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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Hilda Hilst terá trajetória narrada na série “Caixas Mágicas”


As crônicas, poesias, peças e toda a múltipla obra de Hilda Hilst, autora que será homenageada na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) deste ano, serão narradas na produção exclusiva para o Curta! "Caixas Mágicas". 

 O programa está sendo realizado pela Pacto Filmes e acaba de ser aprovado para financiamento pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), gerenciado pela ANCINE.

A série pretende derrubar as imaginárias fronteiras entre teatro, cinema e TV, criando uma "caixa mágica" única para revelar ao público a pluralidade da produção artística de Hilda Hilst, que desdobra sua obra para além da literatura e é, hoje, uma grande influência na cena da dramaturgia brasileira. 

Oswald de Andrade, Joaquim Cardozo, Hermilo Borba Filho e Luiz Marinho são outros artistas que terão seus legados revisitados pelos diretores Hilton Lacerda, Marcelo Gomes e Rodrigo Campos. A série "Caixas Mágicas", ainda sem data de estreia, será exibida com exclusividade no Curta!.
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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Arte 1 estreia série documental sobre dedicatórias de livros


No dia 31 de janeiro, às 20h30, o Arte 1 estreia Eu Te Dedico, série documental de seis episódios que conta histórias por trás de dedicatórias de livros.

Coprodução do canal Arte1 com a Academia de Filmes, o programa explora a relação que um livro pode criar entre as pessoas. Em cada episódio, uma dedicatória é apresentada e, a partir dos depoimentos das duas pontas desse texto à mão, entendemos livro e seu autor.

Com direção de Fernanda Weinfeld, cada episódio se debruça sobre um clássico da literatura e revela como as obras se misturam com a vida dos entrevistados, criando um triângulo entre o autor do livro, o da dedicatória e o dedicado.

Os livros retratados são: “O Mundo de Sofia”, do norueguês Jostein Gaarder; “Do Desejo”, da paulista Hilda Hilst; “O Sol É Para Todos”, da norte-americana Harper Lee; “Maus”, do sueco Art Spiegelman; “Inventário do Ir-remediável”, do gaúcho Caio Fernando de Abreu; e “Amiga Genial”, da italiana Elena Ferrante.

Seguem as sinopses dos episódios:

“O Mundo de Sofia”, de Jostein Gaarder

Lua herdou do pai o desejo de explorar novos lugares e assim como no livro do autor norueguês Jostein Gaarder, a distância física não interferiu na cumplicidade dos dois, alimentando as reflexões literárias e filosóficas ao telefone.

“Do Desejo”, de Hilda Hilst

A poesia ligou Pedro e Jorge nos livros trocados e na maneira de se relacionar. A tradução de suas palavras é expressa na obra da autora paulista Hilda Hilst.

“O Sol É Para Todos”, de Harper Lee

O amor entre Atticus e Scout, pai e filha retratados no romance da escritora norte-americana Harper Lee, funciona como paralelo para os retratados Thar e Maria Paula, numa relação marcada pela poesia, pela música e pela saudade.

“Maus”, de Art Spiegelman

A relação de Luis e Helena foi marcada pela distância. Os encontros ficavam nas cartas e nos livros trocados. Na graphic novel do sueco Art Spiegelman, eles encontraram também ma história baseada na distância e na busca pelo reencontro.

“Inventário do Ir-remediável”, de Caio Fernando Abreu

O encontro de Fabiana e Maurício foi marcado pela busca do aconchego e pelo colo conquistado no livro do gaúcho Caio Fernando Abreu.

“Amiga Genial”, de Elena Ferrante

As amigas Luiza e Duda refletem a relação de amizade que construíram através das palavras do livro da autora italiana Elena Ferrante.
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

"A História Secreta das Histórias em Quadrinhos de Robert Kirkman" estreia no AMC


"A História Secreta das Histórias em Quadrinhos de Robert Kirkman" estreia no AMC em 21 de novembro, às 21h30. Os seis episódios vão ao ar sempre no mesmo horario, às terças-feiras. Com produção de Robert Kirkman, a série apresenta personagens e eventos que transformaram o mundo dos quadrinhos, além de trazer entrevistas exclusivas com ícones como Stan Lee, Patty Jenkins, Lynda Carter, Kevin Smith, Famke Janssen, JK Simmons, Michelle Rodriguez e Todd McFarlane.

Além de Kirkman, a série também tem produção de David Alpert ("The Walking Dead", "Fear the Walking Dead"), Bryan e Sean Furst ("Daybreakers", "Dados"), Daniel Junge ("Saving Face", "Being Evel") e Rory Karpf ("The Book of Manning", "Dale").

"Meu amor pelo mundo dos quadrinhos não tem limites", diz Kirkman. "É um universo de histórias incríveis que impulsionaram a cultura pop durante décadas. Ser capaz de explorar os cantos escondidos deste mundo me levou a descobrir segredos que eu não sabia. Foi um prazer fazer esta série e estou muito entusiasmado em compartilhá-la com o mundo", completa.

Além de "A História Secreta das Histórias em Quadrinhos de Robert Kirkman", o AMC estreia em 2018 "A História da Ficção Científica de James Cameron", "A História do Terror de Eli Roth" e "O Anuário do Rap", todas sob a produção executiva de Black Thought e QuestLove.
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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Os Defensores: Nova série da Netflix traz as qualidades, e problemas, de seriados anteriores


Por Daniel Bydlowski*

Nos últimos tempos, houve uma popularização no cinema quanto a filmes de heróis. A Neftlix seguiu a tendência e trouxe um conjunto de super-heróis no mesmo estilo já popularizado, ou seja, heróis que já haviam tido seu próprio longa – e no caso da Netflix, seu próprio seriado. É o caso de Os Defensores, que une Daredevil, Jessica Jones, Elektra, Luke Cage e Danny Rand, para derrotar um inimigo comum: a “mão”, vilão introduzido no seriado Punho de Ferro.

Já há a certeza de que o seriado não deixará a desejar, visto o sucesso que já teve quando foi exclusivamente mostrado na Comic-Con, onde o público aplaudiu do começo ao film. O primeiro episódio traz o tipo de entretenimento que a maior parte da população, especialmente a parte aficionada por super-heróis, espera: a série continua a história de cada um dos personagens, sem esquecer o desenvolvimento deles em cada seriado individual. Além disso, a combinação de lutas, bebidas, destruição e ainda cenas mais ardentes prometem entreter a qualquer um.

Porém, como na maior parte dos seriados para a televisão, e para serviços de vídeo streaming como a Netflix, Os Defensores também tem seus problemas. Por exemplo, o enredo não é muito original e o objetivo dos protagonistas e dos vilões parecem batidos. Entretanto, o dialogo esperto, mesmo que às vezes demorado, e a expectativa da união dos personagens, dá ao show aquilo que precisa para ser mais um sucesso da gigante produtora.

Enquanto a soma de todos estes personagens foi claramente bem-sucedida, Os Defensores também traz os sucessos, e os problemas, de cada herói. Personagens como Jessica Jones, interpretada por Krysten Ritter, traz a complexidade de uma pessoa que sofre de stress pós-traumático por ter sido praticamente violentada por seu inimigo. Ao mesmo tempo, personagens coadjuvantes contam com a atuação excelente de Sigourney Weaver, além de outros heróis, como Danny Rand, interpretado por Finn Jones. Todos eles, menos os novos, apresentam os mesmos problemas que tinham em sua série individual.

Se nos lembrarmos de certos acontecimentos relacionados ao lançamento de Punho de Ferro, podemos entender estes problemas facilmente. Esta série, que sofre de uma falta de balanço entre realismo e fantasia – e onde o poder principal de Danny Rand, o Punho de Ferro, é esquecido durante muitos de seus episódios – não foi ajudada em nada quando muitos fãs começaram a reclamar que Danny não era asiático. Para deixar as coisas ainda piores, o ator Finn Jones não quis deixar os comentários negativos de lado e culpou os críticos de não entenderem o seriado. Tal ação fez com que seu personagem seja visto como alguém petulante, algo que se mantém no novo seriado.

Ainda mais problemático é que, mesmo com apenas 8 episódios (outros seriados da Netflix apresentam 13 no mínimo), Os Defensores tem partes onde as cenas são lentas e não desenvolvem a história de maneira satisfatória. Porém, mesmo não sendo um seriado inovador que colocará a Netflix em mais um patamar de excelência, Os Defensores ainda assim vai entreter e agradar os fãs das séries individuais.

*Daniel Bydlowski é cineasta brasileiro com Masters of Fine Arts pela University of Southern California e doutorando na University of California, em Santa Barbara, nos Estados Unidos. É membro do Directors Guild of America. Trabalhou ao lado de grandes nomes da indústria cinematográfica como Mark Jonathan Harris e Marsha Kinder em projetos com temas sociais importantes. Seu filme NanoEden, primeiro longa em realidade virtual em 3D, estreia ainda este ano de 2017.
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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Um dossiê que ajudará a desvendar os enigmas de Twin Peaks


Lançada em 1990, a cultuada série Twin Peaks, de David Lynch e Mark Frost, tem milhares de fãs pelo mundo. Após o anúncio da terceira temporada, retomada 25 anos depois do assassinato de Laura Palmer, Mark Frost lança A história secreta de Twin Peaks, livro imperdível para fãs e curiosos.

A obra, escrita numa narrativa inventiva e nada convencional, apresenta um dossiê compilado por um Arquivista desconhecido e enviado pelo FBI para a agente TP, com o intuito de descobrir a identidade por trás da montagem dessa documentação. 


Com recortes de jornal, trechos de diários, informações secretas e arquivos do FBI, o livro conta com informações valiosas para que o leitor possa ir fundo e saber mais do que ninguém sobre episódios e personagens da série. E, quem sabe, desvendar tudo o que está por trás dos misteriosos acontecimentos nessa icônica cidade do noroeste americano.

Confira um teaser da série da Showtime, disponível na Netflix:
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sábado, 9 de julho de 2016

Resumo do Mês de Junho

Olá amigos! Hoje é dia de (atrasada) mostrar o que andei lendo e assistindo no mês que passou. Como nos meses anteriores de 2016 estou conseguindo manter o registro dos filmes, séries, documentários e livros que estão me encantando (ou não). Olha só:
  

Filmes
  • A Filha do Presidente, de Forest Whitaker*
  • Os Cowboys, de Mark Rydell
  • O Ritual, de Mikael  Håfström* 
  • La Bamba, de Luis Valdez*
  • Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet, de Tim Burton*
  • Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança, de George Lucas*
  • Star Wars: Episódio V - O Império Contra-Ataca, de  Irvin Kershner*
  • Um Santo Vizinho, de Theodore Melfi 
  • Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones, de George Lucas*
  • O Regresso, de Alejandro G. Iñarritu*
  • O Resgate do Soldado Ryan, de Steven Spielberg*
  • Batman Vs. Superman: A Origem da Justiça, de Zach Snyder
  • Os Miseráveis, de Tom Hooper*
  • O Melhor Amigo da Noiva, de Paul Weiland*
  • Deixa Rolar, de Justin Reardon
  • O Babadook, de Jennifer Kent
  • Dança com Lobos, de Kevin Costner*
  • Equals, de Drake Doremus
  • The Fundamentals of Caring, de Rob Burnett
  • Constantine, de Francis Lawrence*
  • Visões do Passado, de Michael Petroni
  • Presságios de um Crime, de Afonso Poyart


Documentários
  • Meet the Patels, de Geeta Patel e Ravi Patel
  • My Beautiful Broken Brain, de Sophie Robinson e Lotje Sodderland
  • The Islamic State,  de Medyan Dairieh da VICE News
  • Pixo, de João Wainer e Roberto T. Oliveira 



Livros
  • O Livro dos Mortos Vivos, de Priscila Gorzoni
  • A Mágica da Arrumação, de Marie Kondo
  • Caveira Vermelha: Encarnado, de Greg Pak, Matthew Wilson e Mirko Colak
  • Ms. Marvel: Nada Normal, de G. Willow Wilson e Adrian Alphona


Séries
  • Political Animals, 1ª Temporada
  • The Vampire Diaries, 5ª Temporada
  • Penny Dreadful, 3ª Temporada
  • Game of Thrones, 6ª Temporada
  • Reign, 3ª Temporada
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quarta-feira, 6 de abril de 2016

5 Aberturas de Séries Favoritas #2


Oi gente, tudo bem com vocês? O primeiro post que fiz com as aberturas de séries ficou bem bacana, então resolvi fazer um segundo. A ideia é mostrar para quem já assistiu poder rever os créditos iniciais destas produções, assim como quem não conhece a série poder dar uma espiadinha no clima, sem estragar nada da história. Vem ver:

Salem
Para falar bem a verdade é uma série fraquinha quando comparada com outras que assisto, mas gosto do clima dark, do tema da bruxaria leva à níveis até mesmo trash's. A fotografia da série é caprichada e compensa os efeitos que nem sempre são 100%, e os figurinos são sempre lindos. A música da abertura tem tudo a ver com o clima de tensão e violência de Salem, e foi composta por Tyler Bates (que fez a trilha de Watchmen) e o cantor Marilyn Manson.



Hannibal
Ainda estou de luto pelo cancelamente desta maravilha na terceira temporada. Hannibal foi com certeza uma das séries mais completas que surgiram na televisão nos últimos anos. As atuações, o roteiro, a trilha o visual, tudo se unia para uma obra realmente grandiosa, Acho que um pouco disto pode ser visto na abertura que tem uma música que faz os seus ossos rangerem, e um visual de sangue escorrendo e formando figuras tridimensionais (que depois apareceu em Demolidor também, mas não estou dizendo que alguém copiou alguém).



Reign
Séries de época por si só já tem um charme fantástico né, mas o canal CW realmente de dedicou à esta produção que conta a história de Mary, Rainha da Escócia que para se proteger da Inglaterra casa com o Rei da França. Além de dar o toque jovem para uma produção que poderia ser séria e sisuda, o canal complementa o clima com visuais mais modernizados e música atual. Não sei vocês, mas eu adoro a mistura. Essa música é 'Scotland', da banda The Lumineers.



The Night Manager
Uma produção sobre espionagem, da BBC, e baseada em um livro de John le Carré. Receita para o sucesso, né? Adicione a isto que os protagonistas são os amados Tom Hiddleston (Loki <3) e Hugh Laurie (House). Além de uma produção impecável, uma abertura que faz jus ao clima de mistério e dualidade da narrativa:



Elementary
Uma série de Sherlock Holmes situada nos tempos modernos. No começo achei que ia ser outra série fraquinha, mas quando escalaram Jonny Lee Miller como Sherlock e, pasmem, Lucy Liu como Watson não pude escapar de assistir, e gostei muito do que fizeram. Para quem curte séries com temporadas bem longas e episódios estruturados quase sempre da mesma forma. A abertura referencia o modo de pensar do detetive, com uma pista levando a outra até o culpado ser descoberto. Acho genial: 

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sábado, 2 de abril de 2016

Resumo do Mês de Março

Oi Gente, tudo bem? Eu pensei bem em várias coisas que queria fazer no blog em 2016, e uma delas era manter um registro mensal de tudo que assisto e leio, então comecei a anotar bem direitinho. Assim como foi em Janeiro e Fevereiro segue a listinha do que eu vi e li (pelo menos teve mais coisa do que em Fevereiro) cata:


Filmes
  • A Culpa é das Estrelas, de Josh Boone*
  • Victor Frankenstein, de Paul McGuigan
  • Até Que a Sorte Nos Separe, de Roberto Santucci
  • Monte Carlo, de Thomas Bezucha
  • Garota Infernal, de Karyn Kusama
  • The Keeping Room, de Daniel Barber
  • O Universo no Olhar, de Mike Cahill
  • Hellboy, de Guillermo Del Toro*
  • Hellboy II - O Exército Dourado, de Guillermo Del Toro*
  • A Escolha Perfeita, de Jason Moore*
  • O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, de Jean-Pierre Jeunet* 
  • Distrito 9, de Neill Blomkamp
  • Orgulho e Preconceito e Zumbis, de Burr Steers
  • The Lovers, de Roland Joffé
  • O Código da Vinci, de Ron Howard*
  • Zodíaco, de David Fincher
  • 17 Outra Vez, de Burr Stevens
  • Superman: O Homem de Aço, de Zack Snyder
  • O Pianista, de Roman Polanski*
  • Star Wars: O Despertar da Força, de J.J. Abrams*

Documentários
  • The Hunting Ground, de Kirby Dick
  • Amy, de Asif Kapadia 
  • A Um Passo do Estrelato, de Morgan Neville


Livros
  • Assim Morreram os Ricos e Famosos, de Michael Largo
  • Soldado Invernal - A Marcha da Amargura, de Rick Remender e Roland Boschi (HQ)

Séries
  • Marvel’s Agent Carter - 2ª Temporada
  • RuPaul’s Drag Race - 4ª Temporada
  • The Originals - 2ª Temporada
  • Demolidor - 2ª Temporada
  • The Night Manager - 1ª Temporada

Todos aqueles com um asterisco eu já tinha visto, então quer dizer que eu só assisti de novo. Todos os outros são novidades! :)
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segunda-feira, 7 de março de 2016

Série: Penny Dreadful


Uma série de terror sobrenatural situada na Inglaterra vitoriana. E digo mais: estrelada por Eva Green e Josh Hartnett. Calma que fica melhor ainda: Frankenstein, Conde Drácula e Dorian Gray fazem parte do show. Não seria preciso nem elogiar, por que esta série se vende praticamente sozinha. O nome da série faz referência aos folhetos com histórias de terror vendidos em Londres no século XIX por um penny (centavo). Na série podemos conferir não apenas estes personagens que já fazem parte do imaginário, mas também personas originais muito interessantes.


http://penydreadful.tumblr.com/post/139986950671/wendysrhoades-penny-dreadful-season-3

A produção do canal Showtime é luxuosa, esbanja talento nos figurinos, na fotografia, na ambientação de época, mas prende principalmente pelo roteiro arrebatador e pelos diálogos inteligentes. Completa esse pacote o charme londrino da produção, que compõe um produto muito belo visualmente. O terror não é apenas sanguinário, sabe também ser sutil e psicológico, trazendo qualidade à história.


 
Para quem procura uma série curta para assistir, já existem duas temporadas disponíveis totalizando 18 episódios. A primeira parte está na Netflix. No Brasil, Penny Dreadful é exibida pelo canal a cabo HBO. Eu recomendo para quem gosta de séries de suspense e mistério, estética gótica e criaturas sobrenaturais. A terceira temporada já foi confirmada e estreia em maio. 

Confira o trailer legendado da primeira temporada:
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quinta-feira, 3 de março de 2016

Resumo do Mês de Fevereiro

Eu pensei bem em várias coisas que queria fazer no blog em 2016, e uma delas era manter um registro mensal de tudo que assisto e leio, então comecei a anotar bem direitinho. Então assim como aconteceu em Janeiro, aqui segue a lista (beeeeem curta) de tudo que assisti e li em Fevereiro:

Filmes

  • Spotlight - Segredos Revelados, de Tom McCarthy
  • Trumbo: Lista Negra, de Jay Roach
  • Deadpool, de Tim Miller
  • Creed: Nascido para Lutar, de Ryan Coogler
  • Snoopy & Charlie Brown - Peanuts: O Filme, de Steve Martino
  • Os Oito Odiados, de Quentin Tarantino
  • O Pianista, de Roman Polanski*
  • Uma Noite de Crime, de James DeMonaco
  • Carol, de Todd Haynes
  • 10 Years, de Jamie Linden
  • Ponte dos Espiões, de Steven Spielberg
  • W.E. - O Romance do Século, de Madonna

Documentários

  • O Lado Negro do Chocolate, de U. Roberto Romano

Livros

Séries

  • Sherlock: The Abominable Bride
  • Galavant - 2ª Temporada  



Todos aqueles com um asterisco eu já tinha visto, então quer dizer que eu só assisti de novo. Todos os outros são novidades! :)
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quarta-feira, 2 de março de 2016

5 aberturas de séries preferidas


Sempre estou pensando posts diferentes e que não sejam relacionados a livros para o blog. Me surgiu a ideia de comentar sobre as minhas aberturas de séries favoritas! Gosto quando as emissoras se esforçam para fazer algo legal e diferente. Das séries que assisto algumas das minhas favoritas são:

Outlander
Na minha opinião uma obra prima de fotografia e trilha sonora, consegue em pouco tempo mostrar toda a essência do programa, com frames lindíssimos, alguns que nem foram usados na séries, foram feitos só para a abertura mesmo. A música é "The Skye Boat Song", e óbvio que não tenho coragem de pular essa abertura nunca, olha só:


True Blood
Uma série que assisti só a primeira temporada e depois acabei não acompanhando, mas um dia ainda quero terminar. Uma das coisas que mais me surpreendeu foi essa abertura ao mesmo tempo chocante. A música "Bad Things", de Jace Everett dava o clima perfeito. Não dá pra incorporar os vídeos com a abertura, mas você pode assistir no Youtube aqui. 

Penny Dreadful
Por alguma razão, as séries de terror parecem sempre ter aberturas legais. é o caso de Penny Dreadful, drama da Showtime que tem uma fotografia linda, que foi muito bem aproveitada na sequência de abertura, que é acompanhada de uma música clássica linda. Vem ver:


Game of Thrones
Essa já é um clássico, não tem quem não se apaixone por essa música, composta por Ramin Djawadi. A cada temporada o destaque das peças é para os locais de Westeros que aparecem nos episódios, então a abertura tem leves alterações de um ano para o outro. 
 


True Detective
Uma série maravilhosa não podia deixar por menos e ter uma abertura fraca, né? E claro que a HBO (de novo ela, rainha das aberturas) não ia deixar por menos. A primeira temporada ganhou trilha de The Handsome Family e a segunda de Leonardo Cohen, ambas com imagens em dupla exposição, mostrando a cidade e os personagens. Amo forte as duas, então olha só:
 


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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Série: Jessica Jones


Uma das mais aguardadas séries originais da Netflix, Marvel’s Jessica Jones teve todos os episódios liberados no último dia 20. A série é baseada na série de quadrinhos Alias, e conta a história de uma super-heroína pouco convencional. Jessica, vivida pela atriz Krysten Ritter, passou por um grande trauma. Quando a série inicia sabemos que ela não tenta mais salvar o mundo, ela só tenta ganhar a vida como investigadora particular. A ex-heroína de codinome Jewel tem o poder da super força, adquirido na adolescência, no acidente de carro que matou toda sua família.

A jovem incompreendida se depara outro ser humano dotado, mas o encontro acaba sendo bem diferente do que ela esperava, e um grande trauma decorre desta relação. Vivendo no bairro nova-iorquino de Hell’s Kitchen, Jessica lida com o Transtorno do Estresse Pós-Traumático enquanto tenta reconstruir sua vida.



A série é a segunda das quatro produções da parceria entre a Marvel e a Netflix, a primeira foi Demolidor. As próximas serão The Defenders e Luke Cage. Em treze episódios de uma hora de duração cada, Jessica Jones não apenas mantém o alto nível estabelecido por Demolidor, como o supera. A série é diferente de muitas formas, como foco mais psicológico e de suspense do que nas cenas de ação, mas mesmo assim podemos ver Jess distribuindo uns belos socos pela vizinhança perigosa.


http://jessicajonesdaily.tumblr.com/post/139717503887/chhunnam-you-think-youre-the-only-ones

Além do empoderamento de uma protagonista feminina, a série trata de vários assuntos. Os personagens secundários são em geral muito interessantes e tem histórias próprias. Apesar do tom sombrio da narrativa, vemos muitas cenas diurnas, o que surpreende.

O restante do elenco dá show, ao lado de Krysten Ritter (Jessica Jones), Mike Colter mostra a primeira representação live action do herói Luke Cage. Completam a equipe a atriz Rachael Taylor como a melhor amiga de Jessica Trish Walker, além de Carrie-Anne Moss, Eka Darville, Erin Moriarty e Wil Traval.



Vilania da praticidade

Um dos pontos altos da série é o vilão Kilgrave. O Homem Púrpura dos quadrinhos ganha vida com o ator David Tennant (mais conhecido por Doctor Who). Além do roteiro fascinante e da atuação impecável do ator, o personagem tem características que o colocam certamente como um dos melhores vilões do Universo Cinematográfico da Marvel. Isso porque, quando posto lado a lado com Thanos, Loki ou Ultron, que querem exterminar a raça humana ou dominar o universo, seus desejos são tímidos e contidos. E isso o torna terrivelmente real, com seus ímpetos infantis e seu humor ácido.

Kilgrave quer ser amado por Jessica Jones. O vilão tem o poder de controlar as mentes das outras pessoas. Mas mais do que isso, suas vítimas desejam fazer o que ele manda, mesmo que não tenham escolha. Ele manteve a heroína sob seu domínio físico e psicológico durante 18 meses, obrigando-a a fazer tudo que ele mandava. No entanto, em sua mente distorcida, ele não reconhece essas agressões. Mas sua história é mais complexa, ele foi uma criança que sofreu, um adolescente que cresceu sozinho e usou sua única arma para se defender e sobreviver no mundo. Em certos momentos até se acredita que ele vai encontrar a redenção, usando seu poder para o bem e para ajudar as pessoas. Você quase torce para que ele se arrependa e todos os crimes horrendos sejam perdoados e esquecidos. 

O Homem Púrpura é um dos piores vilões.
O personagem mostra sua verdadeira face por muitas vezes, mesmo com suas camadas de vilão e vítima, é inegavelmente mau, além de reparo. Kilgrave assusta por ser um vilão muito próximo de suas vítimas, suas vilanias são pessoais, seus crimes são reais e que ocorrem todos os dias. E esta perspectiva o torna ainda mais temível. 

Confira o trailer legendado da série:


Para conhecer a série, curta a página oficial no Facebook e siga no Twitter.
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Resumo do Mês de Janeiro

Oi gente, como estão? Eu pensei bem em várias coisas que queria fazer no blog em 2016, e uma delas era manter um registro mensal de tudo que assisto e leio, então comecei a anotar bem direitinho. Ficou lindo, só espero que eu consiga manter durante os outros meses do ano. Olha só:

 Filmes

  • Perdido em Marte, de Ridley Scott
  • Django Livre, de Quentin Tarantino*
  • The Ridiculous 6, de Frank Coraci
  • Histeria, de Tanya Wexler
  • Mais um Verão Americano, de David Wain
  • Meu Namorado é um Zumbi, de Jonathan Levine
  • Centurião, de Neil Marshall
  • Brooklyn, de John Crowley
  • O Regresso, de Alejandro González Iñárritu
  • A Garota Dinamarquesa, de Tom Hooper
  • Mundos Opostos, de Juan Diego Solanas
  • O Exterminador do Futuro: Gênesis, de Alan Taylor
  • As Sufragistas, de Sarah Gravon
  • Harry Potter e a Pedra Filosofal, de Chris Columbus*
  • Harry Potter e a Câmara Secreta, de Chris Columbus*
  • Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, de Alfonso Cuarón*
  • Harry Potter e o Cálice de Fogo, de Mike Newell*
  • Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino*
  • O Quarto de Jack, de Lenny Abrahamson
  • P.S. Eu Te Amo, de Richard LaGravenese*
  • O Diabo Veste Prada, de David Frankel*
  • Palácio das Ilusões, de Patrícia Rozema
  • Vingadores: Era de Ultron, de Joss Whedon*

Documentários

  • Traumas de Guerra: 1861 - 2010, de Ellen Goosenberg Kent*
  • Virunga, de Orlando Von Einsiedel* 

Livros

  • Guerra Civil, de Stuart Moore
  • O Manual da Garota Geek, de Sam Maggs
  • As Crônicas de Fiorella, de Vanessa Martinelli Lewandowski
  • A Última Canção de Bilbo, de J.R.R. Tolkien
  • O Conde Enfeitiçado, de Julia Quinn

Séries

  • The Originals - 1ª Temporada 


Todos aqueles com um asterisco eu já tinha visto, então quer dizer que eu só assisti de novo. Todos os outros são novidades! :)
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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Série: Sense8


O Netflix vem investindo pesado em suas produções originais, e depois do grande sucesso de House of Cards e Orange is The New Black, e da produção grandiosa de Marco Polo, o streaming lança aquela que pode vir a ser um de seus maiores sucessos. 

Sense8 conta a história de oito pessoas ao redor do globo que não se conhecem, mas que são conectadas através dos sentidos. Os sensates, como são chamados, começam a despertar para sua conexão após a morte misteriosa de uma mulher. 

Capheus é um querido :)
A série é meio difícil de definir, só mesmo assistindo para entender a ampla gama de assuntos que são abordados e como eles são todos tratados com destaque. Essa série tem um tipo de construção de narrativa que raramente se viu, principalmente pelo fato dos personagens estarem as vezes em dois lugares ao mesmo tempo.
Riley gótica das trevas
Um ator mexicano que esconde sua homossexualidade, um policial americano em dilema profissional, uma DJ Islandesa vivendo em Londres, um arrombador de cofres alemão planejando um grande golpe, uma farmacêutica indiana com um casamento marcado indesejado, um motorista de van queniano tentando salvar a mãe doente, uma transexual de São Francisco fugindo da justiça e uma executiva coreana perita em artes marciais. Pessoas tão diferentes, com vidas que tem poucas similaridades, mas todos conectados pelos sentidos, e pelas visões uns dos outros. 
Nomi é vivida pela transexual Jamie Clayton
Nesse ponto cada um precisa enfrentar seu passo tumultuado (como o de todos nós), ao mesmo tempo em que lidam com as dualidades da vida atual, com o bônus de se intrometer na vida de outras pessoas constantemente, ou ter sua rotina visitada por um dos estranhos que compartilham este dom/maldição. 
Atual casal favorito da ficção: Linando <3
Tudo se complica quando cada um tem a vida colocada em risco, e precisa da ajuda de seus companheiros para se salvar, compartilhando os talentos, memórias e habilidades uns dos outros, os sensates começam a criar uma forte ligação, que poderá ajudar a salvá-los de uma organização que vem os caçando. A trama é confusa, mas aos poucos as peças vão se encaixando, na busca de cada pessoa por sua identidade.


SUCESSO - A série criada pelos irmãos Andy e Lana Wachowski (de Matrix, A Viagem e V de Vingança) começa muito bem, e termina de forma espetacular. Os 12 episódios estão disponíveis no Netflix desde a sexta-feira, 5, e não permitem interrupções, a partir do quarto episódio as coisas esquentam e é impossível desconectar da história antes de saber o desfecho. O sucesso em menos de uma semana é tão grande que a série já conta com mais de 500 mil downloads ilegais. 
O bom é que a galera se ajuda
Com locações ao redor do mundo e elenco multiétnico, a série tem visual caprichado, com uma montagem que dá o tom exato para que o espectador compreenda como os personagens são ligados. Apesar de os atores principais não serem nomes muito conhecidos do público, as atuações são impecáveis e viscerais. Destaque para a trilha sonora variada, e para o humor inesperado que surge em vários trechos, arrancando risos de uma produção que seria considerada exclusivamente séria, por tratar de ficção e suspense. 

Vem ver quem são os personagens:
Lito  Rodriguez: vivido pelo ator Miguel Ángel Silvestre, é um ator de novelas e filmes de ação, muito conhecido no México. No entanto, ele esconde de todos o fato de ser homossexual, o que o impediria de conseguir os papéis que deseja. Essa coisa de não sair do armário acaba o colocando em conflito com seu amor, Hernando (papel do muso e ex-RBD Alfonso Herrera, o Poncho. Queria dizer que esse casal é meu OTP e também que Lito é o personagem mais engraçado da série, ele tem tiradas de arrancar gargalhadas, e mesmo assim tem momentos dramáticos belos e mocionantes.

Riley Blue: papel da atriz Tuppence Middleton, é uma DJ da Islândia que está vivendo em Londres, e apesar de fazer sucesso na sua profissão anda com um pessoal meio barra pesada. Ela teme voltar para casa por ter lembranças muito dolorosas. Os fãs da série brincam que ela é a gótica infeliz do elenco, além de que está sempre numa vibe "queria estar morta".

Capheus Van Damme: papel de Aml Ameen, é um motorista de van do Quênia, que tenta conseguir dinheiro para os medicamentos de sua mãe, que está muito doente. Ele tem uma alma doce apesar das dificuldades de sua rotina, e um vício não muito saudável em filmes do Van Damme. Os seus "encontros" com os outros sensates sempre são interessantes e divertidos.

Sun Bak: personagem da atriz Doona Bae, é uma grande executiva coreana, mas ela descobre que seu irmão vem desviando recursos da empresa e seu pai a aconselha a tomar a culpa para si para salvar a empresa. Sun é uma especialista em artes marciais, e secretamente usa as suas habilidades para participar de lutas clandestinas no submundo de Seul. Ela ajuda todo mundo, só quero que essa mulher seja feliz.

Nomi Marks: vivida pela atriz Jamie Clayton, é uma hacker e blogueira, que é a primeira visada pela organização que caça os sensates. A transexual costumava se chamar Michael, e sua família não aceita seu gênero e seu namoro com Amanita. O casal tem uma história linda e se tornou um dos mais amados por quem já viu a série.

Kala Dandekar: interpretada pela atriz Tina Desai, é uma farmacêutica indiana, uma mulher da ciência que não tem sua fé abalada, e pede aos deuses aconselhamento. Seu chefe, um homem rico e um excelente partido a pediu em casamento, e ela aceitou para agradar sua família, no entanto ela se vê sempre em dúvida, já que não ama Rajan, apesar de suas inúmeras qualidades. Kala se liga especialmente com Wolfgang, e os dois tem cenas muito engraçadas juntos. Eu sou #KalaGang

Wolfgang Bogdanow: vivido pelo muso da minha vida Max Riemelt é um especialista em roubar cofres, como seu pai foi. Aliás, o pai sempre foi uma figura nociva em sua vida, sendo agressivo desde sua infância. Suas relações são com o amigo Félix, com quem mantém legalmente a profissão de chaveiro, e com o tio e primo, que também visam os mesmos cofres que ele pretende roubar. O personagem é um dos mais complexos da série, e um dos menos coloridos, já que todo mundo tem mais felicidade que o pobre Wolfie.

Will Gorski: personagem do ator Brian J. Smith, é um policial da cidade de Chicago. Ele investiga na cidade a morte da mulher que deu origem aos sensates, assim como Jonas, um homem suspeito e misterioso que parece saber tudo sobre eles. Ele precisa lidar com estas mudanças escondendo tudo de seu parceiro policial Diego Morales, e passa a sentir grande atração pela sensate Riley. Will também tem muitos problemas com o pai, que também era policial.

http://sense8.tumblr.com/post/124000527501/pepitaagrilla-sense-8-characters


Olha amigos, o que posso dizer pra vocês é que assistam. Essa é a típica série ou ama ou odeia, ninguém vai ficar em cima do muro depois de assistir Sense8, mas digo pra vocês que todo mundo que vi falar mal até agora é porque não terminou de ver a temporada. 

Lito divando Matrix style
Os Wachowskis são geniais, eles só erram quando não conseguem desenvolver suas ideias com perfeição, e é exatamente isso que acontece com Sense8. A série, por ter 10 episódios, tem tempo de desenvolver uma narrativa que foi construída toda intrincada. O que num filme seria impossível, eles conseguem mostrar vários lados de uma quantidade muito grande de protagonistas e mesmo assim fazer tudo ter sentido.

Uma foto publicada por Paola Severo (@paola.severo.71) em


Pessoalmente me apaixonei quando assisti o trailer e assim que liberou fui correndo para ver. Eu cheguei a escrever essa resenha para o jornal em que trabalho, mas sabia que teria que adicionar várias coisas que deixei de fora quando colocasse no blog.
 
"Levanta aí tchê"

Inclusive uma das partes que chamou a atenção de todos que viram e que chocou a tradicional família brasileira são as cenas de sexo, que são muito boas. Tem casal, tem mulher com mulher, homem com homem, suruba mental, poliamor, sabe Sense8 foi feita para agradar. Bicha, a senhora é destruidora mesmo hein Netflix.
 
Essa cena já é um clássico instantâneo

Se você quer ter uma ideia de como as pessoas se conectam na série, e entender o porque de todo esse auê, e não se importar de ver uma cena do meio da série que pode ter uns spoiler, eu sugiro que você veja a cena em que todos cantam a música What's Up, do 4 Non Blondes. Se você já viu a série, vale a pena rever também, tem no Youtube aqui.

Como a maioria das produções recentes do streaming, Sense8 é multigênero, misturando romance e aventura em doses iguais, dosando a adrenalina dos tiroteios e perseguições com a emoção de diálogos bem construídos e cenas tocantes, assim como uma forte dose de sexualidade. A segunda temporada ainda não foi confirmada, mas deve acontecer, prepare o sofá que a maratona está te esperando. 

Confira o trailer da série:



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-Me contem o que acharam do mega post! haha 
-Perdão pelos milhares de gifs, fotos e posts, mas eu precisava.
-E lembrem que esta série tem censura 18 anos, viu? 
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