segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Conheça as cinco linguagens do perdão

Como saber o jeito certo de se desculpar? Como ter certeza de que o pedido de perdão transmitirá sinceridade e sensibilizará a parte prejudicada? Como dar passos certos rumo à restauração de relacionamentos ofuscados pela dor e decepção? Gary Chapman, doutor em Antropologia e autor best-seller na área de relacionamentos, e Jennifer Thomas, doutora em Psicologia Clínica, trazem respostas a essas perguntas em As Cinco Linguagens do Perdão. 

Fruto de intensas pesquisas sobre a importância de pedir perdão de maneira efetiva, a nova edição da obra chega às livrarias brasileiras pela Editora Mundo Cristão. Nela, Gary e Jennifer compartilham uma curiosa constatação: o perdão não tem o mesmo significado para todas as pessoas. Isso acontece porque os seres humanos possuem diferentes “linguagens” para pedi-lo. É por isso que um suposto pedido de desculpas não tem o efeito desejado em quem o recebe. Dessa forma, quando se aprende a pedir perdão de fato, e se entende a linguagem do outro, é possível trocar velhas desculpas por honestidade, confiança e alegria.

A cada capítulo, os autores abordam princípios transformadores e mostram como é possível evitar discussões acaloradas, pedir perdão de forma assertiva e adequada, reacender o amor e restaurar laços valiosos. Assim, ao longo da obra, o leitor aprenderá a identificar, compreender e aplicar as “cinco linguagens do perdão” e conhecerá maneiras adequadas para abordar diferentes situações no dia a dia, seja no casamento, no círculo de amizades ou entre os familiares.

Repleto de histórias esclarecedoras, As Cinco Linguagens do Perdão é uma excelente fonte de encorajamento para quem precisa dar um passo a favor da reconciliação, uma fonte de esperança que estimulará o leitor a escrever uma nova história.
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sábado, 17 de agosto de 2019

Best-seller maranhense lança novos livros na Bienal do RJ


Depois de realizar o lançamento independente da série de livros eróticos Príncipes de Castellani, na 17ª edição da Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro e do sucesso alcançado nas outras edições da Bienal, a maranhense best-seller da Amazon, Lani Queiroz, retorna ao evento para lançar três livros inéditos: Princesa da Inocência e Príncipe do Domínio que compõem a série Príncipes de Castellani publicadas pela Editora 3DEA e Perigosa Sedução, que é uma história independente e apaixonante publicada pela Qualis Editora.

Querida por muitos fãs da literatura HOT, a escritora Lani Querioz estará em todos os dias da bienal para interagir com seus leitores assíduos. Sua participação no evento começa dia 30 de agosto às 14 horas, no Estande da Amazon, para realizar uma palestra e participar dos debates que ocorrerão no local.

As sessões de autógrafos e os lançamentos das obras “Princesa da Inocência” e “Príncipe do Domínio” ocorrerão nos dias 31 de agosto, 01, 07 e 08 de setembro das 16 horas às 17 horas, no próprio estande da Editora 3DEA, localizada no pavilhão verde N10. Já a obra “Perigosa Sedução” será lançada no estande da Qualis Editora no dia 31 de agosto (sábado) das 14 horas às 16 horas.
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sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Poesia na Bienal do Livro do RJ

É tempo de celebrar! Mauro Felippe reúne, na antologia Palavras Têm Vidas, o sucesso de suas quatro obras: Humanos, Nove, Ócio e Espectros. Lançado pela Editora Coerência, o livro combina os melhores versos do poeta catarinense e marca a nova fase do escritor. Mauro é conhecido por escrever poemas e aforismos que imprimem a realidade humana, seja no caos das adversidades ou pela doçura das crianças.

A combinação surgiu a partir de mais de 500 textos do autor e segue a mesma linha dos demais títulos já publicados: um habilidoso jogo de palavras, envolto à críticas ácidas e reflexões acerca da complexidade da mente humana. Trata-se de uma obra para todos que desejam extrair o universo que só a literatura é capaz de proporcionar.

Antes mesmo de ter sido apresentada ao grande público, a obra já foi endossada por críticos literários e nomes consagrados da literatura. Entre eles, o escritor e o jornalista Fernando Jorge, que assina o prefácio da obra. “Na larga visão espiritual de Mauro Felippe, as palavras têm sangue, pulsações cardíacas, almas sonoras, frêmitos de vida ardente (...). Mauro vê nos vocábulos o fiel espelho do nosso íntimo, dos nossos raciocínios, das nossas emoções”, pontua Jorge.

O próprio Mauro admite que jamais havia pensado em lançar uma antologia, assim como nunca cogitou em escrever o primeiro, segundo, terceiro e quarto livros. “É mais um sonho que flui e se concretiza em minhas mãos, que provam que aquelas Palavras, antes lançadas timidamente, Têm Vidas”, define.

As ilustrações ficaram por conta do desenhista, também catarinense, Rael Dionísio. Elas têm o poder de traduzir os textos em desenhos, criando um outro ponto de reflexão a pedido de Mauro, às vezes abstratos, outros surrealistas, mas sempre com grande simbolismo. 


Sinopse: É tempo de celebrar! Mauro Felippe, poeta catarinense, reúne na obra Palavras Têm Vidas o sucesso de suas quatro obras: Humanos, Nove, Ócio e Espectros numa antologia sem igual. Permanece o jogo com as palavras, as críticas, as reflexões e as provocações. Endossada por críticos literários e nomes consagrados da literatura brasileira, como o escritor Fernando Jorge, a nova obra também marca a nova fase deste nobre e humilde escritor que faz da sua poesia uma forte união de versos que imprimem a realidade da humanidade, seja no caos das adversidades ou pela doçura das crianças. Uma obra para todos que desejam extrair o universo que só a literatura é capaz de dar.
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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Um livro digno dos roteiros de novela

As novelas de época costumam fazer sucesso por carregar uma conexão emocional com o público. O gênero também ganha destaque na literatura. A escritora Aline Galeote convida os noveleiros para apreciar o estilo no meio literário. A sua mais recente obra Promessas de Uma Vida, lançada no Brasil pela Hugin & Munin Editora, tem todos os ingredientes de um folhetim: costumes, tradições, títulos de nobreza, indumentárias.

E claro, uma arrebatadora história de amor indispensável para que o leitor seja sensibilizado e se deixe levar pela trama. Neste quesito, Aline não ficou atrás de nenhuma novela das 18h. A obra traz um mocinho de caráter e uma mocinha forte e decidida, com cenas de romance, sensualidade e um retrato autêntico e detalhista dos costumes da Inglaterra do começo do século 19.

Damian Montrose e Victoria Ashfield vivem um verdadeiro amor impossível, mas depois de grandes reviravoltas, encerram com o tão esperado: “viveram felizes para sempre”, o desfecho mais que aguardado nos romances de época. A autora não poupa quando a proposta é emocionar: logo no começo da obra, Victoria foge para Londres depois de uma proposta de casamento desastrosa. Torna-se dama de companhia de uma respeitável senhora e viverá um affair com um conde libertino.

Já Damian unirá forças britânicas contra Napoleão em uma tentativa de frustrar os planos de seu pai após a morte prematura de seu irmão e herdeiro. Modificado pelos horrores da guerra, retorna a Londres para assumir o título ao qual tem direito. Ao conhecer Victoria, o mocinho é imediatamente atraído por seus irresistíveis encantos. A trama se desenrola com uma escrita detalhista com uma notória pesquisa histórica da autora.

Aline admite que seu fascínio pela história da humanidade. Seus costumes e tradições fizeram com que enxergasse neste tipo de literatura uma oportunidade para unir duas grandes paixões: a escrita e um mergulho ao passado através das pesquisas históricas. Promessas de Uma Vida é o primeiro título da série Consequências, um conjunto de cinco livros que a escritora pretende lançar nos próximos anos.
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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

E os demônios foram parar nas páginas do livro "O Inferno é Aqui"

O inferno está vazio, já alertou William Shakespeare. E os demônios foram parar nas páginas do livro O Inferno é Aqui, lançamento do escritor, cineasta e publicitário André Schuck, publicado no Brasil pela Editora Coerência. O enredo desta perturbadora história gira em torno de um psicopata que convive com demônios. Ele e sua esposa sequestram uma garota que acreditam ser a reencarnação da filha que perderam ainda na gravidez, devido ao abuso de drogas.

Ao mesmo tempo que tentam conquistar o amor da criança, eles terão de sobreviver a uma caçada policial pelo país. Essa não é a maior ameaça. Ambos embarcam em uma jornada de loucura e assassinatos. E os demônios? Eles ajudam, mas em troca querem a alma da garota.

Esse amor doentio do protagonista pela menina é contado por André de três formas bem diferentes, mas que se complementam: literatura, ilustração e fotografia. Ao trabalhar com essas mídias, o escritor consegue amarrar a trama e ajudar o leitor a entrar na vida do personagem principal. “Quis fazer uso delas de uma maneira que a narrativa do texto parecesse o mais verdadeira possível. Uma dando suporte a outra para impactar e levar a história adiante”, conta.

Fã de Stephen King, André já escreveu livros publicados no Brasil e em Portugal, dirigiu curtas-metragens finalistas em festivais internacionais e editou o longa-metragem Attachments, uma comédia romântica produzida em Los Angeles. Seu agente literário, Felipe Colbert, classifica o livro como uma mistura estética do cineasta Rob Zombie com o filme de Oliver Stone, Natural Born Killers. O cineasta já esteve com algumas celebridades que representaram o mundo sanguinário do terror: Linda Blair (O Exorcista) e Robert Englund, famoso por interpretar o vilão Freddy Krueger no cinema.

Como é de se imaginar, uma obra com diferentes mídias requer um trabalho impecável de produção. Especialista em dirigir cenas, o escritor realizou com o auxílio do parceiro de produção, Bruno Frede, artista de vfx, uma exaustiva sessão fotográfica, com 15 horas de duração – 12 para a produção das imagens e três para limpar o sangue cenográfico do set fotográfico. 

O Inferno é Aqui também contou com os traços da ilustradora Suzana Saito que deu vida às cenas insanas que completam a narrativa com textos e fotos.
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terça-feira, 13 de agosto de 2019

O horror tupiniquim está de volta

Um boêmio apaixonado por sua amante desencarnada, um retratista entediado e seu estranho ofício de fotografar gente morta, a bizarra obsessão de um jornalista que não se satisfaz com suas crônicas insólitas, um índio que deseja sua igaçaba de volta e uma noiva apavorante esperando a correspondência. Esses são apenas alguns dos enredos assombrosos que o escritor e colunista da revista Aventuras na História, M. R. Terci apresenta na série Bairro da Cripta, publicada pela Editora Pandorga.

Com base em fatos históricos, seu criador substitui os castelos medievais pelos casarões coloniais, as aldeias de camponeses pelas cidadezinhas do interior, os condes pelos coronéis e as superstições por elementos de nosso folclore e crendices populares, numa verdadeira transposição do gótico vitoriano para a realidade brasileira

Uma obra surpreendente e original, narrada com classe, num estilo vertiginoso e atraente que faz o leitor virar as páginas avidamente.

O primeiro volume, Elegias, possuí 28 contos assustadores e sinaliza uma série extremamente promissora e evolvente que vale a pena ser lida pelos entusiastas do gênero.

Já disponível na Amazon Kindle por R$ 11,63 e gratuitamente para os assinantes. A partir do dia 08 de agosto, quinta-feira, estará também nas plataformas digitais: Google Play Books, Apple iBookstore e livrarias digitais.
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segunda-feira, 12 de agosto de 2019

"Até Quando? O Vai e Vem" romance ficcional escrito por psicóloga franco-brasileira


João é um operário que detesta a vida. Sente inveja do dono da construtora. Cobiça a arquiteta, apesar de também odiá-la. Odeia tudo e a todos, até ele mesmo. Nutre um sentimento de infelicidade sem perspectiva alguma de mudar. Esta é a história de João no começo do livro Até Quando? O vai e vem, escrito pela psicóloga franco-brasileira Christiane de Murville, lançado no Brasil pela Chiado Books.

Logo nas primeiras páginas, João morre e vai parar em um lugar chamado “salão de memórias”. Neste local – à margem do mundo terreno –, ele encontra os registros de tudo o que fez, ou não, em vida. As imagens de pessoas que magoou, de desejos e sonhos frustrados. A insatisfação com a sua existência recente faz João tomar uma decisão: voltar à Terra para esclarecer tudo e provar que tem qualidades.

Retornar não é tão simples quanto imagina. Ele precisa beber da “água do esquecimento” e, assim, não se lembrará da vida passada, nem reconhecerá as mesmas pessoas de seu círculo de relacionamentos. No entanto, continua a se relacionar com os mesmos amigos, vizinhos, familiares e até inimigos. Entre as idas e vindas ao “salão de memórias”, João evolui como pessoa e entende que a felicidade está além do corpo e dos bens materiais.

“E a vida seguia assim, com a turma indo e vindo, reencontrando-se, vivendo tanto momentos alegres e felizes, como desafiadores e angustiantes. Porém, até quando João e seus familiares ficariam nisso? Estavam todos presos nesse esquema que parecia interminável, repetindo sensações, situações, esquecendo-se de que constituíam uma só família.” Até Quando? O vai e vem – pag. 265

O livro apresenta reflexões atuais e durante a aventura de João e sua família, é possível refletir sobre a própria vida. Os personagens intercalam momentos de grande alegria a situações de extremo sofrimento. E a pergunta que fica é: até quando continuarão a reeditar as experiências já vividas, repetir comportamentos ruins e retornar a lugares já conhecidos? “Impossível não se identificar com algum dos personagens apresentados ou com alguma das situações descritas”, conta a autora. 

Este é o sexto livro escrito por Christiane, que é doutora em psicologia e artista plástica – ela mesma criou as ilustrações do livro. A obra, que também será lançada na França ainda este ano, ganhou o “Prêmio Brasil Entre Palavras”, organizado pelo blog “Cura Leitura”, como melhor ficção de 2018. A continuação deste romance ficcional Até Quando? A prisão, está em processo de tradução e será publicado em breve no Brasil.
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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Antiga lenda indígena agora é narrada pela Estrela Cultural


A terrível Mãe do Pranto vive na floresta, o que o curumim fará quando ela o encontrar?

Para tentar matar sua fome insaciável, Ceuci come tudo o que vê pela frente e sempre quer mais! Agora chegou a vez do pequeno garoto enfrentar a criatura mais temida de toda a floresta.

A obra “Ceuci, A Mãe do Pranto”, publicada pela Editora Estrela Cultural, é uma lenda do antigo povo Anambé, natural do Pará, narrada agora pelo escritor indígena Cristino Wapichana. O pequeno leitor é apresentado, de forma lúdica e divertida, à história de um curumim – menino, na língua Tupi –, que decide se aventurar em uma pesca, contrariando os conselhos de sua mãe.

Corajoso, ele se julgava mais esperto do que todos. No entanto, mal sua jornada começa e o pequeno encontra Ceuci sobre uma canoa. Uma senhora gulosa, a Mãe do Pranto, devorava peixes sem parar e, quanto mais comia, mais fome tinha. Não tardou, para que a criatura descobrisse sua presença bem ali, no meio da mata. A partir disso, a narrativa se transforma em uma incrível aventura, com a perseguição de Ceuci atrás do curioso curumim.

A canoa continuou descendo em sua direção, enquanto quem estava lá jogava a rede no rio e a recolhia cheinha de peixes. Era Ceuci! Ela pegava os peixes pela cauda um em cada mão e estraçalhava primeiro a cabeça e devorava todos os peixes rapidamente. Quanto mais comia, mais queria! (pág. 8)

Com uma escrita cativante e sutil, o premiado escritor convida o jovem a refletir sobre questões da vida, como amizade, confiança e respeito. Dinâmico e encantador, o livro é ilustrado pelo pernambucano Jô Oliveira. Além de enriquecer as páginas, as ilustrações levam as crianças a exercitar a imaginação e vivenciar a história de uma maneira única, tornando a leitura ainda mais emocionante.

Essa é mais uma obra da Estrela Cultural que tem como pilar prestigiar a cultura brasileira e nossos autores, tanto escritores como ilustradores.
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