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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Ícone da Guerra do Vietnã lança livro no Brasil

Kim Phuc Phan Thi, a garota que ficou mundialmente conhecida por protagonizar a icônica imagem durante a Guerra do Vietnã, em 8 de junho de 1972, vem ao Brasil neste mês lançar sua autobiografia A menina da foto – Minhas memórias: Do horror da guerra ao caminho da paz. Na foto registrada por Nick Ut, fotógrafo da Associated Press, Kim tinha 9 anos de idade e havia acabado de ter o corpo queimado após um ataque a bomba ao vilarejo onde morava com a família. Ela corre sem roupas em meio a crianças e soldados e chamou atenção do fotógrafo, que após o clique, ajudou a socorrê-la e tornou-se um amigo pessoal durante toda sua vida. 

O livro é um dos principais destaques da primeira edição do Encontro Literário IDE, que será realizado entre 27 e 30 de setembro, no Auditório Elis Regis, no Anhembi, em São Paulo. O evento é uma iniciativa do Instituto Conhecer Brasil – Organização de Sociedade Civil de Interesse Público e ainda terá a parceria da Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo e da Rede do Bem Group, com apoio da 14ª Expo Cristã. Kim será uma das palestrantes do evento e irá falar, no dia 28 às 20h, sobre sua obra, fé e paz.

O Encontro Literário integrará uma série de eventos, entre palestras e seminários, além do Prêmio IDE, implementado para promover o mercado, incentivar a leitura, reconhecer os melhores projetos editoriais e avaliar a qualidade e o diferencial das obras. Novos escritores e alguns dos mais consagrados autores participarão do encontro, que reunirá o melhor da produção literária nacional e internacional.
Sinopse: As ordens do soldado não poderiam ser mais claras para Kim. Ela e as demais crianças correram, mas não o suficiente para escapar de mais um ataque de Napalm, na Guerra do Vietnã, transformando a estrada em que fugia numa bola de fogo e atingindo seu corpo com queimaduras excruciantes. A imagem que ilustra a capa deste livro tornou-se um ícone da barbárie da guerra, e a personagem principal da foto é quem conta sua história de sofrimento e redenção nesta autobiografia de forte impacto. A menina da foto apresenta uma história real de elevada carga emocional sobre como Deus pode transformar circunstâncias catastróficas em uma nova trajetória de paz e esperança.
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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

O mistério sobre a morte de Hitler, enfim, resolvido


Um relato dramático e revelador dos últimos dias no bunker de Hitler, baseado em arquivos soviéticos nunca antes revelados e investigações forenses de última geração.

Os nazistas capitularam no dia 8 de maio de 1945. Hitler se suicidou uma semana antes, em seu bunker berlinense. Os aliados e os soviéticos festejaram a vitória juntos. Essa é a versão mais conhecida da história. Na realidade, porém, no dia 1º de maio, Stálin ordenou que seus soldados investigassem a morte de Hitler e capturassem o corpo do ditador. O objetivo era buscar evidências da morte do homem ou um troféu de guerra que provasse ao mundo inteiro que seu país derrotara o monstro?

Em 2017, depois de dois anos negociando com as autoridades russas, os jornalistas Jean-Christophe Brisard e Lana Parshina tiveram acesso aos dossiês confidenciais referentes à inacreditável perseguição ao corpo de Hitler empreendida pelos espiões soviéticos, assim como aos interrogatórios daqueles que testemunharam os últimos dias do Führer. E o mais importante: Moscou concordou em mostrar pela primeira vez e deixar que examinassem seus restos mortais - um pedaço do crânio com a marca da bala e a mandíbula.

Numa investigação digna de um romance de espionagem, os autores colocam um ponto final nos últimos questionamentos a respeito da morte de Hitler.
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quinta-feira, 9 de março de 2017

O Diário de Anne Frank ganha versão em quadrinhos

Em 1942, Anne Frank, uma garota judia de apenas 13 anos, é forçada a se esconder com a família diante das constantes ameaças dos nazistas. Em seu diário, ela narra a própria história, privada do mundo exterior, enquanto sonha em ter sua liberdade de volta. Por meio dele, podemos acessar os sentimentos mais profundos da garota que, presa por tanto tempo em um pequeno abrigo com outras sete pessoas, ainda se revela uma jovem engraçada, sensível e cheia de esperança.
Anne Frank não conquista a tão sonhada liberdade, mas sua história sobrevive.
O diário de Anne Frank em quadrinhos de Mirella Spinelli é uma adaptação do título O anexo: notas do diário de 12 de junho de 1942 a 1º de agosto de 1944, um relato doce e, ao mesmo tempo, melancólico da menina judia e sua experiência durante a Segunda Guerra.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

A Cor da Coragem, o diário de um menino na 2ª guerra mundial

A Cor da Coragem tem tudo para se tornar um clássico como O Diário de Anne Frank, A Lista de Schindler e O Menino do Pijama Listrado. Uma obra inesquecível, um novo marco na historiografia sobre o nazismo e o holocausto, um raro e fascinante mergulho na Segunda Guerra Mundial pelo olhar de um menino soldado.

"Afinal, o que fica para um homem, além da sua honra… e da coragem de viver por ela?" Julian Kulski Em 1º de setembro de 1939, a Alemanha invade a Polônia. É o início da Segunda Guerra Mundial. Em poucos dias, Varsóvia se rende aos alemães, soldados poloneses depõem suas armas, a cidade já é um amontoado de escombros. Julian Kulski é um menino polonês de apenas 10 anos de idade. Filho do vice-prefeito de Varsóvia, escoteiro ousado e entusiástico, ele tem a firme convicção de que deverá lutar contra o Invasor. A cor da coragem é o diário de Julian Kulski, a história de seu amadurecimento durante os cinco anos da brutal ocupação alemã. 

Diferentemente do diário de Anne Frank, narrado a partir da sua clausura no esconderijo de um prédio em Amsterdã, o de Julian Kulski se passa nas ruas de Varsóvia, no front, no combate cara a cara com o inimigo, no infame Gueto onde se encontram seres humanos famintos, desesperados e doentes à mercê de todo tipo de tortura, do enforcamento, do fuzilamento, da câmara de gás... 


"Este diário, escrito com o coração e pela mão de um adolescente, nos proporciona uma visão única e comovente da Segunda Guerra Mundial". Lech Walesa, Prêmio Nobel da Paz
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terça-feira, 19 de julho de 2016

O novo livro de Svetlana Aleksiévitch, a Nobel de Literatura

Quase um milhão de mulheres lutaram nas fileiras do Exército Vermelho durante a Segunda Guerra, mas a sua história nunca foi contada com o devido empenho. Este livro contém as memórias de centenas delas.

A história das guerras costuma ser contada sob o ponto de vista masculino: soldados e generais, algozes e libertadores. Trata-se, porém, de um equívoco e de uma injustiça. Se em muitos conflitos as mulheres ficaram na retaguarda, em outros estiveram na linha de frente.
 
É esse capítulo de bravura feminina que Svetlana Aleksiévitch reconstrói neste livro absolutamente apaixonante e forte. Quase um milhão de mulheres lutaram no Exército Vermelho durante a Segunda Guerra Mundial, mas a sua história nunca foi contada. Svetlana Aleksiévitch deixa que as vozes dessas mulheres ressoem de forma angustiante e arrebatadora, em memórias que evocam frio, fome, violência sexual e a sombra onipresente da morte.
Autora esteve presente na Flip 2016, confira uma entrevista com ela:
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terça-feira, 5 de abril de 2016

O Canto do Pássaro

de Sebastian Faulks (Editora Record)

A Primeira Guerra Mundial é um conflito que já foi muito explorado na literatura, mas poucos o fizeram como Sebastian Faulks. Em seu livro O Canto do Pássaro (Editora Record, 556 páginas), o autor inglês aborda o conflito sob um viés muito particular. Na obra, somos apresentados ao jovem Stephen Wraysford, que anos antes da guerra, em 1910, está na França para aprender sobre a indústria têxtil com um comerciante local. Hospedado na casa de Azaire, ele se apaixona pela esposa de seu anfitrião, Isabelle.


 
Os dois iniciam um tórrido relacionamento, que gera discórdia e termina de maneira infeliz para todos os envolvidos. Anos depois, Wraysford é um tenente e está na França durante os conflitos, e seu destino pode propiciar um último reencontro com a mulher que uma vez amou.
"Eu sei. Eu estava lá. Eu vi o grande vazio em sua alma , e você viu o meu."

O estilo refinado de Faulks causa um encanto no leitor, que faz as páginas voarem nas mãos. A narrativa acontece em três períodos de tempo, interligados e igualmente interessantes. As descrições das trincheiras e dos túneis sufocantes são vívidos o bastante para causar vertigem. Uma obra realmente excepcional e incrivelmente humana.

Sabe aquele tipo de livro que te dá vontade de marcar todas as páginas com citações e guardar esses trechos para sempre? Pois então, o livro é recheado de pensamentos profundos, de verdades reveladores sobre o ser humano. Como se o autor soubesse segredos do que é viver, e amar e sofrer.

http://sirredmayne.tumblr.com/post/127812674757/eddie-redmaynes-characters-stephen-wraysford

O personagem principal é muito interessante e muito complexo, ao longo da leitura são camadas e mais camadas para o leitor descobrir e mesmo assim, a cada momento você percebe que ele ainda pode te surpreender. Gosto quando isso acontece, e é raro um personagem que seja tão real e humano, e mesmo assim seja imprevisível.

 

Uma das únicas tristezas é que esta edição é bem antiga, e infelizmente é quase impossível de encontrar o livro novo para comprar. Pelo que eu vi tem em poucas bibliotecas então, o que dificulta para quem quiser ler. A minha edição eu consegui comprar na Estante Virtual, paguei acho que 12 reais, mais uns 10 reais de frete. Ele está um pouquinho amarelado e tem fita colada na lombada.

A história foi adaptada com maestria pela BBC em uma série de apenas dois capítulos, com o título original Birdsong. Estrelada por Eddie Redmayne e Clémence Poésy, o programa é realmente fiel ao livro, e abordou de forma espetacular a parte do conflito. Vale a pena baixar da internet mesmo para ver, por que neste ponto não sei se ainda é possível ver na televisão, e nunca vi pra vender em DVD.

A série tem uma fotografia maravilhosa, trilha sonora linda, e a narrativa foi colocada de uma forma bem encantadora, misturando a primeira e a segunda fase da história. Apenas a terceira fase que se passa nos anos 1970 não foi representada no programa. Achei tudo tão lindo que depois de ver me obriguei a ler o livro, porque sabia que a história tinha que ser linda.

Confira o trailer (em inglês):
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quarta-feira, 26 de março de 2014

Estrela Amarela

de Jennifer Roy (Editora Cia das Letras)

O livro é escrito pela sobrinha da personagem principal, Sylvia Perlmutter. Ela foi uma sobrevivente polonesa da Segunda Guerra Mundial, que se mudou para os Estados Unidos e teve uma vida feliz depois dos horrores que viu na infância. Jennifer de tanto ouvir a tia contar as histórias de horror, decidiu colocar no papel, contar o que aconteceu com a família durante o período.

No começo da história, Sylvia tinha apenas 4 anos, então não entendia bem o que estava acontecendo, mas a medida em que ela cresce e o horror  da guerra passa a fazer sentido, é chocante. Os pais tentam fugir da Varsóvia, mas não conseguem trabalho, já que as vagas para os judeus são limitadas. Eles voltam a Lodz, mas vivem em um apartamento minúsculo, e precisam esconder Sylvia nas buscas feitas pelas crianças pelo exército alemão.
 
Uma das imagens mais chocantes do livro é do dia em que o pai de Sylvia precisa escondê-la de uma patrulha e os dois foge para um cemitério, deitam dentro de uma cova e esperam o dia passar. Outras passagens que cortam o coração são as descrições dos longos períodos de fome que a família passou, assim como dos ataques aéreos, o terror e o medo de que uma bomba caia no lugar onde a família está.

Eu gosto muito de livros da Segunda Guerra Mundial, e tem várias resenhas aqui no blog de outros liros com relato de vítimas e sobreviventes. Como me interesso sempre estou buscando mais informações, mas acho que este livro facilita o interesse, por que é uma história humana. Você sente ligação com aquela família, entende o sofrimento, e o medo pelo qual estão passando.

A escrita de Jennifer é bem simples, e o livro não é muito extenso, então a leitura é mais rápida. A divisão é em quatro capítulos cronológicos e a história termina com a libertação dos judeus, quando Sylvia tem quase 10 anos. Gostei da capa brasileira, achei simples e bonita, mas a da edição em inglês está bonita também com a foto. Eu gostei muito do livro, e com certeza recomendo.

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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O Bandolim de Corelli

de Louis de Berniére (Editora Record)

O romance conta a história da ilha grega de Cefalônia, que durante a Segunda Guerra Mundial esteve sob o domínio dos soldados italianos aliados do Terceiro Reich alemão de Hitler. Na ilha vive o Dr. Iannis, médico que criou sua única filha sozinho após a morte da esposa. Sua filha, Pelagia é de uma beleza única e um temperamento masculino pela criação, e sonha em ser uma médica como o pai, quando se apaixona por Mandras, um pescador. O romance dos dois evolui até um noivado quando eles são brutalmente separados, Mandras é convocado junto aos jovens das ilhas gregas para integrar a resistência do país, e a comunicação entre os dois segue apenas por cartas que Pelagia envia esperando uma resposta, que jamais recebe, e por isso acaba perdendo o interesse nele.  
Um regimento italiano é então instalado na cidade, e Dr. Iannis é obrigado a receber e acomodar em sua cada um oficial italiano, que surge na presença do emblemático Capitão Corelli, músico e militar, lindo e espalhafatoso como todo italiano. Ele toca o bandolim como se fosse a única coisa que importasse no mundo, e na verdade é só o que lhe importa até conhecer Pelagia, e se apaixonar por ela. 
Além de toda a tristeza e horror causados pela guerra e as dúvidas inerentes a qualquer ser humano, Pelagia ainda precisa lidar com seu compromisso com Mandras. A história é absolutamente apaixonante, o estilo do autor é único, ele se demora contando a história de cada personagem, mas isso é especial, faz o leitor ter uma visão em perspectiva, no plano geral, conhecendo um pouco de cada pessoa na história. Não é de admirar que o autor tenha reescrito este livro 35 vezes antes de chegar a edição que foi publicada, ele queria que tudo saísse perfeito. E conseguiu.
A história foi adaptada para o cinema em 2001 pelo diretor John Madden, e no Brasil recebeu o título de Capitão Corelli, e foi estrelado por Penélope Cruz, Nicolas Cage como Corelli e Christian Bale como Mandras. é interessante como uma produção com atuações tão exemplares e tão bem feita seja tão pouco conhecida do público. O filme não é totalmente fiel ao livro, mas isso não interessa já que a história ganhou um novo viés, apaixonante. A cena em que Corelli toca no Bandolim a música que compôs para Pelagia sempre me emociona. Também não devia contar, mas o final do filme foi mais feliz que o do livro, apesar de o fim do livro ser genial.

Confira o trailer (absurdo de bom) de O Capitão Corelli:
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sexta-feira, 31 de maio de 2013

O Pianista

de Wladyslaw Szpilman (Editora Record)

No livro, o famoso pianista polonês Wladyslaw Szpilman conta a história de como sobreviveu à Segunda Guerra Mundial. Ele descreve todos os terrores vividos no Gueto de Varsóvia e como sua família não conseguiu escapar. Szpilman era um pianista conhecido no país, trabalhando na rádio e se apresentando em diversos lugares, e sua família mantinha uma situação estável apesar de não serem muito ricos. Com a invasão alemã tudo muda na Polônia, logo ele não pode mais se apresentar em todos os lugares e a cada proibição ne nova lei contra os judeus sua família sofre. Um dos golpes mais fortes é a mudança para o Gueto, onde podem ocupar um espaço ínfimo com a família inteira e tudo começa a faltar, principalmente a comida.
Trabalhando para os nazistas no gueto, sua família consegue se manter até que começam as deportações. Wladyslaw vai trocando de esconderijos durante os anos da guerra, se virando sozinho e com a ajuda de amigos que se arriscam para mantê-lo vivo. Até mesmo um oficial Nazista o ajuda, quando descobre que ele era um grande pianista.
A história emocionante e verídica foi vista nos cinemas pelas mãos do diretor Roman Polanski, que ganhou o  prêmio do festival de Cannes pelo filme homônimo. A interpretação de Adrien Brody lhe valeu um oscar de melhor ator. A adaptação não deixa a desejar em nada a história do livro, e ambos tem nuances únicas. Vale ler e assistir.

Confira o trailer da adaptação:

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segunda-feira, 15 de abril de 2013

E se Hitler acordasse em 2011?


Imagine se Adolf Hitler acordasse na Berlim de 2011. Como se sentiria o ditador alemão numa Alemanha reunificada, sem a invasão russa, com milhares de imigrantes turcos, com uma moeda europeia, um primeiro-ministro mulher e com casais gays e lésbicas andando de mãos dadas pela rua.
Esse é o mote do livro de estreia do escritor alemão Timur Vermes. Com o título "Er Ist Wieder Da" (ele está de volta, em tradução livre), a publicação satiriza os "dilemas" vividos pelo líder nazista vivendo na capital alemã nos dias de hoje. Na história, em vez de cometer suicídio, Hitler ficou adormecido por 66 anos.
Ao despertar, Hitler fica desnorteado com a nova realidade. Ao ler o jornal e ver a data em 2011, ele desmaia de pavor. Hitler é convidado para participar de um programa de TV cuja apresentadora tem origem turca. As ideias de Hitler são tidas como bizarras e ele é confundido com um comediante.
Narrada em primeira pessoa, a fábula criada por Vermes divide a opinião dos críticos literários e, ao mesmo tempo, lidera a lista dos livros mais vendidos na Alemanha. Já são mais de 500 mil cópias vendidas em 27 países, entre eles, o Brasil.
Para imitar o estilo da escrever de Hitler, muito diferente da estrutura dos discursos políticos, Vermes se baseou no livro Minha Luta, a autobiografia do ditador alemão e nos monólogos gravados no bunker do quartel-general nazista em Berlim. Você acha que isso pode ser satirizado ou o assunto deve ser esquecido?

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Cartas da Zona de Guerra

de Michael Moore (Editora Francis)

No livro, o documentarista americano Michael Moore mostra uma compilação de cartas. Muitas pessoas criticam o trabalho de Moore por o considerarem superficial e sensacionalista. Concordo com a segunda parte, o sensacionalismo, assim como o humor é parte inerente de seus filmes, mas é inegável o fato de que ele passa a mensagem que quer e conta histórias de pessoas.
Todas as cartas e e-mails recebidos pelo autor referentes à Guerra do Iraque foram reunidas neste livro, elas provem se familiares preocupados com o curso do conflito e a segurança e sobrevivência dos seus entes queridos, vem dos próprios soldados que estavam servindo em território Iraquiano ou em outras bases no mundo e também de veteranos ou pessoas comuns que apesar de não ter participação direta tem coisas a dizer sobre o que Michael Moore chamou de uma guerra de mentira feita sobre justificativas de mentira. Não foge a ninguém que ele é anti-Bush.
Nas cartas todos comentam as ações, livros e filmes de Moore, dando suas próprias opiniões, concordando ou discordando, ou apenas para dizer um alô, que continue a lutar pela verdade. Alguns soldados apenas contam o que acontece nas bases e como se sentem por serem usados em um conflito por interesses. Adoro todo tipo de livros com a temática da guerra, seja ela qual for, e sempre é bom ver as próprias pessoas dizendo o que pensam e contando os fatos no lugar de alguém de fora.

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sábado, 18 de agosto de 2012

Um Homem de Sorte

de Nicholas Sparks (Editora Novo Conceito)


Logan Thibault é um homem jovem meio perdido na vida. Depois de voltar da Guerra do Iraque e deixar de ser fuzileiro ele se torna um andarilho vagando pelos Eua a pé com a companhia de seu cachorro Zeus. Durante sua missão na guerra ele encontrou uma fotografia de uma jovem mulher sorrindo com apenas uma pequena dedicatória atrás, e atribuiu a ela a sorte que teve desde então, ganhando dinheiro e  escapando da morte milagrosamente várias vezes. E mesmo após voltar para casa a mulher misteriosa continuou o protegendo das coisas ruins, e transformando-o em um homem de sorte. 
Através de pistas na fotografia Logan atravessa o país, caminhando 30 quilômetros por dia apenas para de alguma forma tentar encontrá-la, e ele consegue. Elizabeth é uma mulher separada, com um filho e muitos problemas, tentando se arranjar na vida, e a maneira como eles se conhecem surpreende a ambos. Logan agora precisa lidar com um novo trabalho e relacionamento, com o ex-marido de Elizabeth, Claiton, que é xerife da cidade e vai fazer de tudo para arrumar problemas para o forasteiro envolvido com a mãe de seu filho.
Sou suspeita para falar porque gosto muito dos livros do Nicholas Sparks. A história se desenvolve se uma maneira que você não antevê o que vai acontecer, tudo parece meio sem sentido até o último capítulo onde todas as implicações ocorrem. O porque de Thibault ter encontrado a foto no Iraque e ela ter feito ele ir atrás de Elizabeth, são possibilidades que o destino marcou na vida dos dois e que toma forma numa cena crucial, na qual é impossível não se emocionar durante a leitura do livro. O suspense me surpreendeu, por que uma das características do Sparks é que ele não faz muito mistério.
Este não é o melhor livro do autor, mas a história com certeza vale a pena ser lida. Esta é para quem, acredita na força do destino sobre o livre-arbítrio e como uma força superior, muito maior do que todos nós tem o poder de mover as pessoas como peças de xadrez em um tabuleiro levando a um final assombroso, mas feliz.
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quinta-feira, 21 de junho de 2012

A Vida em Tons de Cinza

de Ruta Sepetys (Editora Arqueiro)

Este livro chamou a minha atenção de cara quando li a sinopse, porque sou viciada pela história da Segunda Guerra Mundial, mas conheço pouco sobre a parte da guerra nos países bálticos. Lina é uma adolescente de 15 anos, que vive com os pais e o irmão na Lituânia, onde seu pai leciona na universidade. Ela vê sua vida mudar de uma hora para a outra quando o avanço do Stalinismo emerge em sua casa no meio da noite, na forma de soldados que levam ela, a mãe e o irmão, dando a eles poucos segundos para fazer uma mala. Depois de uma viagem de trem onde muitos não sobrevivem, durante semanas ocupando o mesmo espaço que outros seres humanos, eles chegam na Sibéria. A humilhação e os trabalhos forçados são piores do que qualquer coia que eles tenham imaginado antes, Lina tira suas forças da vontade de rever o pai, também preso pelo regime, de seus desenhos que consegue continuar fazendo escondida e de sua amizade com Andrius rapaz que estava no trem e também é enviado para lá. 
O livro faz um embate que poucas vezes nos perguntamos, para estas pessoas seria melhor ter continuado na Lituânia, dominada pelo nazismo de Hitler? é impossível saber, mas autora com certeza captou a dúvidas das próprias pessoas na época, sobre o que fazer, para que lado correr. Nos momentos de mais dificuldade, é quando o ser humano mostra sua maior força, este livro me surpreendeu muito, é uma ótima leitura.
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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Reparação

de Ian McEwan (Editora Companhia das Letras)

Briony Tallis é uma adolescente (ou pré-adolescente) que no verão de 1935 usa sua imensa criatividade para escrever histórias e peças de teatro, sonhando em ser uma escritora. Por culpa de sua criatividade ela costuma imaginar demais, e é o que acontece quando vê cenas que não consegue entender entre sua irmã Cecília e Robbie, filho da empregada da casa, e uma sucessão de enganos de sua parte e azar de outra levam a algo terrível. Briony é ainda jovem e inocente e não entende que sua capacidade de inventar vai além de histórias bobas, e que suas ações podem ter repercussões que ela nem imagina, que podem mudar e destruir a vida de várias das pessoas envolvidas, mudar suas histórias e atormentá-la por anos. Ela precisa contar sua história para ao menos tentar reparar os seus erros do passado, de menina boba, mas corrigir erros nunca foi uma coisa fácil. 
A história é contada de pontos de vista diferentes, e as mesmas cenas tem conotações totalmente diferentes dependendo de quem conta a história. Robbie e Cecília por exemplo se encontram completamente apaixonados um pelo outro, mas não contam a ninguém e nem um ao outro, o que traz um toque a mais de crueldade do autor. McEwan escreve palavras que te levam para longe, que te colocam na pele de um personagem não importando quem ele seja. Cada pessoa de Reparação é uma pessoa real, que viveu e sentiu e teve caracterpisticas únicas, me nego a pensar o contrário. Por essas e outras razões que não cabe enumerar aqui este foi eleito o melhor livro da década. Concordo plenamente.
Reparação nos leva a lugares inimagináveis quando parte do começo na família burguesa em tempos de paz, quando acomeça a Segunda Guerra Mundial e os personagens são também envolvidos no conflito, é possível se ver ali dentro também, no meio de toda morte e podridão, de todo o sofrimento e horros que uma guerra pode causar. O começo  do livro pode até ser um pouquinho lento, mas ao entrar no ritmo é quase impossível parar e as fases da história culminam em um final onde é impossível segurar as lágrimas, e em que a decepção toma conta do corpo, e dá vontade de chorar ainda mais por não mudar nada, mesmo sendo ficção.
E se o livro tem este poder magnífico, o filme não fica muito atrás. Dirigido por Joe Wright (mesmo de Orgulho e Preconceito), e estrelado por Keira Knightley e James McAvoy como o casal e Saoirse Ronan e Romola Garai no papel de Briony em duas fases. O elenco maravilhoso, somado a uma direção muito sensível, fotografia espetacular, figurino lindo e esta história arrebatadora, não consigo achar mais adjetivos, mas ficou perfeito. 
Tive o azar de assisitr ao filme antes de ler o livro, então não pude evitar certas comparações entre os dois, mas pelo menos posso dizer com certeza que ambos agradam aos olhos e a mente, e fazem refletir por muito tempo nesta história de erros e perdas que é impossível de esquecer, e que sempre vou levar comigo.


Trailer
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terça-feira, 19 de abril de 2011

Albert Einstein e seu Universo Inflável

de Dr. Mike Goldsmith (Editora Cia das Letrinhas)

No livro, Goldsmith conta a história da vida de Albert Einstein, sempre abrindo parênteses para contar como ele desenvolveu suas célebres teorias, e em que contexto. É muito interessante saber que ele foi (em parte) uma pessoa normal, que tinha manias, que teve brigas e entrou em desacordo com outros pensadores, que foi conta a guerra, que foi casado mais de uma vez. A maioria das pessoas apenas ouve falar de Einstein como um gênio, como uma das maiores personalidades do século XX, mas sem saber nada sobre quem ele foi, e este livro preenche as lacunas perfeitamente.
Adoro esta série chamada Mortos de Fama, que conta a história da vida de pessoas famosa que já morreram (dã) de uma maneira muito divertida e lúdica, aposto que as crianças e adolsecentes devem adorar a leitura, pois além de aprender sobre a vida da pessoa e o que ela fez, também se descobrem muitas curiosidades, e informações históricas. O único tropeço que encontrei no livro foi que as explicações de algumas das teorias continuaram obscuras, apesar da simplificação, já outra foram muito fáceis de compreender, o que é incrível em se tratando de espaço, tempo, átomos, luz, gravidade e energia. Recomendo a leitura aos mais jovens e mais velhos leitores, pois é o tipo de livro que agrada a todas as idades e é muito útil para a formação do conhecimento.
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terça-feira, 22 de março de 2011

Terror e Esperança na Palestina

de José Arbex Jr. (Editora Casa da Palavra)

No livro o autor conta a história de sua viagem a Israel e à Palestina, discorrendo sobre a situação entre os dois povos. O mais interessante é saber como é o que a mídia não mostra, todos sabemos que os judeus sofreram muito com o holocausto, mas muitas vezes os meios de comunicação são parciais, esquecendo de mostrar a situação do povo palestino que perdeu suas terras para a formação do estado de Israel e continua perdendo ainda hoje. Eu acredito que todas as histórias que Arbez conta, das pessoas que conheceu são um modo interessante de abrir os olhos a uma realidade que nem sempre é mostrada, como o massacre de Jenin, de que poucas pessoas ouviram falar, porque não foi noticiado. 
Acho uma leitura muito válida não somente por ser muito interessante, mas também pela cultura que todos devemos ter, o tipo de imparcialidade que eu busco como estudante de jornalismo.
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quarta-feira, 16 de março de 2011

Incendiário

de Chris Cleeve (Editora Nova Fronteira)

Incendiário é um livro sobre o terrorismo. Como se fosse só isso. 
A história é contada por uma personagem mulher, cujo nome não descobrimos, que está escrevendo uma carta para Osama Bin Laden. O livro é esta carta onde ela conta a ele (e aos leitores) como ele mudou sua vida explodindo o estádio onde seu marido e seu filhinho estavam.
Durante o desenvolvimento da obra (muito similar em qualidade à "A Pequena Abelha", do mesmo autor) vamos entrando na vida desta dona de casa inglesa de classe-média, e conhecemos sua vida antes e depois da tragédia. As decisões que ela vai tomando com o passar do tempo são tão contraditórias, mas parecem fazer sentido na sua própria cabeça. Sua solidão, e a dificuldade de lidar com a sua perda tão recente, e tão devastadora, seus questionamentos durante o luto.
Entramos numa fictícia Londres tomada pelo pavor de novos ataques terroristas, apavorados pela imagens do ataque ocorrido e a lembrança de todas as vítimas deste crime.  Mas não há lados, o Oriente não é mostrado como o vilão, o que existe é apenas o questionamento das relações entre o Islã e o ocidente.
Chris Cleave é um dos melhores autores que já tive a oportunidade de ler, os dois livros dele que li provam a sua capacidade de assumir a personalidade feminina de duas personagens muito fortes e frágeis ao mesmo tempo. Em Pequena Abelha a menina africana, em Incendiário a mulher inglesa. Dois lados tão opostos que são desenvolvidos com total maestria, por este que eu acredito que é um dos melhores escritores da atualidade. Sua maneira de mostrar assuntos contemporâneos e tão debatidos que já estão gastos, por uma perspectiva totalmente diferente é surpreendente.
O filme homônimo baseado na obra é de 2008, foi dirigido por Sharon Maguire (de O Diário de Bridget Jones) e tem no elenco Michelle Williams como a protagonista, e Ewan McGregor e Matthew MacFadyen. Ainda não assisti o filme, então não vou fazer meu comparativo quanto às semelhanças ou disparidades entre um e outro, mas ouvi dizer que o filme é muito bom. E o livro, com certeza vale a pena ler.



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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Stupid White Men - Uma nação de Idiotas


de Michael Moore

Em Stupid White Men uma venda parece ser retirada de nossos olhos, a cada novo capítulo mais e mais coisas que você não sabe - e deveria saber - vão aparecendo e se revelando, e você vai se perguntando, como niguém me contou isso antes? Moore, neste livro critica o american way of life, o modo de vida adotado e disseminado pelos americanos, além de dizer horrores contra o ex-presidente Bush, que chegou a presidência mesmo tendo perdido as eleições, no livro ficamos conhecendo todos os métodos sujos e falcatruas usadas pelo partido para que George W. Bush chegasse à Casa Branca, menos tendo menos votos do que o concorrente Al Gore. É claro que o poder e as conexões de toda a  família Bush colaboraram.
Michael Moore é um cineasta, documentarista e escritor americano, entre seus grandes trabalhos estão os documentários Roger & Me, Fahrenheit, Sicko, Capitalismo e o melhor - na minha opinião - Tiros em Columbine. Em todos eles Mike Moore mostra a verdade oculta das garndes corporações, todos os descasos do governo americano com educação, saúde, segurança. Entre suas bandeiras estão a defesa dos direitos das mulheres e dos negros, já que os EUA ainda são um país estremamente racista e sexista. Michael ainda é contra a violência armada, contra a invasão do Iraque, e contra a maioria dos políticos e empresas americanas. E contra a família Bush, é claro. 
Não é se espantar que o autor deste livro tenha acumulado tantos inimigos durante sua carreira pública, quem fala o que pensa sempre desagrada alguém, e com Moore não é diferente. Ele teve muitas difuldades para publicar este livro, e conta tudo no capítulo de introdução. É o tipo de leitura para quem gosta de saber a verdade, ou pelo menos de questinar verdades absolutas.



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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Pequena Abelha

de Chris Cleeve

Pequena Abelha é a história de uma refugiada africana na Inglaterra, mas se fosse só isso não haveria porque fazer tanto estardalhaço em volta desse livro. Pequena Abelha é muito mais, nos apresenta o encontro de um casal inglês em férias com duas meninas africanas em seu país natal, uma cena horrível se desenrola neste encontro, e os três que saem vivos dali ficam machucados de todas as maneiras e traumatizados com a experiência. 
A personagem principal se chama Pequena Abelha, e conhecemos sua luta para sobreviver no campo de refugiados inglês, e depois de sua saída de lá todos os obstáculos que precisa enfrentar para sobreviver em um local estranho onde não conhece ninguém. Todas as adversidades em seu caminho a levam a reencontrar a mulher que conhecera a dois anos atrás em uma bela praia em sua terra. O encontro delas é difícil pois muito aconteceu entre as duas, mesmo sem se conhecer direito e estando afastadas há dois anos. 
Chris Cleeve criou uma história muito interessante e inteligente, cada nuance de Pequena Abelha é real, cada sentimento e pensamento da protagonista podem ser entedidos e até mesmo paralelos aos nossos próprios pensamentos, apesar da distância que separa uma refugiada africana e uma pessoa no Brasil, que nada sabe a respeito. 
Indico o livro e por mim escreveria bem mais nesta resenha, mas me comprometi (comigo mesma) a não estragar a experiência de quem pretende ler, quando começei a leitura não sabia absolutamente nada sobre o livro e isso foi muito válido pra mim na descoberta da história. Neste sentido acho que a minha resenha está claramente imcompleta e ao mesmo tempo diz demais.
Os direitos já foram vendidos e em breve vem o filme, que terá Nicole Kidman no elenco.
Abaixo o vídeo e um poster de divulgação do livro pela Editora Intrínseca.

 

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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Diário de uma Paixão

de Nicholas Sparks

Quando terminei de ler este livro não consegui parar de chorar durante uns bons quinze minutos, não só porque a história é muito boa (e ela é), mas principalmente pela ligação pessoal que a gente acaba criando com a vivência dos personagens e o vínculo que se cria é muito especial.
Nicholas, o autor surpreende pela sua delicadeza e por ser muito romântico, concordo com as comparações entre ele e Robert James Waller, autor de 'As Pontes de Madison', ambos são exemplos de leituras romanticas e sensíveis mas não exclusivamente femininas.
O Caderno de Noah conta a história de Noah e Allie adolescentes que se conhecem durante as férias e se apaixonam. Tudo bem até aí, mas(sempre tem um mas) eles pertencem à classes sociais distintas, Allie é rica e sofisticada enquanto Noah é pobre e simples. Eles acreditam que seu amor é maior que isto mas no fim do verão Allie é forçada à ir embora e eles não se veem mais. Ente sentimento permanece adormecido durante 14 anos, mas Allie noiva de um rico advogado descobre uma notícia de jornal e volta para a pequena cidade de New Bern à sua procura. Eles se reencontram e a amor antigo volta à tona.
Porém, não é só isso. Quem está contando a história é um octagenário Noah, que lê a história de suas vidas para que uma Allie sofrendo do mal de Alzheimer lembre-se de quem é e volte para ele.
A força deste amor encanta a alma. Eu assisti o filme 'Diário de uma Paixão', baseado na obra, antes de ler o livro e digo que ele é bem fiel, talvez seja muito explícito em alguns momentos em que no livro ficam dúvidas, no entanto os atores principais (Rachel McAdams e Ryan Goslin) souberam passar muito bem o sentimento do casal protagonista tanto na juventude o amor apaixonado quanto no reencontro depois de tantos anos de separação.
é o tipo de história que ocupa espaço na mente e leva muito tempo para ser esquecida.
 
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