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sábado, 4 de maio de 2019

'A Contrapartida' é um thriller de tirar o fôlego

Do escritor brasileiro Uranio Bonoldi, o livro A Contrapartida traz história baseada em assassinatos em série que ocorrem em um ambiente de misticismo e suspense. Como pano de fundo, a obra destaca a importância das escolhas e decisões, bem como as consequências geradas por elas

Nas livrarias desde março, o livro tem ganhado repercussão na internet a partir de análises críticas dos principais influenciadores de cultura pop no Brasil. Outro detalhe que tem chamado a atenção nas redes sociais é o booktrailer de divulgação. Nele, atores encenam os momentos-chave mais angustiantes e sombrios da obra, revelando de forma precisa a essência de mistério presente na trama. 

A obra traz em sua capa uma cinta de recomendação de leitura nas palavras do navegador brasileiro, palestrante e escritor Amyr Klink, primeiro homem a fazer a travessia do Atlântico Sul a remo. "Navegar é um ato de paciência, e existem decisões que só devem ser tomadas na hora certa. Divirta-se com A Contrapartida e ganhe bons elementos para avaliar melhor suas futuras escolhas", destaca.
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Crime carioca inspira autor em obra policial


De acordo com a ONG americana Social Progress Imperative, o Brasil é o 11º país mais inseguro do mundo. O ano de 2000 foi marcado por uma das piores tragédias já ocorridas na cidade Rio de Janeiro. Na ocasião, os passageiros de um ônibus circular sofreram um exaustivo sequestro que resultou na morte de uma professora.

Foi com base nesse cenário que o autor Marcel Trigueiro escreveu Cela Sem Portas, que será lançado na Bienal do Rio de Janeiro, nos dias 5 de setembro (20 horas) e 7 de setembro (18 horas), no estande da Ler Editorial (H-29/ Pavilhão 3 – Azul).

O personagem Miguel é portador de uma rara esclerose, movimenta apenas os olhos, pálpebras e parte da mão direita. Na internet, ele encontra a fuga para as suas limitações e consegue com maestria se sair muito bem na escola. Para comemorar o Dia dos Professores, o protagonista decide entregar uma carta a sua mentora preferida.

Naquela mesma manhã, é noticiado que mais de quinze pessoas são feitas reféns por dois homens armados dentro de um ônibus, entre elas a educadora de Miguel.

A princípio seria um trabalho das forças policiais cariocas, mas quando a Polícia Civil se envolve e a imprensa monta guarda para que o Brasil todo fique sabendo do ocorrido, uma grande fatalidade acontece. Agentes federais são acionados e a situação das vítimas corre sério perigo.

“A minha cela não tem portas. Tem apenas uma minúscula janela, por onde jamais conseguirei passar. Mas se essa janela está hoje totalmente aberta, é graças a pessoas especiais como você.”

A livro Cela sem Portas, que é o segundo livro policial de Marcel Trigueiro, reúne de um lado a história de um garoto com paralisia e sua professora e, de outro, uma trama repleta de ação.

Os leitores encontrarão um misto de desespero e indignação, diante de fatos reais e cenas eletrizantes de tirar o fôlego. Sua narrativa rápida e sem rodeios mostra a facilidade do autor em abordar problemas sociais com um toque de suspense americano. No ano que vem, Marcel pretende lançar mais um livro de suspense.
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sexta-feira, 10 de março de 2017

Vertigo (Um corpo que cai) e A dama oculta são os títulos de luxo da Coleção Hitchcock

Após a publicação de Spotlight: segredos revelados, o livro que inspirou o filme vencedor do Oscar 2016, a Vestígio, editora pertencente ao Grupo Autêntica, segue apostando em clássicos na publicação de livros ligados a grandes obras do cinema. O objetivo da editora é ampliar o catálogo, reconhecido por oferecer literatura policial de qualidade com autores europeus referências nos gêneros de thrillers, scandi crime e suspenses históricos, e assim conquistar também os amantes da sétima arte.
Os títulos Vertigo (Um corpo que cai) e A dama
oculta inauguram a Coleção Hitchcock, que traz edições em capa dura e acabamento de luxo das obras que deram origem aos consagrados filmes de Alfred Hitchcock, reconhecido como o maior cineasta de suspense de todos os tempos.

De autoria dos aficionados por literatura policial Pierre Boileau e Thomas Narcejac, considerados especialistas na arte de conduzir a história até onde menos se espera, o instigante e sinistro Vertigo (Um corpo que cai) tem como cenário a Paris da Segunda Guerra Mundial, onde o detetive Flavières procura desvendar os mistérios de Madeleine, a bela e jovem esposa de Gévigne, seu cliente. A obra foi adaptada por Alec Coppel e Samuel A. Taylor e deu origem ao filme Um corpo que cai, considerado a obra-prima do mestre do suspense. Aliás, mal sabia ele que a dupla Boileau-Narcejac havia escrito o livro especialmente para Hitchcock, após descobrir que o diretor havia tentado adquirir os direitos de adaptação de outro livro deles, Celle qui n‘était plus.
Em 1936, Ethel Lina White publicou The Wheel Spins, cujos direitos foram adquiridos pela companhia Gaumont-British para ser transformado em filme, sob o título The Lost Lady. O diretor irlandês Roy William Neill foi o escolhido para as gravações e uma equipe foi enviada para a Iugoslávia para fazer as filmagens. No entanto, quando a polícia local descobriu acidentalmente que havia sido retratada de modo pouco elogioso no script, a equipe foi expulsa do país, e Black arquivou o filme. Um ano depois, o projeto caiu nas mãos de Alfred Hitchcock. O diretor normalmente se mostrava contrário a assumir projetos que já tinham estado nas mãos de outros diretores, mas a história parecia pedir passagem para as telas. O resultado foi A dama oculta, considerado como o auge do período britânico do cineasta. O livro que deu origem ao clássico homônimo de Hitchcock é uma obra envolvente e extraordinária e sua força está na maestria com que a autora constrói atmosferas sinistras e perturbadoras, que pairam até mesmo sobre as cenas mais corriqueiras.
Já disponível nas livrarias do Brasil, as obras são um deleite para os apaixonados por suspense, literatura, cinema e Hitchcock.
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domingo, 28 de agosto de 2016

'A Outra Casa' é lançamento da nova dama do crime

Após o sucesso de A vítima perfeita, a Rocco traz ao Brasil o novo romance da autora aclamada internacionalmente por leitores e críticos como a dama do suspense psicológico contemporâneo. Em A outra casa, a inglesa Sophie Hannah reintroduz o casal de detetives que conquistou o público no livro anterior: o circunspecto Simon Waterhouse – aquele “capaz de acreditar no inacreditável” – e a mordaz Charlie Zailer, que desta vez se veem em meio a um sangrento quebra-cabeça, cujas peças centrais são paranoia, cobiça, traição e loucura.

Hannah insere o leitor no meio da ação: “Eu vou ser morta por causa de uma família chamada Gilpatrick”, diz a narradora logo na primeira frase. “Pelo menos eu entendo o porquê, finalmente.” E então recua uma semana, até uma noite em julho na qual Connie Bowskill não consegue dormir. Ela aguarda uma mudança na respiração de Kit para sair da cama sem ser notada. Sua cabeça está em outro lugar, em um endereço longe dali: rua Bentley Grove, número 11. 

Connie é incapaz de parar de pensar naquela casa. Conhece bem a fachada, pois já esteve diversas vezes na frente dela – hoje, inclusive. Foi quando deparou com a placa de “à venda” no jardim. Por isso, aproveitando o sono pesado de Kit, abre o laptop e entra em um site de imóveis. Lá está ela, a terceira da lista, anunciada por 1,2 milhão de libras. Há fotos internas. Mais do que isso, há a opção de uma visita virtual: começa por uma cozinha espaçosa e vira para uma sala de estar bem montada, com paredes brancas, um sofá em L... e uma mulher morta no chão, deitada de bruços, envolvida em um lago de sangue sobre o carpete bege.

 Acima de tudo, Sophie Hannah é uma leitora ávida, atenta e dedicada das grandes damas do crime. A leitura de A outra casa revela alguém que depurou sua arte junto a Ruth Rendell, P.D. James e Patricia Highsmith – tanto que foi selecionada pelos herdeiros de Agatha Christie (1890-1976) para dar continuidade aos mistérios do célebre investigador Hercule Poirot. Hoje, já pode ser considerada parte desse mesmo panteão que a formou.
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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

L&PM relança dois livros de Agatha Christie em formato 14x21

A Editora L&PM anunciou o relançamento de duas obras da autora Agatha Christie. Estes livros já saíram em formato pocket, mas chegam agora em 14cmX21cm para atender os clientes que preferem este formato e facilitar a exibição nas livrarias. Ambos tem valor sugerido de R$34,90. Conheça um pouco mais sobre as duas histórias:

Morte na Mesopotâmia, de Agatha Christie
Tradução de Henrique Guerra

No sítio arqueológico de Tell Yarimjah, às margens do rio Tigre, a enfermeira Amy Leatheran recebe a missão de cuidar da frágil e enigmática Louise Leidner, esposa do arqueólogo-chefe. Em meio à sinistra atmosfera e ao bizarro comportamento dos membros da expedição, a tarefa aparentemente simples é interrompida por um intrigante assassinato. Quando tudo indica que o crime permanecerá impune, a polícia local solicita a colaboração do extraordinário Hercule Poirot, de passagem em terras iraquianas.Posto à prova no exótico cenário, o arguto detetive belga enfrenta o desafio de desvendar um de seus casos mais insólitos. Leia um trecho aqui.

Pontos fortes:
1) Romance protagonizado por Hercule Poirot, cuja criação completa 100 anos em 2016.
2) O célebre detetive belga está participando de uma expedição no Oriente Médio quando é chamado a investigar um assassinato.
3) Celebrado pela crítica e pelos leitores, este é considerado um dos melhores romances da autora, com um enredo intrigante e um desfecho surpreendente.
4) Publicado em 1936, exatos 80 anos, é ambientado no Oriente Médio, no Iraque, e oferece o que Agatha Christie faz de melhor: um assassinato, segredos familiares e uma aula de dedução do próprio Poirot.
5) Alguns personagens são inspirados em pessoas que a autora conheceu em suas expedições arqueológicas no Oriente Médio.

Aventura em Bagdá, de Agatha Christie
Tradução de Petrucia Finkler

Aquela máxima de estar no lugar certo na hora certa definitivamente não se aplica a Victoria Jones. A jovem datilógrafa inglesa estava no lugar errado na hora errada: em Bagdá, no início da Guerra Fria, quando uma cúpula que reuniria o presidente dos Estados Unidos e o líder da União Soviética estava prestes a acontecer. A este explosivo cenário se soma o rumor de que alguém estaria se preparando para acabar com qualquer tentativa de paz. Aventura em Bagdá é um verdadeiro thriller de suspense ambientado num país que a autora conhecia como ninguém, o Iraque dos anos 50. A experiência adquirida ao acompanhar o marido arqueólogo em diversas escavações na região imprimiu uma cor local à história da aventureira Victoria que, indo atrás de uma paixão fulminante, acaba no centro de uma trepidante intriga internacional. Leia um trecho aqui.

Pontos fortes:
1) Romance de aventura da Rainha do Crime, ambientado no Oriente Médio - que ela conheceu e retratou como ninguém.
2) Tem como protagonista uma jovem e atraente inglesa, Victoria Jones, que, em busca de aventura, acaba envolvida em uma intriga internacional.
3) Ambientado durante a Guerra Fria e tendo no enredo de uma organização criminosa que desenvolve uma arma secreta capaz de ameaçar a paz mundial, este romance nada a fica a dever aos melhores thrillers de ação do gênero, como os da série James Bond.
4) Durante vários anos, Agatha Christie e seu segundo marido, Max Mallowan, mantiveram uma casa na cidade de Bagdá. Tal proximidade contribui para a rica ambientação e as vivas cores locais que a autora imprimiu à história.
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