segunda-feira, 25 de março de 2019

Editora Edipro inaugura linha de publicações digitais


De olho em novas formas de atender ao seu leitor, a Editora Edipro inaugura em 2019 uma linha de livros digitais. “Vamos disponibilizar nossas obras nos principais marketplaces digitais, como a Amazon, para ampliar o acesso do público às nossas publicações”, afirma Maíra Micales, publisher da editora. O projeto prevê o lançamento simultâneo de obras físicas e digitais das principais novidades da editora neste ano, além da digitalização gradual de seu catálogo, que conta com mais de 500 obras. 

O processo teve início com o lançamento de TOC – Livre-se do Transtorno Obsessivo-Compulsivo, de Jeffrey Schwartz e Beverly Beyette (pelo selo Cienbook, R$ 85 em edição física e R$ 54 em edição digital), e O Papel de Parede Amarelo e Outros Contos, de Charlotte Perkins Gilman (pelo selo Via Leitura, R$ 29,90 em versão física e R$ 18,90 a digital). A Edipro prevê mais agilidade de atendimento aos seus leitores por meio dos e-books. “Contamos com uma rede de consumidores por todo o país e, em um país continental como o Brasil, poderemos atender de forma imediata aos leitores mais afastados de nosso centro de operações, em São Paulo”, diz Maíra. “A digitalização facilitará também o acesso às obras de nossos leitores fora do país”, conclui a publisher. 
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domingo, 24 de março de 2019

A mais célebre oficina de escrita literária do Brasil, agora em livro

Além de vinte livros publicados, Luiz Antonio de Assis Brasil ostenta o mérito de ter alavancado o talento de alguns dos maiores autores brasileiros da contemporaneidade. Nesta espécie de manual para quem deseja escrever livros de ficção, ele registrou sua experiência ao longo de 34 anos ininterruptos de trabalho na Oficina de Criação Literária da Escola de Humanidades da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e no programa de pós-graduação em escrita criativa da mesma instituição.

Ao adotar a perspectiva de um ficcionista que fala a outros ficcionistas, o autor apresenta ferramentas essenciais para a formação de um escritor. Assis Brasil foge das fórmulas prontas e ressalta o papel da leitura constante de obras literárias. São elas — e não apenas os teóricos e estudiosos da literatura — as grandes referências de seus cursos e deste guia indispensável, que contou com a colaboração do seu ex-aluno, escritor e professor de escrita criativa Luís Roberto Amabile.

Com a premissa de que “ser ficcionista é exercer nossa humanidade”, título do primeiro capítulo, Assis Brasil aborda temas como a concepção dos personagens; o conflito na narrativa; o enredo e a estrutura; o espaço e o tempo; a focalização e o estilo da escrita. Como conclusão, o autor apresenta um “roteiro para a escrita de um romance linear”, espécie de guia para quem quer se lançar na enorme empreitada que é criar uma boa obra de ficção.

Luiz Antonio de Assis Brasil nasceu e vive em Porto Alegre. Foi violoncelista na orquestra sinfônica da sua cidade e posteriormente tornou-se professor universitário, escritor e, de 2011 a 2014, secretário da Cultura do Rio Grande do Sul. Fundou em 1985 aquela que é, hoje, a mais antiga oficina literária brasileira em atividade no âmbito acadêmico, que também deu origem aos prestigiosos cursos de graduação, mestrado e doutorado em escrita criativa na PUC-RS. É autor de Figura na sombra e O inverno e depois, entre outros títulos.
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sábado, 23 de março de 2019

McDonald's promove a conexão familiar por meio da Leitura


Mais uma vez o McDonald's usa sua grande escala para estimular a leitura. Em seu sexto ano, a campanha "Ler ou Brincar" traz a opção de escolha entre um livro ilustrado com duas histórias de personagens da Turma da Mônica ou um brinquedo. E, para potencializar o tema, a marca aposta em um vídeo para redes sociais que dialoga com pais sobre a importância da qualidade de tempo entre a família e como o livro pode contribuir para isto.

Em parceria com a influenciadora digital Helen Ramos, do canal Hel Mother, o filme explora como a leitura pode aproximar ainda mais pais e filhos durante o dia a dia e formar futuros leitores. Segundo dados da 4ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, apenas 1/3 dos brasileiros teve influência de alguém pelo gosto por ler, o que evidencia a necessidade do apoio de empresas em ações que mudem essa realidade.

"É importante estarmos engajados para alterar essa realidade, em projetos que não só incentivem a leitura, mas também as conexões familiares, criando momentos de diálogo e experiências que irão contribuir para a formação educacional, social e cultural dos pequenos", afirma David Grinberg, Vice-Presidente de Comunicação Corporativa e de Relações com Investidores da Arcos Dorados, franquia que administra a marca McDonald's em 20 países da América Latina e Caribe.

Comercial para TV traz os livros da campanha

A ação também conta com um filme para apresentar a nova campanha do McLanche Feliz e reforça ainda mais o momento gostoso da leitura. O vídeo, produzido pela Sentimental Filme, e feito para TV, traz uma mãe lendo com sua filha que fica encantada com toda a história. Os personagens dos quadrinhos interagem e deixam o filme bem alegre e divertido.

Além disso, pela primeira vez, foi desenvolvida uma funcionalidade dentro do app @McDonald's que dará vida à leitura por meio de sons que serão acionados por palavras-chave contidas nas histórias, tornando a experiência de leitura ainda mais interativa.

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quinta-feira, 21 de março de 2019

Mulheres e a luta atemporal

O desejo de ter um lugar de fala para reivindicar suas opiniões é mútuo entre todas as mulheres. Na literatura clássica, normalmente encontramos homens escrevendo sobre vontades femininas e muitas delas repletas de estereótipos. 

Felizmente, nem sempre é o caso, é possível encontrar uma parcela de autoras que escrevem sobre mulheres e para mulheres, desde jovens até as mais velhas, as que buscam um casamento e outras que querem viver livres das amarras da sociedade da época, enfim, um número abrangente de personagens femininas complexas e com desejos diferentes entre si. 

Jane Austen, uma das autoras clássicas mais conhecidas, possui seis romances publicados entre eles duas obras póstumas, que incluem Persuasão. Nesta história, Jane faz críticas aos costumes da época e mostra um lado das personagens femininas que vai muito além do desejo de ter um marido por status ou dinheiro, e sim em encontrar um amor verdadeiro. 

É importante conhecermos mais autoras clássicas e as temáticas que costumam abordar, pensando nisso, a Via Leitura, do Grupo Editorial Edipro lança a brilhante obra de Jane Austen, Persuasão, em uma edição de luxo, capa dura e um design digno de um table book. Nesta história conheceremos a personagem Anne Elliot, assim como as outras personagens de Jane, é forte e convicta de suas vontades. Anne passa por cima das convenções sociais e das restrições familiares impostas em busca da própria felicidade.
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quarta-feira, 20 de março de 2019

"Vida Sem Câncer" propõe um novo olhar sobre a doença


Não adianta fingirmos, virarmos as costas, não dizer o nome da doença. De acordo com a American Cancer Society uma em cada três pessoas desenvolverão câncer ao longo da vida. O que significa que alguém da sua família, dos seus amigos ou você mesmo pode acabar enfrentando uma batalha contra a doença. Por isso, esse tema é para todos! No mês que marca a luta mundial de combate ao Câncer, chega às livrarias a obra o “Vida Sem Câncer – diagnóstico não é sentença”.

O livro é uma idealização do projeto Vida Sem Câncer, uma iniciativa sem fins lucrativos que visa esclarecer o que é a doença, os fatores que desencadeiam os quadros e compartilhar uma visão única e sistêmica sobre a prevenção e o tratamento complementar do câncer.

Publicada pela Editora Buzz, a obra é a primeira idealização do Instituto no mercado editorial. A meta, segundo Jorge Martins, “nada tem a ver com números. Estamos focados em abraçar cada vez mais pessoas com este livro; tanto quem já teve câncer como quem nunca teve”. “É necessário que as pessoas entendam o câncer como um sintoma, como um sinal de que algo não está certo. Assim, o tratamento dá lugar para algumas correções nos hábitos, levando a uma vida plena e saudável”, explica Elisabete Farreca. A primeira edição já está disponível nos sites das maiores livrarias do Brasil.

Sob outro olhar

Os números das estatísticas de casos e mortes relacionados ao câncer assustam. A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou que a doença é a segunda maior causa de mortes no mundo e, somente em 2018, matou cerca de 9,6 milhões de pessoas. Para piorar, a tendência é que a porcentagem de pessoas diagnosticadas com câncer aumente progressivamente: estima-se que em 2018 foram diagnosticados 18 milhões de pacientes e, até 2038, o número aumentará 70%.

Isso mostra algo a respeito do nosso estilo de vida: nos últimos 50 anos, houve uma mudança brusca na dieta alimentar da população, além dos efeitos colaterais do aumento da emissão de gases nocivos na atmosfera. Aliado a essas duas mudanças, a internet – e todos os avanços tecnológicos que vieram com ela – ditou um novo ritmo à rotina do ser humano.

A combinação de todos esses fatores trouxe prejuízos à saúde da humanidade. Desses prejuízos, o maior deles é aumento no número de pessoas diagnosticadas com doenças psíquicas (transtornos de ansiedade, depressão e pânico) e doenças fisiológicas não contagiosas: cardiovasculares, diabetes e, principalmente, cânceres.

Partindo desses dados, Elisabete e Jorge entenderam que neste tempo todo, a sociedade estava olhando de maneira equivocada para o câncer. Depois de pesquisar e perceber que a arma mais poderosa para a prevenção e potencialização da cura estava no estilo de vida, o casal enfrentou com sucesso o câncer por diversas vezes entre os familiares. Então, compreenderam que tinham como missão divulgar a solução para um dos maiores inimigos do mundo moderno. Assim, Elisabete Farreca e Jorge Martins escreveram o livro “Vida Sem Câncer – diagnóstico não é sentença”, um guia para quem deseja tomar contato com uma visão complementar (ainda pouco divulgada) baseada em pesquisas internacionais, sobre a possibilidade de prevenir, auxiliar nos tratamentos e potencializar a cura do câncer por meio da mudança de hábitos.

O livro se divide em duas partes: na primeira o casal conta as histórias dos casos que tiveram na família, como enfrentaram cada um deles e como fizeram com que o diagnóstico não se tornasse uma sentença, com o auxílio de diversas terapias integrativas que foram testando e conhecendo durante a jornada. A segunda parte é sobre as mudanças de hábitos que são feitas para a potencialização da cura e prevenção da doença. Tais mudanças pertencem ao processo de alcalinização do corpo através do consumo de determinados alimentos, da prática exercícios físicos aeróbicos e de controle de respiração e da busca pelo equilíbrio emocional. Todas as evidências e pesquisas de profissionais de diversas áreas da saúde coletadas durante a jornada de Elizabete e Jorge estão presentes na obra.

O ritmo frenético da humanidade está tornando o câncer um problema “normal”. No entanto, é preciso diferenciar o normal do comum. Os números mostrados anteriormente são um alerta vermelho para o nosso estilo de vida, mas, a notícia boa é que ainda há tempo de mudar a realidade. Este livro é sobre você.
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terça-feira, 19 de março de 2019

Respeito às diferenças é tema de livro para crianças

As coisas podem ser vistas de diversas maneiras, não existe alguém melhor ou pior em tudo, há sim áreas de conhecimento distintas que não se excluem, podem e devem se complementar. Parece simples entender essas premissas? Sim! Mas, como fazer com que as crianças compreendam que as pessoas são diferentes e que isso é positivo? Esta é a proposta do livro "O Sol Brilha para Todos: Gosto não se discute, se respeita", de autoria da professora Camilla Volpato Broering e da alumna (egressa) Fernanda Selli Nunes, do curso de Psicologia da Universidade do Vale do Itajaí (Univali).

A obra foi lançada pela Juruá Editora, nesta semana, com foco no público infantil, para ser utilizada por terapeutas a partir das abordagens cognitivo comportamental e colaborativa dialógica, que se baseiam na ideia de que cada pessoa é a maior especialista em si mesma. As práticas consideram que as pessoas se diferem umas das outras por viverem experiências diferentes, porém, ao mesmo tempo, o relacionamento entre elas é fundamental para o conhecimento, a moralidade e as emoções. As autoras do livro defendem que para se viver em comunidade, de forma saudável, o respeito é o ingrediente mais importante – por si e pelo outro. 

Para a psicoterapia cognitivo comportamental, os pensamentos influenciam os comportamentos. "Se os pensamentos podem ser alterados e monitorados, o comportamento desejado também pode ser influenciado. Queremos que o livro ajude as crianças a encararem as diferenças como oportunidades para conhecerem diversas maneiras de ser, respeitá-las e, quem sabe, até alterar os pensamentos", afirma a professora Camila. 

A psicóloga Fernanda explica que é no respeito que a terapia colaborativa dialógica ocorre. Nesta técnica, o terapeuta assume uma postura de aprendiz diante da vida do cliente, abrindo mão de alguns conhecimentos prévios para visualizar a forma como os clientes constroem o mundo. Juntos, terapeuta e paciente constroem conhecimentos por meio do diálogo, gerando transformação mútua, norteados pelo respeito, a curiosidade genuína e a simetria.

O livro conta com ilustrações de Ramon Murilo da Silva e está à venda a R$29,90, no site da editora.
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O livro que todo jornalista deveria ler

O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter”. Foi assim que Cláudio Abramo, jornalista e um dos maiores nomes da imprensa brasileira de todos os tempos, definiu a profissão que exerceu durante boa parte da vida. 

O repórter, que é além de exercer cotidianamente seu caráter, também tem uma obrigação diária com a população em reportar fatos relevantes de maneira ética e imparcial, levando em conta única e exclusivamente o bem público. Deve informar à população fatos políticos, econômicos, culturais, sociais e naturais. 

A arte de reportar e de querer mudar o mundo, ou ao menos “mudar pequenos mundos”, é desejo de todos da profissão. Com essa paixão entusiasmante pelo ofício, surgiram diversas grandes reportagens que apresentaram fatos inéditos, fizeram grandes denúncias e mostraram um outro ponto de vista da sociedade. 

É indispensável ler a obra Cobras e Lagartos – a verdadeira história do PCC. Escrita pelo jornalista Josmar Jozino, ganhou sua segunda edição pela Edipro. Lançado originalmente em 2005, o livro é um verdadeiro dossiê sobre o funcionamento da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Esgotado há anos nas livrarias, a edição original virou artigo de luxo em sebos. 

A segunda edição foi atualizada e com um novo capítulo, no qual conta como o PCC se expandiu para além das fronteiras do Estado de São Paulo, como funcionou a ligação da facção criminosa com a máfia italiana e qual foi o destino dos fundadores e líderes do Primeiro Comando da Capital. Uma obra de peso e uma das principais referências do jornalismo policial brasileiro. 

Sobre o autor: Caveirinha é o apelido adotado pelo repórter policial Josmar Jozino, que até hoje é chamado assim pelos colegas de redação – é repórter desde 1984 –, por sua aparência magra e pelo fato de que fumava mais de três maços de cigarro por dia. Nesses mais de 30 anos de jornalismo, Caveirinha acumula passagens pelas principais rádios de São Paulo como redator e editor, pela emissora de TV Record e por jornais como Folha Metropolitana de Guarulhos, Diário Popular, Diário de São Paulo, Jornal da Tarde e Agora SP. Jozino foi um dos primeiros repórteres a denunciar a existência do PCC (Primeiro Comando da Capital, uma das principais facções do crime organizado do país) e recebeu a menção honrosa do prêmio Vladimir Herzog de Anistia e de Direitos Humanos em 2000, por uma reportagem publicada no Diário Popular. Em 2005, recebeu novamente a premiação, dessa vez por esta obra, Cobras e Lagartos, na qual relata os bastidores do nascimento do PCC. Em 2008, recebeu pela terceira vez a menção honrosa do prêmio Vladimir Herzog pelo livro Casadas com o crime, que foi finalista do Prêmio Jabuti de literatura. Em 2012, publicou outro livro: Xeque-Mate – O tribunal do crime e os letais boinas pretas. Guerra sem fim. Caveirinha é graduado em Jornalismo e em História e é um apaixonado pela reportagem e pelo Corinthians.
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domingo, 10 de março de 2019

O que é melhor para o seu bolso: livro físico ou kindle?

Para os amantes da leitura, nada melhor do que ter em mãos um livro novinho e preparado para ser folheado. Mas com o avanço da tecnologia, hoje se tornou possível ler suas obras a partir de um kindle, um leitor digital. 

O aparelho possui um bom espaço interno que cabe quantos livros quiser, o que facilita no dia a dia caso seja um apaixonado por livros e sempre busca carregá-los com você. Contudo, em relação ao custo de comprar livros, o que vale mais a pena: comprar um livro físico ou um kindle? Tire suas conclusões com as informações apresentadas pelo Finanja e veja o que pode ser melhor para o seu bolso!


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