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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Freelancer? Descubra como calcular o preço de seu trabalho


Uma das coisas mais importantes para determinar na carreira de freelancer é a estratégia de precificação. Não importa se você acabou de começar sua carreira freelance ou se já tem anos no mercado, determinar o preço a se cobrar - por hora ou por projeto - pode ser uma tarefa complicada. Há sempre o risco de cobrar caro demais e perder clientes, ou barato demais e perder dinheiro. Diante disso, a Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, listou algumas dicas que são úteis na hora de determinar o seu preço.

1) Pesquise a média que os profissionais da sua área estão cobrando pelo serviço

Sempre terá aquele profissional mais qualificado que cobra preços mais altos por conta da qualidade que entrega, ou então profissionais no início da carreira que cobram preços mais baixos para ganharem carteira de clientes. No entanto, o segredo é sempre cobrar o máximo que você ache que vale o seu tempo, sem ficar muito distante da média de mercado.

Para pesquisar o mercado, você pode usar o Google, consultar colegas da sua profissão e até mesmo plataformas de trabalho remoto.

2) Calcule o valor do seu tempo com base nos seus gastos mensais e planejamento financeiro

Para definir a estratégia de precificação, também é importante levar em conta os seus gastos mensais, além do lucro que você deseja tirar naquele mês e no extra que você deseja ganhar para separar para a poupança. Um jeito fácil de realizar esse cálculo é levar em conta um salário de CLT, dividindo o valor pelas horas de trabalho mensais para obter um valor aproximado para levantar o valor de sua hora trabalhada.

3) Compare os dois valores levantados

O último passo é comparar o preço de mercado praticado por seus concorrentes com o preço que você deseja cobrar. Se o preço que você quer cobrar está próximo do preço praticado, sua estratégia de precificação é viável, e você pode mandar sua proposta sem medo. Se o preço está maior do que o praticado pelo mercado, você precisa avaliar que, se você está cobrando mais do que outros profissionais, o cliente precisa entender o motivo e que o seu trabalho vale o investimento mais alto. Já se o seu preço for menor do que o praticado - o que é raro acontecer - você se torna muito mais competitivo. Só tenha em mente que muitos clientes podem ver preços muito baixos como sinônimo de má qualidade. Então, busque formas de provar ao cliente que você cobra pouco, mas vale muito. Mostre sua experiência de trabalho, exiba seu portfólio para comprovar a qualidade de suas entregas e fale de suas qualificações.

4) O valor final de cada projeto é fechado na negociação

Nem sempre o seu preço vai ser o mesmo em todos os seus projetos. Muitas vezes, o cliente vai pedir um pouquinho de desconto ou você vai ter que cobrar um pouco mais porque a complexidade do trabalho é maior do que você tinha entendido. É para isso que existe a fase de negociação. Nesta fase, é crucial se comunicar com clareza e atenção.
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quarta-feira, 19 de março de 2014

Parceria + Entrevista com o autor Balduel de Almeida

Oi gente, tudo bem com vocês? Hoje venho apresentar a nova parceria do blog, firmada com o escritor brasileiro Balduel de Almeida, militar se arriscando no mundo das letras pela primeira vez no livro Movimento Tropicaliano, em que nos pergunta, o que aconteceria se o povo brasileiro se revoltasse com a corrupção e lutasse contra o sistema? Vamos à entrevista:

1. Quem é o Balduel?
Cearense por nascença (e com muito orgulho) adotei o Rio de Janeiro como lar. Meu pai é militar (aposentado) e por isso tive a chance de morar em diversas cidades diferentes do Brasil, o que considero legal, pois pude constatar como nosso Brasil é grande e rico. Pena que a ganância de poucos, prejudicam muitos.
 
2. Sempre quis ser escritor? Teve outras profissões?
A paixão pela escrita veio junto do amor pela leitura, despertado quando eu ainda era criança ao ler a Série Vagalume da Editora Ática. Fui militar da Marinha e, hoje, exerço o cargo de Auditor-fiscal da Receita Federal e, como um grande sonho realizado, também sou escritor...rsrsrsrs.
 
3. De onde veio a inspiração para escrever Movimento Tropicaliano?
O maior motivador foi, sem dúvida nenhuma, as manifestações populares que eclodiram em todo país no ano passado, mas com certeza toda essa corrupção que vemos no cotidiano também influenciou minha decisão.
 
4. Como foi o processo para publicação, difícil?
A publicação do livro foi difícil. Escrever é complicado, mas publicar é mais complicado ainda...rsrsrs. Eu já tinha lido vários artigos sobre mercado editorial, inclusive lido os livros da Laura Bacellar e da Sônia Belloto. Sabia que seria “pedreira”. Entrei em contato com umas 30 editoras. Enviei meu original para algumas, outras foram somente mensagens no site, lendo atentamente as exigências de cada Editora em relação ao modo de envio da proposta. Quase automaticamente após o envio, recebi a negativa de umas dez Editoras comunicando que não estavam mais recebendo originais, outras até hoje não me responderam e, graças a Deus, três delas me ofereceram propostas em caráter de coparticipação. O que é isso? O escritor deve adquirir parte da publicação. Amigos, não é fácil ser escritor no Brasil...rsrsrsrs, mas, enfim, aproveito para citar minha frase predileta (é clichê, eu sei), com adaptações:
“Sabia que era impossível, mas, ainda assim, foi lá e fez.”
 
5. Projetos de novos livros a caminho?
Tenho um projeto em andamento de um livro sobre corrupção com enfoque na questão social. 
 
6. Um livro favorito?
Eu não tenho “o livro” favorito, mas posso citar que adorei “ A culpa é das Estrelas”, que acabei de ler pouco antes de responder estas perguntas. 

Espero que tenham gostado da entrevista, e nova parceria e aguardem em breve a resenha de Movimento Tropicaliano! 
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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Parceria + Entrevista com o Autor Thiago Fernandes

Então gente, hoje venho contar pra vocês sobre a nova parceria do blog, com o autor Thiago Fernandes, que está lançando seu livro Sob Uma Lua de Sangue, você pode conhecer um pouquinho da história aqui. Eu fiz uma entrevista com ele por e-mail pra que vocês possam conhecer um pouco do trabalho do autor.


1. Quem é o Thiago?
Definir a si mesmo é a coisa mais complexa do mundo, né? Não por aquela baboseira de "quem se define se limita", mas porque definir-se significa olhar pra dentro de si. E não tem coisa mais assustadora do que isso, tem? Bom, vamos lá: o Thiago é um cara que passa mais tempo imaginando roteiros e cenas de livro do que pensando na vida real. Algumas pessoas andam nas ruas pensando em músicas, eu ando por aí imaginando roteiros e criando cenas na minha cabeça. 

2. Sempre quis ser escritor? Tem outra profissão?
 No dia a dia, sou produtor editorial; além de escrever reviews de jogos e trabalhar em alguns projetos que visam o uso de RPG e games para a educação nas escolas. Infelizmente (ou felizmente) o mercado editorial não é tão fácil assim e poucos são os que realmente podem dizer que têm a escrita como meio de vida.

3.  De onde veio a inspiração para escrever o livro?
Sob uma lua de sangue começou como uma série de contos que eu escrevia para um site. Com o tempo, vi que todos os contos se passavam no mesmo ambiente, no mesmo "mundo". Eu criei um pequeno mundo sem perceber. Os leitores foram gostando - talvez pelo clima pós-apocalíptico da coisa - e pediam mais e mais contos; quando me dei conta, já tinha metade do livro escrito. Não foi planejado. Eu não criei um livro. Eu criei personagens - eles criaram vida e me obrigaram a escrever o livro.

4. Teve dificuldades para publicar?
 Sim e não. Passei por várias editoras que gostaram do livro, mas não me dei bem com nenhuma. Algumas queriam censurar umas partes, outras queriam mudar o foco da história para que ela "vendesse mais" e umas poucas queriam ajuda financeira - houve até uma que queriam me publicar apenas se eu comprasse "x" cópias do livro. Isso não é legal, escritores não devem se vender assim. Meus leitores não merecem uma história programada pra vender. Não foi assim que o livro nasceu e não vai ser assim que ele vai criar vida. Então, teria sido fácil, se eu concordasse com as propostas das editoras que entraram em contato comigo. Assim, acabei conversando com o Alê (@O_RPGista), o fundador da RPG Vale - um blog onde sou editor, e concordamos em criar uma publicação independente, lançando o meu livro pela RPG Vale. Isso permite que os leitores possam curtir a história sem censuras bobas e, se alguma editora se interessar, estamos sempre abertos, é claro!

5. Alguma dica para quem quer ser escritor?
 Escreva. Escreva. Quando a sua mão cair, use a outra e escreva mais um pouco. Não se vendam. Pode parecer encantador pagar "x" reais ou comprar "x" exemplares para ser publicado, mas você precisa lembrar que o seu livro é o seu trabalho. E quem diabos quer pagar para trabalhar?

6. Projetos para o futuro?
Vamos ver o que os leitores acham de Sob uma lua de sangue, né? Atualmente estou trabalhando em uma série de contos para kindles, que vou lançar pela Amazon. Fãs de literatura fantástica nacional podem esperar uma boa quantidade de produções no mundo do suspense/horror psicológico e sobrenatural.

Quem quiser conhecer mais do autor: 
http://www.skoob.com.br/autor/2445-thiago-fernandes
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Entrevista com o Autor Marcio Scheibler

Bom dia! Para começar o dia postando vou mostrar a entrevista que fiz com um escritor que é meu conterrâneo, enviei algumas perguntas por e-mail que ele topou responder, seguem abaixo:
 
1 - Quem é o Marcio?
Um apreciador da literatura, que busca ler praticamente sobre tudo. Tem na música e na genealogia alguns de seus passatempos favoritos. 
 
2 - Sempre quis ser escritor? Teve ou tem outros trabalhos?
Desde que descobri o gosto pela leitura, passei a ter vontade de me tornar um escritor também. O fascínio causado pelas coisas que lia inflaram minha vontade de ter algo próprio: personagens, enredos, enfim, uma trama.Trabalho no setor público e sou formado em Administração pela Faculdade Dom Alberto, de Santa Cruz do Sul(RS).
 
3 – Quanto tempo levou para escrever Cicatrizes de um Segredo e Irresistivelmente Fatal, e de onde veio a inspiração?Cada um dos livros me dispendiou cerca de um ano para escrevê-los, mas até publicá-los alguns meses a mais transcorreram. No caso de CICATRIZES DE UM SEGREDO, o tempo até publicá-lo foi de mais de um ano além do gasto com a escrita. A inspiração vem de obras do gênero policial, incluindo Agatha Christie, Arthur Conan Doyle, Sidney Sheldon, etc. Assisto seriados de vez em quando, como CSI, Law & Order, Las Vegas. E também situações do cotidiano me inspiram, desde uma imagem até uma notícia de crime (coisa que não falta nos noticiários, infelizmente).
 
4 – Quais foram as dificuldades para publicar seus livros?Para encontrar uma editora não foi difícil, pois publiquei meus livros com uma da minha cidade. Os cuidados e preocupações maiores se deram com a revisão ortográfica e a diagramação. Após publicados, a questão de concentra na divulgação e circulação das obras, coisas que faço usando principalmente a internet.   
 
5 – O que diria para alguém que, assim como você, gostaria de escrever?
Os obstáculos para se inserir no mercado literário são grandes, assim como em qualquer outro ramo. Mas se o seu sonho é um dia publicar algo, enfrente tudo isso e alcance seu objetivo. Achar que não vai ter qualquer retorno é negativo. Quem não dá a cara ao tapa, no fundo não tem a vontade de ter algo seu exposto. Seja criativo, dê vida aos seus personagens e procure uma editora para avaliar seu trabalho. Existem muitas por aí e elas estão à procura de novos autores.
 
6 - Um autor e um livro preferidos?
Meus autores preferidos são Agatha Christie, cuja obra favorita é ASSASSINATO NO EXPRESSO DO ORIENTE, e Dan Brown, cuja obra favorita é ANJOS E DEMÔNIOS. 
 
7 - Projetos para o futuro, novos livros a caminho?
Comecei a pontuar tópicos para meu terceiro livro. Pretendo deixar tudo ajeitado para iniciar a escrita em 2013, seguindo, logicamente, o gênero policial. Quero elaborar algo mais impactante e mais longo, pois recebi muitos comentários de que meus primeiros livros são pequenos, apesar de as histórias serem boas. O terceiro livro tem que ser o melhor!
 
Muito obrigado Marcio, por topar responder as perguntas!
 
Para ler minha resenha de Irresistivelmente Fatal clique: aqui
 
Para conhecer o site do autor clique: aqui
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