sábado, 17 de novembro de 2018

O jogo da forca serviu de inspiração para o divertido livro Palavra-chave

Uma experiência de sala de aula, relatada por uma educadora da cidade paulista de Jundiaí intrigou a poeta e artista plástica Selma Maria. A educadora passara uma lição de casa para os alunos em que pedia para que eles completassem um jogo de forca a partir da figura de duas galinhas que viam desenhadas no canto da folha sulfite. No dia seguinte, o aluno mais esforçado da classe foi o único que entregou a lição em branco. Ao perguntar por quê, ela recebeu a seguinte resposta: “Professora, você fez uma pegadinha, não é? Tudo está feito... GA e as linhas: galinhas!”.

Selma ficou com isso na cabeça: “Passei anos pensando na genialidade desse menino e, por fim, nasceu esta história que virou este livro”. Ela se refere à obra Palavra-chave, com ilustração de Nina Anderson, um lançamento da Editora do Brasil. Mais que uma leitura, Selma propõe uma divertida brincadeira aos jovens leitores.

Inspirada no jogo da forca, a história é protagonizada por passarinhos que comem letras. A autora então desafia o leitor a participar da construção da narrativa ao interagir com as páginas e completar as palavras com letras faltando. É uma forma divertida de estimular as potencialidades do leitor em formação.
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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Faro Editorial lança este mês “O amor nas 4 estações” de Victor Degasperi

Experimentar a vida em sua essência, valorizar cada momento, cada evento, cada cair de chuva, farfalhar de árvores. Sentir a vida, a alma, o infinito... tudo parece utópico e lúdico demais? Mas é um desafio diário de viver cada momento de verdade e com intensidade, e depois disso, tudo passa a valer a pena!

A Faro Editorial lança este mês “O amor das 4 estações” de Victor Degasperi, um livro de crônicas sobre a vida e suas nuances, permeando as quatro estações do ano. Mais do que celebrar o amor, o autor nos desafia a a viver um ano inteiro prestando atenção aos detalhes diários que tornam a nossa vida uma grande aventura, e que muitas vezes, deixamos passar.

Victor aceitou esse desafio, e durante um ano viu a vida com os olhos de quem quer achar beleza em tudo, e isso mudou a forma como ele enxergou o mundo. E agora ele faz um convite para você viver a própria vida com intensidade, olhar o amor de outra maneira, de fazer uma releitura do nosso coração.

“Quando a felicidade diz que não há nada que você poderia fazer a não ser ir, o coração já pulou. Já está mergulhado. É engraçado como encontramos felicidades escondidas quando temos mais coragem. Os grandes momentos das nossas vidas partem de mergulhos
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sábado, 27 de outubro de 2018

Literatura infantil em forma de cordel

Escrito em estrofes de seis versos e sete silabas poéticas, o livro O encontro da cidade criança com o sertão menino, de Marco Haurélio, com ilustração de Laerte Silvino, um lançamento da Editora do Brasil, segue a forma consagrada das narrativas de cordel, um gênero literário popular que acabou de ser reconhecido como patrimônio imaterial cultural do Brasil, tendo como berço a Região Nordeste brasileira.

Na obra, o autor coloca em contato dois mundos bem diferentes, a partir do encontro dos primos José Silva, que mora no sertão de Alagoas, e João Wenceslau da Costa, que mora na cidade de São Paulo. Em Alagoas, José Silva mora com a avó, Sinhana, em uma casa sem luz elétrica e sem televisão. Ele leva a vida típica dos garotos do lugar: vai à escola montado no jumento Pouca-Prosa, brinca de jogar bola, sobe em árvores e nada nas lagoas. A parte que mais gosta vem a noite, quando sua avó, à luz da candeia, lê boas histórias para ele na forma de cordel.

A rotina da família muda quando o filho mais velho de Sinhana, João, que fora embora para São Paulo havia muitos anos, retorna para uma visita, bem na época de Natal, e trazendo a mulher Inês e o filho, João Wenceslau, para conhecer a avó. Esse encontro entre a criança da cidade e o menino do sertão é a deixa para homenagear grandes cordelistas e repentistas nordestinos, em uma bonita celebração das tradições populares do sertão brasileiro.

O autor foi buscar inspiração para escrever o livro em na própria infância. “Fui menino do sertão e, por vários anos, morei na roça, num lugar chamado Ponta da Serra, na Bahia, onde nasci. Também tive uma avó contadora de histórias, Luzia Josefina, que tinha um grande acervo de folhetos de cordel guardados na gaveta de um velho armário, verdadeiro baú do tesouro”, escreve ele.

O livro faz parte da coleção Mil e uma histórias, que reúne autores renomados, ilustrações encantadoras e narrativas cativantes. As obras dessa série refletem a cultura popular e a infância, mostrando a realidade de um jeito diferente e levando o pequeno leitor a pensar sobre suas atitudes e o mundo que o cerca.
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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Para presidente da CBL, falta de leitura favorece notícias falsas

Na noite do próximo dia 8 de novembro, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, será realizada a 60ª edição do Prêmio Jabuti – considerado o principal reconhecimento e a mais tradicional honraria aos livros e aos escritores no Brasil.

A realização de um evento literário por seis décadas no país é um marco. De acordo com a pesquisa Retrato da Leitura, 44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou umlivro. O Banco Mundial estima, com base no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), que os estudantes brasileiros podem demorar mais de dois séculos e meio para ter a mesma proficiência em leitura dos alunos dos países ricos. Segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o mercado editorial encolheu 21% entre 2006 e 2017.

O primeiro Prêmio Jabuti, entregue em 1959, foi concedido para a obra “Gabriela Cravo e Canela”, do escritor Jorge Amado que, anos antes, na ditadura do Estado Novo (1937-1945), teve seus livros queimados em praça pública. A obra do escritor baiano foi o primeiro livrolido pelo menino Luís Antonio Torelli, hoje editor e presidente da Câmara Brasileira do Livro(CBL), entidade responsável pelo Prêmio Jabuti.

Em entrevista à Agência Brasil, Torelli falou sobre a premiação, a importância da leitura para a sociedade e sugeriu a ampliação de iniciativas que tenham como foco as bibliotecas. “Num país com poucas livrarias e com pouco acesso ao livro, fica quase impossível ter um programa de formação de leitores se as pessoas não têm onde buscar o livro. As bibliotecas cumprem essa lacuna. Não é só construir. Precisa de um acervo que convide e que seja atraente”, afirmou.

O especialista destacou ainda a importância da leitura e do conhecimento para o combate à disseminação de notícias falsas (fake news). “As pessoas formam opinião sem checar o que recebem, a origem dos dados ou quem é que está publicando. Quando você tem um pouco de conteúdo, proporcionado pela leitura, vê que aquilo não tem nenhum fundamento.”

Confira aqui a entrevista na íntegra.
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Uma coisa absolutamente fantástica está entre nós


Enquanto volta para casa depois de trabalhar até de madrugada, a jovem April May esbarra numa escultura gigante. Impressionada com sua aparência — uma espécie de robô de três metros de altura —, April chama seu amigo Andy para gravar um vídeo sobre a aparição e postar no YouTube. No dia seguinte, a garota acorda e descobre que há esculturas idênticas em dezenas de cidades pelo mundo, sem que ninguém saiba como foram parar lá. Por ter sido o primeiro registro, o vídeo de April viraliza e ela se vê sob os holofotes da mídia mundial.

Agora, April terá de lidar com os impactos da fama em seus relacionamentos, em sua segurança, e em sua própria identidade. Tudo isso enquanto tenta descobrir o que são essas esculturas — e o que querem de nós.

Divertida e envolvente, essa história trata de temas muito relevantes nos dias atuais: como lidamos com o medo e o desconhecido e, principalmente, como as redes sociais estão mudando conceitos como fama, retórica e radicalização.

Sobre o autor
Hank Green começou a fazer vídeos no YouTube em 2007 com seu irmão, John Green. Desde então, a dupla conquistou uma grande comunidade de fãs — os nerdfighters — ao falar sobre ciência e cultura pop. Atualmente, é CEO da Complexly, uma produtora especializada em conteúdo educacional para o YouTube, como os canais Crash Course e SciShow. Seus vídeos já tiveram mais de 2 bilhões de visualizações.
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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Livro polêmico de Milo Yiannopoulos chega ao Brasil

Provocador, autêntico e com um senso de humor carregado de acidez, Milo discute tabus, rebate críticas e promove uma verdadeira guerra contra o mainstream ideológico. Homossexual assumido e casado com um parceiro negro, Milo é contra o aborto, contra o discurso extremo do novo feminismo, contra a esquerda, contra o politicamente correto e questiona os discursos “democráticos” dos seus opositores, que depredam carros e queimam ônibus para impedir sua liberdade de expressão.

Odiado por movimentos radicais, tanto pelos conservadores quanto por progressistas, ele também defende uma política mais severa na admissão de imigrantes e refugiados aos Estados Unidos. Com tanta polêmica, o autor foi expulso do Twitter, censurado por universidades e o lançamento de seu livro foi boicotado após surgir uma campanha difamatória acusando-o de pedofilia. Mas esse ataque da esquerda não o calou.

Milo tornou-se a figura mais polêmica das redes sociais ao falar aquilo que muitos não têm coragem expor sem gerar grandes inimizades, e agora essas ideias finalmente chegam ao Brasil.

A Faro Editorial lança “Dangerous”, de uma das vozes mais ativas da internet ao redor do mundo. Milo sempre está no centro das questões polêmicas. Você pode não concordar com tudo, mas seus argumentos são interessantes, fundamentados e repletos de senso de humor.

Ele luta pelo direito à livre expressão, doa a quem doer. E em seu livro discorre sobre censura, preconceito, homossexualidade, política, terrorismo e tudo o que movimenta o mundo das redes sociais. E não se engane, este não é um livro sobre discurso de ódio ou sobre desrespeito a qualquer grupo ou minoria. Milo aborda ideias que estão sendo debatidas em todo o mundo neste momento e, quase sempre, com um único viés ideológico.
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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Intensidade sonora

“No começo, tudo era silêncio. Mas depois tudo ficou barulhento. O Universo se encheu de sons”. É esta proposta de imergir no mundo dos sons e ritmos que o livro “Alto, baixo, num sussurro”, escrito pelos ucranianos Romana Romanyshyn e Andriy Lesiv, com tradução de Flora Manzione, traz aos leitores. Nele, é possível compreender diversos tipos de sons, especialmente os produzidos pela música e pela natureza.

O mundo sonoro é o assunto principal dessa publicação da Editora do Brasil, que contém explicações dos conceitos relacionados às ondas sonoras e à audição, além de ricas informações, proporcionando uma leitura direta e lúdica sobre o tema.

Apesar de invisível, o som chama muito a atenção. Depois que paramos para ouvir, aprendemos a perceber todas as suas variações dos sons: dos ruidosos e altos aos brandos e baixos, familiares ou estranhos, além dos inúmeros produzidos pelos instrumentos musicais, que vão das cordas ao sopro. Ao apresentar todos estes pormenores musicais, a obra desperta o leitor para a educação musical, auxiliando músicos a explicar o universo dos sons às crianças e jovens.

Música, intensidade do som, silêncio, barulho - tanto produzidos pelos seres humanos, quanto pela natureza - são mencionados como formas de nos fazer refletir sobre o quão fantástico é o universo do som e do silêncio. Ouvidos e olhos atentos para deixar fluir essa leitura!
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Consultor treinado pelo Serviço de Inteligência israelense lança guia para o mundo dos negócios

Daniel Schnaider, consultor em inovação e estruturação de negócios, nasceu no Rio de Janeiro, mas morou em Israel desde cedo. Lá, com apenas 14 anos criou uma das primeiras plataformas de comércio eletrônico do mundo, o Quantum. Interessado em computação desde novo, ele também inventou o Shopping, um aplicativo de comércio online que podia ser utilizado por qualquer tipo de loja. Ferramenta que colaborou, inclusive com o crescimento de gigantes do mercado, como a Pizza Hut.

O brasileiro se juntou às Forças Especiais do Exército israelense e foi recrutado para a Unidade de Inteligência em 1996, onde participou de inúmeros projetos ultrassecretos fundamentais para a segurança nacional. Crucial para a carreira que hoje tem estabelecida no mundo corporativo, Schnaider foi preparado para resolver os desafios mais complexos e urgentes de uma nação em constante perigo existencial, por meio de um meticuloso treinamento.

No tempo em que ele esteve na Unidade de Inteligência, uma das aptidões identificadas por seus avaliadores, foi sua capacidade de liderança, que iam desde a organização de um grupo eficaz, até o domínio de simplificar problemas complexos. Essa facilidade de explicar e ensinar é trazida pelo escritor em sua obra Pense com calma, aja rápido.

Depois de completar os estudos regulares, ingressei, no serviço militar. Para entender um pouco da cultura de Israel, quando se contrata alguém, não se analisa o currículo, qual universidade cursou ou as experiências profissionais. Leva-se em conta a atuação dessa pessoas no Exército. Acontece que eles são tão rígidos nos processos seletivos e nos treinamentos que as empresas confiam mais na instituição militar do que nas faculdades na hora de selecionar um candidato. Muito diferente de como acontece no Brasil, não fui para um quartel aprender a bater continência. Ingressei em uma unidade de elite do Serviço de Inteligência do Exército israelense, um posto disputado por mais de cem mil pessoas e para o qual não mais do que cem candidatos conseguiam ser selecionados. Página 16

O autor demonstra de forma simples o método de gestão avançada para lidar com inimigos, desenvolvida durante 70 anos pelo Exército de Israel, aplicada ao universo dos negócios. Schnaider ajustou muitas dessas metodologias em suas consultorias e assim participou do processo de transformação de dezenas de empresas, ONGs e órgãos governamentais.

Filho de Matheus Schnaider, desenvolvedor do primeiro modelo de geladeira que não congela (frost free) e ex-vice-presidente executivo do Banco Desenvolvimento (BD) e do Banco do Estado do Rio (BANERJ), Daniel nasceu com o empreendedorismo no sangue, desde cedo tem prazer em estudar e desenvolver.

Mas eu não me limitava a ficar com a cara enfiada nos livros e brincando no computador o dia todo; eu realmente me engajava nos meus próprios projetos. Pode-se dizer que, aos treze anos, eu já era um empreendedor. Aliás, essa é uma das maiores heranças do meu pai: ele despertou em mim o dom para o mundo dos negócios.. Desde cedo fui preparado para isso. Quando eu tinha apenas doze anos, meu pai me colocou em contato com um empresário carioca chamado Ary Duriez, para que eu pudesse ajudá-lo a montar uma das primeiras lojas de aluguel de jogos. Página 15 – Daniel Schnaider – Pense com calma, aja rápido

O livro é composto por seis capítulos Os Fundamentos; Ferramentas; Ecossistema, Departamentos, Estratégia e Decisões de Impacto. Em cada uma destas divisões, o leitor vai encontrar orientações práticas e detalhadas, o verdadeiro passo a passo para uma empresa ser bem estruturada, organizada e inovadora. Por exemplo, no capítulo Ferramentas, o autor frisa a importância do diagnóstico, principalmente nos momentos de crise, em que é preciso analisar o ambiente e pensar antes de agir. Segundo Schnaider, assim como na medicina, o gestor de um negócio utiliza uma série de testes para detectar as deficiências da empresa, o que leva ao seu desenvolvimento.

Entre as grandes dicas de Schnaider, no capítulo Ecossistema, ele também mostra que investidores nem sempre são a melhor saída para um empreendimento que precisa de dinheiro urgentemente, há outras alternativas a serem exploradas. Além disso, ter um modelo de negócio inovador não é garantia de sucesso, é necessário ouvir o público diretamente. Para o consultor, essa é uma lição que até as grandes corporações precisam aprender com as startups, que de forma eficaz têm inovado a interação entre público e produto.

O conteúdo de Pense com calma, aja rápido é fruto de 20 anos de experiências de Daniel Schnaider e é fundamental no cenário de empresas que têm a necessidade de crescer rapidamente, ao mesmo tempo que precisam lutar pela sobrevivência no mercado. O desafio de equilibrar agilidade e qualidade em um ambiente competitivo pode ser vencido com as técnicas apresentadas por Daniel Schnaider.
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