições de quadrinhos.

Okko: O Ciclo da Água traz uma visão estrangeira para diversos aspectos e elementos que circundam o ar místico do Nihon e de todo o Oriente. O artista HUB (Humbert Chabuel) empregou seu talento como roteirista e desenhista para conceber esta aventura ímpar do ronin Okko no conturbado Império do Pajão. Justamente por ser de fora da cultura nipônica, HUB consegue empregar uma ambientação que, embora rica em detalhes leais às suas raízes orientais, também apresenta uma grandiosidade respeitosa que só poderia vir de um grande admirador do Japão.

Mais do que só uma reinterpretação de vários elementos clássicos da Terra do Sol Nascente em sua era feudal, Okko: O Ciclo da Água é a criação de um grande fã para outros grandes fãs de sagas japonesas, filmes de Akira Kurosawa e Toshiro Mifune, mangás, animes e games. Com diálogos incríveis, enredo cativante e arte estupenda, a graphic novel une o quadrinho europeu com o japonês em um trabalho sem precedentes.

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quarta-feira, 18 de julho de 2018

Autora de "A Barraca do Beijo" participa da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Com apenas 23 anos, a escritora Beth Reekles já conquistou uma legião de fãs por todos os cantos do mundo. "A Barraca do Beijo", publicado no Brasil pela editora Astral Cultural, foi sucesso no Wattpad, com mais de 19 milhões de acessos e 40 mil comentários, venceu o Prêmio Watty de Ficção Adolescente Mais Popular e acabou até virando filme. Beth participa da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) no dia 05 de agosto, às 11h, na Arena Cultural BIC®, em um bate-papo aberto com o público. 

O livro conta a história de Elle Evans, uma garota bastante popular e querida na escola. Tudo na sua vida parece ser perfeito ao lado de Lee Flynn, seu melhor amigo e quase irmão. Porém, Elle tem um problema: nunca beijou ninguém! Sua vida vira de pernas para o ar quando ela e Lee têm a brilhante ideia de fazer uma barraca do beijo no festival da escola. O que deveria servir apenas para arrecadar dinheiro para uma causa social e movimentar o evento escolar, torna-se um marco na vida de Elle: seu primeiro beijo. 

Mas não pense que foi qualquer primeiro beijo: foi com Noah Flynn, o bad boy da escola e crush eterno de Elle. O único problema se dá ao fato de Noah ser o irmão mais velho de Lee. O que parecia impossível torna-se realidade e agora, a garota precisará decidir entre viver uma paixão proibida (e escondida) com seu paquera ou abrir o jogo de uma vez por todas com seu melhor amigo e colocar tudo a perder. 

Após o bate-papo, Beth fará uma sessão de autógrafos na Arena da Autógrafos. As senhas para a sessão serão distribuídas de forma online, a partir do meio-dia de 12 de julho, pelo http://www.bienaldolivrosp.com.br/A-Bienal-do-Livro/Arena-de-Autografos-BIC/

Beth Reekles se apresenta no horário anteriormente reservado para Anna Todd que cancelou sua participação no evento por conflito de agenda.
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terça-feira, 17 de julho de 2018

Viva la revolución (del amor)!

Uma Madri no período La Gloriosa do século XIX. Esse é o cenário do novo conto da autora Helena Andrade no terceiro volume da série Love is in the air. A renomada autora, contemplada com o troféu Cecília Meirelles e indicada ao prêmio Oceanos de 2018, inspirou-se no contexto histórico da revolução para construir um romance repleto de intrigas, conflitos e quebra de tabus. O conto, que se passa no Palácio Real de Madrid (também conhecido como Palácio de Oriente ou Palácio Nacional), transmite uma linda mensagem ao leitor: A união pelo amor aliada à capacidade de perdão.

Em uma época que a Espanha teve intensas transformações políticas e sociais, Helena almejou elaborar a trama em um dos principais períodos históricos do país, que foi a revolução denominada La Gloriosa, a qual destituiu a monarquia e iniciou um período de repúblicano território.

No conto, Rosalina Domingues, filha do conde de Aragão, foi criada pelo tio, o marquês da Cidade Real, desde que perdeu os pais em um acidente quando era ainda menina. Na mesma época, Juan Salvatore, a paixão da infância de Rosalina, foi obrigado a fugir com a família para o exílio. Os anos passam e a menina de tranças tornou-se uma bela mulher. Prestes a se casar forçadamente, ela reencontra Juan, agora duque de Castela, mais lindo e envolvente que nunca. A paixão reacende, mas a possibilidade do duque estar envolvido no movimento para destronar a rainha parece ser o principal motivo do retorno. Os conflitos em Madri se intensificam, a revolução se aproxima e os moradores do Palácio Real já não estão mais seguros. Conseguirá este amor superar intrigas e revoltas emergir do passado e se consolidar no presente?

O terceiro volume de Love is in the air também conta com outras histórias situadas em pontos turísticos da Espanha, como Museu do Prado, Jardins do Retiro e Teatro Real, sendo uma obra de imersão completa entre romance, história e turismo.
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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Hasbro apresenta novidades para Homem-Formiga e a Vespa

Neste ano, um dos personagens mais queridos do MCU volta às telonas, e muito bem acompanhado. O casal, que terá grande importância em Vingadores 4, promete protagonizar muitas aventuras e criar momentos de ação que farão o público se encolher nas poltronas!

Na nova aventura, Scott Lang tenta reequilibrar sua vida com suas responsabilidades como o Homem-Formiga. O herói também recebe por Hope Van Dyne e Dr. Hank Pym uma nova missão urgente. Scott deve mais uma vez vestir o uniforme e aprender a lutar ao lado da Vespa, trabalhando em conjunto para descobrir segredos do passado.

A Hasbro, para a alegria dos fãs, não deixaria uma estreia como esta passar em branco e traz uma linha inédita de figuras de 12 polegadas com um design que remete às roupas do novo filme da Marvel. Além dos já esperados bonecos do Homem Formiga, a marca também traz uma figura da Vespa e uma máscara com visão formiga, visão quantum e lente vermelha. Além disso, a marca chega com um boneco que permitirá a reprodução de cenas do filme, já que uma miniatura de uma polegada voa do peito do Homem-Formiga, quando movimentado o seu braço.

Homem-Formiga e a Vespa será lançado em 6 de julho de 2018.

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