sábado, 20 de maio de 2017

Poeta moçambicana lança “Os Ângulos Da Casa”


O livro “Os Ângulos da Casa” marca a estreia da poeta moçambicana Hirondina Joshua no Brasil. Publicada pela editora Penalux e com a apresentação do escritor Mia Couto, a obra dialoga com diversos temas complexos, como sexualidade, afetividade e erotismo.

A “Casa”, destacada na poesia, é representada pela escritora como o espaço psíquico, o interior e os sentimentos e os ângulos a maneira de pensar, de observar, o ponto de vista. 

Para o escritor moçambicano Mia Couto, um dos autores atuais mais representativos na literatura africana, o estilo surrealista de Hirondina convida os leitores a um grande passeio poético. “Trata-se de uma visita a um cotidiano que sendo familiar nos é estranho, porque nele se fala o idioma a que ela chama de ‘a língua dos céus’”.

Para os editores Tonho França e Wilson Gorj, o valor da obra se encaixa no propósito da Penalux de investir na literatura de língua lusófona. “Essa é a segunda publicação oriundo do continente africano. A primeira foi o Gociante Patissa, autor de Angola. Nosso próximo passo é publicar um autor de Portugal. Algo que deve ocorrer em breve. ”

Sobre a autora: 
Hirondina Joshua (Maputo,1987) é uma poeta de destaque na nova geração de autores moçambicanos. Tem participação em várias antologias nacionais e estrangeiras e textos publicados em jornais e revistas de Moçambique, Portugal, Angola, Galiza e Brasil. Dentre as quais, destaca-se as revistas Caliban, Zunái, TriploV, Òmnira, Courrier des Afriques, Acrobata, Sirrose, Literatas, Soletras.
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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Nicola Scott, artista de Mulher Maravilha, é a primeira confirmada da CCXP 2017


A CCXP Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), maior comic con do planeta, que reuniu 196 mil pessoas em 2016 e bateu o recorde de público em comic cons no mundo, anuncia a primeira quadrinista confirmada para sua quarta edição, que acontece de 07 a 10 dezembro, no São Paulo Expo. Pela primeira vez no Brasil, a australiana Nicola Scott, artista de Mulher-Maravilha, estará no evento todos os dias em uma mesa no Artists’ Alley, área destinada a quadrinistas e ilustradores.

Depois de uma breve carreira de atriz, Scott decidiu em 2001 se tornar artista de quadrinhos. Sua estreia aconteceu na série australiana The Watch, publicada pela Phosphorescent Comics, onde a artista foi responsável pelos desenhos das capas. Contratada pela Top Cow Comics em 2003, teve participação em Star Wars: Império #26, publicado pela Dark Horse Comics. Esses trabalhos chamaram a atenção da DC Comics, que a contratou em meados de 2004. 

Na DC, a artista colaborou com a escritora Gail Simone em Birds of Prey (Aves de Rapina) e Secret Six (Sexteto Secreto). Em 2010, desenhou a Mulher Maravilha pela primeira vez para Blackest Night (A Noite Mais Densa) e foi anunciada como a artista oficial de Teen Titans (Novos Titãs), onde ficou até 2011, ano em que desenhou os volumes 3, 5 e 6 de Superman.

Em 2012, a DC anunciou Scott e o escritor James Robinson como a equipe criativa da Terra 2, uma série com foco na Sociedade da Justiça da América. O trabalho de Scott nessa série foi descrito como seu "avanço mainstream". A artista desenhou ainda a série Black Magick, escrita por Greg Rucka, com quem manteve a parceria até o ano passado para lançar Mulher Maravilha: Ano Um, dentro da série Renascimento, que a Panini já começou a publicar no Brasil. “Ano Um” tem previsão de chegar por aqui nos próximos meses.
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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Crianças travessas também podem gostar de ler


Mostrar que o mundo das crianças é recheado de travessuras e também de muito aprendizado, essa é a proposta do livro “Xandrinha em: Jardim aberto”. A obra faz parte de uma série ilustrada produzida pela escritora e poeta Alexandra Vieira de Almeida juntamente com a artista plástica Giselle Vieira. 

A história apresenta os personagens Xandrinha e Beto brincando com a imaginação no jardim durante um fim de tarde. No local, eles realizam muitas traquinagens, mas também aprendem a importância da leitura.

Segundo a escritora, o jardim trata-se de um local simbólico das aventuras das crianças, além de ser um espaço de descobertas. “Isso mostra que o brincar de aprender pode acontecer em qualquer lugar, mas quem proporciona o espaço lúdico e questionador são os livros”.

Um dos trechos que revelam isso é quando no meio da bagunça de Beto, ele deixa de lado as peraltices para prestar atenção na Xandrinha enquanto ela lê alguns poemas para sua florzinha Cecília.

- Apesar de Beto ser sapeca, no fundo ele quer aprender. O intuito é mostrar que meninos bagunceiros também podem gostar de ler – comenta.


Próxima edição

O volume 03 da série ilustrada “Xandrinha e seus amigos” será online. O livro em formato PDF ficará disponível no site durante o mês de julho no site www.Xandrinhaeseusamigos.com.br. A história acontecerá numa colônia de férias, onde Xandrinha conhecerá novos amiguinhos.


Ferramenta pedagógica

Segundo a escritora Alexandra, as obras têm grande importância pedagógica, fornecendo aos leitores a aprendizagem a partir do lúdico e da imaginação. “Pretendemos ainda incentivar que os pais leiam mais para os filhos e que as crianças estudem mais e desenvolvam a criatividade".
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terça-feira, 16 de maio de 2017

Conheça os livros infantis que marcaram as últimas décadas

No mês de maior homenagem à literatura infantil, com a comemoração ao Dia Nacional do Livro Infantil e Dia Mundial do Livro, a Leiturinha, maior clube de assinaturas de livros infantis do Brasil, preparou uma surpresa para os leitores de plantão.

Para relembrar os livros que marcaram as últimas 10 décadas, o clube reuniu os clássicos que encantaram gerações ao longo dos anos. “Todas as obras escolhidas como representantes de sua década são importantes. Além de carregarem um valor histórico, trazem consigo uma carga afetiva contextualizada em seu tempo”, explica a curadora da Leiturinha, Cynthia Spaggiari.

Preparem-se para voltar no tempo!

Década 1920: A Menina do Narizinho Arrebitado - Monteiro Lobato. Lançado em 1920
Este é o primeiro clássico infantil do autor Monteiro Lobato. Esta obra deu início a uma série de personagens eternizados no Sítio do Picapau Amarelo.

Década 1930: Aventuras do Avião Vermelho - Érico Veríssimo. Lançado em 1936
Este clássico conta a história de Fernando e seu pai. Com um aviãozinho vermelho, a imaginação do leitor é transportada por uma grande aventura.


Década 1940: O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint-Exupéry. Lançado em 1943
Uma sensível história que se passa num planeta muito, muito distante. O escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou este clássico há 70 anos, mas transcende gerações e gostos literários.

Década 1950: As crônicas de Nárnia – de C.S. Lewis. Lançado entre 1949 e 1954
Esta é uma série de fantasia criada pelo autor irlandês C. S. Lewis. Nesta aventura, os animais falam, os objetos têm vida e as crianças são inseridas em batalhas entre o bem e o mal.

Década 1960: Flicts - Ziraldo. Lançado em 1969
O clássico de Ziraldo conta uma história emocionante que permite refletir sobre respeito, diferença e aceitação.

Década 1970: O Escaravelho do Diabo – Lucia Machado de Almeida. Lançado em 1974
Este é um clássico juvenil de mistério e muito suspense. Sua primeira publicação aconteceu em 1953, na revista O Cruzeiro. Em 1974, O Escaravelho do Diabo alcançou maior sucesso ao ser republicado pela Série Vaga-Lume.

Década 1980: O Menino Maluquinho – Ziraldo. Lançado em 1980
O menino maluquinho é uma série de quadrinhos eternizados por muitas crianças, servindo de inspiração para peças teatrais, filmes, óperas e séries de tv.

Década 1990: Harry Potter e a Pedra Filosofal – J.K. Rowling. Lançado em 1997
Harry Potter e a Pedra Filosofal é o primeiro livro dos sete volumes da série de fantasia Harry Potter. As obras deram origem a filmes que fizeram com que o bruxinho virasse uma febre entre crianças, adolescentes e até adultos de todo o mundo.

Década 2000: O Diário de um Banana – Jeff Kinney. Lançado em 2007
Não é nada fácil ser criança e esse banana sabe bem disso! Quem entende sobre ser criança melhor do que todo mundo é Greg, um menino comum que, como qualquer outro, passar por disputas na escola e sofre com sua baixa popularidade. Diário de um Banana é sucesso até hoje entre crianças e pré-adolescentes de todo o mundo.

Década 2010: Malala, a Menina que Queria Ir Para a Escola - Adriana Carranca Corrêa - Lançado em 2015
Malala é um best-seller, escrito pela brasileira Adriana Carranca, que conta a história de Malala Yousafzai, que sofreu um atentado de membros do movimento Talibã por defender a educação feminina no Paquistão. Uma emocionante história sobre coragem e resiliência.
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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Heróis e vilões chegam à Iron Studios Concept Store

As novidades não param! A Iron Studios Concept Store, uma das principais lojas conceito de colecionáveis do país com três unidades espalhadas por São Paulo e Rio de Janeiro, e que recentemente inaugurou o e-commerce www.ironstudios.com.br, recebe novas peças de alguns dos vilões e heróis mais icônicos da Marvel, DC Comics e Star Wars. Confira:



Punisher - 1/10 Art Scale Marvel Comics série 3 – Iron Studios

Em edição limitada, a peça de 21 cm de altura foi fabricada em polystone e pintada à mão. Além de duas pistolas e base, na Concept Store você leva um rifle exclusivo. R$339,99.

O Justiceiro é o anti-herói Frank Castle, criado nas HQs por Gerry Conway, Ross Andru e John Romita em 1974. Motivado pela morte de sua família, tornou-se um vigilante que usa força letal como tática de combate ao crime, passando a dedicar toda sua vida e habilidades como ex-militar altamente treinado para fazer sua justiça. O personagem já apareceu nos cinemas e, recentemente, na segunda temporada de Demolidor, série da Netflix e Marvel. Interpretado pelo ator Jon Bernthal, o personagem estreia em série solo ainda em 2017.

Iron Man Mark XLVI Art Scale 1/10 Captain America: Civil War – Iron Studios

O colecionável do Homem de Ferro da Iron Studios foi produzido com base em referências originais do filme. Em polystone e com pintura automotiva e detalhes manuais, tem edição limitada. A peça mede 23 cm e acompanha base. R$339,99.

O Homem de Ferro é o industrial e inventor Tony Stark, que sequestrado por terroristas criou uma armadura para sua fuga e sobrevivência, mantendo estilhaços em seu peito longe de seu coração. Criado por Jack Kirby e Stan Lee em 1963, membro fundador dos Vingadores, é personagem multimídia da Marvel desde seu princípio, mas tornou-se ainda mais popular mundialmente graças ao carisma do ator Robert Downey Jr., que interpreta o herói desde 2008. Sua armadura lhe dá força sobre-humana, durabilidade, voo e uma variedade de armas. Com constantes inovações tecnológicas e mudanças, cada traje é denominado Mark seguido do seu número de edição.

Star Wars Rogue One Darth Vader - 1/10 Art Scale – Iron Studios

O vilão mais famoso da saga ganha um colecionável em edição limitada com 21,5 cm, produzido a partir das referências de Rogue One. Foi fabricado em polystone, pintado à mão e tem capa em tecido. R$319,99.

Darth Vader é considerado o maior vilão da história do cinema e o principal personagem da série Star Wars, de George Lucas. Lorde Darth Vader está presente na trilogia original da série, no Episódio III: A Vingança dos Sith e em Rogue One: Uma História Star Wars, e tem como características marcantes o capacete, armadura e capa negras, e sua ruidosa respiração mecânica. Em Rogue One, é interpretado fisicamente por Spencer Wilding e James Earl Jones, que faz a voz do vilão desde sua origem.


Riot Control Stormtrooper Art Scale 1/10 - Star Wars Série 3 – Iron Studios

Ainda sobre a saga Star Wars, o colecionável da tropa de choque dos Stormtroopers foi produzido com base no filme, em polystone e pintura manual. A peça tem 18,5 cm de altura e acompanha base. R$319,99.

Riot Control Stormtrooper é a tropa de choque dos Stormtroopers, uma unidade treinada em táticas de controle de multidão usando equipamento não-letais e até letais, se necessário. No Episódio VII: The Force Awakens, o Stormtrooper FN-2199, também conhecido como Nines, lutou como seu antigo irmão de armas, Finn, armado com um bastão Z6 para controle de motins em um duelo contra um sabre de luz.

Batman Art Scale 1/10 - Suicide Squad

A peça de 21,5 cm do herói da DC Comics foi desenvolvida em edição limitada para os fãs do filme Esquadrão Suicida. Foi fabricada em polystone com pintura manual, e acompanha máscara de mergulho e base. R$319,99.

Batman foi criado por Bob Kane e Bill Finger em 1939. Como Bruce Wayne é um empresário bilionário, que testemunhou o assassinato de seus pais quando criança e passou a viajar pelo mundo tentando compreender a mente criminosa. Treinou artes marciais e técnicas de combate sempre buscando a perfeição física e intelectual. Criou um uniforme baseado numa coisa que o amedrontava quando criança: morcegos. No filme Esquadrão Suicida, o ator Ben Affleck retorna ao papel do Homem-Morcego em participações pontuais e marcantes.

The Joker Art Scale 1/10 - Suicide Squad

O inimigo de Batman foi desenvolvido pela Iron Studios a partir das referências do filme Esquadrão Suicida, com polystone e pintura à mão. A peça inclui duas opções de cabeça e base. R$279,99.

Joker, ou Coringa, é um dos maiores vilões dos quadrinhos e o principal arqui-inimigo do Homem-Morcego. Chamado também de O Sinistro Palhaço do Crime, foi criado por Bill Finger, Bob Kane e Jerry Robinson, inspirados no ator Conrad Veidt no filme The Man Who Laughs de 1928 e uma carta de baralho. Psicótico e sempre sorridente, fez sua estreia em Batman #1 de 1940. Suas origens, assim como seu verdadeiro nome, são um mistério até hoje. No filme Esquadrão Suicida, o vilão é interpretado pelo ator Jared Leto e apresenta uma versão diferente das outras encarnações anteriores no cinema, com a postura de líder de gangue, o corpo coberto por tatuagens e dentes obturados.

Winter Soldier Art Scale 1/10 Captain America: Civil War

Em edição limitada, o Winter Soldier da Iron Studios foi produzido em referência ao filme Capitão América: Guerra Civil em polystone e pintura manual. Acompanha base e mede 17,5 cm de altura. R$319,99.

O Soldado Invernal é James “Bucky” Barnes e foi criado nos quadrinhos por Joe Simons e Jack Kirby em 1941, originalmente parceiro-mirim do Capitão América na 2ª Guerra Mundial. Nos filmes da Marvel é interpretado por Sebastian Stan e tem a mesma faixa etária de seu amigo Steve Rogers. 

Com duas unidades em São Paulo e uma no Rio de Janeiro, a Iron Studios Concept Store é uma das principais lojas conceito de colecionáveis do Brasil, e conta com diversos produtos do universo de cultura pop. Para saber mais, acesse: www.ironstudios.com.br.
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“Comendo Londres” guia o leitor pelo que há de melhor na mal-afamada culinária britânica


O jornalista Daniel Buarque, assume um divertido desafio de quebrar preconceitos e estereótipos alimentares para mostrar que a comida londrina possui uma identidade gastronômica marcante. Em uma pesquisa minuciosa, o autor lança o livro “Comendo Londres” (R$ 39,90) e mostra que, apesar da má-fama, é possível, sim, comer bem na capital inglesa. A obra é uma coedição entre as editoras Livros de Comida e Aeroplano.

Com 240 páginas, e um prefácio escrito pelo ex-correspondente da Globo em Londres, Roberto Kovalick, o livro traz dicas de pubs e feiras de ruas que fazem parte da cultura local para que o leitor sinta-se como um verdadeiro londrino, inclusive no quesito preço. Como exemplo, a obra cita restaurantes indianos e gastropubs que possuem cardápios autorais e muito mais baratos do que restaurantes estrelados. “Há comidas excepcionais, criativas e com toque de chefs talentosos em restaurantes simples, feiras e mercados”, enfatiza Daniel Buarque.

O livro está dividido em 14 capítulos, apresentados como um menu. Ele trata dos pratos mais tradicionais e estranhos da alimentação britânica, debruça-se sobre a história de costumes como o fish and chips, o rosbife, o feijão servido no desjejum, as batatas e o chá. Trata ainda do fortíssimo hábito de frequentar pubs, onde se toma a cerveja inglesa, a ale, uma bebida viva tão deliciosa e diferente das cervejas mais populares no Brasil. A obra inclui ainda sugestões de passeios fora de Londres e fala sobre as sobremesas britânicas. Tudo como numa excelente refeição completa.

Em “Comendo Londres”, o autor compartilha o segredo para se apaixonar pela culinária da cidade e abrir horizontes em relação ao diferente. “Os ingleses comem feijão com molho adocicado no café da manhã - um brasileiro não precisa deixar de lado a sua experiência com o feijão do seu cotidiano ao experimentar a versão popular nos pubs de Londres, mas precisa não ter preconceito na hora de experimentar. Daí surgem ótimas experiências”, explica Daniel.

"Londres é uma metrópole global que oferece algumas das melhores oportunidades gastronômicas do planeta, mas é importante estar interessado em fugir do clichê de que a alimentação inglesa é sofrível e estar disposto a encarar novas experiências e sabores. Assim, pode-se conhecer uma gastronomia secular, de origem medieval, que passou por privações de guerras devastadoras, por uma mentalidade religiosa que inibia qualquer forma de prazer, mas que com o tempo conseguiu se reerguer e consolidar Londres como um dos endereços mais atraentes para quem se interessa pela boa comida no mundo", defende.
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terça-feira, 9 de maio de 2017

Anabela vai ao resgate: obra infantil traz fadinha que conserta qualquer coisa


Em Anabela Vai ao Resgate, obra publicada pela Editora CMS, Anabela é a fadinha mais ocupada da Vila Mágica. Ela consegue consertar qualquer coisa! Por sorte, sempre carrega uma bolsinha especial e a varinha mágica.

Alguém sempre acaba precisando da ajuda da fada. E lá está ela ajudando as pessoas. Anabela salva duendes do afogamento, conserta uma ponte que está se partindo, além de auxiliar os elfos a prepararem o café da manhã de panquecas e mel. Até as joaninhas que colhem cenouras e ervilhas ganham uma mãozinha da amiga.

Mas será que esta fadinha tão ocupada vai conseguir resolver todos os problemas em tempo?

O livro vem acompanhado de uma incrível varinha mágica destacável para que os pequenos possam ajudar Anabela em cada missão. Em formato de bolsa, a obra vai encantar as crianças.

Outro livro da coleção Anabela é Anabela Salva o Dia, também publicado pela Editora CMS.
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'A Inquisição não acabou' é manual histórico de um dos períodos mais sangrentos da humanidade

O que foi a Inquisição? Como ela era usada pela Igreja para reprimir e torturar os considerados hereges e pecadores? Qual foi a herança que este período sangrento da história da humanidade deixou e que permanece até hoje? A Inquisição Não Acabou, lançamento da Editora Nossa Cultura, é um convite a uma viagem histórica pelos períodos em que a repressão e a tortura eram usadas pela Igreja como forma de exercer poder e autoridade.
Na primeira parte, o livro traz uma construção ideológica do que foi a Inquisição, imposta como ferramenta de “proteção” da fé, praticada principalmente pela Igreja Católica, mas também por outras religiões que a usaram em nome de Deus. Em uma linguagem crítica que prende o leitor do início ao fim, o autor detalha as origens da Inquisição, como eram reconhecidos os hereges, o passo-a-passo do julgamento à sentença, aspectos do contexto histórico da Idade Média, os tipos de tortura utilizados na época, a caça às bruxas, entre outros assuntos.
O Tribunal de Lima (Peru) processou 1.477 pessoas entre 1569 e 1820. Metade foi queimada viva e outros tanto condenados ao garrote. Motivos? As vítimas eram acusadas e sentenciadas por serem protestantes, judeus bígamos, supersticiosos, blasfemos, falsos celebrantes, visionários, homossexuais ou religiosos casados. Estima-se que juntas, a Inquisição tenha feito mais de 370 mil vítimas apenas na Península Ibérica (Portugal + Espanha).
A segunda parte da obra revela um rico caderno de fotos, resultado de inúmeras visitas que o autor fez a museus de tortura espalhados pelo mundo, mostrando os mais cruéis e inimagináveis instrumentos usados para punir, ferir e matar. Já a última parte do livro é um retrato de como ainda é possível encontrar, nos dias de hoje, os resquícios de uma cultura opressora e inquisitorial, no que se refere a aspectos atuais como, por exemplo, a violência doméstica, a escravidão moderna, os grupos terroristas e os preconceitos raciais.
Com um olhar crítico, o autor provoca o leitor com reflexões pontuais, tornando a leitura estimulante e ativa. A obra chega às livrarias do Brasil a partir de abril.
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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Câmara Brasileira do Livro anuncia novidades para o 59º Prêmio Jabuti


A Câmara Brasileira do Livro (CBL), realizadora do Prêmio Jabuti - o mais tradicional e prestigiado do livro brasileiro, anunciou no mês passado Luiz Armando Bagolin como novo curador da premiação. Consagrado acadêmico da Universidade de São Paulo e responsável pela direção da Biblioteca Mário de Andrade entre 2013 e 2016, Bagolin chega para trazer uma visão atual e assumir novos desafios com o Jabuti.

Nesta edição de 2017, duas novas categorias se juntam às vinte e sete já existentes: “História em Quadrinhos” e “Livro Brasileiro Publicado no Exterior”. Segundo o curador, a criação dessas categorias demonstra esse novo momento que o prêmio e a literatura estão vivendo: “Existem várias formas de contar uma mesma história. Ela pode vir por desenhos, por palavras, em português, em outras línguas. O importante é valorizarmos todas essas formas de contar. Criar essas novas categorias era essencial para mostrarmos a força de nossa produção editorial, representada pela riqueza que o brasileiro produz”.

A “História em Quadrinhos”, que anteriormente era contemplada pela “Adaptação”, passa a ter uma categoria dedicada exclusivamente para ela. Poderão ser premiados livros compostos por histórias originais ou adaptadas, contadas por meio de desenhos sequenciais, definidas pela união de cor, mensagem e imagem. Por conta de sua criação, a categoria “Adaptação” deixa de aceitar história em quadrinhos. Já a categoria “Livro Brasileiro Publicado no Exterior” vem para dar visibilidade à produção editorial brasileira que é promovida no exterior. Poderão ser inscritos livros de autor(es) brasileiro(s) nato(s)/naturalizado(s) publicado no exterior em primeira edição no período entre 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2016, em qualquer gênero, ficção ou não ficção.

Para apoiar as definições e próximos passos do prêmio, Bagolin convidou quatro estudiosos do mercado editorial para formar seu conselho curatorial. Farão parte da nova equipe: Jair Marcatti, professor da Escola Superior de propaganda e Marketing (ESPM) e coordenador do Observatório de Economia Criativa da mesma instituição; Luis Carlos de Menezes, professor sênior do Instituto de Física da Universidade de São Paulo e Coordenador Acadêmico da Faculdade SESI/SP de educação; Pedro Almeida, Publisher, jornalista e professor de literatura; e Eduardo Jardim, filósofo, professor, autor, vencedor do Livro do Ano de 2016.

As inscrições para o 59º Prêmio Jabuti começam no próximo dia 18 de maio, e poderão ser realizadas diretamente pelo http://premiojabuti.com.br/.
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Editora Seguinte revela a capa de 'Crueldade'


A Editora Seguinte revelou a capa do livro 'Crueldade' (Crueldade, vol. 1), de Scott Bergstrom. O prim eiro volume da série tem previsão de lançamento para 31 de maio e já em pré-venda.

Na história, o mundo de Gwendolyn Bloom vira de cabeça para baixo quando seu pai desaparece durante uma viagem de trabalho. Ela logo descobre que ele não é o homem que, por dezessete anos, achou que fosse — e essa é só a primeira de muitas revelações que Gwendolyn terá pela frente. 

Sem poder contar com a ajuda de mais ninguém para encontrá-lo, a garota parte em uma jornada tão perigosa quanto alucinante, seguindo os rastros do pai pela Europa. Porém, para se infiltrar — e sobreviver — em um novo mundo cheio de maldade e perversão, ela precisará deixar toda a sua vida para trás, assumir uma nova identidade e se tornar alguém tão cruel quanto seus piores inimigos.
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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Além do inglês: domínio de outros idiomas é essencial para impulsionar os estudos e a carreira


A capacidade de ler, escrever e interagir em inglês é um dos elementos de maior destaque nos pré-requisitos em processos seletivos de grandes empresas e multinacionais. Há muito a habilidade deixou a categoria "desejável" e passou a ser uma condição indispensável, pois representa a oportunidade de um preparo mais qualificado quanto aos estudos e pesquisas acadêmicas e profissionais, além de ampliar os horizontes culturais. 

Embora a fluência no idioma ainda seja uma deficiência entre os brasileiros, apenas o domínio da língua inglesa, não garante o destaque e excelência em todas as carreiras. O sucesso acadêmico e uma boa colocação no mercado de trabalho podem depender também da compreensão de outros idiomas.

Para Cassiano Soares, coordenador de idiomas do Centro Europeu, uma das principais escolas de profissões e idiomas da América Latina, ser trilíngue ou poliglota significa que o indivíduo possui uma visão de mundo muito mais ampla. "Falar outros idiomas garante o acesso a inúmeros conteúdos internacionais sem depender da tradução. Se você estuda Moda e domina o idioma italiano, por exemplo, poderá acessar uma infinidade de materiais teóricos de extrema relevância para o segmento, que muitas vezes nem chegam ao Brasil. Assim como a língua francesa para a gastronomia, o alemão para filosofia e artes. O aproveitamento é muito maior", afirma.

Além disso, as oportunidades de intercâmbios estudantis são muito maiores. "Diversas instituições educacionais europeias e asiáticas investem em programas de graduação e pós-graduação para estrangeiros. E todas exigem níveis avançados de conhecimento em seus respectivos idiomas", detalha Cassiano. 

A construção de uma rede de contatos internacional também pode ser bastante favorecida. Segundo a Ethnologue, instituição linguística responsável por catalogar os idiomas do planeta, as línguas mais faladas do mundo são na verdade o Mandarim, muito importante para o mundo dos negócios, já que a China é uma das maiores potências econômicas mundiais, e o espanhol, idioma oficial de mais de 20 países e muito pertinente para os brasileiros, visto que é a principal língua da América do Sul e falada por mais de 160 milhões de pessoas na América do Norte.

Quanto antes melhor

Uma pesquisa realizada pela EF Education First no final do ano passado classificou o Brasil na categoria "proficiência baixa em inglês", ocupando a 41ª posição entre os 70 países avaliados. Para Cassiano, os dados são preocupantes. "É preciso correr atrás do prejuízo e eliminas as barreiras de comunicação. O ideal é que o estudante ou profissional comece com o aprendizado do inglês, em seguida identifique outro idioma de maior relevância em sua área de atuação e passe a estudá-lo também. No núcleo de idiomas do Centro Europeu, sempre ouvimos histórias de pessoas que procuram a escola, porque perderam oportunidades de promoções no trabalho ou viagens ", completa.
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