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sexta-feira, 5 de julho de 2019

10 dicas para incentivar a leitura nas férias

As novas gerações já nascem submersas na tecnologia, brincando e interagindo apenas com os aparelhos eletrônicos. É cada vez mais difícil fazer com que os pequenos peguem gosto pela leitura, mas também não é impossível. Confira as dicas que a Estrela Cultural, editora especializada em livros destinados ao público infantil, preparou para pais, avós, tios e professores para ajudar os pequeninos a gostar da leitura.

Primeiro, é importante saber que, antes mesmo de uma criança aprender a ler, já é possível apresentá-la ao mundo da literatura. O contato precoce com as obras e histórias é muito importante para o desenvolvimento na infância e também para a relação da criança com a leitura no futuro. Veja abaixo algumas dicas para incentivar a leitura desde cedo:
Incentivar a leitura por prazer
Não existe nada melhor do que fazer e ler aquilo que se gosta, certo? Por isso, estimule as crianças e jovens a ler por prazer e não por obrigação. Esta é uma forma saudável de incentivar o desenvolvimento do hábito da leitura naturalmente. Escolha livros que sejam atrativos aos olhos e que contenham histórias de gêneros literários que mais chamem a atenção dos novos leitores.

Tecnologia a favor dos livros
Se você acha que o pequeno prefere ficar na frente do celular ou tablet, não desanime, isso pode ser ótimo também! A tecnologia pode e deve ajudar no desenvolvimento do habito de ler. Seja a partir de uma biblioteca virtual no aparelho eletrônico ou por meio de sites de editoras e e-books que disponibilizam atividades complementares sobre os títulos.

Além disso, pode-se recorrer a plataformas digitais, como canais Youtube direcionados à literatura infantil, páginas no Facebook que discutem sobre leituras percorridas e até mesmo clubes de leitura no WhatsApp. Todos estes meios fazem uso de linguagem jovem, direta e, neles, podem ocorrer estímulos, interesses e mediações sobre o assunto.

Brincar enquanto lê
Já pensou estimular a leitura brincando? Os livros da Editora Estrela Cultural permitem isso e muito mais! A casa editorial conta com títulos interativos, como a obra “A Arca de Noé”, que acompanha uma arca de papel, um cartão montável e três potes de Super Massas da Estrela para modelar os animaizinhos do conto. Dessa forma as crianças se sentem parte da narrativa e mergulham nessa aventura por meio das páginas. Além disso, a Estrela possui a coleção Papa-Páginas, nessa surpreendente versão, os pequenos leitores marcam as páginas do livro e completam as cenas com 12 simpáticos marcadores de monstrinhos. Os “monstros” se encaixam no topo das folhas devorando-as, e criam uma inovadora forma de leitura, tornando-a muito mais prazerosa e atrativa.

Leve para passeios literários
Fazer com que as crianças tenham contato com diversos livros é muito importante. Levem-nas para explorar bibliotecas e livrarias, procure um lugar onde seja possível passar tempo e sentar-se para ler com calma e conforto. Deixe que o pequeno escolha o livro que mais lhe interessar, e para estimular ainda mais, leia com ele, pergunte o que achou da história e qual foi o seu personagem favorito. Isso irá fazer com que ele veja a leitura como um momento de convivência e lazer em família! Além de quase não ter custo algum, é uma ótima oportunidade para a criançada se divertir e aprender.

Escolher os livros relacionados com o interesse das crianças
Procure apresentar aos pequeninos livros sobre assuntos que eles já tenham alguma informação, ou que pareça com aquele filme ou desenho que adoram. Também vale a pena investir nas obras com personagens famosos, de clássicos como Peter Pan, os três porquinhos etc., ou livros que abordam assuntos do universo infantil. Com certeza, haverá títulos com a temática que desejar, e tudo isso fará com que a criança se conecte com a narrativa e aprenda muito mais com ela, além de se tornar prazerosa.

Diversificar os diferentes gêneros literários
Na infância é muito importante que a criança entre em contato com tipos de livros e textos variados. Certifique-se de que seu pequeno possa acessar clássicos da literatura infantil, best-sellers, contos de fadas, poemas – que ajudam ainda mais no desenvolvimento do pequeno –, histórias em quadrinho, entre outras opções. Assim, poderão experimentar outros gêneros e formatos o longo da vida. Mas lembre-se, nunca o force a ler aquilo de que não gosta!

Dê prioridade às imagens
Quando está no começo da aprendizagem de leitura, a criança tende a se cansar facilmente durante essa atividade. Nessa fase, o ideal é explorar as imagens para mantê-los incentivados, e se for o caso de obras interativas, incentive as propostas de brincadeiras para deixá-los focados no livro.

Leitura de pais e filhos
É natural que as crianças se espelhem nos pais e se influenciem em seu comportamento. Dessa forma, além do estímulo recebido no âmbito escolar, é essencial que os pais mostrem que a leitura está presente em casa também!

É comum que os pais leiam para os filhos antes de dormir, mas uma boa dica é que leiam o mesmo livro que os filhos para que, ao fim da leitura, conversem sobre a história. Assim, valoriza-se o aprendizado adquirido e os interesses em comum são descobertos com maior interação.

Respeite o gosto e o tempo da leitura
Conforme os pequenos vão crescendo, eles tendem a se interessar por um gênero literário específico, certo? Nesse momento, apesar de incentivar a leitura do gênero que mais agradar a criança, tente também oferecer opções novas. Antes de oferecer outros gêneros, observe seu filho e preste atenção aos seus interesses. Acertar na indicação do livro pode ser fundamental para que ele se apaixone pela leitura.

Ah, uma sugestão bem importante, não cobre rapidez na leitura e não force a criança a ler tudo sozinha. Para que se torne um processo prazeroso, converse com ela sobre o que está acontecendo no livro após a leitura. Porém, tome cuidado para não passar um tom professoral ou autoritário. 

Ler deve ser sempre um prazer
Aproveite o tempo das férias e alie a leitura com outros tipos de diversão. O livro fala de animais? Leve os pequenos para o zoológico para que eles vejam como são os bichos na vida real. Se falar de planetas, galáxia ou universo, que tal fazer uma visita ao planetário? Filmes e peças de teatro também são ótimas opções para desenvolver a relação com os livros.

Atenção nas limitações
Em alguns casos, é comum que crianças se frustrem com a leitura quando existe alguma situação que atrapalhe sua experiência, tais como: dificuldade com algumas palavras mais difíceis, defasagem na alfabetização ou até mesmo problemas com interpretação de texto.

Se a criança demonstrar sinais como troca de letras, dificuldade de se comunicar ou ao começar a escrever, fique atento. Continue estimulando, respeitando o seu tempo e, caso necessário, procure especialistas como psicoterapeutas. O acompanhamento precoce ajuda a evitar que problemas como esses tenham efeitos duradouros no desenvolvimento da criança e também na sua relação com a leitura.
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segunda-feira, 10 de junho de 2019

Quais benefícios a leitura proporciona para as crianças?


Estimular a leitura desde o período infantil traz inúmeros benefícios para o desenvolvimento da criança, pois é nessa fase que eles mais absorvem informações. Embora, nos dias de hoje, existam aparelhos eletrônicos que estimulam a imaginação e trazem entretenimento, colocar as crianças em contato com os livros ainda é a melhor opção, pois, as obras literárias são cruciais para a formação intelectual, social, moral e emocional dos pequenos.

A leitura é fundamental para o aperfeiçoamento as habilidades cognitivas, expressão de sentimentos e da comunicação das crianças. O bacana de mantê-las familiarizadas com os livros é que eles já se acostumam com o objeto de leitura e vão aprendendo, interpretando e entendendo as histórias através das figuras que ajudam a mediar o conto.

Se mesmo depois desses motivos você ainda não se convenceu sobre a importância da leitura para os baixinhos, a Estrela Cultural, editora especializada em livros destinados ao público infantil, listou alguns dos benefícios que a leitura pode trazer para a criançada:

Desenvolve a personalidade

Um dos fatores para querer incentivar a leitura é o desenvolvimento da personalidade das crianças, pois os livros são essenciais para que os pequeninos criem uma visão de mundo e reconheçam as qualidades que se identificam. Além disso, quando eles entram em contato com diversos personagens – cada qual com um jeito diferente, faz com que construam uma identidade, facilitando assim, suas relações sociais.

Entende a alteridade

As obras ajudam os pequenos, muitas vezes, a se colocar no lugar dos outros. Dessa forma, passam a conhecer os sentimentos e os pontos de vista de outras pessoas, isso ajuda as crianças a criar empatia, ser gentil e estimula a vontade de ajudar o próximo.

Fortalece o vínculo entre pais e filhos

No período infantil, quando a leitura ainda tem quer ser mediada por um adulto, faz com que fortaleça a conexão entre a criança e quem lê para ela. Desse modo, os pais criam uma relação mais forte com seus filhos e ficam a par de todo o processo de aprendizado.

Aflora a imaginação e a criatividade

Cada livro tem seu universo único, que permitem que as crianças descubram novos mundos e explorem sua imaginação e criatividade. Através das histórias e das ilustrações, os pequenos podem se colocar dentro do conto, recriando personagens e lugares totalmente diferentes em suas mentes. E vale frisar que, eles ainda podem trazer esses elementos criativos para a realidade, seja através de desenhos ou de brincadeiras e, isso é um conjunto fundamental para a formação intelectual também.

Aprendem novas palavras

Quando eles leem uma história, aprendem um novo vocabulário e a usar corretamente as palavras, desenvolvendo habilidades linguísticas e evitando futuros problemas ortográficos.

Aumenta a concentração

Os livros envolvem os pequenos através das vantagens que a leitura traz, e com isso ajuda a fortalecer sua concentração. Por conta do interesse de saber o desfecho da narrativa, eles acabam prestando atenção quando necessário. Isso faz com que eles passem a ser mais atenciosos quando alguém estiver explicando ou ensinando alguma lição importante.
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segunda-feira, 4 de março de 2019

Acordo Ortográfico completa 10 anos

No dia 1º de janeiro de 2009, entrava em vigor no Brasil o novo Acordo Ortográfico, medida que pretendia padronizar a grafia das palavras do Português nos nove países que adotam o idioma como língua oficial. Estima-se que as novas regras afetaram de 0,5% a 0,8% das palavras do Português brasileiro, bem menos do que as alterações estimadas para o Português de Portugal, que ficaram em 1,5% - o que explicaria a menor resistência do brasileiro em abraçar o Acordo.

“Mudanças na ortografia, por meio de leis e acordos, ocorrem de tempos em tempos no Português. O último acordo, antes do vigente, datava de 1943, com alterações em 1971. Sempre haverá, nesses momentos, quem esperneie e blasfeme quanto às mudanças, mas nenhum Acordo nesse sentido é feito para dificultar - e sim para tornar as coisas mais simples, mais fluentes. O Português carecia de uniformidade em sua modalidade escrita. São 250 milhões de usuários que escreviam e liam com diferenças que atrapalhavam essa uniformidade do idioma. A sintaxe, a forma de combinar as frases, o vocabulário de cada localidade falante dos diversos tipos de Português não sofreram alteração. Sob o ponto de vista simbólico, essa uniformização valoriza a Língua Portuguesa em sua representatividade no cenário internacional”, avalia Yeso Osawa Ribeiro, professor de Língua Portuguesa e Redação no Curso Positivo, de Curitiba (PR).

O Acordo e as dificuldades

Gestado desde 1990, como desdobramento de um encontro para unificação do Português ocorrido em 1986, o Acordo Ortográfico deveria ter entrado em vigor em 1994. Em vez disso, por questões burocráticas, ele só passou a ser adotado há uma década, quando o Brasil iniciou a implantação, fazendo com que os outros países iniciassem seus processos em seguida. Por alguns anos, as novas regras conviviam com as antigas sem qualquer problema. Porém, desde 2016, quando terminou o período de transição, somente o novo Acordo Ortográfico passou a ser aceito no Brasil.

O assessor pedagógico de Língua Portuguesa do Sistema Positivo de Ensino, Caio Castro, afirma que, apesar de o novo Acordo Ortográfico pretender facilitar a comunicação entre os países de Língua Portuguesa, é comum as pessoas apresentarem dúvidas em relação à nova ortografia - principalmente aquelas que estavam acostumadas com as normas antigas há mais tempo. Segundo ele, uma das alterações que mais confunde as pessoas, atualmente, estão ligadas à hifenização. "É muito comum nos perguntarem em que situações o hífen deixou de ser usado, como em ‘antirreligioso’ e ‘autorretrato’, e em quais não, como ‘bem-vindo’ e ‘anti-inflamatório’”, explica. Outro caso em que o hífen deixou de ser usado e ainda gera confusão na população é quando o prefixo termina em vogal e o sufixo começa com uma vogal diferente, como em aeroespacial, lembra o especialista.

Com as novas regras do Acordo Ortográfico, palavras como “assembleia”, “ideia” e “jiboia” perderam o acento, por serem paroxítonas, enquanto “herói”, “chapéu” e “anéis”, que são oxítonas, mantiveram o acento. Para Ribeiro, o caso que mais trouxe dor de cabeça, principalmente aos adultos, foi o da mudança nos ditongos abertos em "ei", "eu", "oi". "Antes, todos eles eram acentuados, indistintamente. Agora, apenas quando ocorrem em palavras oxítonas”, explica o professor. Outra dificuldade de assimilação citada por ele foi a extinção do acento circunflexo nos hiatos “oo” e “ee”, o que fez com que palavras como “voo” e “leem” não sejam mais acentuadas; bem como o fim do acento diferencial em palavras com a mesma grafia, mas pronúncia e significados diferentes, como é o caso do verbo e da preposição para, ou do substantivo e da preposição pelo. “As regras dos acentos diferenciais e dos hiatos em vogais dobradas ainda causam problemas, embora a frequência seja muito menor do que os dos ditongos”, explica Ribeiro.

Por outro lado, diz ele, algumas alterações, como o fim do trema, só expressaram o que já acontecia de fato e foram rapidamente absorvidas. “As pessoas, de um modo em geral, não usavam trema; a regra, nesse sentido, facilitou o trabalho para a maioria”.
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domingo, 3 de março de 2019

2019: O ano para escrever seu primeiro livro chegou!


Ano novo é tempo de refletir e de fazer novas resoluções. É nesta época que as pessoas prometem que vão começar a se exercitar, decidem se reconciliar com quem se desentenderam ou planejam acertar pendências para dar um jeito na vida. Não existe mesmo um melhor momento para começar uma mudança, um projeto ou resolver algo que há tanto protelado do que o início de um novo ano. Para quem tem o desejo de escrever um livro, a ocasião também é a mais propícia possível. 

Se no ano passado, você impressionou algumas pessoas com seu conhecimento e experiência em determinada área, saiba que publicar um livro é um grande divisor de águas na carreira. A obra confere autoridade ao seu autor, tornando-o referência em sua área de atuação e é muito efetiva para o fechamento de novos contratos e geração de novas oportunidades profissionais.

Outra vantagem é que, quanto mais seu livro é conhecido, mais repercussão é gerada para seu trabalho, o que fortalece sua rede de contatos e aumenta o número de indicações para palestras, workshops e consultorias.

Já para quem ama contar histórias e adoraria iniciar o ano tirando as teias de aranha daquela trama que há muito vem sendo elaborada em sua cabeça, 2019 também pode chegar com a escrita de um livro de ficção científica, romance ou infantil.

Eis algumas dicas para embalar a publicação de sua obra no novo ano:

1- O que te leva a querer fazer seu livro?

1- Pense nos motivos que estão te impedindo de começar a escrevê-lo;

2- Use essa reflexão para poder iniciar o trabalho de alma limpa;

3- Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Quem vai ler o que eu tenho a dizer? Eu tenho condições de produzir um conteúdo que seja diferente daqueles de outras obras já publicadas? Como o meu conhecimento e minhas histórias impactarão os leitores?

4- Se as respostas para as perguntas acima forem "sim", acredite que você é capaz e siga em frente;

5- Valorize o que você conquistou pessoalmente e profissionalmente;

6- Verifique os feedbacks e opiniões de pessoas em quem você confia;

7 - Caso você tenha dificuldades com a escrita, comece a escrever diariamente ou realize um curso de redação. Se não tiver tempo e paciência para melhorar sua técnica de escrita, contrate um Ghost Writer. Independentemente disso, o conteúdo do livro será seu;

8 - Se você entende que precisa conhecer o tema que pretende tratar em seu livro com maior profundidade e detalhes, faça um planejamento e aprenda o suficiente antes de começar a escrita em si de seu livro. Isso também é uma forma de já começar a trabalhar em seu projeto;

9 - Estabeleça um cronograma que se encaixe na sua rotina. Por exemplo: para escrever 200 páginas em 10 meses, você pode escrever 20 páginas por mês, ou seja, cinco páginas por semana;

10 - Contrate a assessoria de um Book Advisor para te orientar ao longo do processo. Isso fará enorme diferença para tornar o trabalho em seu livro dinâmico e eficaz desde a escolha do tema a ser desenvolvido, passando pela montagem do cronograma e organização da rotina de escrita, a construção do roteiro de capítulos e o apoio durante a fase de redação dos textos.
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

2019: O ano para escrever seu primeiro livro chegou!

Ano novo é tempo de refletir e de fazer novas resoluções. É nesta época que as pessoas prometem que vão começar a se exercitar, decidem se reconciliar com quem se desentenderam ou planejam acertar pendências para dar um jeito na vida. Não existe mesmo um melhor momento para começar uma mudança, um projeto ou resolver algo que há tanto protelado do que o início de um novo ano. Para quem tem o desejo de escrever um livro, a ocasião também é a mais propícia possível. 

Se no ano passado, você impressionou algumas pessoas com seu conhecimento e experiência em determinada área, saiba que publicar um livro é um grande divisor de águas na carreira. A obra confere autoridade ao seu autor, tornando-o referência em sua área de atuação e é muito efetiva para o fechamento de novos contratos e geração de novas oportunidades profissionais.

Outra vantagem é que, quanto mais seu livro é conhecido, mais repercussão é gerada para seu trabalho, o que fortalece sua rede de contatos e aumenta o número de indicações para palestras, workshops e consultorias.

Já para quem ama contar histórias e adoraria iniciar o ano tirando as teias de aranha daquela trama que há muito vem sendo elaborada em sua cabeça, 2019 também pode chegar com a escrita de um livro de ficção científica, romance ou infantil.

Eis algumas dicas para embalar a publicação de sua obra no novo ano:

1- O que te leva a querer fazer seu livro?

1- Pense nos motivos que estão te impedindo de começar a escrevê-lo;

2- Use essa reflexão para poder iniciar o trabalho de alma limpa;

3- Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Quem vai ler o que eu tenho a dizer? Eu tenho condições de produzir um conteúdo que seja diferente daqueles de outras obras já publicadas? Como o meu conhecimento e minhas histórias impactarão os leitores?

4- Se as respostas para as perguntas acima forem "sim", acredite que você é capaz e siga em frente;

5- Valorize o que você conquistou pessoalmente e profissionalmente;

6- Verifique os feedbacks e opiniões de pessoas em quem você confia;

7 - Caso você tenha dificuldades com a escrita, comece a escrever diariamente ou realize um curso de redação. Se não tiver tempo e paciência para melhorar sua técnica de escrita, contrate um Ghost Writer. Independentemente disso, o conteúdo do livro será seu;

8 - Se você entende que precisa conhecer o tema que pretende tratar em seu livro com maior profundidade e detalhes, faça um planejamento e aprenda o suficiente antes de começar a escrita em si de seu livro. Isso também é uma forma de já começar a trabalhar em seu projeto;

9 - Estabeleça um cronograma que se encaixe na sua rotina. Por exemplo: para escrever 200 páginas em 10 meses, você pode escrever 20 páginas por mês, ou seja, cinco páginas por semana;

10 - Contrate a assessoria de um Book Advisor para te orientar ao longo do processo. Isso fará enorme diferença para tornar o trabalho em seu livro dinâmico e eficaz desde a escolha do tema a ser desenvolvido, passando pela montagem do cronograma e organização da rotina de escrita, a construção do roteiro de capítulos e o apoio durante a fase de redação dos textos.

Fonte: Eduardo Villela é book advisor e, por meio de assessoria personalizada, ajuda pessoas a escrever e publicar suas obras. Mais informações em www.eduvillela.com
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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

O desenvolvimento da competência leitora nas diferentes disciplinas


O desafio do letramento no Brasil ainda é imenso, uma vez que é alto o índice de alunos alfabetizados que não compreendem o significado dos textos. Insatisfatório, o nível de letramento traz um forte efeito multiplicador negativo, já que a leitura é uma competência fundamental ao bom aproveitamento de todas as disciplinas e fontes de conhecimento. Para se ter uma ideia da relevância do tema, deficiências na área de matemática, por exemplo, podem estar ligadas a problemas de interpretação de textos, porque os estudantes não compreendem o enunciado das questões.

Todo texto, tomando como referência o filósofo russo Mikhail Bakhtin (1895-1975; estudioso da linguagem humana), é um gênero discursivo. Ou seja, há um discurso a ele intrínseco que é construído de acordo com o autor, interlocutor, situação de comunicação, imagens associadas, contexto histórico etc. Há, portanto, todo um contexto capaz de ajudar no entendimento. No processo de aprendizagem da leitura, essa visão deve permear não apenas a disciplina de língua portuguesa, mas todas as disciplinas. Professores de diferentes áreas têm, portanto, a missão de “ensinar o aluno a ler”.

As escolas, por sua vez, têm que estar conscientes do seu compromisso em garantir que os alunos desenvolvam, nas diferentes áreas do conhecimento, os procedimentos de leitura exigidos pelos distintos gêneros discursivos.

O texto expositivo, por exemplo, é um gênero presente na maioria dos livros didáticos das diferentes disciplinas. Para compreendê-lo é preciso fazer perguntas: qual é o contexto em que esse texto aparece? Para quem foi escrito? Como esse texto se organiza? No processo de aprendizagem da leitura, o texto tem que ser trabalhado dentro de um contexto de produção e recepção.

Para ensinar o aluno a ler os diferentes gêneros, o professor deve dominar os aspectos que compõem o texto. É necessário que haja compromisso do professor com o seu planejamento, para que ele se aproprie das características do texto que será trabalhado com os alunos. Seja um gênero da esfera literária, jornalística, publicitária, científica ou escolar, o professor tem que ter clareza dos objetivos de ensino e aprendizagem.

Além da apropriação do gênero, o educador deve ensinar as diferentes estratégias de leitura que possibilitam o engajamento com o texto. As intervenções do professor devem criar situações didáticas que ajudem o estudante a aplicar seu conhecimento prévio, a realizar inferências para interpretar o texto e a identificar e esclarecer o que não entende. O compromisso da escola é garantir que todas as áreas incluam em seus planejamentos o ensino da leitura dos gêneros discursivos escolhidos para o trabalho.

Mas como as estratégias didáticas revelam essa concepção teórica? Apresento alguns breves exemplos para apontar caminhos para a atuação prática do professor no papel de formador de leitores competentes. Em língua portuguesa, o professor pode propor o estudo de um gênero discursivo, como por exemplo uma notícia, e compreender os recursos linguísticos próprios de texto da esfera jornalística. Além de possibilitar que o aluno compreenda a situação de produção de uma notícia, onde o texto circula, quais os temas que são tratados, o professor ensina os aspectos gramaticais exigidos pelo currículo. Na disciplina de geografia, por exemplo, o professor pode explorar a leitura de um mapa, ou um infográfico, analisando a estrutura própria desses gêneros. Ele pode realizar intervenções de modo que os alunos estabeleçam relação entre imagem e texto, entendam as funções das legendas etc. Para isso, deve apropriar-se do texto antes. Desse modo, garante a compreensão do gênero e a aprendizagem dos conceitos da disciplina. Em matemática, o professor pode aprofundar-se nos recursos linguísticos próprios de um enunciado e trabalhar a interpretação de palavras, como “diferença”, “sobra”, “reduzir”, que muitas vezes possuem sentido distinto daquele usado no cotidiano. É papel do professor instrumentalizar o aluno para ler os textos próprios de cada disciplina. Há diversas maneiras de ler e distintos objetivos de leitura. O compromisso de ensinar a ler deve ser de todos.

De acordo com essa perspectiva, é fundamental o trabalho com o desenvolvimento da leitura crítica dos textos. É preciso, dentro de cada gênero, apresentar as diferentes vozes presentes no texto. Para tanto, o professor pode explorar os locutores e interlocutores de cada produção estudada e pensar como essas diferentes vozes influenciam na escolha das palavras, na composição do texto, no estilo, nos locais de circulação etc. Essas habilidades de leitura devem ser ensinadas, para que o aluno se torne um leitor competente, proficiente e engajado.

A necessidade atual de mudança nas estratégias de ensino e aprendizagem fica evidente quando vemos um leitor ser capaz de decodificar um texto, mas não ser capaz de inferir o sentido de uma palavra, por exemplo. A questão é que a escola ensina o código, mas nem sempre está atenta a propor tarefas para que o aluno pratique a leitura de maneira a desenvolver as diferentes habilidades que compõem a competência leitora. A tecnologia, nesse contexto de Era Informatizada, tem papel fundamental. Do momento de planejar ao de avaliar, a tecnologia deve estar à serviço das relações de ensino e aprendizagem. Algumas ferramentas vêm sendo desenvolvidas nas áreas de matemática, ciências, e na área de comunicação entre professor e aluno, por exemplo; na área da linguagem, também existe uma ferramenta que trabalha a leitura dentro dessa perspectiva.

Permanece, assim, o desafio de colocarmos em discussão as diferentes formas de pensar e entender a leitura de maneira a atingir eficácia na relação ensino aprendizagem em todas as áreas do conhecimento. Além disso, de considerar que as práticas em leitura devem integrar um aprendizado contínuo, sempre levando em conta novas habilidades a serem desenvolvidas e consolidando as habilidades já adquiridas, e isso não apenas na fase inicial da vida escolar da criança.

Com base nessa ideia de um processo contínuo de ensino e aprendizagem, e em um contexto altamente informatizado e veloz nas informações, o professor deve buscar o compromisso diário de formar leitores críticos. Torna-se cada vez mais importante que o aluno do século XXI atinja a proficiência e a criticidade em leitura, para, dentre outras habilidades, ser capaz de considerar diferentes perspectivas. O docente é, certamente, um dos profissionais que tem em mãos o privilégio de levar o país para um outro patamar na área da leitura. E a escola tem, portanto, a tarefa de promover estratégias, tempo e espaço, que auxiliem o trabalho de planejamento dos professores das diferentes áreas.


*Por Leticia Reina. Mestre em linguística aplicada pela PUC-SP, pós-graduada em psicopedagogia pela Unimarco e graduada em psicologia pela Universidade São Marcos. Atualmente é diretora pedagógica da Guten Educação e Tecnologia. Com 20 anos de experiência em educação, trabalhou em escolas referência em São Paulo em cargos de coordenação e orientação. Foi professora da pós-graduação no Senac-SP e atuou na elaboração de materiais didáticos na FTD.
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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Tag: De tudo um pouco

Oi gente tudo bem com vocês? A minha amiga Gi, do Blog Sortimento me marcou para responder a tag “De tudo um pouco” que foi criada pela blogueira Eduarda do Blog Atrás da Penteadeira, e segue algumas regrinhas:
  • Responder todas as perguntas da Tag.
  • Indicar no mínimo 11 blogs com menos de 500 seguidores para responder a tag.
  • Colocar o selo da tag (pode ser tanto criado como o mesmo para todas).
  • Creditar o Blog que deu origem a Tag
  • Linkar quem te indicou a tag
1. Qual o seu estilo musical preferido?
Eu gosto de tudo um pouco! hahaha Meu estilo favorito é o rock, mas eu escuto muito folk, indie, blues, country também. Se vocês quiserem ver o que estou viciada no momento é só conferir o Música de Sexta, sessão daqui do blog onde eu mostro o que estou ouvindo no momento.
2. Qual peça de roupa é a sua queridinha do momento?
Não é bem uma roupa, mas um acessórios. A minha amiga Luana, trouxe pra mim de viagem um chapéu da Itália, ele é preto de feltro, que eu queria há anos e ela aceitou a minha encomenda. Estou usando menos do que gostaria, só porque não posso usar todo dia. hahaha
3. Qual dos seus esmaltes são mais divos, marca e cor?
Eu tenho uma coleção gigante de esmaltes, mas os meus queridinhos do momento são o Carmen, da Panvel e o Black da Top Beauty.
4. Shorts ou saia, e por quê?
Saia, pra combinar com meu estilo retrozinho.
5. Cabelo liso ou cacheado?
Os dois! Meu cabelo é ondulado, então consigo usar das duas formas com muita facilidade.
6. Salto ou sapatilha?
Depende da ocasião, pra trabalhar e ir pra faculdade uso calçados baixos, mas pra sair sempre rola um saltão.
7. Brigadeiro ou sorvete?
Brigadeiro! hahaha Gosto muito de sorvete, mas um brigadeiro de panela tem o seu valor!
8. Doce ou salgado?
Pode responder os dois? rsrsrsrsrs Sou gulosa gente, sendo comida eu estou gostando.
9. Como você define seu estilo?
Olha, isso é muito difícil por que tento usar o que combina comigo, então meus looks são meio esquisitos e diferentões. Gosto muito do rock glam, e do estilo pin-up, e uso elementos dos dois. No geral gosto de looks retrô.
10. Você é um tipo de mulher consumista ou só compra o básico?
Acho que eu compro o necessário, não sou muito consumista não. Gosto de pensar com muito carinho antes de comprar alguma coisa.
11. Você se considera vaidosa?
Muito! Gosto de me cuidar, usar produtinhos de cabelo e pele, e acho muito bom escolher minhas roupas todo dia, além de fazer uma make bonita. A gente tem que ser diva né, migas?


Ai gente, adorei responder esta Tag! Obrigada de novo, Gi por me indicar! :) Não vou tagear ninguém pra responder, mas se você gostou e quiser seguir adiante é só seguir as regrinhas!
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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Tag: Shippers

Oi gente como vão vocês? Essa Tag eu vi lá no Blog Menina da Bahia que viu no canal do Sopa Primordial . Para quem não sabe o que é shippar, aqui vai uma breve explicação:
A palavra derivou um verbo, que, assim como a palavra original, não tem tradução para o português, ficando assim: I ship...  Shipper ou o verbo adaptado "Shippar", que é um termo muito utilizado entre fãs para designar aqueles casais que admiram e torcem (ou não) de um certo livro, filme ou série. O shipper também é a combinação dos nomes do casal. E o seu shipper favorito seria seu OTP - One True Pairing. 

Ajudou né? Agora vamos às escolhas:

1. Casal mais grudento
Bella e Edward – saga Crepúsculo (ai já fui twilighter sim, me julguem e sempre chorei horrores naquela cena em Eclipse que a songa da Bella beija o Jake e vê todo o futuro maravilhoso que poderia ter com ele. Estaria no próximo ítem, mas não quis repetir a saga)



2. Casal que era para ser e não foi:
Claire e Frank – Outlander (Não me odeiem, eu amo o Jamie assim como todas vocês, mas me dá uma dó do Frank Randall abandonado em 1945, por que ele é um marido maravilhoso e também merecia uma esposa, né?) 


 
3. Casal que aconteceu, mas não deveria: Jessica e Lucius – Como se livrar de um vampiro apaixonado (casal mais nada a ver ela acha ele um freak a historia inteira)

4. Casal mais bonito
Mia e Adam – Se Eu Ficar (ai eles são talentosos, são novinhos, são sweethearts do colegial, tinha tudo pra dar certo gente, casal mais cute)



 
5. Casal Nerd Augustus Waters e Hazel Grace Lancaster – A Culpa é das Estrelas (ai eles jogam videogames, assistem séries de tevê, filmes, trocam indicações de livros, gostam de Tarantino, é o casal mais geek que já se viu)


6. Casal romance de cinema Ian Clarke e Sophia – Perdida (tão de cinema que vão ganhar um filme né gente *-* ai esses dois tem uma das histórias de amor mais lindas)

7. Casal iô-iô Mia e Michael – O Diário da Princesa (levam oito livros para se certar e ficarem juntos como deveriam desde o primeiro volume)



8. Casal sexual
Anastacia Steele e Cristian Gray – Trilogia 50 Tons de Cinza (Não podia ser diferente né, com esses dois é só sexo o tempo inteiro hahaha)


9. Casal amor
Sophie e Benedict Bridgerton – Um Perfeito Cavalheiro (ai gente, qualquer casal da série podia entrar neste ítem né, quer mais amor do que na série da Julia Quinn?)

10. Casal que a gente não esperava acontecer, mas aconteceu e gostamos
Juliette e Warner – Trilogia Estilhaça-me (achei honestamente que o meu ship não ia adiantar e ela ia ficar com o mosca morta do Adam, mas não, a Tahereh foi uma boa mãe para suas fãs)

Eu adorei esta Tag, mas admito que foi muito difícil de responder, por que queria colocar casais diferentes sem ficar repetindo. E só queria largar a informação aqui, já que ninguém me perguntou, mas meu OTP no momento é Jamie e Claire de Outlander, e para a vida é Lizzie Bennet e Mr. Darcy. Não tem como não ser né, muito amor nesta vida!
Se gostou da tag, e quiser responder, é só contar quem criou e que você viu ela por aqui! :)
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terça-feira, 7 de abril de 2015

Canções inspiradas na obra de J. R. R. Tolkien

Com a estreia do último filme de O Hobbit, a revista Rolling Stone fez uma seleção de artistas que já compuseram canções inspiradas na obra de J.R.R. Tolkien, responsável por livros como a trilogia O Senhor dos Aneis e O Silmarillion. Vem ver:

“Ramble On”, do Led Zeppelin
O vocalista Robert Plant nunca escondeu de ninguém que é um grande leitor de O Senhor dos Aneis. De fato, as referências à obra de Tolkien estão espalhadas por toda a discografia do Led Zeppelin. Entre os destaques há “The Battle of Evermore”, que cita uma batalha do terceiro livro da saga, e “Ramble On”, cuja letra fala de uma garota que foi roubada por Gollum, um dos vilões da história protagonizada por Frodo Bolseiro.




“Stagnation”, do Genesis
Outra canção inspirada por Gollum é “Stagnation”, faixa do segundo disco da banda inglesa Genesis, de 1970. Conhecida por viver em uma caverna com um lago lamacento, a criatura é citada pela banda de Peter Gabriel nos versos “and I will wait forever/beside the silent mirror/and fish for better minnows/amongst the weeds and slimy waters” (“e eu vou esperar para sempre/ ao lado do espelho silencioso/ e pescar por melhores peixinhos/ em meio às sementes e às aguas pegajosas”).




“Rivendell”, do Rush
Registrada no álbum de 1975 da banda canadense, “Rivendell” é uma menção à terra que hospeda uma das tribos de elfos de O Senhor dos Aneis. Em português, a região se chama Valfenda. Quem viu os filmes de Peter Jackson se lembrará do povoado, casa de Elrond (Hugo Weaving) e sua filha Arwen (Liv Tyler), que oferecem abrigo e auxílio ao hobbit Frodo (Elijah Wood) e seus amigos.




“Elvenpath”, do Nightwish
Feita ainda na época que Tarja Turunen ocupava os vocais do Nightwish, “Elvenpath” se abre com uma declamação da obra de Tolkien. A letra da canção de 1997 vai ainda mais além, citando “o povo elfo” e “Bilbo Bolseiro” (o herói de O Hobbit), e se encerra com os seguintes versos: “Então, o Senhor das Trevas aprendeu a fazer o anel, e fez o Um Anel”, uma referência à joia que é o motivo de toda a história de O Senhor dos Aneis.




“The Shire”, de Rick Wakeman
Ex-tecladista do Yes, Rick Wakeman ficou célebre na década de 1970 por compor discos inspirados em livros, como Viagem ao Centro da Terra, de Júlio Verne. Wakeman, como é de se esperar, também não deixou de lado as histórias criadas por Tolkien, compondo canções como “The Shire” (em português: O Condado), que é o nome da terra habitada pelos hobbits na saga do escritor inglês.




“Lords of the Ring”, do Styx
A banda de rock progressivo Styx foi outra que se inspirou na história de J. R. R. Tolkien para criar suas canções. “Lords of the Ring”, faixa de Pieces of Eight, disco de 1978 do grupo norte-americano, tem em seu título a menção óbvia ao universo dos hobbits, elfos, anões e outras criaturas mágicas do escritor inglês.




“Lothlorien”, da Enya
Lançada em 1991, no terceiro disco da cantora e compositora de new age Enya, a faixa “Lothlorien” remete a outro lugar bastante especial para a história de O Senhor dos Aneis. Casa da tribo de elfos a qual pertence Legolas (um dos heróis da saga de Tolkien, interpretado no cinema por Orlando Bloom), Lothlorien é palco para um dos últimos momentos tranquilos do primeiro livro da trilogia, A Sociedade do Anel. Enya, por sinal, participa da trilha do primeiro filme de Peter Jackson, cantando duas músicas: “May It Be” e “Aniron”.



 
**Atualização**
Ozamigos no Facebook me lembraram que não há Blind Guardian na lista, e com certeza os alemães são os mais viciados na obra de Tolkien. Além de uma canção chamada The Lord of the Rings, a banda dedicou um álbum inteiro para contar a história de O Silmarillion com músicas, no Nightfall in Middle Earth:


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