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domingo, 27 de maio de 2018

Rio Vermelho: um thriller psicológico vencedor de prêmio


Será que realmente toda pessoa é inocente até que se prove o contrário? Será que não somos capazes de distinguir a maldade no ser humano? Será que o amor pode mudar tudo? Será que uma condenação injusta pode mudar o caráter das pessoas? E se você acredita na inocência dele e o ama tanto assim, porque está com medo dele agora?

A Faro Editorial lança em março o thriller psicológico “Rio Vermelho’, de Amy Lloyd, vencedor do Daily Mail Besteseller Competition. Uma história eletrizante que combina requintes de maldade como em “A Sangue Frio” de Truman Capote, com as investigações do seriado Making a Murder. Um crime bárbaro que pode ter condenado um inocente, mas que talvez não seja tão inocente assim.

Dennis Danson foi condenado a morte aos 18 anos acusado de assassinar diversas garotas em sua cidade, Red River. Mas algo nesse caso estava estranho e muitas pontas ainda estavam soltas: onde estavam os corpos das outras garotas desaparecidas? Por que algumas provas que comprovavam que Dennis não estava ligado aos crimes foram ignoradas? Será que eles haviam condenado um inocente e deixado um serial killer de mulheres à solta? Ou será que Dennis era mais culpado do que se imaginava?

Com todos esses fios soltos, a história de Dennis despertou o interesse de diversas pessoas, e por mais de 20 anos ele foi o assunto mais falado de diversos fóruns, campanhas encabeçadas por celeridades, discussões jurídicas sobre a condenação, livros, séries de televisão e documentários que esmiuçavam tudo o que se sabia sobre o caso das garotas de Red River, porque algo ali não estava claro.

Samantha era uma mulher comum. Uma professora da Inglaterra entediada com a sua vida que descobriu no caso Dennis Danson uma distração. Depois de um rompimento difícil, Sam participava dos debates sobre o caso Danson na internet, e por um motivo que ela não sabia explicar, Dennis era inocente, e ela precisava ajuda-lo. E o que começou com uma simples curiosidade, evoluiu quando Sam e Dennis começaram a se corresponder. E o que antes era uma espécie de compaixão se tornou amor, e Sam se viu largando tudo na Inglaterra para ajudar Dennis a provar sua inocência nos Estados Unidos.

Mas o que parecia ser um conto de fadas, começou a ganhar traços de filme de terror quando Dennis é solto e ele e Sam voltam para a cidade onde tudo aconteceu, Red River. E talvez tudo que ela pensava sobre ele, agora seu marido, possa estar errado. Será mesmo que tudo não passou de uma falsa acusação? Talvez ela morra com essa dúvida, ou com a verdade...
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sábado, 2 de dezembro de 2017

O último ato do crime no Teatro Municipal

Na magnetizante trama policial O Lado Escuro da Madrugada, o paulistano Roberto Giacundino narra a morte de um publicitário durante uma premiação e a busca incessante de uma jornalista pela verdade.

Entre uma punhalada de adaga e uma investigação perigosa, a obra aborda crimes de ódio, agressão dentro de casa, maus tratos, bullying, uso de drogas ilícitas, e descreve com maestria o universo da alta sociedade jornalística.

Sandra, mesmo atormentada pelo seu passado culposo, vivia para buscar o melhor das notícias. Querendo a veracidade e com voracidade mergulha em uma investigação para descobrir quem poderia ter assassinado o amigo publicitário.

Até o momento era apenas um crime, a não ser pelo fato que em poucos dias uma série de mortes sucedem o primeiro acontecimento e os envolve em uma rede de mistérios.

Sandra Garcia, a excepcional jornalista de guerra; Simão Jordel, irmão da vítima; Fábio Guedes, parceiro de emissora; e Henrique Diolli, um jovem e competente hacker, entram em uma intensa busca pelo verdadeiro assassino de Evandro Jordel. Porém, os detetives aventureiros nem imaginam onde a trama os irá levar e que o passado voltará para assombrar.

O evento havia terminado de forma trágica, e o misterioso caso do Teatro Municipal começa para atormentar e instigar os leitores.
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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

“Deixada para trás” de Charlie Donlea chega às livrarias em novembro


Nicole Cutty e Megan McDonald não tinham tanto em comum além de estudar no mesmo colégio. Megan era a garota perfeita, cheia de amigos, com uma bolsa para a universidade de Duke, filha do xerife da cidade e com um belo futuro planejado. Nicole era conhecida por seus excessos, por sua agressividade, e muito popular entre os garotos. Duas garotas completamente diferentes, mas que tiveram o mesmo destino trágico: foram sequestradas por um psicopata.

E somente Megan escapou para contar sua história.

A Faro editorial lança em novembro o segundo livro do elogiado Charlie Donlea. Depois do sucesso de seu livro de estreia, “A Garota do Lago”, com mais de 50.000 copias impressas no Brasil em 2017, o autor nos apresenta um thriller para devorar, onde duas garotas encontraram seu pior pesadelo na mesma noite, mas apenas uma pode contar o que aconteceu. Ou o que ela pensa que aconteceu...

Quando Megan consegue escapar do bunker em que esteve isolada durante duas semanas seu primeiro instinto foi de correr em busca de ajuda. Resgatada, machucada, traumatizada, mas livre, Megan virou a notícia instantânea do país. Mas e Nicole? Depois de um ano, Megan se torna autora best-seller com seu livro “Desaparecida”, em que narra as partes nebulosas do que aconteceu durante duas semanas em poder do sequestrador. Sua mente não consegue lembrar de detalhes e muito menos de Nicole Cutty.

Diferente do restante do país, a médica legista Lívia Cutty não é uma das fãs de Megan e de sua história, afinal, sua irmã também foi sequestrada naquele mesmo dia, e ainda estava desaparecida, mas parece que histórias como a de Nicole não merecem ser contadas. Era o que ela pensava até que numa manhã o cadáver de um suposto suicida chega ao necrotério e Lívia descobre se tratar de alguém morto há mais de um ano e ligado ao passado de Nicole.

Procurando respostas para o que realmente aconteceu com sua irmã, Lívia entrará numa busca intensa por novas pistas e ligações entre Nicole, Casey e outras garotas também desaparecidas sob condições semelhantes, algo que começa a desenhar uma relação macabra sobre o destino de sua irmã.

Lívia e Megan vão unir forçar para tentar reviver aquela noite e encontrar uma saída para o labirinto que a mente de Megan criou. Será que Nicole ainda estaria viva? Porque Megan conseguiu fugir? O que Casey tem a ver com essa história? Por que parece que ninguém está interessado no paradeiro de Nicole? Quem estará por trás disso?

Mesclando flashes do passado e do presente – uma das características mais marcantes dos livros de Donlea -, o leitor vai mergulhar numa busca desesperada por pistas em cada um dos detalhes sinistros dessa história. Afinal, uma vida pode acabar, mas às vezes seu caso se mantém vivo para sempre.
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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Tordesilhas lança novo terror psicológico de John Ajvide Lindqvist

John Ajvide Lindqvist, autor considerado por jornalistas britânicos como “a resposta sueca ao Stephen King”, apresenta em Estou atrás de você, lançamento do selo Tordesilhas, uma obra de terror com a marca estilística noir escandinava. 

A história começa com um lindo dia no acampamento, o céu está azul e a grama é farta e verde, mas algo está errado. Ontem havia vozes felizes, fumaça de churrasco e mosquitos. Agora tudo se foi! O acampamento, o lago e até o sol. Tudo que resta é um campo de grama infinito, quatro trailers, oito adultos, duas crianças, um cachorro e uma gata. Em seus aparelhos de rádio tocam estações de música nacional, mas eles não conseguem sinal de celular. O GPS de seus veículos também não funciona, e o tempo nesse descampado parece se mover em uma velocidade diferente. 

Diante da incredulidade de tal cenário e da busca por sentido, figuras estranhas começam a aparecer. Primeiro distantes. Silenciosas. Mas logo cada um se vê cercado das aparições de seus piores medos. O pânico instala. E enquanto alguns ajudam um ao outro, outros lutam com a própria loucura na busca por sentido. Um deles, inclusive, acredita que tudo acontece apenas em sua cabeça. Mas não, isto é horror. E esta terra artificial é de medo. 

Com estilo inteligente e ritmo aguçado, o autor é especialista em construir com estilo próprio uma atmosfera aterrorizante. O resultado é “um delicado equilíbrio entre macabro e tocante”, como afirmou o jornal britânico Sunday Telegraph.
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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Cineasta Marcos DeBrito lança novo olhar sobre mitos nacionais


A história do Brasil na era colonial foi marcada a ferro e sangue.

Sangue de homens e mulheres trazidos para essa terra estranha, de costumes e crenças alheios aos seus, povoada por seres rudes e mãos prontas para causar dor. Uma terra onde ser livre não era uma opção, nem mesmo na morte. E em meio tantas histórias fortes, foi com a mistura de crenças africanas e ritos religiosos que diversas lendas nasceram. No entanto, com os passar das décadas, muito das cores originais e do terror nelas contidas foram amenizados.

E é para resgatar esse terror original que O Escravo de Capela foi escrito. Aqui nossas lendas não parecem fábulas para crianças. Aqui elas são muito mais próximas do real.

O romance se passa no ano de 1792, auge da era colonial brasileira, quando a produção de açúcar nas fazendas de cana era controlada pelas mãos impiedosas dos senhores de engenho. Os homens acorrentados que não derramassem seu suor no canavial encontravam na dor de um lombo dilacerado o estímulo para o trabalho braçal. Não eram poucos os negros que recebiam no pelourinho a resposta truculenta para sua rebeldia. Pior ainda àqueles que, no desejo por liberdade, acabavam mutilados pelo gume de um terçado. No retorno de um morto que a terra deveria ter abraçado surge o pior dos pesadelos. E como se não bastasse o terror que assombra a casa-grande ao cair da noite, um conflito que parecia enterrado é reaceso, podendo destrancar um segredo capaz de levar todos à ruína.

O Escravo de Capela poderia muito bem ser um romance histórico, pois o drama principal são as relações entre os membros da família Cunha Vasconcelos e as consequências pelo longos anos de tratamento cruel dado aos escravos. Mas o autor é conhecido por entregar uma visão aterradora dos males reais que afetam o ser humano, trazendo terror às suas tramas como representação do pior que existe dentro de nós.

Esqueça as histórias de brincadeiras e estripulias de um moleque travesso. O assobio na floresta não é o aviso de traquinagem, mas o presságio de que o terror se aproxima. O caminhar errante, desiquilibrado e mutilado, é paciente. Porque a vingança vai chegar para todos de Capela.
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sábado, 15 de abril de 2017

Aberrações Selvagens leva ficção e aventuras para o leitor


Uma eletrizante trama ficcional sobre guerra, superpoderes e conflitos de ordem pessoal embalam o novo livro “Aberrações Selvagens”. Escrito pelo youtuber e crítico de séries Felipe Salazar, a obra conta a saga entre diferentes raças de animais antropomórficos - seres com feições animalescas, mas com aparência e comportamento humanos – que precisam conviver numa mesma região.

Mesmo tendo a temática dos "superpoderes", o livro não se resume a destruição, romances perfeitos nem a luta clássica entre o bem e o mal. Para o autor, a trama mostra, por meio da aventura e da ficção, circunstâncias que poderiam acontecer se tudo estivesse mais próximo da realidade. “Discute-se muito, por exemplo, sobre a globalização e a busca do respeito do espaço de cada sociedade para o funcionamento do mundo”

- São abordadas ainda situações de preconceito, fugas, tramas complexas, conflitos internos e traições, e ainda algo pouco explorado, como as mudanças psicológicas dos personagens - relata.

A história começa contando que vários seres, que antes viviam separados, uniram-se após a guerra. A partir disso, criaram uma sociedade a qual as suas diferenças e suas culturas eram respeitadas e não menosprezadas.

Novos líderes foram selecionados para conduzir esse novo mundo, onde as terras não estavam limitadas às suas espécies dominantes. Então, as raças dos caninos, felinos, roedores e répteis se espalharam por todas as partes, misturando todas as atividades desenvolvidas anteriormente por suas respectivas espécies. “Nesse instante, temos um período de paz, sem conflitos e com a concórdia sendo compartilhada entre todos”.

Porém, após um incidente, alguns seres começam a apresentar misteriosamente habilidades extraordinárias. “Acreditando ser uma grande ameaça para a comunidade, o governo cria uma equipe geneticamente modificada com o objetivo de capturar esses que adquiriram os superpoderes. ”
- A ditadura do continente obriga a todos os envolvidos a lutar em busca de justiça e segurança, porém ninguém sabe das verdadeiras intenções do Governador ao iniciar esse projeto. Então, gera-se um conflito sem precedentes que abala a paz existente naquele mundo – revela.
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domingo, 28 de agosto de 2016

'A Outra Casa' é lançamento da nova dama do crime

Após o sucesso de A vítima perfeita, a Rocco traz ao Brasil o novo romance da autora aclamada internacionalmente por leitores e críticos como a dama do suspense psicológico contemporâneo. Em A outra casa, a inglesa Sophie Hannah reintroduz o casal de detetives que conquistou o público no livro anterior: o circunspecto Simon Waterhouse – aquele “capaz de acreditar no inacreditável” – e a mordaz Charlie Zailer, que desta vez se veem em meio a um sangrento quebra-cabeça, cujas peças centrais são paranoia, cobiça, traição e loucura.

Hannah insere o leitor no meio da ação: “Eu vou ser morta por causa de uma família chamada Gilpatrick”, diz a narradora logo na primeira frase. “Pelo menos eu entendo o porquê, finalmente.” E então recua uma semana, até uma noite em julho na qual Connie Bowskill não consegue dormir. Ela aguarda uma mudança na respiração de Kit para sair da cama sem ser notada. Sua cabeça está em outro lugar, em um endereço longe dali: rua Bentley Grove, número 11. 

Connie é incapaz de parar de pensar naquela casa. Conhece bem a fachada, pois já esteve diversas vezes na frente dela – hoje, inclusive. Foi quando deparou com a placa de “à venda” no jardim. Por isso, aproveitando o sono pesado de Kit, abre o laptop e entra em um site de imóveis. Lá está ela, a terceira da lista, anunciada por 1,2 milhão de libras. Há fotos internas. Mais do que isso, há a opção de uma visita virtual: começa por uma cozinha espaçosa e vira para uma sala de estar bem montada, com paredes brancas, um sofá em L... e uma mulher morta no chão, deitada de bruços, envolvida em um lago de sangue sobre o carpete bege.

 Acima de tudo, Sophie Hannah é uma leitora ávida, atenta e dedicada das grandes damas do crime. A leitura de A outra casa revela alguém que depurou sua arte junto a Ruth Rendell, P.D. James e Patricia Highsmith – tanto que foi selecionada pelos herdeiros de Agatha Christie (1890-1976) para dar continuidade aos mistérios do célebre investigador Hercule Poirot. Hoje, já pode ser considerada parte desse mesmo panteão que a formou.
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