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segunda-feira, 29 de julho de 2019

O peso sobre Robert Pattinson tem seus porquês... Afinal, são 80 anos de história do Batman

Adam West, Lewis Wilson, Robert Lowery, Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney, Christian Bale, Bem Affleck e, por fim, o mais novo Robert Pattinson, o último confirmado para viver o lendário Batman. Todos eles, com suas peculiaridades dividiram opiniões e fizeram o seu melhor para interpretar o gigante dos quadrinhos. São muitos “Batmans” nas telonas com histórias instigantes, mas não há nada melhor nesse mundo do que sentar e ler uma boa HQ.

Sabia que desde 1940 o Batman já vendeu mais de 460 milhões de HQs? Sim, ele se tornou o super-herói mais popular de todos os tempos.

São 80 anos de histórias do Homem-Morcego combatendo os vilões de Gothan e não há coisa que um aficionado mais quer ter do que a possibilidade de ler as mais aclamadas delas e algumas até inéditas em 100 volumes.

Sim, 100 volumes de puro Cavaleiro das Trevas! A coleção a Lenda do Batman (LANÇADO PELA,,,PLANETA) é um encontro cataclísmico entre o homem-morcego e todo o seu universo.

Os volumes são repletos dos acontecimentos mais importantes da vida do herói, desde o momento em que ele veste pela primeira vez o famoso traje, as ocasiões em que conhece seus maiores inimigos, até quando fez parcerias heroicas e trouxe importantes pessoas para o seu lado.

Nos volumes, os leitores poderão conhecer o mistério de Robin, o filho do homem-morcego, um universo alternativo de época e mortes de importantes aliados. Desfrutarão de quando pequeno, Batman tentava ser um cavaleiro solitário e quando lutou para colocar Gotham em ordem após uma destruição em massa.

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quinta-feira, 18 de julho de 2019

Emma Watson e Meryl Streep serão as "Mulherzinhas" de Louisa May Alcott


O romance atemporal, “Mulherzinhas” conhecido também como “Adoráveis Mulheres”, ganha mais uma adaptação para o cinema com data de lançamento prevista para dezembro de 2019 e inclui Emma Watson – a eterna Hermione da saga britânica ‘Harry Potter’ – e Meryl Streep – o maior nome da moda em ‘O Diabo Veste Prada’, a memorável e poderosa Miranda Priestly.

Colecionando cinco longas metragens, a primeira versão de “Mulherzinhas” chegou ao cinema em 1918, muda e em preto e branco. As próximas exibições, já com falas, foram protagonizadas por grandes estrelas de Hollywood como, por exemplo, Katharine Hepburn, Elizabeth Taylor e Winona Ryder, contando a história das irmãs March entre gerações.

Assim como a narrativa de Louisa May Alcott, a direção do novo filme também apresenta empoderamento feminino e traz mais uma vez aos holofotes a diretora Greta Gerwing, indicada ao Oscar de melhor roteiro original e melhor direção em 2018 com a produção independente do filme ‘LadyBird’. Além de Greta, outra importante figura para o movimento feminino está na nova versão. Emma Watson, embaixadora da ONU Mulheres e ativista pelos Direitos Humanos, é quem dará vida a jovem e meiga Meg March

A Via Leitura do Grupo Editorial Edipro apresenta o clássico da literatura americana “Mulherzinhas”, escrito por Alcott há mais de dois séculos, remodelado em uma versão de colecionador que conta com uma diagramação diferente de qualquer outra edição da obra.

Em um tom de autobiografia, Louisa narra a história de sororidade entre as quatro irmãs March após a Guerra Civil Americana. A história acompanha os dramas familiares e as questões do amadurecimento das adoráveis Jo, Meg, Beth e Amy.

A personagem principal, Jo March, apresenta uma clara discrepância à época. Na nova produção, a atriz Saoirse Ronan, conhecida pelo papel principal no filme ‘LadyBird’, viverá a personagem mais ousada do romance. Além de levantar um questionamento ao leitor sobre a sua sexualidade, a jovem também revela pensamentos que contestam normas sociais vigentes de seu período histórico, se tornando um modelo para mentes mais abertas ainda no século XIX. Atípico, Mulherzinhas é uma obra que vale a leitura e, certamente valerá o filme.
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sexta-feira, 7 de junho de 2019

A história do desastre de Tchernóbil


A série Chernobyl, produzida pela HBO, foi o grande assunto do mundo audiovisual das últimas semanas. Elogiadíssima pela crítica e pelo público, chamou atenção sobretudo a verossimilhança com que se reconstruiu cada detalhe da época e dos eventos do infame acidente nuclear na antiga União Soviética. Algumas cenas e relatos foram retirados do livro extraordinário e brutal de Svetlana Aleksiévitch, vencedora do prêmio Nobel de literatura de 2015, chamado Vozes de Tchernóbil: A história oral do desastre nuclear.

Em 26 de abril de 1986, uma explosão seguida de incêndio na usina nuclear de Tchernóbil, na Ucrânia - então parte da finada União Soviética -, provocou uma catástrofe sem precedentes em toda a era nuclear: uma quantidade imensa de partículas radioativas foi lançada na atmosfera da URSS e em boa parte da Europa. Em poucos dias, a cidade de Prípiat, fundada em 1970, teve que ser evacuada. Pessoas, animais e plantas, expostos à radiação liberada pelo vazamento da usina, padeceram imediatamente ou nas semanas seguintes.

Tão grave quanto o acontecimento foi a postura dos governantes e gestores soviéticos (que nem desconfiavam estar às vésperas da queda do regime, ocorrida poucos anos depois). Esquivavam-se da verdade e expunham trabalhadores, cientistas e soldados à morte durante os serviços de reparo na usina. Pessoas comuns, que mantinham a fé no grande império comunista, recebiam poucas informações, numa luta inglória, em que pás eram usadas para combater o átomo. A morte chegava em poucos dias. Com sorte, podia-se ser sepultado como um patriota em jazigos lacrados.

É por meio das múltiplas vozes - de viúvas, trabalhadores afetados, cientistas ainda debilitados pela experiência, soldados, gente do povo - que Svetlana Aleksiévitch constrói esse livro arrebatador, a um só tempo, relato e testemunho de uma tragédia quase indizível. Cenas terríveis, acontecimentos dramáticos, episódios patéticos, tudo na história de Tchernóbil aparece com a força das melhores reportagens jornalísticas e a potência dos maiores romances literários. Eis uma obra-prima do nosso tempo.
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sexta-feira, 8 de março de 2019

Quando livros e autores se tornam estrelas da Netflix: caso Caixa de Pássaros


Não é de hoje que obras literárias ganham adaptações para o cinema. Segundo pesquisadores da área, a primeira adaptação de livros para uma versão cinematográfica data de 1900, sendo a obra Sherlock Holmes Baffled, do autor Arthur Conan Doyle. Frequentemente, essas produções acabam se tornando um sucesso, exatamente, por já possuírem um público cativo: os leitores.

Atenta a essa tendência, a Netflix mais uma vez investiu em uma produção original inspirada no livro “Caixa de Pássaros”, do autor Josh Malerman, best-seller do The New York Times e publicado no Brasil pela Editora Intrínseca. Lançada em 2014, nos Estados Unidos, a obra teve um renascimento esperado após à estreia do filme no serviço de streaming ainda em 2018. O livro retornou à lista dos mais vendidos do jornal americano na data.

Tal fenômeno levanta novamente a discussão sobre a influência que as adaptações cinematográficas de obras literárias geram no mercado editorial. Apesar da já conhecida decepção sobre cortes ou mudanças na história original quando o livro é transformado em filme, é preciso apontar que é justamente a diferença de linguagem de um produto cultural para outro que tem desempenhado um papel fundamental na formação dos novos leitores.

Já é de conhecimento público que o hábito da leitura é pouco enraizado na cultura brasileira. A 4ª edição do estudo “Retratos da Leitura no Brasil” apontou que 30% da população nunca sequer comprou um livro. A falsa ideia de que a literatura é para intelectuais acaba afastando muitas pessoas do gosto pela leitura, e faz com que a população busque outros produtos culturais com interpretações consideradas mais fáceis ou próximos de sua realidade.

Então, mesmo que as experiências sejam totalmente distintas, as adaptações de livros para filmes possibilitam a formação de novos leitores. Elas incentivam que o espectador procure a fonte de inspiração da obra cinematográfica, permitindo que este construa o gosto e o hábito pela leitura.

A partir desse ponto, tudo é possível. A semente do incentivo já foi plantada. Do livro que inspirou o filme para a construção de uma rotina de leitura, evoluindo para outros tipos de literatura, é só uma questão de tempo.

*Por Mauro FelippeNatural de Urussanga/SC, o advogado Mauro Felippe já chegou a cursar Engenharia de Alimentos antes de se decidir pela carreira em Direito. Autor das coletâneas poéticas Nove, Humanos, Espectros e Ócio, já preencheu diversos cadernos em sua infância e adolescência com textos e versos, dos simples aos elaborados (a predileção pelo segundo evidente em sua escrita). As temáticas de suas obras são extraídas de questões existenciais, filosóficas e psicológicas que compreende no dia a dia, sendo que algumas advém dos longos anos da advocacia, atendendo a muitas espécies de conflitos e traumas. Por fim, pretende com a literatura viver dignamente e deixar uma marca positiva no mundo, uma prova inequívoca de sua existência como autor. Participante assíduo de feiras literárias, já esteve como expositor na Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2016 e Bienal Internacional do Livro do Rio 2017.
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sexta-feira, 1 de março de 2019

Quer saber como Van Gogh realmente morreu?

Leia Van Gogh: A vida, de Steven Naifeh e Gregory White Smith. O e-book está com 25% de desconto até o dia 22 de fevereiro e, para os leitores que aguardam a nova tiragem da edição física, a nova reimpressão estará disponível até o fim do mês.

Steven Naifeh e Gregory White Smith apresentam nesta monumental reconstituição biográfica uma visão ao mesmo tempo erudita e apaixonada sobre o artista holandês. Os autores, responsáveis por uma biografia de Jackson Pollock, esmiúçam o conturbado relacionamento com os pais, a amizade com o irmão Theo, a relação intensa com a religião, a errância entre diversas cidades, a vida sexual desregrada, o fracasso em vender suas obras, a amizade conturbada com Paul Gauguin, a loucura, a orelha mutilada - e sugere uma explicação surpreendente para o suposto suicídio. 

O livro é complementado pelo site www.vangoghbiography.com (em inglês), com notas bibliográficas e vasto material iconográfico.

Também está em cartaz nos cinemas o filme Van Gogh - No portal da eternidade, dirigido por Julian Schnabel e estrelado por Willem Dafoe, que concorre a um Oscar de Melhor Ator pelo papel de Van Gogh.

Apesar de não ser uma adaptação direta da obra, é possível perceber semelhanças com a pesquisa de Naifeh e Smith no longa:

Nas aldeias de Arles e Auvers-sur-Oise, onde se refugiou para escapar das pressões de Paris, o pintor Vincent van Gogh é tratado gentilmente por alguns e brutalmente por outros. Madame Ginoux, proprietária do restaurante local, tem pena de sua pobreza e lhe dá um livro de contabilidade, que ele preenche com desenhos. Seu amigo e artista Paul Gauguin, após uma convivência intensa, se afasta. Seu amado irmão e negociante de arte, Theo, é inabalável em seu apoio, mas nunca consegue vender uma única pintura de Vincent. Premiado no Festival de Veneza. 
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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

"Se a rua Beale falasse" nas livrarias e nos cinemas

Tish tem dezenove anos quando descobre que está grávida de Fonny, de 22. A sólida história de amor dos dois é interrompida bruscamente quando o rapaz é acusado de ter estuprado uma porto-riquenha, embora não haja nenhuma prova que o incrimine. Convicta da honestidade do noivo, Tish mobiliza sua família e advogados na tentativa de libertá-lo da prisão.

Lançado originalmente em 1974, este é o quinto romance de James Baldwin, que foi recentemente adaptado para os cinemas por Barry Jenkins, diretor vencedor do Oscar por Moonlight. O filme inspirado em Se a rua Beale falasse foi lançado no exterior no final do ano passado e aclamado pela crítica.

No domingo, dia 6, a atriz Regina King ganhou um Globo de Ouro de atriz coadjuvante por Sharon Rivers, mãe da protagonista Tish (KiKi Lane). O elenco ainda conta com Stephan James, Teyonah Parris e Brian Tyree Henry.

O filme chega aos cinemas do Brasil no dia 24 de janeiro. Nossa edição do livro, traduzida por Jorio Dauster e com posfácio de Márcio Macedo, será lançada no dia 10 de janeiro e já está em pré-venda. Clique no botão abaixo para ler um trecho exclusivo:
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sábado, 22 de setembro de 2018

12 filmes baseados na obra de Stephen King para ver no aniversário do autor


Nesta sexta-feira, 21 de setembro, o autor Stephen King completou 71 anos. Para comemorar seu aniversário e celebrar sua fantástica carreira, o Looke, serviço brasileiro de streaming, preparou uma lista de filmes baseados na obra do autor que você pode assistir na plataforma. Confira:

O Iluminado: Dirigido pelo consagrado Stanley Kubrick, marcou um dos papéis mias icônicos da carreira de Jack Nicholson. É considerado um dos melhores filmes de todos os tempos, principalmente dentro do gênero de terror. Uma família se hospeda num hotel assombrado por uma presença maligna. 

Um Sonho de Liberdade: Indicado a sete Oscars em 1995, incluindo os prêmios de melhor filme, melhor ator, fotografia e roteiro adaptado, é o filme com melhor avaliação de todos os tempos no IMDb, site sobre cinema mais acessado do mundo. Ao longo de anos, dois presidiários se conectam em busca de uma eventual redenção. Estrelando Tim Robbins e Morgan Freeman. 

It – A Coisa: Longa de terror de 2017 que foi sucesso de bilheteria e mostra a jornada de sete crianças excluídas que lutam contra um poderoso monstro que se disfarça de palhaço. 

Dica: Assista também a “It - Uma Obra Prima do Medo”, primeira adaptação do livro para o cinema.

À Espera de um Milagre: Indicado a quatro Oscars em 2000, incluindo os prêmios de melhor filme, melhor ator coadjuvante e roteiro adaptado. Um homem negro acusado de estupro e assassinato possui um dom misterioso. Com Tom Hanks e Michael Clarke Duncan. 

Cujo: Tema de um episódio da série “Friends”, o filme narra a história de um fiel cachorro que se torna perigoso e ataca sua própria família após ser mordido por um morcego com raiva. 

O Apanhador de Sonhos: Cinco amigos fazem uma viagem que pode não ser exatamente o que eles esperavam. 

Colheita Maldita (I, II, III, IV e 7): Série de filmes baseada no conto homônimo do autor.
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quarta-feira, 28 de março de 2018

Disney iniciou a produção da versão cinematográfica de "Artemis Fowl"

A Disney anunciou nesta segunda-feira, dia 12 de março, o início das gravações de “Artemis Fowl”, filme baseado no primeiro livro da série campeã de vendas do autor Eoin Colfer. As filmagens, dirigidas por Kenneth Branagh, serão realizadas na Inglaterra, Irlanda do Norte e na cidade de Ho Chi Minh, no Vietnã. O roteiro cinematográfico foi adaptado pelo premiado dramaturgo Conor McPherson.

Descendente de uma linhagem de grandes criminosos, o gênio de 12 anos, Artemis Fowl, encontra-se em uma batalha de força e astúcia contra uma poderosa e oculta raça de fadas que pode estar por trás do desaparecimento de seu pai.

O jovem ator Ferdia Shaw interpreta o personagem do título, com Lara McDonnell interpretando a capitã Holly Short, uma elfa espirituosa, que é sequestrada por Artemis para um resgate de ouro das fadas.

No mundo undergroud das fadas da cidade de Haven, a vencedora do Oscar®, Judi Dench, interpreta a comandante Root, líder da divisão de reconhecimento do LEPrecon, a força da polícia de fadas e Josh Gad será Mulch Diggums, um anão cleptomaníaco, que tenta ajudar a resgatar Holly.

Na terra, Nonso Anozie interpreta Butler, o guarda-costas da família Fowl, e Tamara Smart será Juliet a sobrinha de Butler. Miranda Raison interpreta a mãe de Artemis, Angeline.

O elenco também inclui Josh McGuire, Hong Chau, Nikesh Patel, Michael Abubakar, Jake Davies, Rachel Denning, Matt Jessup, Simone Kirby, Sally Messham e Adrian Scarborough.

O diretor Kenneth Branagh traz diversos membros do seu time Criativo, incluindo, Haris Zambarloukos, diretor de fotografia; Jim Clay, diretor de arte; Patrick Doyle, compositor; e Carol Hemming, maquiagem e cabelo —todos trabalharam com Branagh em “Assassinato no Expresso do Oriente”. A figurinista é Sammy Sheldon Differ e o filme será editado por Martin Walsh.

O filme será produzido por Kenneth Branagh e Judy Hofflund, com Matthew Jenkins e Angus More Gordon como produtores executivos.
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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Universal compra diretos de obra de ex-agente da Cia


A obra Preciso Saber – entre o amor e a lealdade, de Karen Cleveland, teve seus direitos comprados pela Universal e terá como protagonista a estrela hollywoodiana Charlize Theron. A Editora Planeta, para não ficar de fora e já deixar os fãs inteirados, lança o thriller de espionagem pela primeira vez no Brasil.

A narrativa gira em torno da personagem Vivian Miller, agente do departamento de contrainteligência da CIA, que tem como tarefa desvendar as células infiltradas de inimigos russos em solo americano. Muito próxima de receber uma esperada promoção, após desenvolver um método revolucionário para identificar agentes secretos da Rússia, sua vida vira de ponta cabeça.

Ao conseguir acesso ao computador de um potencial agente russo, Vivian descobre uma pasta com arquivos altamente confidenciais e percebe que o inimigo está muito mais próximo do que ela imagina.

Dentre esses documentos, ela se depara com uma verdade de consequências avassaladoras, capaz de colocar em xeque tudo que ela mais ama. 

Passos se aproximam. Posso ouvi-los mesmo através das batidas aceleradas do meu coração. Todas as dúvidas que eu tinha na cabeça se convertem, num instante, em um único comando. Esconda isso. Clico no X no canto superior direito da foto e então, rapidamente, o rosto de Matt desaparece. 

Entre a promessa de defender seu país e o desejo de proteger sua família, Vivian é uma mulher dividida. Terá, enfim, de decidir entre a lealdade e o amor? E, diante de uma escolha como essa, em quem ela pode confiar?
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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

As mais famosas - e lucrativas - séries de filmes baseadas em livros

Para celebrar o Dia Mundial do Livro (23/04), o cineasta brasileiro, residente de Los Angeles Daniel Bydlowski selecionou uma lista das franquias cinematográficas mais famosas baseadas em sagas literárias, e que foram sucesso de bilheteria arrastando bilhões de espectadores para as salas de cinema do mundo inteiro. 

Harry Potter – J.K Rowling

Baseada na série de sete romances da britânica J. K. Rowling, a qual narra as aventuras do bruxinho Harry Potter em Hogwarts. Além de bater todos os recordes de vendas de livros na época de estreia, os títulos adaptados para as telonas são também a franquia de maior sucesso de bilheterias dos cinemas, lucrando cerca de 8 bilhões de dólares ao longo dos oito filmes produzidos entre 2001 e 2011.

O Senhor dos Anéis - J. R. R. Tolkien

A trilogia fantástica O Senhor dos Anéis escrita pelo britânico J. R. R. Tolkien, veio primeiro que outro livro de sucesso do escritor, O Hobbit, e logo se desenvolveu numa história muito maior. Escritos entre 1937 e 1949 e adaptados para o cinema pela primeira vez em 2001, juntas, as sagas O Senhor dos Anéis e o Hobbit contam com seis longas metragens e vários Oscars no currículo. A arrecadação média de bilheteria do sucesso está em torno de 5 bilhões de dólares.

Crepúsculo – Stephenie Meyer

A série de fantasia e romance escrita por Stephenie Meyer, ao longo de 4 livros, narra a história do triângulo amoroso entre Bela, uma jovem humana, Edward, um vampiro e Jacob, um lobisomem. A saga que se transformou em um verdadeiro fenômeno chegou aos cinemas em 2008, alçando Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner ao estrelato. Ao longo de cinco filmes – o último volume da série, Amanhecer, foi dividido em dois longas – rendeu uma bilheteria de cerca de 4 bilhões de dólares.

As crônicas de Nárnia – C. S. Lewis

Os sete romances de alta fantasia escritos pelo irlandês C.S. Lewis, traduzidos para 41 idiomas diferentes e tendo vendido mais de 120 milhões de cópias, figuram a lista de obras literárias mais bem sucedidas de todos os tempos. Adaptadas diversas vezes para rádios, teatros e televisão, a obra estreou no cinema apenas em 2005. Com apenas três filmes, a saga que foi vista ao cinema pela última vez em 2010, arrecadou mais de 1, 5 bilhões de dólares entre 2005 e 2010.

50 tons de cinza – E L James

A trilogia que surgiu primeiramente como uma fanfiction da Saga Crepúsculo, a qual a autora E.L.James é muito fã, vendeu mais de quarenta milhões de cópias em 37 países. Com o sucesso estrondoso, não demorou para o soft-porn ganhar espaço nas telonas. O primeiro filme da franquia atingiu a marca de 1,5 bilhões de dólares em bilheterias, já o segundo arrecadou 22 milhões. O próximo filme da saga, Cinquenta tons de liberdade, tem previsão de estreia para fevereiro de 2018.

Jogos Vorazes – Suzanne Collins

Os livros de aventura e ação em um futuro distópico lançados pela autora Suzanne Collins em 2008, chegaram ao Brasil apenas em 2009. Traduzido para 26 idiomas diferentes e com os seus direitos vendidos para 38 países, não demorou para a trilogia virar série cinematográfica em 2012. Com quatro filmes, a história da Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) arrecadou mais de 2,2 bilhões de dólares.
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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Um dossiê que ajudará a desvendar os enigmas de Twin Peaks


Lançada em 1990, a cultuada série Twin Peaks, de David Lynch e Mark Frost, tem milhares de fãs pelo mundo. Após o anúncio da terceira temporada, retomada 25 anos depois do assassinato de Laura Palmer, Mark Frost lança A história secreta de Twin Peaks, livro imperdível para fãs e curiosos.

A obra, escrita numa narrativa inventiva e nada convencional, apresenta um dossiê compilado por um Arquivista desconhecido e enviado pelo FBI para a agente TP, com o intuito de descobrir a identidade por trás da montagem dessa documentação. 


Com recortes de jornal, trechos de diários, informações secretas e arquivos do FBI, o livro conta com informações valiosas para que o leitor possa ir fundo e saber mais do que ninguém sobre episódios e personagens da série. E, quem sabe, desvendar tudo o que está por trás dos misteriosos acontecimentos nessa icônica cidade do noroeste americano.

Confira um teaser da série da Showtime, disponível na Netflix:
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quarta-feira, 8 de março de 2017

Editora Gutenberg lança pela primeira vez no Brasil o romance baseado no filme Curtindo a vida adoidado

2016 marcou o aniversário de 30 anos do filme Curtindo a vida adoidado, lançado no dia 11 de junho de 1986. Para celebrar o longa dirigido por John Hughes, a Editora Gutenberg, pertencente ao Grupo Autêntica, apresenta o romance homônimo pela primeira vez no Brasil.
Considerado uma das obras mais importantes do cinema e o retrato de uma geração, Curtindo a vida adoidado é a expressão do sonho de jovens de todas as épocas. Seguindo os passos do consagrado filme e acrescentando detalhes que deixam a trama mais completa e crível, o livro trás todas as cenas clássicas que alçaram Ferris Bueller como o maior candidato ao herói de uma geração que clamava por rebeldia.
Tendo Chicago inteira como parque de diversões, Ferris não aceitará nada menos do que o dia mais inesquecível de sua adolescência – tão inesquecível como o filme. Episódios marcantes como o “roubo consentido” da Ferrari do Sr. Frye, o pai de Cameron, melhor amigo de Ferris; o plano para fazer Sloane, namorada do protagonista, ser dispensada das aulas; a ida ao restaurante francês; o jogo de beisebol e a tumultuada volta para casa, estão presentes na narrativa de Todd Strasser, especialista em adaptar roteiros cinematográficos para romances.
Curtindo a vida adoidado é uma ótima experiência de nostalgia para aqueles que desejam matar a saudade de Ferris Bueller e suas desculpas esfarrapadas.
“A vida passa rápido demais. E se você não parar de vez em quando  para vivê-la, vai acabar perdendo”.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Dois irmãos: o romance de Milton Hatoum deu origem à superprodução da Rede Globo



Neste romance de intensa dramaticidade, Milton Hatoum narra a história de dois irmãos gêmeos — Yaqub e Omar — e suas relações com a mãe, o pai e a irmã. Moram na mesma casa Domingas, empregada da família, e seu filho. Esse menino — o filho da empregada — narra, trinta anos depois, os dramas que testemunhou calado. Buscando a identidade de seu pai entre os homens da casa, ele tenta reconstruir os cacos do passado, ora como testemunha, ora como quem ouviu e guardou, mudo, as histórias dos outros. Dois irmãos inspirou a minissérie da TV Globo, que estreou no dia 9 de janeiro.


Sinopse: "Dois Irmãos" é a história de como se constroem as relações de identidade e diferença numa família em crise. É a história de dois irmãos gêmeos - Yaqub e Omar - e suas relações com a mãe, o pai e a irmã. Moram na mesma casa Domingas, empregada da família, e seu filho. Esse menino - o filho da empregada - narra, trinta anos depois, os dramas que testemunhou calado. Buscando a identidade de seu pai entre os homens da casa, ele tenta reconstruir os cacos do passado, ora como testemunha, ora como quem ouviu e guardou, mudo, as histórias dos outros. Do seu canto, ele vê personagens que se entregam ao incesto, à vingança, à paixão desmesurada. O lugar da família se estende ao espaço de Manaus, o porto à margem do rio Negro: a cidade e o rio, metáforas das ruínas e da passagem do tempo, acompanham o andamento do drama familiar. Prêmio Jabuti 2001 de Melhor Romance.


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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Jane Eyre


de Charlotte Brontë (Harper Teen)

Publicado em 1847, o romance Jane Eyre, de Charlotte Brontë segue atual por inúmeros motivos. O livro conta a história de uma menina órfã, que após ser enviada pela tia para um colégio interno, se torna professora. Sua relação com a família que a acolheu sempre foi tumultuada; a tia excessivamente rica é mesquinha com a menina, aplicando castigos desnecessários e permitindo que seus filhos a tratem mal. Jane desde pequena aprende a se isolar para evitar o convívio com os parentes que a desprezam. A única pessoa a nutrir carinho por ela é o tio, que jamais está presente.



No colégio, ela acredita que os sofrimentos da casa onde viveu na infância sumirão. No entanto, é apenas o início de mais um período de grandes dificuldades em sua vida. é muito difícil cultivar amizades, e o frio a fome a doença são companhias constantes. Muitos anos se passam até que ela esteja ambientada com o local e aceite sua condição de professora.

Aos 19 anos, ela descobre que pode almejar mais da vida e após um breve período procurando emprego, Jane consegue uma colocação como tutora de uma menina, numa propriedade suntuosa e distante. Ela viaja até o local e encontra um ambiente amigável, se apega imediatamente a sua aluna e se dá bem com a velha governanta da residência. Neste momento parece que a onda de sofrimentos que ela viveu durante muitos anos finalmente chegará ao fim. 


O mestre da propriedade, Mr. Rochester, a princípio parece rude e abrupto, mas aos poucos vai desenvolvendo uma relação afetuosa com a jovem. Apesar de tentar vê-lo como seu empregador, a protagonista não consegue ignorar seus sentimentos. No entanto, as paredes de Thornfield Hall guardam inúmeros segredos e esses mistérios devem vir a tona para atrapalhar a aparente felicidade de Jane Eyre. 
Crying does not indicate that you are weak. Since birth, it has always been a sign that you are alive.

— Charlotte Brontë, Jane Eyre
Aliás, o sobrenatural e o mistério estão presentes o tempo todo na história, permeando a narrativa com qualidades góticas. É muito interessante ver a construção rica feita pela autora, acompanhar o crescimento e evolução desta personagem ao longo dos anos e como ela reage a todas essas desventuras que aparecem em seu caminho.

http://kate-kross.tumblr.com/post/137289697147

A exemplo da irmã Emily, com o seu O Morro dos Ventos Uivantes, Charlotte Brontë consegue criar uma história ao mesmo tempo fantástica e terrivelmente humana. Todos os dramas dos personagens em relação à sociedade, religião e dinheiro são igualmente perturbadores no século XXI. Eu mesma, aos 20 e poucos, me identifiquei fortemente com a maioria dos questionamentos feitos pela protagonista. Sobre seu futuro, seus medos, sobre relacionamentos. 

A história já foi adaptada muitas vezes para o cinema e
para a televisão. Uma das últimas adaptações, do diretor Cary Joji Fukunaga é a minha preferida. Estrelada por Mia Wasikowska e Michael Fassbender, o filme é sombrio, frio e capturou com perfeição a sensação de isolamento de Jane e seus sentimentos contraditórios. Acho que o filme se desenrola de maneira belíssima, com uma produção muito rica, tanto na caracterização, figurino e locações, mas também com uma fotografia encantadora. 

Confira o trailer legendado:



Porque gostei muito do filme queria ler o livro há vários anos, mas por estranho que pareça eu não encontrava uma edição para comprar aqui na minha cidade. Levei alguns anos para achar essa, que é em inglês. Apesar da linguagem ser um pouco arcaica para quem  está acostumado com o inglês moderno, não é tão difícil entender. A forma como a autora se expressa é muito delicado e romântico, e acho que o idioma original enfatiza essas qualidades que as vezes se perdem com as traduções de má qualidade. De certa forma, apesar de levar mais tempo para finalizar a leitura, foi bom para mim que tenha sido em inglês, foi uma experiência diferente.


No geral, foi uma leitura muito agradável, que me prendeu e encantou com suas belas frases, pensamentos puros, personagens ricos e belos cenários. O livro não carrega o peso da fama por nada, e com certeza é uma leitura obrigatória para quem deseja conhecer os clássicos. Acredito que qualquer pessoa gostará de conhecer essa narrativa, mesmo protagonizado por uma mulher, a narrativa é universal, e muito humana.  Jane Eyre é um livro belíssimo, interessante e profundo, com personagens formidáveis e com um final feliz agridoce que apenas a literatura pode proporcionar.
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terça-feira, 26 de abril de 2016

Spotlight: o livro que deu origem ao filme



Livro: Spotlight - Segredos Revelados - A Crise Que Abalou A Igreja Católica
Autores: Equipe de jornalistas do The Boston Globe
Editora: Vestígio

Ganhador do Prêmio Pulitzer, este livro conta a história real de um grupo de corajosos jornalistas que denunciaram uma sucessão de abusos de crianças, obrigando a Igreja Católica a prestar contas. Em janeiro de 2002, o jornal The Boston Globe publicou uma série de reportagens que chocou o mundo. Centenas de crianças em Boston sofreram abuso sexual por parte de padres – certos de sua impunidade, eles agiam com o aval das autoridades religiosas, que acobertaram seus crimes por décadas.




As reportagens revelaram a obscena quantia gasta pela Igreja Católica com subornos para comprar o silêncio das vítimas cujas vidas foram devastadas por pedófilos que, vestidos com o hábito, tinham o Pai Nosso na ponta da língua. A denúncia abalou as estruturas da Igreja Católica e deixou milhões de fiéis no mundo inteiro estarrecidos, furiosos e indignados: a instituição, em vez de servir e proteger a comunidade, usou sua poderosa influência para se resguardar do escândalo. Este relato, que inspirou o filme Spotlight, indicado ao Oscar em 6 categorias, é uma exposição violenta e importante do abuso de poder por uma das mais altas esferas da sociedade.

Confira o trailer legendado:
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terça-feira, 19 de abril de 2016

Guerra Civil


de Stuart Moore (Editora Novo Século)

A Editora Novo Século lançou no final do ano passado a versão em livro da história que causou a maior ruptura do Universo Marvel. Os quadrinhos deram origem ao romance Guerra Civil, escrito por Stuart Moore e adaptado dos quadrinhos de Mark Millar e Steve McNiven. Na história, um incidente da cidade de Stamford deixa um grande número de mortos, efeito colateral da ação dos super-heróis.



O fato volta a opinião pública contra as pessoas com poderes, o que leva o governo a exigir um registro dos humanos aprimorados. Nesta história o Homem de Ferro, Tony Stark, fica do lado da lei acreditando que a medida é um mal necessário, e o patriota Steve Rogers, o Capitão América, se torna um exilado, por ver o registro como uma agressão à liberdade. Os dois e os heróis que os apoiam entram inevitavelmente em conflito. 

Fazem parte desta história inúmeros personagens icônicos da história dos quadrinhos e da Marvel. O Quarteto Fantástico, um grande número de X-Men, os Vingadores, além de personagens solitários como Demolidor, Justiceiro e Homem Aranha entram na farra.

A hostilidade histórica das HQs foi novelizada de forma simplificada, levando ao leitor tudo de mais importante que ocorre na história. Um fã de quadrinhos vai sentir falta dos complementos visuais que acompanham as histórias de heróis, mas dá pra ter uma boa ideia do que está acontecendo. Os capítulos curtos tornam a leitura dinâmica, avançando na história rapidamente. 


Acho que a narrativa ficou bem simples e fácil de acompanhar, foi fácil passar pelos capítulos curtinhos enquanto a leitura se desenrolava. A única crítica que faço à adaptação é que a narrativa ficou meio despersonalizada, acho que em alguns momentos faltou um pouco mais de descrição dos ambientes, e um aprofundamento emocional dos personagens. O estilo pessoal do autor é quase inexistente (se é que isso é possível), mas eu acredito que tenha sido o objetivo ao transpor a narrativa dos quadrinhos para o texto corrido do livro, sem perder a essência.


Comprei a minha edição no stand da Editora Novo Século na Comic Con Experience (CCXP), e por sorte no dia o ilustrador da capa, Will Conrad, estava por lá autografando. Aproveitei e pedi para ele fazer um sketch do escuro do Capitão América no meu livro, e só digo isso: ficou MARAVILHOSO.


A história em si é muito interessante, e vale a leitura só pela importância dentro do Universo da Marvel, para quem acompanha os filmes e quadrinhos. É um livro que complementa a HQ, mas também consegue se sustentar sozinho. E mesmo sendo muito diferente, já prepara o espectador para o filme que vem por aí.

Para os fãs da Marvel nos cinemas, que aguardam o
esperado filme dos irmãos Russo, Capitão América: Guerra Civil, que estreia em 28 de abril é um agradável complemento. Já sabemos que a narrativa do filme vai divergir do cânone dos quadrinhos, mas a trama principal da guerra está ali, dá pra entender melhor o universo destes heróis. 

Como uma boa viciada no MCU, mal posso esperar para assistir este filme, e cada spot e imagem divulgada me deixa mais e mais ansiosa. Uma das coisas que mais gostei sobre este filme é o foco no Bucky, o Soldado Invernal. Ele que foi o melhor amigo do Capitão América e depois foi usado como assassino pela Hidra é um dos pontos de convergência desta história, e um dos personagens mais interessantes no Universo Cinematográfico, na minha opinião. 

Confira o trailer do filme:
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sábado, 9 de abril de 2016

No Coração Do Mar: o livro que deu origem ao filme


O vencedor do Oscar Ron Howard (Uma Mente Brilhante) dirige a aventura baseada no best-seller de Nathaniel Philbrick sobre a dramática jornada real do barco Essex. O filme lançado no ano passado tem Chris Hemsworth no papel principal. Também estão no elenco Benjamin Walker, Tom Holland, Cillian Murphy, Ben Whishaw, Charlotte Riley, Frank Dillane e Brendan Gleeson.

No Coração do Mar reproduz na telona com detalhes a tragédia que inspirou o clássico Moby Dick: o naufrágio do baleeiro que em 1820 foi atacado por uma cachalote. A aventura dos náufragos leva o espectador a refletir sobre os limites da sobrevivência humana.


Livro: No Coração Do Mar - A história real que inspirou o Moby Dick de Melville
Autor: Nathaniel Philbrick
Editora: Companhia das Letras

Em 1820, o baleeiro Essex foi atacado por uma cachalote enfurecida e afundou rapidamente. Nunca se imaginara que uma baleia pudesse reagir aos pescadores que a perseguiam. O que se seguiu ao naufrágio foi uma longa provação pelas águas do Pacífico: amontoados em três botes, os marujos navegaram durante três meses, experimentando os horrores da inanição e da desidratação, da doença, da loucura e da morte, chegando à prática do canibalismo. 

O episódio, que inspirou Herman Melville a escrever Moby Dick, ficou registrado em relatos feitos pelos sobreviventes. Baseado em ampla pesquisa e fontes inéditas, o historiador Nathaniel Philbrick reconstitui todos os detalhes da tragédia, dando vida aos testemunhos com seu vasto conhecimento em assuntos marítimos. Dos meandros da economia baleeira às técnicas de navegação a vela e o comportamento das baleias, No coração do mar reúne informações minuciosas sobre cada aspecto da história.

Confira o trailer legendado:
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quarta-feira, 6 de abril de 2016

5 Aberturas de Séries Favoritas #2


Oi gente, tudo bem com vocês? O primeiro post que fiz com as aberturas de séries ficou bem bacana, então resolvi fazer um segundo. A ideia é mostrar para quem já assistiu poder rever os créditos iniciais destas produções, assim como quem não conhece a série poder dar uma espiadinha no clima, sem estragar nada da história. Vem ver:

Salem
Para falar bem a verdade é uma série fraquinha quando comparada com outras que assisto, mas gosto do clima dark, do tema da bruxaria leva à níveis até mesmo trash's. A fotografia da série é caprichada e compensa os efeitos que nem sempre são 100%, e os figurinos são sempre lindos. A música da abertura tem tudo a ver com o clima de tensão e violência de Salem, e foi composta por Tyler Bates (que fez a trilha de Watchmen) e o cantor Marilyn Manson.



Hannibal
Ainda estou de luto pelo cancelamente desta maravilha na terceira temporada. Hannibal foi com certeza uma das séries mais completas que surgiram na televisão nos últimos anos. As atuações, o roteiro, a trilha o visual, tudo se unia para uma obra realmente grandiosa, Acho que um pouco disto pode ser visto na abertura que tem uma música que faz os seus ossos rangerem, e um visual de sangue escorrendo e formando figuras tridimensionais (que depois apareceu em Demolidor também, mas não estou dizendo que alguém copiou alguém).



Reign
Séries de época por si só já tem um charme fantástico né, mas o canal CW realmente de dedicou à esta produção que conta a história de Mary, Rainha da Escócia que para se proteger da Inglaterra casa com o Rei da França. Além de dar o toque jovem para uma produção que poderia ser séria e sisuda, o canal complementa o clima com visuais mais modernizados e música atual. Não sei vocês, mas eu adoro a mistura. Essa música é 'Scotland', da banda The Lumineers.



The Night Manager
Uma produção sobre espionagem, da BBC, e baseada em um livro de John le Carré. Receita para o sucesso, né? Adicione a isto que os protagonistas são os amados Tom Hiddleston (Loki <3) e Hugh Laurie (House). Além de uma produção impecável, uma abertura que faz jus ao clima de mistério e dualidade da narrativa:



Elementary
Uma série de Sherlock Holmes situada nos tempos modernos. No começo achei que ia ser outra série fraquinha, mas quando escalaram Jonny Lee Miller como Sherlock e, pasmem, Lucy Liu como Watson não pude escapar de assistir, e gostei muito do que fizeram. Para quem curte séries com temporadas bem longas e episódios estruturados quase sempre da mesma forma. A abertura referencia o modo de pensar do detetive, com uma pista levando a outra até o culpado ser descoberto. Acho genial: 

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sábado, 2 de abril de 2016

Resumo do Mês de Março

Oi Gente, tudo bem? Eu pensei bem em várias coisas que queria fazer no blog em 2016, e uma delas era manter um registro mensal de tudo que assisto e leio, então comecei a anotar bem direitinho. Assim como foi em Janeiro e Fevereiro segue a listinha do que eu vi e li (pelo menos teve mais coisa do que em Fevereiro) cata:


Filmes
  • A Culpa é das Estrelas, de Josh Boone*
  • Victor Frankenstein, de Paul McGuigan
  • Até Que a Sorte Nos Separe, de Roberto Santucci
  • Monte Carlo, de Thomas Bezucha
  • Garota Infernal, de Karyn Kusama
  • The Keeping Room, de Daniel Barber
  • O Universo no Olhar, de Mike Cahill
  • Hellboy, de Guillermo Del Toro*
  • Hellboy II - O Exército Dourado, de Guillermo Del Toro*
  • A Escolha Perfeita, de Jason Moore*
  • O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, de Jean-Pierre Jeunet* 
  • Distrito 9, de Neill Blomkamp
  • Orgulho e Preconceito e Zumbis, de Burr Steers
  • The Lovers, de Roland Joffé
  • O Código da Vinci, de Ron Howard*
  • Zodíaco, de David Fincher
  • 17 Outra Vez, de Burr Stevens
  • Superman: O Homem de Aço, de Zack Snyder
  • O Pianista, de Roman Polanski*
  • Star Wars: O Despertar da Força, de J.J. Abrams*

Documentários
  • The Hunting Ground, de Kirby Dick
  • Amy, de Asif Kapadia 
  • A Um Passo do Estrelato, de Morgan Neville


Livros
  • Assim Morreram os Ricos e Famosos, de Michael Largo
  • Soldado Invernal - A Marcha da Amargura, de Rick Remender e Roland Boschi (HQ)

Séries
  • Marvel’s Agent Carter - 2ª Temporada
  • RuPaul’s Drag Race - 4ª Temporada
  • The Originals - 2ª Temporada
  • Demolidor - 2ª Temporada
  • The Night Manager - 1ª Temporada

Todos aqueles com um asterisco eu já tinha visto, então quer dizer que eu só assisti de novo. Todos os outros são novidades! :)
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