quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Como a psicanálise compreende a sexualidade e as questões de gênero

"No que determinadas pessoas estão acreditando quando afirmam a sua identidade de gênero, dizendo serem homens ou mulheres?" Pág. 83 Essa e outras perguntas são respondidas na obra Faces do Sexual: Fronteiras entre gênero e inconsciente, organizada pelo psicanalista Rafael Kalaf Cossi e publicada pela Aller Editora.

Formado por artigos de renomados psicanalistas, como Vladimir Safatle, Patricia Porchat e Christian Ingo Lenz Dunker, o livro apresenta um debate claro e aberto da psicanálise com o estudo de gênero, apontando as possíveis aproximações e aprofundando o tão atual debate sobre sexualidade, o que é bastante controverso entre os psicanalistas mais arraigados à tradição.

De maneira didática, os textos quebram com a ideia da transexualidade ou da homossexualidade ligadas à perversão. A obra mostra ao leitor que a psicanálise está atenta aos sujeitos de seu tempo, às suas necessidades e ao seu modo de ser e estar no mundo – o que inclui a sexualidade como parte importante desse processo.

Desde Freud, para a psicanálise, a identidade sexual não está forçosamente atrelada aos caracteres biológicos e isso abre diversas possibilidades para pensar o sujeito e suas possíveis maneiras de viver sua sexualidade. Dessa forma, o livro amplia o debate psicanalítico ao conversar com autores de outras áreas, como Judith Butler.

Sem qualquer pretensão de limitar as discussões, Faces do Sexual: Fronteiras entre gênero e inconsciente quebra paradigmas e convida o leitor e a leitora a se permitirem seguir os descaminhos do debate que conduzem a diferentes interpretações dentro desse universo plural.
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terça-feira, 27 de agosto de 2019

Conheça "No silêncio do mar", livro inédito de Juliana Dantas

Na literatura, ele aparece pela primeira vez nos versos de Homero. Na história, a conexão dele com o ser humano está presente desde os tempos mais remotos. Muitas vezes é visto como hostil. Em outras é fascinante e contemplador. Já sabe de quem falamos? O protagonista aqui é o mar, fonte de inspiração de escritores de todas as épocas e estilos literários.

Toda esta introdução é para revelar o intenso e mais novo livro da best-seller paulistana Juliana Dantas: No silêncio do mar. O título é um dos livros mais aguardados pelo público admirador de literatura contemporânea, em 2019 e leva o selo Harlequin, da Editora HarperCollins.

As águas do oceano estão presentes do começo ao fim da obra, na qual a autora conecta metáforas cheias de significado. As ondas, a areia da praia, o vento e até mesmo o mar revolto são elementos que Juliana, de forma sutil, utiliza com inteligência para construir os diálogos e as narrativas. O mar e suas particularidades estão presentes desde a infância até a vida adulta dos personagens Ana e Gael – um casal próspero que mora em uma cidade litorânea. Ela, uma menina que convive com o medo do oceano, e ele, um apaixonado pelo mar que sonha em construir sua vida em torno dele.

Ana e Gael têm uma vida quase perfeita – uma casa em frente à praia onde construíram um lar reservado, porém cheio de intimidade. Tudo estava sob controle, mas a chegada de misteriosos vizinhos, como uma onda que leva tudo embora, abala a tranquilidade dos dois. É quase como um castelo de areia que desmorona e Ana não tem mais para onde fugir. “O mar revolto e impetuoso de que tinha tanto medo desde criança agora lhe cobrava que verdades assustadoras fossem reveladas”, declara Juliana.

Este segredo que tanto amedronta a protagonista é revelado na metade da obra. Sim, a verdade é desvendada antes do final, mas o leitor permanece instigado a compreender a complexidade dos personagens e o motivo deles passarem pelo difícil drama familiar. “Ao finalmente descobrirem o que está sob a superfície, espero que consigam mergulhar no drama da protagonista e ter empatia pela dor que ela sente. E, quem sabe, até mesmo perdoar suas atitudes?”, pondera.

Com um texto que flui como as ondas do mar, Juliana utiliza das metáforas com propriedade e apresenta uma história que prende pelos detalhes bem contextualizados. A escritora é famosa por escrever belas histórias de amor com uma pitada de dramaticidade, característica que rendeu à autora sucesso instantâneo em plataformas como Amazon e Kindle e menção em revistas de grande alcance como a Veja.
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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Avaliação empresarial pela primeira vez "Made in Brazil"

O Brasil é um país de dimensões continentais e, apesar de ser a oitava economia do mundo, quando o assunto é avaliação empresarial, a falta de material teórico sobre a realidade brasileira é uma das maiores dificuldades encontradas pelos avaliadores. Para preencher essa lacuna, o administrador e consultor Fernando Cabral lançou um verdadeiro guia de como avaliar empresas no país: Avaliação de empresas – e os desafios que vão além do Fair Value, lançamento da Lura Editorial.

Ao avaliar a primeira empresa de sua carreira, em 2005, Fernando teve a impressão de que “havia uma abismo entre o mundo teórico e prático”. Na época, encontrou apenas literatura voltada para o mercado norte-americano. Fato que, segundo ele, pouco mudou com o passar dos anos.

Para o autor, ao se basearem apenas em obras estrangeiras os avaliadores deixam de assumir problemas peculiares do Brasil, tais como: instabilidade econômica, mudanças de ordem tributária e crises políticas, além de outras particularidades empresariais típicas da cultura brasileira. “A ideia de fazer a obra, portanto, é fruto das minhas dificuldades e da minha paixão pelo assunto. (...) parte significativa dessa operação não está nos valores, mas na relação humana”, admite.

A obra é dividida em três partes. Na primeira, Fernando apresenta as metodologias de Avaliação de Empresas (Valuation) e suas armadilhas. Na segunda, de forma didática, explica como ocorrem as etapas do processo de compra e venda de empresas. Na terceira, o leitor é apresentado aos caminhos alternativos mais utilizados em Fusões e Aquisições (F&A) e à realidade do mercado nacional. Um dos destaques da obra é a descrição detalhada de uma avaliação na prática, com o uso do software de análise de risco chamado @RISK.

Fernando assume um grande desafio na tentativa de desmistificar a complexa teoria de valuation e como ela ocorre na prática. A obra se propõe a responder questões pontuais como: por que o valuation das empresas estão superavaliados? Quais são as armadilhas e os cuidados que deve ter? Mudanças de regime tributário fazem diferença no valor do negócio? Como proceder com o caixa da empresa e faturamento?

Ou seja, de maneira direta, o autor revela o que acontece no mundo da avaliação de empresas sem censura. E chega a uma conclusão: não importa de que lado você está, comprador ou vendedor, os desafios vão além do fair value (valor justo). É preciso ter conhecimento e habilidade para fechar o melhor negócio.
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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Existe motivo para a guerra?


Espelhos, fumaça, conflitos, poder... Explicar por que a guerra existe e o motivo de continuar é uma tarefa complexa. O internacionalista, ghostwriter e jornalista Vinicius Gomes Melo, em Entre Espelhos e Fumaça, aceitou o desafio: refletir sobre o real motivo das guerras. Publicado no Brasil pelo Grupo Editorial Letramento, o thriller de ficção com fundo histórico reúne intrigas internacionais, espionagens entre potências mundiais e guerras travadas nas trincheiras, mas também na diplomacia e na influência entre países.

Três tramas paralelas que ao mesmo tempo se completam fazem parte de uma narrativa ideal para aqueles que gostam de ação e de suspense. A primeira delas é a história das jornalistas Mac e Rosie, mãe e filha. As duas recebem uma informação que pode alterar o curso da invasão norte-americana ao Iraque, em 2003. Enquanto lidam com a relação maternal, tornam-se testemunhas oculares de um 

A segunda diz respeito aos últimos meses de 1963. Um ex-espião busca a redenção de seus pecados, mas se vê no meio de uma conspiração de assassinato que pode incendiar a Guerra Fria. E a última relata um dos episódios mais tristes da história: a Segunda Guerra Mundial. Um jovem soldado luta não apenas contra o inimigo, mas também por sua humanidade, em um cenário de morte e caos nas sufocantes selvas do Pacífico.

Por sua formação em relações internacionais, Vinicius construiu em sua obra um olhar crítico sobre o panorama sociopolítico-econômico mundial. Além disso, também demonstra facilidade com as palavras, fruto do seu trabalho como jornalista, com um texto que envolve e motiva o leitor a seguir adiante. O escritor também é coautor dos livros de não-ficção “Bernie Sanders e a Eleição que Não Terminou”, que será lançado em breve pela editora Letramento; e traduziu a obra “Em Estado de Choque: Sobrevivendo em Gaza sob Ataque Israelense”, publicado pela Autonomia Literária.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Cinco mitos sobre escrita e publicação de livros

Além de um legado para as próximas gerações, lançar um livro também pode funcionar como um alavancador da carreira e dos negócios de seu autor, a realização do sonho de registrar memórias, experiências e aprendizados e uma forma de compartilhar seus conhecimentos e expertise sobre algum tema.

Existem vários mitos que cercam a vida de um escritor principiante e para esclarecer e desvendar os mistérios da escrita e publicação de livros, Eduardo Villela, Book Advisor, que por meio de assessoria especializada, ajuda pessoas a escrever e publicar suas obras, fala sobre o assunto. Confira:

1) Escrever um livro é um processo solitário

MITO - O Primeiro grande mito que cerca quem quer ser um autor é o de que é preciso trabalhar sozinho na construção de sua obra. De acordo com Eduardo Villela, "Quem deseja escrever e publicar um livro pode e deve contar com a ajuda do Book Advisor. Ele é um profissional que assessora o autor em todas as etapas de seu livro: no planejamento do projeto, que envolve análises sobre a temática escolhida e público-alvo de leitores, a elaboração de um roteiro de capítulos, cronograma e outros aspectos; durante o processo de escrita, dando feedback para os textos; e na publicação do livro, seja buscando uma editora no mercado para publicá-lo ou auxiliando o autor na realização de uma edição independente", explica.

Villela ainda compara a escrita de um livro ao processo de construir uma casa: é necessária ajuda profissional para a sua realização. "Quando explico como é o meu trabalho, eu faço uma analogia com a área de construção civil. Elaborar o projeto de um livro e escrevê-lo requer assessoria especializada de um Book Advisor assim como a criação do projeto de uma casa necessita de um arquiteto e a sua construção do acompanhamento de um engenheiro. O Book Advisor facilita o trabalho do escritor fazendo os papéis de arquiteto e de engenheiro.", revela Villela.

2) Como já tenho o livro "pronto" na minha cabeça, vou conseguir escrevê-lo rapidamente 

MITO - Muitas pessoas querem sentar e escrever seus livros de uma só vez, de forma bem rápida, pois acham que têm todo o conteúdo já pronto e organizado na cabeça. "Isso é um grande mito. A pessoa que já senta e sai escrevendo o primeiro capítulo, sem ter feito nenhum planejamento prévio, corre um risco bastante alto de, em pouco tempo de trabalho, travar e ficar confusa. Como ela não fez nem o básico (um roteiro detalhado de capítulos e um levantamento prévio de informações), ela se verá perdida, sem saber como dar continuidade ao livro. E aí, a grande maioria dos novos autores desiste de seu livro", alerta Villela.

Para escrever um livro bem feito é necessário investir tempo em um planejamento completo e por etapas. "Três a quatro semanas é o tempo suficiente para um bom planejamento do projeto. Durante o processo, converso muito com o autor e fazemos uma análise da relevância do tema, definimos e estudamos o público-alvo, avaliamos o que já existe no mercado sobre o assunto, verificamos se esta temática é uma tendência, criamos um roteiro detalhado de capítulos, pensamos o número de páginas, montamos um cronograma de escrita, entre outros vários detalhes", esclarece o Book Advisor.

3) Escrever um livro exige uma baita criatividade, muita inspiração e um dom especial 

MITO - Várias pessoas acham que para escrever um livro é preciso ter talento, inspiração e criatividade fora do comum, mas, de acordo com Villela, isso é bobagem. "Para escrever seu livro, é fundamental que você, autor, conheça muito bem o tema escolhido (tanto na prática como na teoria), quem serão os seus leitores e suas necessidades, ou seja, por quais razões eles se interessarão pelo seu livro. Quais são os sonhos, as dúvidas, os medos de seus leitores? Quais desafios e mudanças ele estão vivendo no dia a dia?", pondera Villela.

Villela complementa que "também é necessário saber se há concorrência ou não para o seu livro. E caso existam outras obras sobre o assunto, é preciso pensar o que diferenciará o seu livro delas. A pergunta a ser respondida é a seguinte: O que tornará o seu livro único e especial no mercado?".

4) Não posso escrever meu livro pois não sou bom em língua portuguesa, redação e não tenho tempo

MITO - É comum pessoas que desejam escrever um livro desistirem do sonho por não dominarem o português e terem dificuldades com a escrita. "Se a pessoa conhece bem o assunto que deseja abordar e o público-alvo de leitores, ela pode contar com a ajuda de um Ghostwriter para realizar a parte escrita. Este profissional produzirá os textos dos capítulos por meio de entrevistas feitas com o autor sobre o conteúdo de cada um deles. O Ghostwriter atua como um escriba: ele transforma a fala do autor em texto. Porém, para o trabalho com o Ghostwriter funcionar bem, o autor deve previamente fazer um roteiro detalhado de capítulos, o qual servirá de base para as entrevistas. A construção deste roteiro deve ser feita em conjunto com o Book Advisor e é recomendável que ele coordene o trabalho do autor com o Ghostwriter ", diz Villela.

Outra preocupação corriqueira é a falta de tempo para escrever o livro. Segundo o Book Advisor, uma organização eficaz da rotina de escrita do autor e um cronograma detalhado tornam o processo de escrita bem mais simples. "Um Book Advisor experiente está preparado para orientar o autor a encontrar a dinâmica de trabalho que funcione para sua realidade de tempo.", destaca Villela.

5) Meu livro só será lido e valorizado pelos leitores se publicado por uma editora

MITO - Muita gente acredita que seu livro só vai ser lido e bem-aceito pelos leitores caso seja publicado por uma editora, mas, de acordo com Villela isso não é uma regra. "Hoje, se você é um autor que cria vínculo, conexão, com o seu público-alvo nas redes sociais, uma edição independente de seu livro pode ser um caminho bastante interessante e viável. Existe, por exemplo, um bom número de autores que lançam seus livros como e-book em plataformas como o Kindle da Amazon e alcançam resultados muito bons", revela.

* Eduardo Villela é Book Advisor e, por meio de assessoria personalizada, ajuda pessoas a escrever e publicar suas obras. Mais informações em www.eduvillela.com
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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Livro fala da importância do amor próprio


Conectar mulheres e suas histórias como forma de promoção da regulação emocional e elevação de autoestima. Essa é a proposta do livro Autoamor, com a coordenação autoral das psicólogas Ellen Moraes Senra e Gizeli Hermano. A obra conta com análises de 21 especialistas que visam exercitar a importância da empatia entre as mulheres e mostrar que elas não estão sozinhas em suas dores ou amores.

A psicóloga Ellen explica que o “autoamor” não se trata apenas de autoestima, mas inclui o amor-próprio, generosidade, empatia, carinho e tudo aquilo voltado para as figuras femininas fortes que são tão cobradas pela sociedade. “Encaradas sempre como fortalezas, muitas vezes, somos impedidas de demonstrar nossas fragilidades, como se tivéssemos que nos mostrar ‘super’ a todo momento”.

Sofrimento feminino
Para ela, um dos motivos da obra foi para se discutir o porquê de tantas pessoas se mutilando em prol de um padrão imposto, sem contar nos casos de mulheres sendo agredidas, abusadas e acreditando que merecem passar por isso.

A especialista lembra também das mães que sofrem por acharem que não fazem o suficiente ou fins de relacionamento que levam embora o amor próprio. “Precisamos encontrar a compreensão necessária para entender que as emoções são passageiras e que depende de nós dar o primeiro passo rumo à revolução do Autoamor”.

- Para piorar, vemos uma grande rivalidade entre as mulheres, quando elas podem se apoiar mutuamente. Por que nos atacarmos e apontamos defeitos umas nas outras quando sabemos que todas nós já estivemos exatamente na mesma posição ou estaremos algum dia? – questiona a psicóloga.

Acolhimento mútuo
A coautora diz que o livro é voltado para todas as mulheres: mães, esposas, filhas, donas de casa, empresárias, empreendedoras, domésticas entre outras. Para ela, a obra parte dos corações de cada uma, com o intuito de proporcionar uma experiência de troca, de acolhimento, de autoconhecimento e, principalmente, de mudança com o intuito de combater todo tipo de estereótipo.

- Caso a leitora já tenha iniciado a jornada do autoamor, esperamos contribuir para que permaneça firme nela. Mas se ainda não o tenha feito, esperamos que esse material sirva de impulso para que encontre a motivação interior de cada uma possa promover uma revolução de se amar cada dia mais - conclui.
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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Conheça as cinco linguagens do perdão

Como saber o jeito certo de se desculpar? Como ter certeza de que o pedido de perdão transmitirá sinceridade e sensibilizará a parte prejudicada? Como dar passos certos rumo à restauração de relacionamentos ofuscados pela dor e decepção? Gary Chapman, doutor em Antropologia e autor best-seller na área de relacionamentos, e Jennifer Thomas, doutora em Psicologia Clínica, trazem respostas a essas perguntas em As Cinco Linguagens do Perdão. 

Fruto de intensas pesquisas sobre a importância de pedir perdão de maneira efetiva, a nova edição da obra chega às livrarias brasileiras pela Editora Mundo Cristão. Nela, Gary e Jennifer compartilham uma curiosa constatação: o perdão não tem o mesmo significado para todas as pessoas. Isso acontece porque os seres humanos possuem diferentes “linguagens” para pedi-lo. É por isso que um suposto pedido de desculpas não tem o efeito desejado em quem o recebe. Dessa forma, quando se aprende a pedir perdão de fato, e se entende a linguagem do outro, é possível trocar velhas desculpas por honestidade, confiança e alegria.

A cada capítulo, os autores abordam princípios transformadores e mostram como é possível evitar discussões acaloradas, pedir perdão de forma assertiva e adequada, reacender o amor e restaurar laços valiosos. Assim, ao longo da obra, o leitor aprenderá a identificar, compreender e aplicar as “cinco linguagens do perdão” e conhecerá maneiras adequadas para abordar diferentes situações no dia a dia, seja no casamento, no círculo de amizades ou entre os familiares.

Repleto de histórias esclarecedoras, As Cinco Linguagens do Perdão é uma excelente fonte de encorajamento para quem precisa dar um passo a favor da reconciliação, uma fonte de esperança que estimulará o leitor a escrever uma nova história.
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sábado, 17 de agosto de 2019

Best-seller maranhense lança novos livros na Bienal do RJ


Depois de realizar o lançamento independente da série de livros eróticos Príncipes de Castellani, na 17ª edição da Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro e do sucesso alcançado nas outras edições da Bienal, a maranhense best-seller da Amazon, Lani Queiroz, retorna ao evento para lançar três livros inéditos: Princesa da Inocência e Príncipe do Domínio que compõem a série Príncipes de Castellani publicadas pela Editora 3DEA e Perigosa Sedução, que é uma história independente e apaixonante publicada pela Qualis Editora.

Querida por muitos fãs da literatura HOT, a escritora Lani Querioz estará em todos os dias da bienal para interagir com seus leitores assíduos. Sua participação no evento começa dia 30 de agosto às 14 horas, no Estande da Amazon, para realizar uma palestra e participar dos debates que ocorrerão no local.

As sessões de autógrafos e os lançamentos das obras “Princesa da Inocência” e “Príncipe do Domínio” ocorrerão nos dias 31 de agosto, 01, 07 e 08 de setembro das 16 horas às 17 horas, no próprio estande da Editora 3DEA, localizada no pavilhão verde N10. Já a obra “Perigosa Sedução” será lançada no estande da Qualis Editora no dia 31 de agosto (sábado) das 14 horas às 16 horas.
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sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Poesia na Bienal do Livro do RJ

É tempo de celebrar! Mauro Felippe reúne, na antologia Palavras Têm Vidas, o sucesso de suas quatro obras: Humanos, Nove, Ócio e Espectros. Lançado pela Editora Coerência, o livro combina os melhores versos do poeta catarinense e marca a nova fase do escritor. Mauro é conhecido por escrever poemas e aforismos que imprimem a realidade humana, seja no caos das adversidades ou pela doçura das crianças.

A combinação surgiu a partir de mais de 500 textos do autor e segue a mesma linha dos demais títulos já publicados: um habilidoso jogo de palavras, envolto à críticas ácidas e reflexões acerca da complexidade da mente humana. Trata-se de uma obra para todos que desejam extrair o universo que só a literatura é capaz de proporcionar.

Antes mesmo de ter sido apresentada ao grande público, a obra já foi endossada por críticos literários e nomes consagrados da literatura. Entre eles, o escritor e o jornalista Fernando Jorge, que assina o prefácio da obra. “Na larga visão espiritual de Mauro Felippe, as palavras têm sangue, pulsações cardíacas, almas sonoras, frêmitos de vida ardente (...). Mauro vê nos vocábulos o fiel espelho do nosso íntimo, dos nossos raciocínios, das nossas emoções”, pontua Jorge.

O próprio Mauro admite que jamais havia pensado em lançar uma antologia, assim como nunca cogitou em escrever o primeiro, segundo, terceiro e quarto livros. “É mais um sonho que flui e se concretiza em minhas mãos, que provam que aquelas Palavras, antes lançadas timidamente, Têm Vidas”, define.

As ilustrações ficaram por conta do desenhista, também catarinense, Rael Dionísio. Elas têm o poder de traduzir os textos em desenhos, criando um outro ponto de reflexão a pedido de Mauro, às vezes abstratos, outros surrealistas, mas sempre com grande simbolismo. 


Sinopse: É tempo de celebrar! Mauro Felippe, poeta catarinense, reúne na obra Palavras Têm Vidas o sucesso de suas quatro obras: Humanos, Nove, Ócio e Espectros numa antologia sem igual. Permanece o jogo com as palavras, as críticas, as reflexões e as provocações. Endossada por críticos literários e nomes consagrados da literatura brasileira, como o escritor Fernando Jorge, a nova obra também marca a nova fase deste nobre e humilde escritor que faz da sua poesia uma forte união de versos que imprimem a realidade da humanidade, seja no caos das adversidades ou pela doçura das crianças. Uma obra para todos que desejam extrair o universo que só a literatura é capaz de dar.
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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Um livro digno dos roteiros de novela

As novelas de época costumam fazer sucesso por carregar uma conexão emocional com o público. O gênero também ganha destaque na literatura. A escritora Aline Galeote convida os noveleiros para apreciar o estilo no meio literário. A sua mais recente obra Promessas de Uma Vida, lançada no Brasil pela Hugin & Munin Editora, tem todos os ingredientes de um folhetim: costumes, tradições, títulos de nobreza, indumentárias.

E claro, uma arrebatadora história de amor indispensável para que o leitor seja sensibilizado e se deixe levar pela trama. Neste quesito, Aline não ficou atrás de nenhuma novela das 18h. A obra traz um mocinho de caráter e uma mocinha forte e decidida, com cenas de romance, sensualidade e um retrato autêntico e detalhista dos costumes da Inglaterra do começo do século 19.

Damian Montrose e Victoria Ashfield vivem um verdadeiro amor impossível, mas depois de grandes reviravoltas, encerram com o tão esperado: “viveram felizes para sempre”, o desfecho mais que aguardado nos romances de época. A autora não poupa quando a proposta é emocionar: logo no começo da obra, Victoria foge para Londres depois de uma proposta de casamento desastrosa. Torna-se dama de companhia de uma respeitável senhora e viverá um affair com um conde libertino.

Já Damian unirá forças britânicas contra Napoleão em uma tentativa de frustrar os planos de seu pai após a morte prematura de seu irmão e herdeiro. Modificado pelos horrores da guerra, retorna a Londres para assumir o título ao qual tem direito. Ao conhecer Victoria, o mocinho é imediatamente atraído por seus irresistíveis encantos. A trama se desenrola com uma escrita detalhista com uma notória pesquisa histórica da autora.

Aline admite que seu fascínio pela história da humanidade. Seus costumes e tradições fizeram com que enxergasse neste tipo de literatura uma oportunidade para unir duas grandes paixões: a escrita e um mergulho ao passado através das pesquisas históricas. Promessas de Uma Vida é o primeiro título da série Consequências, um conjunto de cinco livros que a escritora pretende lançar nos próximos anos.
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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

E os demônios foram parar nas páginas do livro "O Inferno é Aqui"

O inferno está vazio, já alertou William Shakespeare. E os demônios foram parar nas páginas do livro O Inferno é Aqui, lançamento do escritor, cineasta e publicitário André Schuck, publicado no Brasil pela Editora Coerência. O enredo desta perturbadora história gira em torno de um psicopata que convive com demônios. Ele e sua esposa sequestram uma garota que acreditam ser a reencarnação da filha que perderam ainda na gravidez, devido ao abuso de drogas.

Ao mesmo tempo que tentam conquistar o amor da criança, eles terão de sobreviver a uma caçada policial pelo país. Essa não é a maior ameaça. Ambos embarcam em uma jornada de loucura e assassinatos. E os demônios? Eles ajudam, mas em troca querem a alma da garota.

Esse amor doentio do protagonista pela menina é contado por André de três formas bem diferentes, mas que se complementam: literatura, ilustração e fotografia. Ao trabalhar com essas mídias, o escritor consegue amarrar a trama e ajudar o leitor a entrar na vida do personagem principal. “Quis fazer uso delas de uma maneira que a narrativa do texto parecesse o mais verdadeira possível. Uma dando suporte a outra para impactar e levar a história adiante”, conta.

Fã de Stephen King, André já escreveu livros publicados no Brasil e em Portugal, dirigiu curtas-metragens finalistas em festivais internacionais e editou o longa-metragem Attachments, uma comédia romântica produzida em Los Angeles. Seu agente literário, Felipe Colbert, classifica o livro como uma mistura estética do cineasta Rob Zombie com o filme de Oliver Stone, Natural Born Killers. O cineasta já esteve com algumas celebridades que representaram o mundo sanguinário do terror: Linda Blair (O Exorcista) e Robert Englund, famoso por interpretar o vilão Freddy Krueger no cinema.

Como é de se imaginar, uma obra com diferentes mídias requer um trabalho impecável de produção. Especialista em dirigir cenas, o escritor realizou com o auxílio do parceiro de produção, Bruno Frede, artista de vfx, uma exaustiva sessão fotográfica, com 15 horas de duração – 12 para a produção das imagens e três para limpar o sangue cenográfico do set fotográfico. 

O Inferno é Aqui também contou com os traços da ilustradora Suzana Saito que deu vida às cenas insanas que completam a narrativa com textos e fotos.
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terça-feira, 13 de agosto de 2019

O horror tupiniquim está de volta

Um boêmio apaixonado por sua amante desencarnada, um retratista entediado e seu estranho ofício de fotografar gente morta, a bizarra obsessão de um jornalista que não se satisfaz com suas crônicas insólitas, um índio que deseja sua igaçaba de volta e uma noiva apavorante esperando a correspondência. Esses são apenas alguns dos enredos assombrosos que o escritor e colunista da revista Aventuras na História, M. R. Terci apresenta na série Bairro da Cripta, publicada pela Editora Pandorga.

Com base em fatos históricos, seu criador substitui os castelos medievais pelos casarões coloniais, as aldeias de camponeses pelas cidadezinhas do interior, os condes pelos coronéis e as superstições por elementos de nosso folclore e crendices populares, numa verdadeira transposição do gótico vitoriano para a realidade brasileira

Uma obra surpreendente e original, narrada com classe, num estilo vertiginoso e atraente que faz o leitor virar as páginas avidamente.

O primeiro volume, Elegias, possuí 28 contos assustadores e sinaliza uma série extremamente promissora e evolvente que vale a pena ser lida pelos entusiastas do gênero.

Já disponível na Amazon Kindle por R$ 11,63 e gratuitamente para os assinantes. A partir do dia 08 de agosto, quinta-feira, estará também nas plataformas digitais: Google Play Books, Apple iBookstore e livrarias digitais.
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segunda-feira, 12 de agosto de 2019

"Até Quando? O Vai e Vem" romance ficcional escrito por psicóloga franco-brasileira


João é um operário que detesta a vida. Sente inveja do dono da construtora. Cobiça a arquiteta, apesar de também odiá-la. Odeia tudo e a todos, até ele mesmo. Nutre um sentimento de infelicidade sem perspectiva alguma de mudar. Esta é a história de João no começo do livro Até Quando? O vai e vem, escrito pela psicóloga franco-brasileira Christiane de Murville, lançado no Brasil pela Chiado Books.

Logo nas primeiras páginas, João morre e vai parar em um lugar chamado “salão de memórias”. Neste local – à margem do mundo terreno –, ele encontra os registros de tudo o que fez, ou não, em vida. As imagens de pessoas que magoou, de desejos e sonhos frustrados. A insatisfação com a sua existência recente faz João tomar uma decisão: voltar à Terra para esclarecer tudo e provar que tem qualidades.

Retornar não é tão simples quanto imagina. Ele precisa beber da “água do esquecimento” e, assim, não se lembrará da vida passada, nem reconhecerá as mesmas pessoas de seu círculo de relacionamentos. No entanto, continua a se relacionar com os mesmos amigos, vizinhos, familiares e até inimigos. Entre as idas e vindas ao “salão de memórias”, João evolui como pessoa e entende que a felicidade está além do corpo e dos bens materiais.

“E a vida seguia assim, com a turma indo e vindo, reencontrando-se, vivendo tanto momentos alegres e felizes, como desafiadores e angustiantes. Porém, até quando João e seus familiares ficariam nisso? Estavam todos presos nesse esquema que parecia interminável, repetindo sensações, situações, esquecendo-se de que constituíam uma só família.” Até Quando? O vai e vem – pag. 265

O livro apresenta reflexões atuais e durante a aventura de João e sua família, é possível refletir sobre a própria vida. Os personagens intercalam momentos de grande alegria a situações de extremo sofrimento. E a pergunta que fica é: até quando continuarão a reeditar as experiências já vividas, repetir comportamentos ruins e retornar a lugares já conhecidos? “Impossível não se identificar com algum dos personagens apresentados ou com alguma das situações descritas”, conta a autora. 

Este é o sexto livro escrito por Christiane, que é doutora em psicologia e artista plástica – ela mesma criou as ilustrações do livro. A obra, que também será lançada na França ainda este ano, ganhou o “Prêmio Brasil Entre Palavras”, organizado pelo blog “Cura Leitura”, como melhor ficção de 2018. A continuação deste romance ficcional Até Quando? A prisão, está em processo de tradução e será publicado em breve no Brasil.
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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Antiga lenda indígena agora é narrada pela Estrela Cultural


A terrível Mãe do Pranto vive na floresta, o que o curumim fará quando ela o encontrar?

Para tentar matar sua fome insaciável, Ceuci come tudo o que vê pela frente e sempre quer mais! Agora chegou a vez do pequeno garoto enfrentar a criatura mais temida de toda a floresta.

A obra “Ceuci, A Mãe do Pranto”, publicada pela Editora Estrela Cultural, é uma lenda do antigo povo Anambé, natural do Pará, narrada agora pelo escritor indígena Cristino Wapichana. O pequeno leitor é apresentado, de forma lúdica e divertida, à história de um curumim – menino, na língua Tupi –, que decide se aventurar em uma pesca, contrariando os conselhos de sua mãe.

Corajoso, ele se julgava mais esperto do que todos. No entanto, mal sua jornada começa e o pequeno encontra Ceuci sobre uma canoa. Uma senhora gulosa, a Mãe do Pranto, devorava peixes sem parar e, quanto mais comia, mais fome tinha. Não tardou, para que a criatura descobrisse sua presença bem ali, no meio da mata. A partir disso, a narrativa se transforma em uma incrível aventura, com a perseguição de Ceuci atrás do curioso curumim.

A canoa continuou descendo em sua direção, enquanto quem estava lá jogava a rede no rio e a recolhia cheinha de peixes. Era Ceuci! Ela pegava os peixes pela cauda um em cada mão e estraçalhava primeiro a cabeça e devorava todos os peixes rapidamente. Quanto mais comia, mais queria! (pág. 8)

Com uma escrita cativante e sutil, o premiado escritor convida o jovem a refletir sobre questões da vida, como amizade, confiança e respeito. Dinâmico e encantador, o livro é ilustrado pelo pernambucano Jô Oliveira. Além de enriquecer as páginas, as ilustrações levam as crianças a exercitar a imaginação e vivenciar a história de uma maneira única, tornando a leitura ainda mais emocionante.

Essa é mais uma obra da Estrela Cultural que tem como pilar prestigiar a cultura brasileira e nossos autores, tanto escritores como ilustradores.
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sábado, 3 de agosto de 2019

Descubra como a ciência pode te ajudar a ser feliz


"O sucesso acontece no futuro para quem está feliz agora". Cuidar da motivação diária é mais que um motivo para compreender a vantagem de ser feliz neste momento. O escritor, palestrante e professor Luiz Gaziri é um defensor de que a felicidade é uma questão de “ser” e que a ciência é a chave para desvendar todos os segredos para alcançar a tão sonhada realização pessoal. Gaziri se debruçou por anos em milhares de pesquisas e artigos científicos e visitou outras dezenas de universidades espalhadas pelo mundo. O resultado está no livro A Ciência da Felicidade, publicado no Brasil pela Faro Editorial.


Os estudos trazidos pelo autor revelam que, ao contrário do que muita gente pensa, a felicidade não é o resultado de se conquistar o sucesso e, sim, uma das causas dele. A revelação está no trabalho realizado por Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia em Riverside, Ed Diener, da Universidade de Illinois, e Laura King, da Universidade do Missouri - pesquisadores extremamente influentes na ciência da felicidade.

Esta não foi uma evidência qualquer, tratou-se de uma metanálise (um estudo dos estudos). A conclusão a que Lyubomirsky e seus colegas chegaram foi de que pessoas felizes apresentam mais chances de ter ótimas relações de amizade, excelentes relacionamentos conjugais, salários maiores, melhor desempenho no trabalho, mais criatividade, saúde, otimismo, energia e altruísmo do que aquelas que vivenciam emoções positivas com menos frequência.

Para que você reconheça quão robusta é essa relação entre felicidade e performance no ambiente de trabalho, a referida metanálise revelou que funcionários felizes são, em média, 31% mais produtivos, vendem 37% mais e são três vezes mais criativos. “Pessoas felizes também acabam conquistando salários maiores no futuro”, prevê.

Sinopse do livro: A Ciência da Felicidade é uma obra que fará seu entendimento sobre felicidade e motivação virar de cabeça pra baixo, revelando como alguns conceitos que você acreditava podem passar de mocinhos a vilões e interferir negativamente em sua vida. O autor Luiz Gaziri estudou milhares de artigos científicos e visitou alguns dos cientistas mais renomados do mundo em universidades como Harvard, Stanford e New York University para encontrar a resposta. E descobriu que grande parte da nossa motivação e felicidade depende unicamente das nossas escolhas. Crenças como: dinheiro traz a felicidade; reconhecimento é o que motiva as pessoas; e pensamento positivo é a chave para atingir objetivos na vida são substituídas por: a forma como você usa o seu dinheiro é mais importante do que quanto você ganha; o poder do reconhecimento acontece de forma inversa ao que a maioria das pessoas acredita e pensar positivo, por incrível que pareça, reduz suas chances de atingir objetivos.
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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Brasil adere a exame internacional para avaliar capacidade de leitura de crianças

Alunos do 4º ano vão passar a ter a capacidade de leitura e compreensão de textos avaliadas por um estudo internacional, o PIRLS (Progress in International Reading Literacy Study). O exame é realizado por amostragem em larga escala em escolas públicas e privadas.

A primeira aplicação do exame no Brasil será realizada em 2020 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), que assinou termo de adesão ao estudo.

De acordo com o secretário de Alfabetização da Pasta, Carlos Nadalim, o PIRLS é o principal exame do mundo focado especificamente em leitura, uma das prioridades do governo federal. “A adesão do Brasil ao PIRLS fortalece o desenvolvimento de políticas baseadas em evidências para melhorar a educação”, afirmou.

Nadalim também ressaltou que os resultados permitirão uma comparação com outros 50 países que aplicam o exame, como Inglaterra, França, Estados Unidos, Suécia e Portugal, entre outros: “Os estudos comparativos de sistemas educacionais em todo o mundo permitem uma melhor compreensão das políticas e práticas que promovem o progresso educacional e desempenham um papel crítico para ajudar as nações a construir seu próprio conhecimento e capacidade de pesquisa”.

PIRLS – O PIRLS é realizado a cada cinco anos pela IEA (International Association for the Evaluation of Educational Achievement), cooperativa internacional de instituições nacionais de pesquisa, acadêmicos e analistas que trabalham para avaliar, entender e melhorar a educação em todo o mundo. O Brasil faz parte da IEA, mas não estava entre os países que aplicam o PIRLS.

A inclusão do Brasil entre os países que aplicam a avaliação segue as diretrizes da Política Nacional de Alfabetização (PNA), lançada em 11 de abril. A PNA inseriu o Brasil no rol de países que fundamentaram suas políticas educacionais de alfabetização nas mais atuais evidências científicas.
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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Colecionar HQ não é brincadeira de criança

Colecionar HQ exige muito mais do que comprar uns gibizinhos aqui ou ali. Para ser um colecionador de primeira é preciso habilidade e dedicação.

Os pontos a serem considerados são:

- Renda disponível: eles não são baratos e os melhores, geralmente, são capa dura, o que implica que desembolsar mais dinheiro ainda. Pode ser 50,00 por mês ou 100,00, apenas administre bem e separe todo mês um tantinho para isso.

- Espaço adequado: além de ocupar muitas prateleiras, os que são de capa comum não podem ser amassados, neste sentido, precisam de um lugar que eles fiquem seguros. O local deve ser ventilado, livre de exposição ao sol e umidade.

- Tempo: precisa limpar o local, folhear para tomar um arzinho, e arrumar sempre. Separe um bom tempo por mês para fazer tudo isso.

- Foco: faça uma coleção por vez. Quando começar, termine. Procure as primeiras edições e compre sempre em sequência.

- Paciência: é uma virtude, não é mesmo? Procure preços mais baixos, aguarde respostas dos vendedores, espere as feiras literárias. Tenha paciência que a coleção vai se completar.

E para começar, existem duas dicas incríveis e dignas de colecionador.

A Lenda do Batman é um encontro cataclísmico entre o homem-morcego e todo o seu universo. São 100 volumes com momentos que transformaram Bruce Wayne cada vez mais em um dos heróis mais conhecidos em todo mundo. Aproveitando a comemoração dos 80 anos da primeira aparição do Cavaleiro das Trevas, a coleção é um compilado das histórias mais aclamadas pelo público e também de algumas HQs que nunca foram traduzidas para o português.

O Príncipe Valente, de Harold Foster, deve ser cultuado como o melhor dos quadrinhos de época. Desde a publicação da sua primeira página, em 13 de fevereiro de 1937, as tiras do herói foram lançadas ininterruptamente até hoje nas páginas dominicanas dos jornais norte-americanos. São 82 livros dos quadrinhos, um para cada ano, desde a primeira tira até 2018, e oferece aos leitores uma criação artística transbordante e uma aventura épica inesquecível.

Para começar:
A Lenda do Batman - a coleção, produzida pela Eaglemoss, vendida e distribuída pela Planeta DeAgostini, estará disponível exclusivamente para assinaturas na primeira semana de maio no site e o primeiro livro começa a chegar às bancas na segunda quinzena do mesmo mês.

Príncipe Valente - A coleção já está disponível para assinatura e a primeira edição já está nas bancas de diversas regiões do país.
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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Tania Queiroz fala sobre "Pais Imaturos, Filhos Deprimidos e Inseguros" em sua nova obra

Lançado pela Editora Évora, o livro "Pais Imaturos, Filhos Deprimidos e Inseguros" de Tania Queiroz trata da imaturidade dos adultos para educar crianças e jovens e as consequências negativas que suas atitudes promovem na vida dos filhos. O livro serve como um grito de alerta para que os pais possam rever sua postura e perceber como seu comportamento afeta a formação dos filhos, contribuindo para sua felicidade ou infelicidade.

"Quando crianças têm pais emocionalmente mais maduros e equilibrados elas tendem a lidar melhor com os desafios de suas vidas cotidianas, superar perdas e frustrações mais facilmente e também a se desenvolver emocional, social, psicológica e cognitivamente", afirma a escritora Tania Queiroz.

Com mais de dez anos de pesquisa, a autora apresenta uma obra com orientações, dicas e ensinamentos que desvendam a importância dos pais se educarem emocionalmente, reverem suas posturas e então educarem os filhos com uma mente mais madura.
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terça-feira, 30 de julho de 2019

A rainha descrita na Bíblia existe e vive

Ela está na imaginação dos cineastas, pintores, historiadores e músicos, porém a rainha de Sabá tem sua história pouco contada nas em livros de ensino. Já foi personagem de carnaval (Salgueiro, 2018 e Vai-Vai, 2019), na música Raízes da Negra Li e na obra da cientista social Johanna S. P. Ferreira, Os Rios da Vida.

A rainha era soberana do antigo Reino de Sabá, reino mais poderoso da Arábia Feliz, que ficava entre os territórios da Etiópia e do Iémen. Descrita em uma passagem da Bíblia e da Torá, atualmente foi comprovada a existência da rainha Saba, segundo estudos pela Universidade de Harvard, por meio de pesquisas genéticas. Ainda, arqueólogos alemães encontraram escombros do palácio da rainha, localizado em Axum (Etiópia).

Na obra Os Rios da Vida, Johanna conta do encontro da rainha de Sabá com o rei Salomão. Curiosa, a etíope sabia da fama intelectual do rei e resolveu conhece-lo. Marcada a visita, a rainha pediu que ele não a tomasse a força, como era o costume, e ele impôs a condição que ela não pegasse nada que não lhe fosse oferecido ou não fosse permitido durante a estadia.

Após um banquete com muitas especiarias e pimenta, ela se serve de um copo de água em seu quarto e é surpreendida pelo rei acusando-a da quebra do trato. A rainha se desculpou e eles dormiram juntos.

Essa é uma história que nunca foi comprovada, mas estudos científicos vem cada vez mais provando a sua existência. Mito ou realidade, não sabemos, mas o que é divino de explorar são os magníficos causos que inspira tanta gente com as lições.

Sobre o livro: Da queda de Constantinopla aos indígenas do Xingu uma mãe percorre inúmeros caminhos pela história do Brasil e do mundo ao tentar responder duas perguntas feitas por seus filhos. Suas conexões os levam a mundos muito antigos e ao mesmo tempo atuais. Ela discorre sobre o embate entre muçulmanos e cristãos; sobre personagens importantes como o persa Ciro, o Grande, pioneiro em defender os direitos humanos e sobre uma misteriosa santa, cuja morte pode ter influenciado o inconsciente coletivo da humanidade. Quem não gostaria de entender o presente? Por que o povo armênio foi importante na História? O que os fenícios criaram?
Para se compreender o que valorizamos hoje é preciso olhar o passado, debruçar-se sobre ele, desvendá-lo. Exatamente o que essa mãe decidiu fazer ao instigar seus filhos a explorarem juntos a História.
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segunda-feira, 29 de julho de 2019

O peso sobre Robert Pattinson tem seus porquês... Afinal, são 80 anos de história do Batman

Adam West, Lewis Wilson, Robert Lowery, Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney, Christian Bale, Bem Affleck e, por fim, o mais novo Robert Pattinson, o último confirmado para viver o lendário Batman. Todos eles, com suas peculiaridades dividiram opiniões e fizeram o seu melhor para interpretar o gigante dos quadrinhos. São muitos “Batmans” nas telonas com histórias instigantes, mas não há nada melhor nesse mundo do que sentar e ler uma boa HQ.

Sabia que desde 1940 o Batman já vendeu mais de 460 milhões de HQs? Sim, ele se tornou o super-herói mais popular de todos os tempos.

São 80 anos de histórias do Homem-Morcego combatendo os vilões de Gothan e não há coisa que um aficionado mais quer ter do que a possibilidade de ler as mais aclamadas delas e algumas até inéditas em 100 volumes.

Sim, 100 volumes de puro Cavaleiro das Trevas! A coleção a Lenda do Batman (LANÇADO PELA,,,PLANETA) é um encontro cataclísmico entre o homem-morcego e todo o seu universo.

Os volumes são repletos dos acontecimentos mais importantes da vida do herói, desde o momento em que ele veste pela primeira vez o famoso traje, as ocasiões em que conhece seus maiores inimigos, até quando fez parcerias heroicas e trouxe importantes pessoas para o seu lado.

Nos volumes, os leitores poderão conhecer o mistério de Robin, o filho do homem-morcego, um universo alternativo de época e mortes de importantes aliados. Desfrutarão de quando pequeno, Batman tentava ser um cavaleiro solitário e quando lutou para colocar Gotham em ordem após uma destruição em massa.

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domingo, 28 de julho de 2019

Dr. Leandro Teles aborda em novo livro a depressão e suas variações


Transtorno cada vez mais comum nos tempos modernos, a depressão é um monstro que assusta tanto quem sente seus efeitos devastadores como quem convive com seus portadores. Em seu novo livro, Depressão não é fraqueza (Editora Alaúde), o neurologista Leandro Teles desvenda inúmeros aspectos do transtorno depressivo.

Ao longo dos capítulos, o autor demonstra a diferença entre tristeza e depressão e ensina o leitor a reconhecer em si e nas pessoas que estão ao seu redor os sintomas da doença, além de mostrar por que essa doença afeta milhares de pessoas no planeta. Baixa autoestima, ansiedade e sentimento de culpa, além de dificuldade de tomar decisões e sentir prazer, são apenas alguns dos indícios de que a doença pode estar presente.

Ao apresentar as variações clínicas do transtorno, dr. Leandro descreve alguns de seus casos mais significativos e surpreendentes, e mostra como é fundamental procurar ajuda especializada para obter uma orientação precisa.

De forma abrangente e acessível, a obra empodera o leitor possibilitando que ele adquira mais conhecimento sobre a doença, combata o preconceito, peça ajuda e encontre o melhor tratamento.
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sábado, 27 de julho de 2019

Serotonina: o novo livro de Michel Houellebecq

O novo livro de Michel Houellebecq já está nas livrarias. Niilista lúcido, o autor constrói um personagem obsessivo e autodestrutivo, que analisa a própria vida e o mundo que o rodeia com um humor ácido e virulento.

Florent-Claude Labrouste tem 46 anos, detesta seu nome e toma antidepressivos que liberam serotonina e causam três efeitos colaterais: náusea, falta de libido e impotência. A França está afundando, a União Europeia está afundando, a vida de Florent-Claude não parece muito melhor. O sexo é uma catástrofe. A cultura não é mais uma tábua de salvação — nem mesmo Proust ou Thomas Mann são capazes de ajudá-lo.
Em uma espiral de problemas, ora patéticos, ora cômicos, Florent-Claude se torna um hábil analista da contemporaneidade, de seus anseios e problemas. Sua vida, um reflexo do desinteresse pelo mundo, será o espelho das mais cruéis agruras. Ao narrar seu périplo por uma França decadente e esquecida, Houellebecq compõe um retrato sobre a falência dos ideais humanistas e do bem-estar social, em um romance ousado, magistral.


Sobre o autor

Michel Houellebecq é romancista, poeta e ensaísta. É um dos autores mais importantes da literatura francesa contemporânea. Publicou, entre outros livros, os romances Partículas elementares, Plataforma, O mapa e o território, vencedor do Prêmio Goncourt em 2010, e, mais recentemente, Submissão.
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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Pintor Candido Portinari tem poemas reeditados pela Funarte

A Fundação Nacional de Artes – Funarte lança no dia 25 de junho, terça-feira, às 18h, no Museu Nacional de Belas Artes, no Centro do Rio de Janeiro, o livro Poemas de Portinari, em nova edição ilustrada. Ela comemora os 40 anos do Projeto Portinari.

Nos últimos anos de sua vida, já consagrado como o grande pintor brasileiro, Candido Portinari passou a escrever poesia, sem a pretensão de publicar. Foi por insistência do amigo Antonio Callado que decidiu aprovar a publicação de uma coletânea, que saiu em 1964, dois anos após a morte do autor, pela José Olympio Editora.

A primeira edição saiu sem ilustrações, conforme determinara Candinho, que não queria se aproveitar da boa fama de pintor para vender o livro. Nesta reedição da Funarte, porém, uma vasta pesquisa foi empreendida pelo Projeto Portinari para encontrar as pinturas mais apropriadas para ilustrar os poemas.

O resultado é um belíssimo livro ilustrado, com poesia e pintura inspiradas nas memórias da infância do artista em Brodowski (SP). Preservada a seleção dos poemas preparada por Antonio Callado, o Projeto Portinari alterou levemente a disposição dos textos e fez alguns acréscimos, a partir de minuciosa comparação com os manuscritos originais de Candinho.

A organização original dividiu os poemas em três grandes partes: a primeira sobre a alegria do menino no interior paulista; a segunda sobre os medos da infância; e a terceira, de cunho social, sobre a revolta que o homem feito sentiu ao se dar conta dos horrores da fome e da miséria. A nova edição vem acrescida de uma quarta parte, Odes, em que Portinari tece homenagens poéticas.

Os textos de abertura históricos de Manuel Bandeira e Antonio Callado foram mantidos e a nova edição traz ainda uma nova apresentação de Marco Lucchesi, presidente da Academia Brasileira de Letras. Com a reedição, o Projeto Portinari comemora 40 anos de empenho na preservação e difusão da obra do grande pintor brasileiro Candido Portinari.


CANDIDO PORTINARI nasce em 30 de dezembro de 1903, numa fazenda de café perto do povoado de Brodowski, no estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos de origem humilde, recebe apenas a instrução primária e começa a pintar aos nove anos. Seis anos mais tarde, muda-se para o Rio de Janeiro e se matricula na Escola Nacional de Belas-Artes. Em 1928 conquista o Prêmio de Viagem à Europa, com o Retrato de Olegário Mariano. Permanece em Paris durante todo o ano de 1930, de onde, à distância, vê melhor a sua terra. 

Ao retornar, põe em prática a decisão de retratar nas suas telas o Brasil. Preocupado, também, com aqueles que sofrem, Portinari mostra em cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor. Portinari participa da elite intelectual brasileira numa época em que se verifica uma notável mudança na atitude estética e na cultura do País. Torna-se um dos maiores pintores do seu tempo. Por seu envolvimento político, foi perseguido e chegou a se exilar por certo tempo no Uruguai. Na última década de sua existência cria, para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz. Candido Portinari morre no dia 6 de fevereiro de 1962, vítima de intoxicação pelas tintas.


Trecho do livro Poemas de Portinari

Viajante Solitário 
Não me quiseram, enjeitaram
Minhas palavras...
Serei um dos meus espantalhos?
Afugento os caminhantes?
Não, eles se afugentam. Não
Entendem a lua
Não sabem da poesia
Só não estou, mesmo não estando
Comigo. Converso com o vent o e a
Tempestade.
De noite ou dia – verei as sombras
E dormirei em paz. Tenho uma
Camisa. Meu leito é embaixo das
Árvores. Tranquilo ouço o rumorejar
Das folhas secas…
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Livro aborda o Nazismo e sua face mística


Já ouviu falar em “misticismo nazi”? Trata-se de uma subcorrente do nazismo que combinava ocultismo, esoterismo e paranormalidade. Esta vertente é relatada na obra A Filha do Reich, romance de ficção ambientado na Alemanha de 1948, escrito pelo jornalista e historiador Paulo Stucchi, lançamento da editora Jangada, do grupo Editorial Pensamento. 

É fato que a face mística do nazismo é pouco explorada, mas foi contextualizada nesta ficção de fundo histórico como um grande mistério. Este lado oculto do movimento deixou a trama ainda mais instigante.

Em várias partes do livro, o escritor faz referência ao “misticismo nazi” e atribui o segredo sobre a enigmática filha de Reich a esse poderes ocultos. “De fato, os nazistas investiram muito dinheiro em pesquisas sobre ocultismo - financiaram expedições à Amazônia atrás da Cidade de Ouro, ao Oriente Médio em busca do Santo Graal e da Arca da Aliança”, esclarece Paulo.

Um dos protagonistas, o designer Hugo Seemann, filho do ex-soldado alemão e Olaf Seemann, descobre a Versteckstudiumliga (liga de estudo do oculto). O que está por trás dessa organização? Segredos obscuros que os membros do Terceiro Reich, a todo momento, tentam esconder.

E um deles envolve a tal garota misteriosa. É claro que esses fatos fazem parte da ficção, mas têm como base uma intensa pesquisa do jornalista. Na verdade, a intenção do escritor nunca foi ser fiel aos acontecimentos, mas “usá-la como catalisador criativo”.

Sinopse do livro: Ao receber a notícia da morte de seu pai Olaf – um ex-soldado alemão refugiado no Brasil –, Hugo Seemann viaja à Serra Gaúcha para cuidar do funeral. Contudo, o que parecia ser uma mera formalidade de despedida a um pai que nunca conhecera de verdade, torna-se uma jornada ao passado – aos horrores da Alemanha nazista. Durante o funeral, Hugo recebe a visita da jovem Valesca Proença, que lhe mostra uma carta enviada por Olaf à sua mãe, contendo estranhas revelações que contradizem tudo o que achavam que sabiam a respeito de seus respectivos pais. Buscando desvendar esses antigos segredos há muito enterrados, eles partem para Colônia, onde descobrirão suas origens e o passado sombrio de Olaf. Uma trama envolvendo amizades, traição, morte, amor e milagres que uma obscura organização surgida na época do Terceiro Reich fará de tudo para manter em segredo, na intenção de encobrir a verdadeira identidade sobre uma criança conhecida somente como... A Filha do Reich.
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terça-feira, 23 de julho de 2019

Conheça o novo livro da autora de "Comer, rezar, amar"

Da autora de Comer, rezar, amar, conheça um romance inesquecível sobre glamour, sexo e aventura na Nova York dos anos 1940. Vivian Morris tem 19 anos e acabou de ser expulsa da faculdade. Seus pais, ricos e influentes, a enviam para Manhattan, onde mora sua tia Peg, dona do teatro Lily Playhouse. Lá, Vivian passa a se relacionar com um grupo de personagens pouco convencionais, mas extremamente carismáticos: grandes atrizes, galãs, escritores e produtores.

Vivian comete um erro profissional (e pessoal) que resulta em um escândalo, e passa a ver aquele mundo com outros olhos. No fim, é essa jornada que a ajudará a descobrir o que realmente deseja. Narrado a partir da perspectiva de uma mulher que olha para o passado, Cidade das garotas explora a ideia de sexualidade, bem como as idiossincrasias do amor.

Escritora premiada de ficção e não ficção, Elizabeth Gilbert ficou conhecida mundialmente pelo livro de memórias Comer, rezar, amar, publicado em mais de trinta idiomas. Em 2008, a revista Time a apontou como uma das cem pessoas mais influentes do mundo.

Em entrevista concedida ao Universa Uol, a autora falou sobre seu novo livro, sexualidade e relacionamentos amorosos. Leia a entrevista completa e confira abaixo alguns destaques.

Elizabeth Gilbert levou cerca de seis anos para escrever Cidade das Garotas. A maior parte do tempo foi gasto em pesquisas sobre a Nova York dos anos 1940 e o universo do teatro. O processo, no entanto, foi interrompido quando sua companheira Rayya foi diagnosticada com câncer. Gilbert casou-se com Rayya e viveu ao lado dela durante dezoito meses. A produção do livro só foi retomada após sua morte.
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quinta-feira, 18 de julho de 2019

Emma Watson e Meryl Streep serão as "Mulherzinhas" de Louisa May Alcott


O romance atemporal, “Mulherzinhas” conhecido também como “Adoráveis Mulheres”, ganha mais uma adaptação para o cinema com data de lançamento prevista para dezembro de 2019 e inclui Emma Watson – a eterna Hermione da saga britânica ‘Harry Potter’ – e Meryl Streep – o maior nome da moda em ‘O Diabo Veste Prada’, a memorável e poderosa Miranda Priestly.

Colecionando cinco longas metragens, a primeira versão de “Mulherzinhas” chegou ao cinema em 1918, muda e em preto e branco. As próximas exibições, já com falas, foram protagonizadas por grandes estrelas de Hollywood como, por exemplo, Katharine Hepburn, Elizabeth Taylor e Winona Ryder, contando a história das irmãs March entre gerações.

Assim como a narrativa de Louisa May Alcott, a direção do novo filme também apresenta empoderamento feminino e traz mais uma vez aos holofotes a diretora Greta Gerwing, indicada ao Oscar de melhor roteiro original e melhor direção em 2018 com a produção independente do filme ‘LadyBird’. Além de Greta, outra importante figura para o movimento feminino está na nova versão. Emma Watson, embaixadora da ONU Mulheres e ativista pelos Direitos Humanos, é quem dará vida a jovem e meiga Meg March

A Via Leitura do Grupo Editorial Edipro apresenta o clássico da literatura americana “Mulherzinhas”, escrito por Alcott há mais de dois séculos, remodelado em uma versão de colecionador que conta com uma diagramação diferente de qualquer outra edição da obra.

Em um tom de autobiografia, Louisa narra a história de sororidade entre as quatro irmãs March após a Guerra Civil Americana. A história acompanha os dramas familiares e as questões do amadurecimento das adoráveis Jo, Meg, Beth e Amy.

A personagem principal, Jo March, apresenta uma clara discrepância à época. Na nova produção, a atriz Saoirse Ronan, conhecida pelo papel principal no filme ‘LadyBird’, viverá a personagem mais ousada do romance. Além de levantar um questionamento ao leitor sobre a sua sexualidade, a jovem também revela pensamentos que contestam normas sociais vigentes de seu período histórico, se tornando um modelo para mentes mais abertas ainda no século XIX. Atípico, Mulherzinhas é uma obra que vale a leitura e, certamente valerá o filme.
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domingo, 14 de julho de 2019

Escrevendo sobre escrever sobre a crise na fronteira

Ao abordar temas relevantes como a crise da imigração nos Estados Unidos, Arquivo das crianças perdidas mostra uma empatia rara. Por meio de diversas vozes, sons e imagens, Valeria Luiselli cria um romance virtuoso, que fala tanto de uma família quanto de um país.

Leia abaixo o ensaio do crítico literário James Wood, publicado originalmente na revistaThe New Yorker em fevereiro de 2019 e traduzido para o português por Renato Marques.

Escrevendo sobre escrever sobre a crise na fronteira, por James Wood

“Nesse meio-tempo, enquanto a história continua, a única coisa a fazer é contá-la de novo e de novo, à medida que ela se desenrola, se desdobra e se bifurca, enovelando-se em torno de si mesma. E ela tem que ser contada, porque antes que qualquer coisa possa ser entendida, precisa ser narrada muitas vezes, em muitas palavras diferentes e de muitos ângulos diferentes, por muitas mentes diferentes.” Essas frases são de Tell Me How It Ends, mas poderiam facilmente ter aparecido em Arquivo das crianças perdidas, o novo romance de Luiselli, que oferece uma versão ficcionalizada do material de seu livro anterior –– a autora retornando, de modo diferente, às mesmas histórias, e lutando consigo mesma e com seu instrumento de maneira ainda mais produtiva do que em Tell Me How It Ends. O formato e diversos detalhes de sua jornada de 2014 permanecem inalterados. O romance é narrado por uma mulher não nomeada, que, na companhia do marido, igualmente sem nome, e seus dois filhos –– uma menina de cinco anos, filha que a mulher teve em um relacionamento anterior, e um menino de dez anos, filho do marido dela, também de outro relacionamento–– viaja de carro, no verão, de Nova York para o rincão sudeste do Arizona. A mãe e o pai não são exatamente escritores; são documentaristas do mesmo tipo e se conheceram enquanto trabalhavam em um grandioso projeto de gravação de áudio cujo objetivo era criar uma paisagem sonora de barulhos emblemáticos de Nova York –– o guinchar dos vagões do metrô parando de repente, pastores pregando, caixas registradoras abrindo e fechando, balanços oscilando. No Arizona, os dois planejam fazer coisas diferentes e adjacentes: ela trabalhará em “um documentário sonoro sobre a crise das crianças na fronteira”; ele pretende levar a cabo algo mais vago e abstrato: fazer o que ele chama de “inventário de ecos” sobre “os fantasmas de Gerônimo e os últimos apaches”.

[...]

É impossível não admirar a poderosa ambição do romance. Mas é também um livro estranhamente sintomático, característico das dúvidas e inseguranças de nossa época, dividido entre o realismo cotidiano da autoficção diarística e os privilégios mágicos da irrestrita criação ficcional (as crianças no deserto, os textos de Ella Camposanto). O que está faltando –– a ausência é por certo intencional –– é, precisamente, o meio: um artifício ousado o bastante para inventar e evocar as especificidades cotidianas de pessoas cuja vida é muito diferente da nossa e cujo sofrimento parece quase inacessível. De modo estranho, tais histórias mal e mal aparecem neste livro cujo engajamento é veemente. A evidência de que a escrupulosa compreensão dessa alteridade é compatível com a criação ficcional original e séria pode ser encontrada em romances recentes de Jenny Erpenbeck (imigrantes africanos na Alemanha) e Rachel Kushner (um presídio feminino na Califórnia). Luiselli, mais brincalhona do que qualquer uma dessas escritoras, honrou, neste livro brilhantemente intrincado e constantemente surpreendente, sua própria e difícil diretiva: “a única coisa a fazer é contá-la de novo e de novo, à medida que ela se desenrola, se desdobra e se bifurca, enovelando-se em torno de si mesma”. A história ainda não terminou –– longe disso.
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